1. Spirit Fanfics >
  2. Até Eu Te Encontrar >
  3. Capítulo 11

História Até Eu Te Encontrar - Capítulo 12


Escrita por: Amy_Stoesseron

Notas do Autor


Oi Gente
Não resistir e vim atualizar esse capítulo
Espero que gostem ♡

Capítulo 12 - Capítulo 11


Fanfic / Fanfiction Até Eu Te Encontrar - Capítulo 12 - Capítulo 11

Juliette acordou eufórica na quinta- feira da Semana Santa. Ia viajar pata ver seus tios e estava empolgada para voltar para Paraíba. Já fazia quase dois meses que não ia em casa, mas mesmo assim lhe fazia falta. Ficou pensou nós seus momentos de infância, nós bons momentos que teve quando criança. 
Ela levantou e se arrumou rapidamente. Tomou apenas um copo de suco, iria passar na padaria antes ir para o aeroporto e comprar um pouco de pão de queijo para comer no caminho. Rodolffo a havia viciado no pão de queijo daquela padaria. Lembrou dele, da Thais, Carla, todos que ficaria no Rio de Janeiro naquele feriado. Tinha vontade de ficar também, de participar do churrasco no sábado na República da máfia, conhecer o Lucas. Mas tinha a vontade de ir para Paraíba rever seus tios. 
Apressadamente, Juliette desceu as escadas do prédio, segurando apenas uma pequena mala. Não precisava levar muita coisa, havia deixado algumas roupas em Campinas. 
Pegou o seu celular chamando o Uber e logo chegou, o motorista chegou ajudando ela a colocar a mala no banco de trás e sentou na frente ao lado do motorista. Demorou uns quinze minutos e ela chegou no aeroporto, ela pagou o motorista e saiu do Uber pegando sua mala. Não demorou muito e Juliette estava no avião, ela encostou a cabeça na Janela e fechou os seus olhos lembrando de uma certa noite que não saia da cabeça dela , mas a noite de si não era seus pensamentos e sim da mulher que causava diversas reações no seu corpo. 
(...)
Juliette acordou com uma moça balanço ela. Ela sorriu sem graça e agradeceu por te acordado. Juliette foi pegar sua mala e respirava fundo pensado porque ainda pensava naquela loira "sinceramente precioso começa beijar outras bocas" pensou pegando  mala e chamou um Uber para Casa dos seus tios.
Não demorou muito que o carro chegou e quando estava chegando na casa dos seus Tios sentiu uma vibração estranha, uma angústia no Peito. Estranhou a sensação, pensou que ficaria feliz ao chegar em casa, mas sua reação foi outra. Talvez tenha sido pelo fato de ter ficado muito tempo longe. Balançou a cabeça e carro estacionou, ela desceu o carro com a mala não tinha com o que se preocupar, seria um fim de semana tranquilo, no qual mataria a saudade de tudo e de todos. 
Com a mala a mão esquerda, abriu o pequeno portão de ferro que havia na entrada da sua casa. Subiu os três degraus e foi até a porta. Respirou fundo e, antes de entrar, ouviu sua tia conversando na sala com seu tio. Espiou pela janela, sem que eles a vissem. Só assim conseguiu se dar conta a saudade que sentia deles. Não queria mais esperar para entrar, mas ouviu sua tia falar seu nome e em seguida de sua mãe. Automaticamente, Juliette congelou ali, atrás da janela. Sentiu mal por estar naquela situação, não gostava de ficar ouvido conversas por trás da porta, mas também não conseguia sair do lugar. Era como se algo forte estivesse prendendo seus pés ao chão. 
- Eu ainda não concordo com isso, Heitor. Ela não podia ter ido para tão perto de Petrópolis - Sua Tia falava bem alto! 
- Para com isso, Tereza. Não aguento mais você falando desse assunto. É isso todo dia agora, sempre antes do almoço, essa mesma discussão que não leva a lugar nenhum. 
- Não é uma discussão, é o meu ponto de vista, minha opinião. 
- Juliette é a maior de idade, pode ir morar onde quiser. E ela vai chegar hoje de noite, então para de falar disso. 
- Você não consegue enxergar a real gravidade do assunto, é disso que venho falando esse tempo todo. Deixa de ser cabeça dura e para um pouco para pensar. Ela está muito perto da verdade.
- Que verdade, mulher? Você fica criando estas besteiras na cabeça e passa a acha que tudo é realidade. 
- Não é besteira e você sabe disso. Você sabe muito bem o poder que Fátima tinha.
- Fátima está morta, deixa em paz. E deixa a Juliette em paz. Você sabe que ela é uma boa menina. 
- Vocês todos estão brincando com fogo, depois não fica que eu não avisei - Tereza levantou e se aproximou do marido - Aproveita que ela vem pata cá este fim de semana e tente convencê- la a transferir a matrícula para cá. É a melhor coisa a se fazer. Daqui a pouco, o semestre acaba e ela volta para cá, antes que vá a Petrópolis, antes que conheça a verdadeira história de sua mãe. Isso se já não tiver ido, já não estiver sabendo de tudo. 
- Você é neurótica demais. Eu não vou a convencer- la dê nada, a Juliette estudar onde quiser - Heitor foi para dentro de casa, provavelmente para seu quarto. Tereza ficou na sala, sentada no sofá, olhando para o nada. Juliette ainda estava parada do lado de fora, tentando entender a conversar que ouviu. 
Ela não pensou muito, em um minuto estava ali parada e no outro seguinte pegou o táxi que viu passando e mandou ele a levar por aeroporto, comprou uma passagem de volta para Rio de Janeiro e quando Juliette percebeu já estava sentada na poltrona do avião esperando o voo decolar, ela tinha vários pensamentos e dúvidas. Afinal, sobre os seus tios falavam, qual era a verdade sobre sua mãe? Por quê ela não podia estudar no Rio de Janeiro e pensar em um dia visitar Petrópolis? Agora fazia sentido o motivo de sua tia ser totalmente contra quando Juliette havia passado para faculdade do Rio de Janeiro. Pensou que dia estava triste porque ela fez vestibular para Paraíba, que estava triste pela sua mudança, ficar longe da família, e, porque está indo perto de Petrópolis, para perto das origens de sua mãe. Afinal de contas, qual era o grande segredo que sua tia parecia saber sobre sua mãe? E que poder era aquele que ela mencionava?
Não sabia o que fazer e o que pensar, depois de tudo que ouviu ela só sabia que não podia ficar em Campinas. Precisava pensar, organizar suas ideias e sabia exatamente quem ela precisava falar. 
Quase três horas depois, ela chegou no Rio de Janeiro e ela pegou um Uber para Casa. Entrou no prédio, subindo o lance de escadas para chegar no primeiro andar. Respirou fundo e tocou campainha de Sônia. Logo em seguida a mesma abriu a porta. 
- Juliette? Você não foi para Campinas? - Sônia estranhou e abriu caminho para Juliette entrasse. Ela colocou sua mala em um canto da sala e se abaixou para falar rapidamente com Rabisco, que chegou pulando em suas pernas. 
- Eu fui. Mas voltei - Juliette sentou no sofá - Sônia, pega um copo de água para mim. 
- Sim, claro - Sônia franziu a testa e foi até a cozinha - O que aconteceu? Eu estou preocupada. 
- Preciso falar com você sobre minha mãe. 
Sônia congelou, entregou o corpo para Juliette e ficou parada ao seu lado. Juliette sentiu sua hesitação e esperou que ela falasse algo, mas Sônia permanecia muda. Bebeu a água e olhou para sua vizinha. 
- Eu fui até Paraíba e quando cheguei lá ouvi uma conversa estranha entre meus Tios. Minha tia falava da minha mãe e da minha vinda para cá. 
Sônia prestava atenção a tudo, e Juliette percebeu o quanto estava rígida. Ela sentou em Uma das poltronas em frente a Juliette. 
- E? - perguntou Sônia. 
- Bom, ela disse que eu não devia ter vindo para cá, que não podia ir até a Petrópolis que não podia descobrir sobre minha mãe - Juliette cerrou os olhos - o que isto significa? Você deve saber algo, você era amiga dela. 
- Juliette, eu... Eu não sei o que falar. 
- Que mistério é esse? O que aconteceu com minha mãe? O que ela fez?
- Não aconteceu nada, ela não fez nada de mais. 
- Eu sempre achei minha tia um pouco estranha no que se referia à minha mãe, mas pensei que poderia ser implicância de cunhada, inveja ou ciúmes porque minha mãe me teve e minha Tia nunca pôde ter filhos, mas o que ela falou foi bem estranho. 
- Sua mãe era uma pessoa boa, você tem de acreditar e entender isso. 
- Eu acredito, mas é que... É estranho o que ela falou e só você pode me ajudar, porque, pelo que vi, você conhecia minha mãe muito bem.
- Sim. Nós éramos muito Unidas 
- E você não vai me contar porque minha tia tem tanto medo que eu viva aqui e descubra algo sobre o passado da minha mãe?
Sônia olhou para Juliette, que mostrava aflição e ansiedade. Seus olhos eram de súplica e percebeu que Sônia se sentiu um pouco mal por aquilo. 
- Eu não sei se você está pronta para saber.
- Mas o que há de tão horrível assim que você sabe? 
- Não é nada horrível. 
- Então por que você não me conta?
Sônia ficou muda. Juliette levantou e se aproximou dela.
- Por favor. Minha Tia falou em algo como uma força que minha mãe tinha. O que é isto tudo, afinal?
- Eu te conto, mas amanhã. Amanhã te conto toda a história de sua mãe, da sua avó, da sua família. Penso que você não está em condição de assimilar nada, hoje. 
- Eu preciso saber. 
- Amanhã. O que você precisa agora é descansar, passou o dia todo viajando com certeza está cansada. 
Juliette não podia negar isso. O que mais queria naquele momento era tomar um banho quente e deita para descansar seu corpo. Sentia todos os seus músculos rígidos e doloridos. 
- Não sei se aguento esperar até amanhã. 
- Aguentar Sim. Quando você deitar, vai apagar. 
Juliette ficou hesitando por alguns segundos, mas percebeu que não conseguia arrancar nada de Sônia naquele momento. 
- Vamos fazer o seguinte: você tomar banho, deitar e se não conseguir dormir a gente conversa. 
- Ok - Juliette concordou sem muito ânimo. Ficou em pé, sem saber o que fazer. 
- Você pode ficar aqui, se preferir. 
- Não, vou para o meu apartamento. Preciso ligar para os meus Tios e dar uma boa desculpa, eles devem, está me esperando. 
Juliette pegou sua mala e foi para casa. Ainda não estava convencida de que deveria esperar no dia seguinte, mas o cansaço estava chegando forte e não tinha condições de pensar em nada naquele momento. Ligou para seus tios e inventou está estar doente por isso não havia ido para Campinas. Prometeu ir lá algum outro dia, mas não tinha certeza se iria antes das férias de julho. Foi para o banheiro, tomou um banho bem quente e depois deitou. Não demorou muito para estar dormindo, dominado pelo cansaço. 


Notas Finais


Às Revelações vão começar a partir do próximo capítulo 🔥🔥
O que acharam?
Beijos


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...