História Assassinos Perfeitos - Capítulo 11


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Categorias Originais
Tags Amizade, Assassinato, Assassinos, Camren, Drama, Escola, Morte, Revelções, Romance, Tortura, Yaoi, Yuri
Visualizações 13
Palavras 935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, FemmeSlash, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Orange, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 11 - Teste Final de Defesa Corporal II


Fanfic / Fanfiction Assassinos Perfeitos - Capítulo 11 - Teste Final de Defesa Corporal II

Arya P.o.V.

— Bertrand e Drent. Se aproximem.

Prendi a respiração quando ouvi isso, não sei direito o motivo, mas não pareceu muito bom ter o garoto que quer picar o meu ser em picadinhos e a garota por quem eu tenho uma queda gigantesca lutando. Pelo que eu sei dos dois, ambos lutam bem, mais ou menos o mesmo nível de habilidade, essa luta seria, no mínimo, interessante.

Foquei naquilo, os dois se encaravam com uma frieza invejosa, queria ter conseguido mostrar isso hoje, mas de qualquer forma, era quase como ver dois animais selvagens se observando, prontos para a luta. Quando o professor deu o sinal para começarem eu parei até de piscar.

Aconteceu uma troca de golpes incrível, eles defendiam e atacavam, rapidamente, sem tempo para pensar, eu sabia que eram bem competitivos, mas não sabia que era tanto.

Eles ficaram por um minuto tentando se atingir sem abaixar a guarda, não estava dando muito certo, mas eu poderia garantir que tirariam 10 nesse teste, eles repetiram pelo menos 3 vezes cada técnica, a maioria dos outros pararam para prestar atenção.

Ele bateu em seu braço, desviando-o para o lado, enquanto chutava a zona desprotegida, mas a garota conseguiu se esquivar para o lado, aparando o chute no ar e dando uma cotovelada na sua canela, aquela doeu até em mim.

Catarina tentou se afastar, mas o garoto fez um movimento rápido, se apoiando na perna que ela tinha atingido e girando para um chute forte, diretamente em sua cabeça. Obviamente ela se abaixou, mas foi um erro, pois ele desceu a perna, acertando com toda a força seu ombro direito, por pouco não acertando na cabeça.

Ela rolou para o lado, ficando em pé com a força de um pulo. Seus olhos brilhavam com raiva e... diversão? Sim, diversão. Acho que a adrenalina faz bem para ela. Agora os dois ficaram um pouco mais cautelosos, mas os repetidos ataques continuaram

Passaram-se mais alguns segundos até que Catarina conseguiu atingir ele no queixo, logo em seguida nos joelhos... Mas eu sabia que não iria ser tão fácil, Tomas acertou seu ombro com um soco, aproveitando a distração para segurar seu braço direito e torcer.

Ela fez uma mínima cara de dor, mas eu sabia que graças ao treinamento a pressão deveria ser bem forte... Talvez o suficiente para, o estalo que eu ouvi foi o suficiente para eu entender. Ele deslocou o ombro dela, mas que porra? Aquilo foi totalmente desnecessário.

O professor French ignorou aquele fato e deixou a luta continuar. Eu estava pronta para pular no desgraçado (o aluno, não o professor, também não estou tão louca), mas senti uma mão no meu pulso.

— Pomeriggio. — Alec sussurrou.

— Isso está me irritando.

— Eu sei.

Esse era outro dos nossos sinais, significa tarde, italiano também [N.A: Seria bom se não esquecessem esses sinais]. Normalmente só os usamos em missões e coisas muito importantes, mas eu realmente estava estressada em ver aquilo, some isso a recente presença de minha mãe e entenda porque eu poderia fazer besteira a qualquer instante. Era uma vergonha eu ainda não ter dominado completamente minhas emoções em relação a isso, mas pelo menos isso me tornava um pouco mais humana.

Eu e o Alec sempre fomos os melhores nas aulas, porém nunca fomos o exemplo de assassino que a corporação gosta de falar, não matamos nossos sentimentos. Talvez isso tenha acontecido porque não tive que lutar com alguém que eu gostava naquele ano, aquela pessoa desapareceu no momento que começou a tentar me matar, aquilo me afetou, obviamente, mas não tanto ao ponto que eles provavelmente queriam. Já em relação ao Alec, acho que não cabe a mim explicar o que aconteceu.

Volto a prestar atenção enquanto Catarina joga o corpo pra trás, usando um impulso tão grande que desiquilibra o Tomas, tornando mais fácil ela se soltar. Em seguida ela corre na direção dele, com diversos ataques, ele fica desviando, mas com um pouco de dificuldade.

Então ela consegue chutar seu peito duas vezes com força, e em uma piscada minha os dois estavam no chão, machucados, com Catarina pressionando sua garganta com um joelho, enquanto o seu braço esquerdo preparava um soco.

— Acabou o tempo. — Ouvi o senhor French com uma voz de comando.

— Que pena — Catarina falou rindo para o outro, enquanto lhe permitia respirar de novo.

— Muito bem, agora os próximos são Santos e Fagundes. — O professor falou.

Catarina sorri para mim, mas não se aproxima, sorrio de volta, enquanto esperava as duas últimas duplas terminarem. Entretanto vejo se aproximar uma pessoa bem conhecida, por Bastet, o que diabos eu fiz para merecer isso? Não respondam.

— Alguém mal pode se conter ao ver a namoradinha sendo machucada?

— Namoradinha? Onde? — falei com sarcasmo na voz

— Não se faça de boba. Quem diria, a famosa Arya Sharmer, demonstrando que gosta de alguém.

— Muito que você me conhece. — bufo.

— Te conheço o suficiente. — sinto sua voz carregada de agressividade mal contida.

— Duvido plenamente.

— Te conheço o suficiente e conheço quem te conhece, melhor ainda — sua voz carrega uma frieza imensa — Você não deveria se colocar no meu caminho. Ainda mais agora que eu sei sobre a sua querida mamãe.

Ele me deu um empurrão com o ombro e se afastou. O sarcasmo contido na última fala foi o suficiente para me arrepiar, o que diabos ele sabia sobre minha mãe? Como ele sabia se quer que ela estava viva? Será que ele realmente sabe sobre quem é ela? Não pode ser.

Não esqueçam de favoritar e comentar ^^ e na capa temos um aesthetic da Ágatha, alguém supõe a especialidade dela?



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