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História Até As Últimas Consequências:Parte 2, Felizes Para Sempre?? - Capítulo 34


Escrita por:


Notas do Autor


Olaaa, como estão?

Aqui esta mais um capítulo para vcs, gostaria de agradecer pelas mensagens deixadas e pedir que me digam o que acharam. Se tudo der certo volto a postar mais essa semana.

Att

Capítulo 34 - Festa A Fantasia - Parte 2


Fanfic / Fanfiction Até As Últimas Consequências:Parte 2, Felizes Para Sempre?? - Capítulo 34 - Festa A Fantasia - Parte 2

[RECAPITULANDO]

Sabia que aquela fantasia estava chamando atenção. E era essa a sua intenção. O espartilho vermelho e preto orgulhosamente levantava e mostrava seus generosos seios e enfatizando sua cintura fina. A mini saia plissada, também da mesma cor, deixava boa parte das suas coxas torneadas a mostra. Para dar destaque nelas colocara uma meia ¾ e para destacar a sua altura as botas plataforma eram de tirar o fôlego. Estava jogando alto em sua aparência naquela noite. E não deixou de notar, que sua presença conseguia chamar bastante atenção dos homens presentes. Pela alta atenção e pelo desejo nos olhares fixos capitados através das máscaras dos homens ao redor dela, ela se lançou incondicionalmente na festa, desfrutando de ser o centro das atenções.

« (`’•.¸•♥ (`’•.¸♥ ¸.•’´)♥• ¸.•’´) »

No dia seguinte, antes que começasse a se arrumar, ligou para a filha e disse que todos estavam morrendo de saudades dela, e que em breve a traria para ficar alguns dias na casa dos avós. Ela adorou a ideia. Assim que desligou, discou o número de Elizabeth e esperou que ela atendesse. Queria muito ter ligado mais cedo, porém com a correria que foi, não teve tempo sequer para isso. Seu pai fez questão que ele o acompanhasse até a empresa e acabara ficando preso lá.  

— Alô — Elizabeth atendeu hesitante, ainda não estava totalmente acostumada com aquela tecnologia.

— Sou eu meu amor, como as coisas estão por aí?

Ele a ouviu suspirar, talvez fosse de cansaço, ou por estar ouvindo a sua voz, ele não soube dizer.

— Estão indo, queria que tudo se resolvesse e que pudéssemos sair logo daqui.

— Eu queria estar aí, mas não posso. Só mais dois dias e eu estarei de volta.

— Sei disso. Estou contando as horas, e aí como estão às coisas? — Perguntou Elizabeth mudando de assunto.

Ele passou a mão pelo cabelo e arrumou em cima da cama a sua fantasia.

— Por enquanto tudo bem, meus pais não se aguentam de ansiedade com essa festa.

— Imagino como eles estão.

— Parecem duas crianças. — Ele sorriu. E teve que aguardar um pouco, pois alguém chamara Elizabeth.

Não demorou muito e ela voltou à linha.

— Desculpe-me a enfermeira pediu que eu fosse com ela.

— Aconteceu alguma coisa? — Perguntou ele preocupado.

— Acho que não, mas qualquer coisa eu te aviso.

— Por favor, faça isso o quanto antes. — Ele queria dizer que a queria ali, mas não teve tempo, pois ela tinha desligado.

Depois que desligou, ele começou a se arrumar. Tomou banho e vestiu a fantasia de Lanterna Verde. Tinha ficado na dúvida se a usaria ou não, pois ela ficava grudada como se fosse uma segunda pele. Mas como estava em boa forma, aquilo não foi problema para ele. Suspirando, colocou a máscara e foi em direção à festa.

Quando Fitz desceu até o térreo, ele foi imediatamente o centro da atenção feminina, não que ele notasse. É claro. Foi em direção dos pais que estavam vestidos como reis e rainhas medievais. Seu pai tinha até uma espada ao lado do corpo. Eles estavam conversando com um homem vestindo de Assassins Creed. 

Fitz deu um beijo no rosto da mãe, um abraço no pai e apertou a mão do homem.

— Filho, quero que você conheça Milos Park, ele é uns dos gerentes da companhia.

— Prazer com conhecê-lo.

— Eu estava aqui elogiando os seus pais pelo bom gosto da decoração da festa.

— Eu tenho que concordar com você, Milos. Meu marido não podia deixar passar em branco os seus 60 anos. — Brenda falou animada.

— Ora mamãe, não fique babando ovo do papai não, se não ele não vai parar de ficar se gabando.

Os quatros riram daquele comentário. Ficou mais um pouco ali conversando, e não demorou muito para sair dali.

Quando ele andou ao redor, cumprimentou algumas pessoas que conseguiu reconhecer. Havia os mais variados tipos de fantasia e se por acaso tivesse um sorteio para ver quem era o mais bem vestido, dificilmente conseguiram escolher um vencedor.

Chegando perto da escada, ele deu uma batida nas costas de um pirata que sabia ser Douglas, o namorado de sua prima e se inclinou para dar um abraço a Kitty.

— Rapaz, seus pais sabem dar uma festa. — Comentou Douglas, pegando uma taça da bandeja do garçom.

— Há isso eu tenho que concordar. — Respondeu Darcy, dando uma olhada pela primeira vez no ambiente.

Tudo o que os pais faziam ficava bem feito. Realmente estava decorado com bom gosto.

— Por que não vamos ver como ficou o local? — Sugeriu Kitty.

Eles concordaram e foram andar pelo salão de festas, e observar as pessoas ao redor. O que se mostrou uma tarefa um pouco complicada, pois em todos os lugares que olhava, estava lotado.

Conseguiram achar uma pequena mesa desocupada e se sentaram ali, observando as pessoas enquanto conversavam.

Eles tinham perdido a noção do tempo, até que em um determinado momento, Fitz olhou de relance para a pista de dança e viu uma mulher vestida de Arlequina, de onde estava não sabia dizer se ela era bonita ou não, mas havia um jeito nela que parecia estranhamente familiar.

Ele foi responder ao comentário de Kitty e quando voltou a olhar para a direção da pista de dança, ela não estava mais lá. Deixando aquele pensamento de lado, voltou a se inteirar na conversa até que a Mulher Gato, parou na sua frente e o chamou para dançar. 

Tinha que reconhecer que a mulher fazia jus a sua fantasia, ela era muito bonita, mas mesmo assim ele recusou o convite. Porém a mulher o agarrou pelo braço e o arrastou para a pista de dança, que naquele momento estava bastante disputada. 

Fitz descobriu que a Mulher Gato que dançava se chamava Ellie, estava solteira e foi bem franca em dizer a ele que estava a fim de ir a um lugar mais reservado para que assim eles pudessem se conhecer melhor e quem sabe acontecer algo mais.

Se a situação dele não estivesse resolvida com a sua mulher, poderia ter aceitado o convite de Ellie, mas como não estava ali para encontrar alguém para levar a um lugar reservado e se considerava um cara fiel, por mais que a sua relação com Elizabeth estivesse cem por cento certa, educadamente reclinou o convite, explicando por cima, que naquele momento estava envolvido com outra pessoa e que ela só não estava ali com ele, por que estava tratando de assuntos particulares.

Estava dizendo que podiam ser amigos, quando sentiu uma mulher atrás de si. Ele nunca tinha feito um sanduíche entre duas mulheres antes, e achou aquilo estranho, até que ele sentiu que as mãos de Ellie começar a avançar pouco a pouco para seu peito. Ao mesmo tempo, a mão da mulher que estava atrás de si, foi para os seus quadris e começou a deslizaram para a sua virilha.

Eita!

Fitz nunca gostou de mulheres atiradas e aquela mulher atrás de si, estava passando dos limites. Deslizando suas mãos do pescoço de Ellie, ele rebaixou seus cotovelos em uma tentativa de forçar algum espaço entre seus corpos. Ele tinha conseguido dar um espaço, quando o corpo feminino atrás de si desapareceu. Ele ouviu um gritinho baixo, de surpresa atrás dele. Ellie fixou os olhos para além dele e retirou suas mãos de seu corpo. Ela murmurou uma desculpa qualquer e se afastou lentamente. Para longe. Uma vez que ele tinha bastante espaço, ela virou e desapareceu rapidamente entre os dançarinos reunidos no soalho.

Sem entender o que tinha acontecido para que as duas mulheres desaparecessem na multidão, e se sentindo de certo modo aliviado, Fitz não soube o que fazer ao ficar no vácuo. Pretendendo voltar à presença da prima, ele começou a sair da pista de dança quando sentiu que alguém segurou o seu braço. Realmente não querendo saber quem estava atrás dele, mas reconhecendo que não tinha outra opção, devagar deu a volta. Só esperava que não fosse outra pessoa inconveniente.

Um garçom estava de pé atrás dele.

— Desculpe interromper, mas me pediram para entregar essa bebida para o senhor.

Fitz levantou uma sobrancelha, querendo saber quem era a tal pessoa.

— E eu posso saber quem é?

— Bem senhor, ela está vestida de Arlequina, e me pediu para dizer que se o senhor estivesse interessado em conhecê-la, era para encontra-se com ela no bar do lado de fora, mais tarde.

— E você sabe o porquê dela ter me oferecido essa bebida? — Perguntou ainda desconfiado.

O garçom deu de ombros.

— Ela só disse que o achou bonito e que gostaria de conhecê-lo melhor. Claro se lhe desse uma chance.

— Obrigado. — Fitz agradeceu aceitando a bebida. Enquanto o garçom se afastava, ficou olhando ao redor para ver se conseguia enxergar a tal da Arlequina. Ela não estava em lugar algum, e como ela disse que poderia encontra-lo mais tarde, não havia razão para fazer isso agora, se é que queria encontrar-se com ela.

Olhando para aquela taça, ficou analisando ela. Geralmente era do tipo que desconfiava de tudo. Aparentemente não tinha nada de anormal naquela taça, e ele duvidava que a tal mulher tivesse colocado alguma coisa naquela bebida. Depois de muito pensar, resolveu beber um pequeno gole para ver se tinha algum gosto estranho. 

Não tinha, e ele pode respirar um pouco mais aliviado. Desfrutando da bebida, foi para o lado de fora da casa sentindo o ar um pouco frio à procura da prima.

— Fitzwilliam, estou aqui — Kitty o chamou acenado. Ela estava sozinha. 

Fitz foi em sua direção, sentindo-se um pouco mais leve.

— E aí prima, o que está achando da festa até agora?

— Maravilhosa, e você?

Fitz suspirou observando as pessoas ao seu redor, enquanto terminava de tomar a bebida.

— Também estou gostando, tirando o fato de que quase virei um sanduiche com duas mulheres agora há pouco. Não é por nada não, mas estou achando algumas das mulheres daqui um tanto quanto afoitas.

Ambos riram daquela observação.

— E você quer o que vestido desse jeito e com um físico desses? Elas ficam imaginando coisas mesmo.

Fitz fez um muxoxo com a boca, começando a se sentir nas nuvens.

— Ora eu não acho. Para você ter uma ideia, até me ofereceram uma bebida.

Kitty olhou séria para ele.

— Te ofereceram o quê?

— Uma bebida, que por sinal estava deliciosa.

— Fitzwilliam Darcy, eu não acredito que tomou uma bebida oferecida de um estranho, já imaginou se alguém colocou algo dentro dela? — Perguntou brava.

— Minha querida prima, no começo eu também suspeitei, mas como provei e não tinha gosto nenhum, então não achei nada demais. Eu estou bem.

— Continuo achando que você não deveria ter feito isso.

— Pode ficar sossegada, que eu estou bem.

Kitty cruzou os braços preocupada.

— Você pode achar que está bem, mas eu duvido.

— Pois não fique, vamos curtir a noite. — Retrucou Fitz entregando a taça com um pouco de champanhe para a prima e foi embora dali.

Kitty ficou olhando o primo se afastar no meio da multidão e observou a taça, ainda com a pulga atrás da orelha.

— Quer saber? — Falou sozinha. — O seguro morreu de velho.

Iria dar um jeito de mandar analisar aquele resto de bebida, se por acaso tivesse algo de suspeito, contaria a ele, mas se não tivesse nada, deixaria aquele assunto de lado. Tomando essa decisão, Kitty foi atrás de um recipiente para guardar a bebida, no dia seguinte entraria em contato com um conhecido seu e pediria a ajuda dele. 

 

 

 


Notas Finais




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