História Assassino de Aluguel - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Assassinodealuguel, Barbarapalvin, Justinbieber
Visualizações 277
Palavras 2.266
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Day 4 - Prospect Mountain


Fanfic / Fanfiction Assassino de Aluguel - Capítulo 14 - Day 4 - Prospect Mountain

New York City, NY.

Justin Bieber ー Point Of View



Pela primeira vez em anos, eu estava arrependido. Na minha cabeça, só roda a ideia da Barbara descobrir sobre o que houve comigo e Raquel, mas se ela descobrir, isso realmente não importa. Eu me sinto um lixo por me sentir culpado, às vezes eu me pego falando sozinho: “eu não deveria ter feito isso”, eu apenas queria me bater, ainda não acredito que isso realmente está acontecendo. 



Eu não gosto dela, apenas...deve ser pena dela por ser tão idiota e não enxergar a verdade na cara dela. Eu senti ciúmes mais uma vez, daquele cara que estava com ela, eu só queria socar a cara dele e dizer que ela não estava sozinha. 


ー Justin, você está bem? ー ouvi Barbara dizer e eu abri os olhos, olhando pela janela e vendo que o avião ainda não tinha decolado. 


ー Eu só estou cansado. ー falei e ela segurou minha mão.


Olhei pra ela, que sorria pra mim, e beijou meu rosto de forma carinhosa, pondo sua cabeça em meu ombro e mais uma vez eu me via confuso. Eu não vou nutrir sentimentos por ela, isso é uma coisa que não está em meus planos, e é algo impossível, eu não irei me deixar levar dessa forma. 



O avião decolou, e eu fiquei ouvindo algumas músicas, e comendo o que as aeromoças traziam. Horas depois, já tínhamos pousado, finalmente chegando em Nova Iorque. Deixei Barbara na casa dela, e fui para a minha, olhei no relógio em meu pulso, vendo que eram dez e meia da manhã, e bocejei. 


Deixei minha mala na cama, e voltei para o lado de fora, indo até minha moto e seguindo caminho para o hospital, tinha que ver minha mãe e confirmar que ela não fez nenhuma bosta, como no caso seria me entregar. Minutos depois, estacionei a minha moto e entrei no hospital, indo até a recepção e perguntando pela minha mãe. Uma enfermeira me levou até a sala dela, e me deixou sozinho com ela. Ela tinha mais algum tubos em seu corpo, e parecia bem cansada. 


ー Mãe…? ー a chamei e ela abriu os olhos, me olhando, mas fazendo pouco caso ー você está bem? 


ー Ficaria melhor...se...você dissesse a verdade...para a garota. ー disse com a voz falha e com problemas ao respirar.


ー Tudo vai se resolver, okay? ー me sentei numa poltrona próxima a sua cama e segurei sua mão ー Só mais quatro dias e tudo isso acaba. 


ー O que… o que vai fazer? 


ー Em quatro dias, vou conseguir dinheiro e pagarei sua cura! ー sorri animado e ela fechou os olhos por alguns segundos e depois abriu.


ー Quando vai...entender que não...tem cura? ー perguntou com os olhos marejados e eu soltei sua mão, me afastando.


ー Tem cura, mas é claro que tem. Não pense assim! ー falei e fiquei de pé ー Espere só mais um pouco e logo logo vai voltar a ser como era antes. 


ー Por que… não se entrega à polícia? Tudo… ia ser mais fácil. ー disse e eu rolei os olhos, caminhando pelo quarto.


ー Eu não irei fazer isso nunca! Ia passar minha vida inteira na cadeia. ー falei e ela negou com a cabeça ー Ou até poderia ser condenado à morte. Isso eu não quero. Queria me ver morrer? 



ー Claro que não...eu amo você, mas… o certo seria se entregar. Como não pude reparar… na sua mudança? ー se questionou e eu engoli seco. 


ー Desde que eu matei meu pai, então…ー deixei escapar e mordi os lábios ao vê-la arregalar os olhos. ー Droga…


ー Você o que? ー perguntou alto, e seus batimentos ficaram mais rápidos.


ー Não venha me dizer que ele não mereceu, ele era um monstro e isso era o mínimo que ele recebeu. ー cruzei os braços, e a vi começar a chorar em silêncio.


ー Como você…


ー Como eu pude? ー questionei a cortando ー Como você pode amar aquele lixo, essa é a real pergunta. ー respirei fundo. 


Não mandamos no coração… não escolhemos por quem nos apaixonar…ー disse e eu queria vomitar por estar ouvindo tudo isso. 


ー Eu já vou indo, pois vejo que você está bem. Volto pela noite. ー falei me aproximando dela e lhe dando um beijo na sua testa, e dando uma última olhada pra ela, antes de sair daquele quarto. 



••• 




Arrumei a bolsa em minhas costas e me aproximei de Barbara, que mexia em seu celular, a frente de sua casa, e lhe dei um susto, arrancando um grito dela me fazendo rir alto.


ー Vamos agora? ー perguntou me dando um beijo rápido e eu assenti. 


ー Justin. ー ouvi a voz de Bryan e o olhei pelos ombros de Barbara. ー Pode vir aqui dentro? 


ー Claro. ー falei e mandei Barbara esperar um pouco, e me aproximei de Bryan, que entrou dentro de sua casa, parando no jardim, e pegando seu Ipad. 


ー Olha isso! Estamosvo seguindo fotos do maldito cara que quer matar ela! Essas fotos são de um a dois meses atrás. ー ele disse, me entregando o Ipad, e eu engoli seco.


Era eu ali, eu tinha certeza, mas como caralhos ele conseguiu isto? Claro que ele não saberia que sou eu por essa foto, mas eu sei que sou eu, as roupas, o boné, capuz, tudo! Só falta um fio pra ele descobrir que sou eu, e aí sim eu estou perdido.


ー Você sabe quem é? ー perguntou após um tempo me observar olhar pra imagem.


ー Eu não sei...nem ao menos dá para ver o rosto! ー falei com raiva, e era real, eu realmente estou com raiva. Eu não vou deixar eles descobrirem sobre mim. 


ー Eu vou repassar essas fotos para uns amigos de confiança que podem resolver isto. ー disse e eu assenti, me afastando dele e indo lá pra fora, vendo Barbara me esperar. 


ー O que ele queria? ー perguntou enquanto entrávamos no carro e eu fechei a porta.


ー Nada demais, relaxe. ー pisquei e ela suspirou.


ー Estamos indo mesmo para o Prospect Mountain? ー perguntou animada ー Eu nunca escalei uma montanha antes! 


ー Para tudo se tem uma primeira vez. ー sorri de lado, e ela me abraçou, e por um momento, eu gostei disso, porque na maioria das vezes, eu só queria que ela me soltasse. 


Seguimos o caminho em silêncio, até o carro parar, e nós saímos do carro com nossas bolsas nas nossas costas. O carro de foi, e nós nos viramos, vendo que tinha duas pessoas entrando no local. De começou não é bem uma escalada, e sim uma trilha com árvores ao redor, insetos e bichos. 



Após trinta minutos, Barbara reclamou de cansaço e paramos para beber água. Me sentei no tronco da árvore dando alguns goles na água, e Bárbara bebeu sua água. Tirou a bolsa de suas costas, e me entregou, me deixando confuso.


ー O que vai fazer? ー perguntei e ela me deu sua água.


ー Estou apertada. ー disse forçando um sorriso.


ー Não vá muito longe. ー pedi e ela assentiu, sumindo entre as árvores e o mato. 


Deixei sua bolsa ao meu lado e tirei o celular de meu bolso, notando que estava sem área alguma, ou seja, sem sinal e sem internet. Coloquei na câmera frontal, e tirei meu boné, ajeitando meu cabelo, e guardei o celular no bolso. 


ー Barbara? ー a chamei. Silêncio. ー Barbara! 


Fiquei de pé, deixando minha bolsa junto com a sua, e fui pelo menos caminho que ela foi, olhando para os lados, mas não via nada, nem sequer ouvia. Meu coração estava batendo forte, eu sentia! Por que drogas eu estou me importando se ela se perdeu ou não? Eu deveria ficar feliz, mas...não estou! Eu estou me desesperando.



ー Barbara, isso não tem graça! ー falei alto, notando o suor em meu rosto, e andei mais um pouco e nada. Se eu me afastasse mais, poderia me perder ー Se você não aparecer, irei te deixar aqui! 


Nada. Dei meia volta para voltar, mas parei, eu estava desnorteado, olhando para os lados e gritando por essa maldita! Voltei para onde estava e me sentei no tronco da árvore de novo, e passei a mão pelo rosto nervoso, e batendo o pé no chão. 


ー BARBARA! ー gritei de novo ficando de pé, mas sem resposta ー Puta que pariu! ー falei sentindo meu coração bater mais forte ainda, e me sentei, escutando barulhos de alguns galhos se quebrando e ouvi sua risada.


ー Ficou tão desesperado assim? ー apareceu, rindo da minha cara.


ー Nunca mais faça isso, porra! Você é maluca? ー quase gritei a assustando ー Se você se perdesse…ー nem terminei de falar, estava sem ar e peguei minha bolsa ー Pega a merda da sua bolsa e me segue. 



Barbara Palvin ー Point Of View



A trilha, estava sendo legal, mas ao mesmo tempo desconfortável por que Justin continuava com raiva de mim. Mas eu apenas fiz uma brincadeira, não era nem pra tanto tudo isso. Bom saber que ele se preocupa comigo, e me quer segura. Chegamos na parte de cima, encontrando uma estrada de terra e pedras, e era tipo um penhasco, bem alto mesmo, me aproximei da porta, vendo um grande de rio.



A água era bem clara, e eu queria tento me molhar. Estava muito calor! 



ー Você parou por que? ー ouvi Justin perguntar, a metros de mim. ー Não vamos entrar na água. 


ー Parece ser tão bom! Nem tem tantas pedras. ー juntei as mãos e ele bufou.


ー Você sabe que as chances de morrer são altas, não é? E não é nem por conta das pedras! Se você pular da forma errada, diga adeus. ー disse se aproximando de mim e eu engoli seco. 


ー Você sabe a maneira certa? ー perguntei olhando pra baixo e ele assentiu, tirando a bolsa de suas costas. 


ー Eu vou primeiro e depois você vai, okay? ー perguntou, tirando sua camisa e seu calção, ficando apenas de cueca. ー Está muito calor mesmo.


ー Tudo bem. ー falei e ele assentiu, tirando seus sapatos, e deu uma olhada pra baixo. 



O observei respirar fundo e rir sozinho, dando alguns passos para trás e se atirando da dali. Ele foi de forma ereta, braços juntos para frente, as pernas a mesma coisa, tipo quando tem aquelas olimpíadas para ver qual é o salto melhor e tudo mais. É apenas pular do jeito certo, é claro que eu consigo fazer isso. 



ー Não pule agora! ー disse e eu me aproximei para o ver melhor. ー jogue as bolsas ali. ー apontou para a esquerda onde já não tinha água. ー Eu as pego e assim ninguém rouba. 


Assenti fazendo o que ele disse, e tirei minha blusa, calça esportiva e tênis. Joguei tudo pra ele, e logo o vi voltar pra água. Senti um frio na barriga, ao olhar pra baixo, e Justin fez sinal para eu pular. 


ー Justin...eu não vou. ー falei com medo, e eu bufou.


ー É sério que está com medo? Só pular do mesmo jeito que eu, ou ao contrário. Apenas fique reta. ー pediu, e eu assenti. 



Dei alguns passos para trás, mas meu corpo travou, eu não...eu vou! Eu vou conseguir, me cagando de medo por conta disso! Se o Justin consegue eu também consigo. Respirei fundo e corri, pulando dali, soltando um grito, e com uma mão, tampando o nariz. Eu não pulei do jeito que Justin tinha pulado, eu pulei de qualquer jeito! 




Senti a água bater contra meu corpo, e meu corpo afundar com tudo. Tentei nadar para cima, e senti minha perna doer. Abri os olhos de baixo d'água, e o vi nadando até mim, meu ar estava acabando, e eu tentava a todo custo o segurar. Senti Justin puxar meu corpo pra cima, e eu puxei todo o ar que eu podia. 


Me agarrei ao corpo de Justin com a respiração ofegante, e não o larguei por longos minutos. 


ー Isso foi…


ー Louco! ー gargalhou, me soltando ー você quase morreu, garota! 


ー Desculpe, me deu desespero. ー falei entre o riso, aliviada.



Justin foi puxado pra baixo, e eu soltei um grito, mergulhando e tentando o puxar para cima. Abri os olhos e vi ele se debater, mas eu não conseguia ver o que pegava ele, segurei em seu braço, tentando o puxar, e eu voltei pra cima, pois bebi muita água. 


Mergulhei de novo, e não vi mais ele, Girei meu corpo, e nada. Senti sua mão pegar em meu pé, e eu olhei pra baixo, vendo ele subir pra cima, e eu subi também, o ouvindo gargalhar.


ー Você é uma bosta, Justin! ー xinguei, vendo ele me abraçar, e passar a mão por meu corpo. 


ー Vamos apostar uma corrida? ー perguntou me soltando, e eu dei de ombros assentindo.


ー O primeiro que chegar até a margem ganha. ー sorri divertida e ele deu o sinal.

Começamos a nadar até a margem, e claro, ele ganhou, eu mal sabia nada, era uma agonia e ele ria de minha cara. Depois, nós saímos da água, nos secamos e nos vestimos, e dando a volta e voltamos até onde estávamos antes. Chegamos ao topo da montanha, e vista era maravilhosa.

Justin se sentou em uma pedra, e eu sentei ao seu lado, bebendo minhas água, e sentindo seu braço ao redor de meu corpo me abraçando. Ajeitei seu boné em minha cabeça, e deitei minha cabeça em seu ombro, vendo o sol se pôr.


PLAYLIST DA FANFIC:


Notas Finais


PLAYLIST:
https://open.spotify.com/user/dgpc3ka6mylqxtfcnf32inup3/playlist/5YNJeNbF25nq07L2Rv0seV?si=1B1MDG-ATOir0-YJ-hJ7gg


GENTE, SÓ FALTA MAIS TRÊS DIAS PARA CHEGAR O GRANDE DIA! JUSTIN MATA, OU NÃO MATA A BARBARA? eu to ansiosa pra caralho, vocês não tem ideia manooooow!
BUCETAAAAAA, 33 COMENTÁRIOS???????? EU AMO VOCÊS COM TODO MEU CORAÇÃO, MUITO OBRIGADA A CADA UM DE VOCÊS! <3

Quem assistiu Stranger Things, sabe que esse "penhasco" que citei é o dá série mesmo, tipo, sei lá, veio na cabeça e eu coloquei aqui dkshka
Fiz essa playlist por conta de uma leitora que tinha pedido ( ) então eu acabei de fazer e tem algumas músicas que falam sobre os personagens ou sobre o que eles estão passando ou QUE IRÃO PASSAR! ;)
Espero que tenham gostado do capítulo e até o próximo! <3


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