História Assassino de notas - yoonkook - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Min Yoongi (Suga)
Visualizações 62
Palavras 699
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa fanfic foi feita por uma garota no Army Amino "@sin".
E decidi repostar aqui.
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Boa leitura❤

Capítulo 1 - Capítulo único


Fanfic / Fanfiction Assassino de notas - yoonkook - Capítulo 1 - Capítulo único

O questionável motivo de tê-lo encontrado naquela calçada, sorrindo para o nada, tendo seus olhos completamente fitados no meio fio do local, certamente confusos sobre o que acabara de realizar.

Você surgiu, em meio a noite fria de inverno, agasalhado a um trapo velho de roupa, estas que também encontravam-se encharcadas pela recente chuva.

Tudo em si era novo, juvenil, inocente, ingênuo, que minhas orbes fizeram questão de analisá-lo profundamente.

Seus olhos eram castanhos, obscuros e vazios, sendo cobertos pela franja clara mal cortada, repleta de pequenos pedaços de folha, denunciando que estivera em um local arbóreo antes mesmo de sentar-se na calçada, estirado sob o chão.

Não obtive coragem para questioná-lo, muito menos me aproximar. Apenas observei seus discretos traços, de um garoto rebelde, atitudes autoritárias e alma independente.

Era, decerto significativo deixar minhas sacolas caírem no piso molhado, para que só então sua atenção se voltasse para mim.

Congelei. No momento em que seu olhar depositou-se sob meu corpo, este que permanecia imóvel pelo choque de tê-lo anunciado minha presença, senti minhas pernas tremerem, assim como minhas mãos que não tardaram a suar. Pisquei incontáveis vezes, almejando que tudo não passasse de um sonho, algo passageiro, supérfluo. Mas você continuou ali, de rosto levemente tombado, numa falsa insinuação curiosa.

Permaneceu a me encarar, arrepiando-me por completo. Talvez fora obra do destino, que ousara lhe enfiar em meu caminho. Um rapaz, inteiramente diferente de mim, racionalmente e fisicamente, atormentando-me todos os dias, a todo minuto.

Não consigo tirá-lo de minha mente. Minhas pálpebras se fecham, e projetam seu sorriso gengival em meus pensamentos. Seu calor, por mais que fora pouco sentido por mim, já que o ar gélido nos impedia de presenciar a verdadeira temperatura de nossos corpos, me aquece indiretamente.

Gostaria de poder abraçá-lo, e afundar meu nariz na curvatura de seu pescoço, aspirando o cheiro enferrujado que aparenta carregar.

Entretanto estou aqui, sentado frente à janela, esperando por sua resposta. Lhe enviei uma mensagem, como propôs, e aguardo por algum sinal de vida. Mas meu coração se fecha, a cada rápida olhada sob a tela do celular, que não anuncia nenhuma nova notificação.

Mais cedo estive com os olhos vidrados na televisão, cabisbaixo, por receber a triste notícia de que mais um cantor fora morto, pelo cruel assassino de notas.

Lhe nomearam assim, pelo fato deste matar, e cravar uma mensagem no corpo da vítima, em notas de piano, completamente distinto de algo normal.

E, o que me chamara mais atenção, foram os dados descritos do crime, que transpareceram em negrito durante a reportagem:

"Kim Pyung-hun fora assassinado neste último sábado, dia dezesseis do sete, com cinco longas facadas no peito. A mensagem subliminar que fora desenhada com o mesmo instrumento pontiagudo, trouxe pensamentos questionáveis aos policiais e autoridades que ficaram a par do caso.

Sorrisos são falsos cupidos, que lhe arrancam as batidas mais frenéticas de seu coração.

A letra viera originalmente de uma lenda urbana, em coreano. Mas fora descrita na pele do Kim em notas de piano.

A polícia alega ter recebido denúncias de moradores da região onde o corpo de Pyung-hun fora encontrado. As autoridades afirmam que depoimentos rodeavam um homem de fios brancos, como a neve, lábios finos e bem demarcados, olhos castanhos e opacos, corpo magro, estatura baixa e semblante cansado.

O crime ocorrera por volta das vinte duas horas, já que Pyung abandonara o local de trabalho exatamente às vinte uma e quarenta.

As investigações continuam, e novamente acreditam que tal ato imperdoável fora cometido pelo assassino de notas, criminoso do qual atormenta a sociedade nos últimos tempos."

Eu estava lá, no dia dezesseis do sete.

Era noite.

Eu vi você, sentado na calçada.

Voltei do mercado, por volta das vinte uma e cinquenta e cinco.

Seus cabelos são grisalhos.

Seus lábios são delicados.

Você estava nitidamente cansado e inseguro de si mesmo.

Me fitou, desmascaramente, e sorriu.

Você sorriu para mim, e logo depois levantou-se, fugindo da chuva que novamente insistia em cair.

Porém não percebera que um papel deslizara de seu bolso, e descansara sob a calçada.

Eu o apanhei, relutante de que você poderia voltar para tomá-lo de mim. Mas você não fez.

E então, eu li.

"Sorrisos são falsos cupidos, que lhe arrancam as batidas mais frenéticas de seu coração."

Estaria eu apaixonado pelo assassino de notas?



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