História Até eu te encontrar - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Amor, Comedia, Drama, Jovem, Poesia, Romance
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Palavras 2.925
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Literatura Feminina, Mistério, Misticismo

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Quem desistiu primeiro?


Fanfic / Fanfiction Até eu te encontrar - Capítulo 3 - Quem desistiu primeiro?

Minha amiga se foi no início da noite, e eu mergulhei em pensamentos profundos sobre mim e tudo o que me cercava.

Analisei as reações de Pedro, seu rosto fechado, a postura intransigente, as palavras de ódio, e a principalmente a forma como me olhou.

Como se eu fosse a criatura mais desprezível da face da terra.

Aquilo doía tanto, que reverberava por cada célula do meu corpo.

Eu ainda custava a acreditar que a pessoa que me jurou amor, que planejou uma vida comigo e que disse que me protegeria, acabou me humilhando e me desrespeitando diante de várias pessoas.

E isso é algo que não vai ser apagado tão facilmente, principalmente porque os boatos já estão nos rondando.

Eu continuava na varanda, observando o nada, tentando me convencer de que na manhã seguinte tudo iria se resolver.

Ouvi a porta se abrindo, mas não fiz questão de olhar para trás.

- Lily? - Minha mãe chamou, com a voz estável.

Não respondi, e pude ouvir seus passos se aproximando de onde eu estava.

Ela sentou-se na cadeira ao lado da minha.

Silêncio.

Não olhei para ela, porque de alguma forma eu me sentia traída.

- Quer conversar sobre o que aconteceu hoje? - Percebi que ela fazia um grande esforço para se manter calma.

Só balancei a cabeça em negação.

- Só não chore por quem não te merece, Lily! Você vai descobrir que nem sempre as pessoas são o que queremos que elas sejam, e isso não é uma coisa ruim.

Um nó se formou na minha garganta, mas eu não queria chorar na frente dela.

- Eu sei! - Falei e minha voz foi levada pelo vento.

Se passaram alguns segundos nos quais ninguém disse nada.

Devagar, minha mãe se aproximou de mim e me abraçou, era reconfortante e ao mesmo tempo estranho ser envolta naqueles braços.

No entanto, aquele gesto me deu esperança.

- Eu vou te deixar descansar, amanhã teremos de conversar melhor, mas por hora, durma um pouco! Você está precisando.

Eu assenti, ela levantou devagar da cadeira e me olhou rapidamente, depois tudo o que ouvi foi o som dos seus saltos se afastando até que tudo ficou em completo silêncio novamente.

                        🌟🌟🌟

Na manhã seguinte eu acordei cedo, não estava totalmente disposta, mas eu queria respostas e foi isso que me fez sair da cama e me arrumar.

Vesti roupas básicas e simples, amarrei o cabelo de forma prática e sai do quarto.

Ao chegar à sala de jantar, o café estava servido, peguei um pedaço de bolo e tomei com café preto.

Minha mãe provavelmente ainda estava dormindo, por isso fui até a cozinha avisar a Rosalina, nossa faz tudo, que ia sair para resolver alguns problemas e que não ia demorar.

Apesar de desconfiada, ela não me fez perguntas.

Saí de casa, e pensei pela milionésima vez se aquela era uma boa idéia, uma parte de mim, aquela que tinha medo do que ia ouvir, disse para mim dar meia volta e ir pra casa, mas a outra parte, aquela que estava se sentindo humilhada e menosprezada precisava de respostas.

Andei pelo que me pareceu ser uma eternidade pela estrada de terra principal, e depois peguei um atalho para chegar nos fundos da fazenda do Coronel Dantas, os pais de Pedro eram empregados do Coronel e moravam numa pequena casinha, perto do celeiro.

Caminhei mais um pouco até chegar na frente da casa, não havia ninguém por ali, dei meia volta e parei diante da janela do quarto de Pedro.

Várias lembranças vieram a minha mente, mas eu as afastei.

Respirei fundo e bati.

Bati várias vezes até que vi seus olhos surgindo por trás do vidro.

Seu rosto denunciava que eu o havia acordado, quando me viu, praticamente pulou da cama.

Seu rosto desapareceu da janela, e em poucos segundos ele estava diante de mim, descalço e com aquele cabelo que eu amava, todo bagunçado.

Seus olhos pareciam me estudar com cautela.

- O que faz aqui essa hora da manhã? O sol ainda nem nasceu direito! Caminhou até aqui? Sabe que estas bandas são perigosas para uma dama como tu.

Talvez tenha sido o jeito que ele me encarava, ou a forma como praticamente cuspiu a palavra "dama", ou até mesmo o fato de não se aproximar de mim, não sei ao certo, mas tudo isso me fez crer que essa seria a conversa mais difícil que eu teria em minha vida.

- Será que podemos conversar? - Falei com toda a coragem que me foi permitida ter.

Ele olhou para as minhas mãos quando eu as torci.

- Conversar? - Seu olhar era cético, frio.

Meu corpo parecia prestes a entrar em colapso.

- Pedro, pare com isso! É uma conversa, será que nem essa consideração você terá por mim? - Minha voz parecia mais alta que o normal.

Ele bufou e apontou para vários tocos de árvore que faziam as vezes de banco na parte traseira da casa.

Sentei-me e ele fez o mesmo, de frente para mim.

Estávamos tão perto que eu podia contar cada tom que formava o mel de seus olhos, perto o bastante para toca-lo, no entanto meu juízo tomou as rédeas de meu coração e eu comecei a falar.

- O que deu em você? Porque me tratou daquele jeito?

Ele baixou o olhar, parecia perdido dentro de si.

- Você não vai entender.

Uma raiva tão grande parecia se espalhar em mim.

- Então tenta me explicar! - Gritei.

Ele me encarou.

- Eu senti tanto ciúme de você com o Hastings, quando eu vi ele te tocando, e te fazendo rir, eu não aguentei.

Meu coração bateu mais forte.

- Era só uma dança! Não significou nada.

Ele riu.

- Sabe, eu amo você, Lily! Amo mesmo, amo daquele jeito que eu nunca quis amar nada e você sabe disso...

Me aproximei mais dele.

- Então esqueça isso, vamos ficar juntos...

- Ficar juntos? As coisas não são assim, e a sociedade não aceita uma relação como a que tínhamos.

Passei as mãos no meu rosto, só queria que ele percebesse que nós nos pertenciamos.

- Temos, ainda temos. - Segurei sua mão com força e ele me encarou.

Com a mão livre, ele tocou meu rosto.

- Aaah, minha Lily! Sempre tão sonhadora e idealista. Quando vai entender que você e eu não nascemos para ficar juntos.

Empurrei sua mão e me afastei, senti as lágrimas quentes escorrendo pelos olhos.

- Sabe, você é realmente uma pessoa ridícula! Como eu pude sequer pensar que você gostava de mim? Você diz que me ama mas me humilha, diz que me quer mas não corre o risco! Que tipo de sentimento é esse que quer tudo de mão beijada? Você diz que eu sou idealista, mas você que é, acha que amor é fácil, que é lindo... mas não é, pra dar certo é preciso trabalho e você não está disposto a isso.

Levantei-me e dei as costas a ele.

- Volta aqui, Lily! Você não vai sozinha.

- Eu não recebo ordens de fracotes. - Pisei mais forte, mas antes de chegar a porteira, ele me alcançou.

- Você é uma cabeça dura mesmo! - Uma mecha do cabelo castanho cobria seus olhos.

Eu o encarei.

- Devo ser mesmo, cabeça dura e idiota por insistir em alguém como você! Mas isso acaba aqui.

Recomecei a caminha novamente.

- Então é isso? Você não queria conversar? Quem tá desistindo agora? - Ele começou a me seguir.

Eu juro que eu teria dado um soco naquele imbecil mas meu bom senso não permitiu.

Parei e o encarei, olhei bem no fundo dos seus olhos, para que ele soubesse que minhas palavras eram definitivas.

- Você! Quem desistiu foi você, e eu tenho certeza de que lutei por você, não falo só desse momento, mas sim sobre todo esse tempo, eu sempre dei tudo de mim para que a gente desse certo, e mesmo depois do que você me falou ontem, eu vim aqui! Você me pediu para escolher e eu escolhi você, escolhi uma vida na qual nos iríamos construir nossas coisas juntos, mas mesmo assim você optou pelo caminho mais fácil, você culpa a sociedade, culpa a mim e até um desconhecido, mas não percebe que o motivo pelo qual nos não temos algo sólido e definitivo é você! E sinceramente? Eu estou cansada de preencher os vazios do nosso relacionamento, então se isso significa desistir, sim, eu desisto de você.

Reuni todas as forças que eu tinha e dei as costas para ele, mas eu não fui tão forte, quando alcancei a porteira, eu olhei para trás.

E lá estava ele, me observando ir embora, o cabelo bagunçado já não parecia tão charmoso e os olhos estavam apagados.

Quando alcancei a estrada principal eu pude finalmente respirar.

Eu estava apavorada com a atitude que tomei, eu o amava, é claro! Mas o fato dele não se importar com os meus sentimentos me fazia pensar que talvez ele não me amasse.

E esse pensamento me dizia que eu tomei a decisão certa.

A estrada a minha frente parecia triste e sem vida, eu era a única pessoa caminhando por ali, as vezes lágrimas escorriam pelo meu rosto e eu sabia que levaria um tempo até que parassem.

Olhei para o céu e o sol já estava brilhando como de costume, tudo parecia estar em seu lugar, as casas eram as mesmas, o chão ainda estava firme, entretanto dentro de mim algo havia mudado.

Caminhei por um longo tempo até enxergar minha casa a menos de cem metros, decidi apressar o passo, eu estava faminta e pensando em comer o bolo de chocolate que Rosalina faz, eu só não contava com um buraco no meio do caminho.

Não deu nem tempo de piscar, eu caí de cara.

- Não acredito nisso! - Falei para mim mesma enquanto tentava me limpar.

Além de sujar a minha roupa, acabei ferindo meu pé esquerdo.

Não parecia ser nada de mais, porém estava sangrando.

Fiz força e me levantei, decidi caminhar mais devagar, até porque meu pé estava dolorido, e foi nessa hora que eu vi William Hastings saindo de minha casa.

Na mesma hora eu pensei em me esconder, o único problema foi que ele me viu antes e correu até mim, Rosalina veio logo atrás.

Eu ficava me perguntando se era comum ele sempre bancar o heroi.

- Minha Lily, o que houve? - Rosalina se jogou sobre mim.

- Nada de mais, Rosa! Tropecei e cai, mas está tudo bem. - Falei sorrindo, na tentativa de tranquiliza-la.

Hastings estava paralisado e eu desconfiava que o motivo era o sangue.

Quase ri.

- O que faz por estas bandas, Senhor Hastings? - Perguntei enquanto Rosalina me examinava.

- Eu vim vê-la, esperava encontra-la antes que saísse mas não tiver sorte.

Assenti, mas não dei muita atenção.

- Vamos, meu bem! Precisamos cuidar desse ferimento. - Rosalina me apoiou sobre si.

- Deixe-me ajudar! - Hastings enlaçou seus braços em mim e me levantou do solo rapidamente.

- Não há necessidade de me carregar, eu consigo...

- Eu insisto.

Hastings caminhou comigo nos braços e deixou-me sobre o sofá da sala, graças aos meus pedidos e Rosalina foi buscar a caixa de primeiros socorros.

- A senhorita tem certeza que está bem? Posso mandar chamar um médico, se assim desejar.

Eu o encarei.

As roupas estavam amassadas pelo esforço de me carregar, o cabelo despenteado e as bochechas mais coradas.

Ele parecia mais humano assim, sem toda a pompa.

Eu sorri.

- O senhor deve estranhar, mas eu estou acostumada com esse tipo de situação.

Eu sorriu e seus olhos brilharam de forma mais intensa.

- Menos mal, assim fico mais aliviado.

- Mas diga-me, qual a finalidade de sua visita? - Perguntei, enquanto tentava ficar sentada.

- Eu vim vê-la.

Analisei seu rosto.

- Porque?

Ele baixou os olhos.

- Porque gostei da senhorita e...

Não.

Pânico é a única palavra que resume o que eu senti naquele momento.

- Acho que o senhor está confundindo as coisas. - Falei, usando meu tom mais formal possível.

Então ele me olhou, seus olhos grudados nos meus e disse:

- Quis dizer que gostei de sua companhia. - Seus lábios pareciam querer sorrir.

- Ah sim!

Um silêncio tomou conta do ambiente.

Fiquei um tanto constrangida em insinuar que de alguma forma ele pudesse estar interessado em mim.

Até porque aquilo era impossível, rapazes como ele não se interessam por meninas como eu.

- Eu fiquei sabendo que a senhorita estava fazendo aniversário ontem e... - Ele parecia sem jeito. - Enfim, eu trouxe uma lembrança para você.

Ele tirou do bolso uma caixinha preta e me entregou.

- Eu não posso aceitar, o senhor mal me conhece!

Ele sorriu.

- Por favor, é o mínimo depois de fazê-la perder seu tempo comigo ontem.

Eu estava surpresa.

Na verdade eu estava chocada.

- Eu não sei...

- É um presente de amigo. - Ele falou e pude notar que ele sabia o porque da minha reserva.

Eu o encarei, ainda com medo de aceitar aquilo, mas aqueles olhos acabaram me convencendo.

- Tudo bem. - Falei por fim.

Ele me entregou a caixa e eu abri com cuidado, dentro havia um delicado broche prata, em forma de borboleta, as asas eram azuis.

- É lindo. - Falei com toda a sinceridade do mundo.

- Não é uma jóia, mas espero que você tenha gostado.

- Eu adorei.

Ainda estava absorta na beleza daquela borboleta, quando Rosalina voltou com água e panos limpos.

Escondi a pequena caixa na parte de trás do vestido.

- Bom, acho melhor eu ir! E me desculpe o incomodo. - Ele sorriu e seus olhos brilharam.

- Muito obrigada pela visita.

Ele assentiu e ficou me olhando.

- Até breve.

Eu sorri e Rosalina o acompanhou até a porta enquanto eu jogava água na ferida.

- Esse bonitão aí te merece! - Rosalina era mais que uma empregada, ela era minha amiga, confidente.

Eu gargalhei.

- Não diga bobagens.

Ela torceu a boca e revirou os olhos.

- Você é muito ingênua mesmo.

Olhei para ela.

- Onde está mamãe? - Rosalina sentou do meu lado e ajudou a limpar o ferimento.

- Ela saiu cedo, logo depois de você! Disse que ia para o Hotel Libero e nada mais.

- Perguntou por mim? - indaguei.

- Não, filha!

Assenti.

- Tome um banho e descanse, levarei um lanche pra você!

- Obrigado!

Rosalina me ajudou a subir as escadas em direção ao meu quarto, depois ela se retirou e foi para a cozinha.

Já no quarto e com a banheira cheia, tirei a roupa suja, coloquei a caixinha com o broche sob as roupas e entrei na água.

A ferida ardeu, e meu corpo sentiu o efeito da queda, não pensei em nada, a verdade é que eu estava exausta.

Depois de sair da banheira, de vestir roupas limpas, e de finalmente guardar em um local adequado o presente que havia ganho, eu fui para a varanda e repassei os acontecimentos.

Meu coração doeu ao lembrar do que que Pedro me disse: Nós não nascemos pra ficar juntos.

Seria verdade?

Status e dinheiro não deveriam ser padrões pra relacionamentos, afinal como se faz pra condicionar o cérebro a pensar assim?

Porque eu não consigo, eu não amo com a cabeça.

Uma brisa forte soprou e meu cabelos, que estavam molhados, voaram.

Eu ainda pensava em Pedro quando um carro parou diante de minha casa, e minha mãe desceu dele, estava bem vestida, com os cabelos arrumados e sorrindo.

Não sabia se aquilo era um bom sinal, mas esperava que sim.

Não demorou muito até ela bater na porta do quarto que estava trancada.

- Estou indo. - Avisei.

Andei devagar até alcançar a maçaneta e destranquei a fechadura.

Ela entrou sem pedir licença.

- Se já teve condições de sair de casa - Ela apontou para meu pé - significa que já podemos conversar.

Fiquei parada, perto da porta.

Meu rosto devia denotar a minha vontade em ter aquela conversa.

- O que está acontecendo com você, Lily? O que te faz pensar que moças respeitáveis podem sair sem companhia e ainda para ir na casa de um rapaz? E não negue!

- Eu não ia negar.

Seus olhos se esbugalharam e eu quase ri.

- E o que você tem a dizer sobre isso?

Suspirei.

- Nada! Além do mais , eu só fui lá porque eu precisava de uma resposta mãe! Você disse para eu não chorar por quem não merece, quis ter certeza.

Mamãe se aproximou.

- Eu sempre soube que esse tal Pedro não era bom pra você! Só quero que me diga uma coisa: Ele te violou?

- Claro que não! Que idéia absurda. - Falei incisivamente.

Não que eu e Pedro não tivéssemos os nossos momentos, mas nunca chegamos de fato ao ponto.

- Ótimo! Então agora que se livrou deste encosto, pode focar em quem realmente interessa. Rosalina disse que William Hastings veio te ver.

Fechei a cara.

Ainda bem que Rosa não viu o broche, senão o assunto não iria morrer nunca.

- Quando as pessoas vão entender que Hastings é apenas um conhecido? Não temos nada, nunca tivemos e nem teremos! Este é um risco que eu não corro. - Disse, enquanto ia até a cama.

- Porque dizes isto? Por acaso ele te disse algo?

Mamãe parecia preocupada e isso era hilario.

- Não, mãe! Mas eu não sou bem o tipo de garota que ele deve estar acostumado! Ele deve gostar dessas moças ricas, que usam vestidos caros e perfumes enjoativos, muitas jóias e que não caem em fontes ou em buracos.

- Você se subestima demais!

Eu ri.

- Não é o caso, apenas estou sendo realista, o máximo que chegaremos a ser é amigos, e isso basta! Não espero por mais.

A expressão de minha mãe era de indignação.

 - Deveria esperar, não vai querer ser uma solteirona.

Deitei na cama e olhei para o teto.

Só queria ficar só.

- Lily, ouça bem o que estou dizendo: não desperdice está oportunidade. - Minha mãe andava de um lado para o outro do quarto.

Fiquei em silêncio, este assunto me incomodava.

- Nao me ignore, Lily! Esta conversa ainda não terminou, mocinha!

Minha mãe saiu do quarto e bateu a porta com força.

Eu só fiquei me perguntando porque ela sempre adiava os assuntos que realmente importavam.


Notas Finais


Se você gostou deste capítulo, tem alguma sugestão, ou já tem algum personagem favorito, me conta! Quero saber tudinho, bjs.


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