História Assassino de aluguel - Capítulo 2


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Categorias A Origem dos Guardiões, Como Treinar o seu Dragão, Frozen - Uma Aventura Congelante
Personagens Astrid, Elsa, Jack Frost, Personagens Originais, Soluço
Tags Hiccstrid, Jelsa
Visualizações 178
Palavras 1.627
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo espero que gostem😙😙😉

Capítulo 2 - Capítulo 2


Já estava fazendo umas 3 semanas des de que as aulas começam e soluço não tirava o olho de uma certa loira de olhos azuis, na qual ele quase havia esbarrado no primeiro dia de aula. E ali estava ele a observando de longe como ele fazia todo dia.

-quando vc vai perguntar pelo menos o nome dela? - jack diz ficando ao lado do amigo, soluço ainda não sabia o nome da loira na qual ele tinha um chush e nem iria saber, não importa se ele gostava dela, ela não merecia ele, ele não teria nem condições de dar a  ela uma vida decente. Pelo menos não agora.

-no dia que eu deixar ser um assassino e ter um vida altamente correta. - soluço responde a pergunta do amigo, que não podia deixar o comentario sarcástico 

-podemos ver que vc nunca vai saber o nome dela. - jack brinca e acaba arrancando algumas risadas do moreno. Soluço percebe  que agora jack estava olhando pra mesma direção que ele estava olhando a alguns segundos atrás e Soluço já sabendo quem ele observava perguntou.

-e vc, quando vai chamar a Elsa pra sair? - soluço pergunta sabendo que seu amigo gostava da melhor amiga da loira que ele gosta.

-no dia que eu finalmente conseguir sair daquele inferno de orfanato. - jack era órfã e desde quando completou 18 anos estava fazendo de tudo pra sair do orfanato e viver sozinho, mas a diretora do orfanato não aprovou a ideia de jack, mas ele não desistiu.

-é podemos ver que isso nunca vai acontecer. - jack revira os olhos pelo o comentário sarcástico do moreno ao seu lado.

-pelo menos eu sei o nome dela. 

-cala boca, jack. - jack dá um sorriso vitorioso. E pergunta logo em seguida.

-vc pretende deixar de ser um assassino de aluguel um dia? - jack pergunta ao amigo, já que eles nunca comentaram sobre o assunto.

-quando eu terminar o ensino médio, entrar na faculdade e ter um trabalho bom que eu consiga sustentar a minha casa e cuidar da minha mãe. - jack sabia que soluço só era um assassino de aluguel por causa das contas da casa na qual eles viviam - e por que ele já tinha fama de assassino, então era mais fácil pra ele - , e porque sua mãe foi diagnosticada recentemente com uma doença que pode ser tratada com o medicamento, mas os remédios não eram baratos. O sinal toca e todos vão para suas respectivas salas onde iriam ter mais 2 aulas e iriam embora. 

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Depois de mais um dia de aula, soluço chega na sua casa onde vivia com sua mãe, ela era uma casa nem tão grande e nem tão pequena, era apenas de um andar, tinha uma garagem onde soluço quarda o antigo carro de seu pai, que agora é seu, por mais que ela fosse simples era muito aconchegante e bem imobilhada. 

Soluço entro na casa e sua mãe estava terminando de preparar o almoço, soluço cumprimenta a mãe com um beijo na testa, soluço tinha um carinho enorme por sua mãe e fazeria de tudo para ajuda-la. Soluço vai até o seu quarto, toma um banho e vem almoçar junto com sua mãe. 

Soluço estava no seu quarto acariciando seu labrador que tinha a cor preta e, por incrivel que pareça, olhos verdes. O animal foi um presente do seu pai alguns meses antes dele vir a óbito e soluço se lembra como se fosse ontem.

Soluço tinha acompanhado seu pai no trabalho, mas stoico recebeu uma ligação da vigilância sanitária que iria precisar de alguns policias para salvarem alguns cachorros de maus tratos e do comércio ilegal de animais. Stoico iria deixar o filho em casa, mas soluço ficou implorando para acompanhar o pai na "missão" de resgate e no final stoico acabou levando soluço.

A situação dos animais eram horrorosas e o lugar estava altamente sujo, os animais estavam em péssimo estado e a maioria eram filhotes que seriam vendidos no comércio ilegal de animais quando ficassem um pouco maiores, mas soluço acabou encontrando um cachorrinho que estava todo machucado, soluço pegou o animal, com muito cuidado, e levou até os veterinários que ficariam responsáveis por cuidar dos animais resgatados. O cachorrinho estava com uma das patinhas traseiras quebrada, mas especificamente a esquerda, todos os animais foram resgatados e levado ao Instituto luisa mell, onde todos seriam bem cuidados e iriam entrar para doação, e os donos do canil ilegal foram presos.

O cachorrinho que soluço tinha achado era um filhote de labrador na cor preta, mas a sua patinha que estava quebrada estava muito danificada e não teria salvação, então o cachorrinho irria usar uma prótese quando ficasse um pouco maior, pois ele ainda era muito pequeno. Lá tinha des de um vira-lata comum até um husk siberiano, mas oque soluço tinha gostado mesmo era do pequeno labrador no qual ele havia resgatado.

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Alguns meses avia se passado, mas todo mês soluço ia fazer uma visita ao Instituto luisa mell para ver o pequeno labrador, que já não era tão pequeno assim, ele já estava usando a prótese a algum tempo e já conseguia andar normalmente com ela. Ele era um cachorro forte e saldavel, nem parecia aquele cachorrinho pequeno e fraco que cabia em seus braços com facilidade. O fato dele estar forte e saudável era muito bom, mas isso significava que ele já iria entrar para doação e seria adotado por alguém e soluço nunca mais veria seu amigo de novo. Stoico percebeu a tristeza do filho ao saber que o cachorro já iria entrar para a doação, então ele teve uma ideia. Eles foram embora para casa, soluço pensava que era a última vez que veria o seu amigo, mas ele não imaginava que naquele mesmo dia veria o seu amigo de novo, mas não era uma despedida e sim que seu amigo iria ficar com ele para sempre. Soluço nomeou o cachorro de banguela, no início seus pais não entenderam o nome, mas não questionaram, afinal, o nome do filho deles eram soluço oque seria banguala? E o banguela está com soluço até hoje e se tornou o seu melhor amigo.

Soluço sorrio ao se lembrar do dia que ganhou o seu melhor amigo, mas ele é tirado dos seus pensamentos pelo seu celular vibrando no bolso de sua calça, mas não era o seu celular que ele usava dia a dia, era outro no qual ele se comunicava com os mandantes dos assassinatos. Esse celular não importa aonde soluço for ele sempre leva o celular com ele e quando ele não consegue levá-lo ele deixa ele guardado dento de um  pequeno cofre - que também foi um presente de seu pai - , no qual só ele sabia a combinação da senha. Era um celular bem simples era apenas para ele conseguir falar com a pessoa que queria "encomendar" um assassinato, mas não era qualquer um que tinha acesso a esse numero, só aqueles que já tem um histórico bem manchado ou tem envolvimento com alguma máfia, gangue, donos de cassinos e etc. Soluço atendeu o celular - com a voz do fúria da noite -.

-alô - diz soluço a seja la pessoa que estivesse atrás da linha telefônica.

-fúria da noite? - pergunta o homem atrás da linha telefônica.

-o mesmo. - soluço revirou os olhos com a pergunta idiota do homem.

-tenho um trabalho pra vc, onde posso te encontrar? 

-no antigo armazem abandonado de algodão que tem na br 422, amanhã as 2:30 da tarde. - não era o melhor lugar do mundo, mas a br 422 era praticamente abandonada poucos carros passava por lá.

-tudo bem até amanhã, fúria da noite. - o homem do outro lado da linha desliga o telefone, soluço coloca novamente o celular no bolso da calça e volta a brincar com seu melhor amigo.

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Como sempre soluço tinha ido a escola e já estava em casa, mas já estava dando a hora de soluço ir se encontrar com o tal homem que ele tinha conversado ontem. Soluço pega a chave do carro e vai até a garagem e entra no corolla preto, que antes pertencia ao seu pai, e dirije até o local marcado.

Soluço sempre chegava antes do horário marcado por questão de segurança, a roupa do fúria da noite era bem simples, apenas um moletom na cor preta; causa jeans na cor preta e um mascara também na cor preta que era "presa" em seu rosto (imaginem a mascara do cat noar) seu traje é totalmente na cor preta, por que como sempre fazia seus crimes a noite o ajudava a ficar sempre bem escondido e passar despercebido pelos outros. Soluço corta as correntes que prendia a enorme porta de metal do armazém com um alicate, o lugar estava abandonado por muito tempo, mas ainda tinha algodão espalhado pelo chão de lugar. Agora soluço só teria que esperar o seu cliente chegar, então soluço caminhou até uma grande mesa de madeira, que estava bem fragilizada por causa do tempo, ficando atrás da mesa. 

Não demorou muito e as portas do grande armazém foram empuradas, com muita dificuldade, pelo seu cliente. Ele conserteza não era um dono de casino ou de alguma gangue, pois estava muito bem vestido, com um terno preto, uma gravata vermelha e seus sapatos muito bem engraxados. O homem se aproximou do fúria da noite ficando em frente a ele no outro lado da mesa. E o homem já foi bem direto ao assunto.

-tenho um trabalho pra vc fúria da noite. - diz o homem que mantia suas mãos nos bolsos da sua calça.

-e qual seria? - soluço pergunta ao homem que responde logo em seguida.

-é bem fácil. - o homem faz uma pausa e continua. - quero que vc mate a família Hofferson.


Notas Finais


O Instituto luisa mell realmente existe, coloquei pois estava sem ideia de nome.
Até o próximo 😉


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