História Até meu último suspiro. - Capítulo 24


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bad Boy, Chances, Comedia, Conflitos, Destino, Drama, Luta, Mocinha, Moto, Musical, Paixão, Perfect, Revelaçoes, Romance Amor, Superação
Visualizações 18
Palavras 2.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 24 - Embora


Fanfic / Fanfiction Até meu último suspiro. - Capítulo 24 - Embora

Me despedi carro  do Dylan fpresenteohorei tanto que cheguei a pensar que havia acabado água do meu corpo. 

Finalmente fiz as pazes com o Dominic.Ele me ama e depois de um tempo eu finalmente vi o meu velho irmão. 

Voltei para casa tentando não chorar e  me conformando.Gosto de dirigir.Dylan me deixou em seu apartamento e com a chave da sua picape. 

Assim que voltei para casa fiquei deitada sentindo o cheiro do Dylan  por um bom tempo.Na hora de dormir foi mais difícil.Me senti vazia, confusa e fria.A cama parecia tão grande só para mim. 

 A primeira semana sem Dylan não teve um dia que não chorei. O apartamento parece tão grande para mim sem Dylan.

 Comecei a sair com Giovanna para me distraí.É  bom, pois algumas vezes ela ou a Samantha vinham dormir comigo.

 Sr.Bruce também sempre me visitava ou me chamava para jantar.Ele havia se tornado como um segundo pai. 

Bom, já o meu pai biológico as coisas não estavam muito favoráveis.batemos boca depois dele vir até o apartamento e me mostrar uma passagem pronta e dizer que me mandaria de volta para o convento, mas me daria um tempo pra eu pensar bem.Pela primeira vez eu criei coragem e o mandei embora.Meu pai simplesmente não liga para o que eu sinto. 

Minha mãe veio no apartamento  e passou algumas tardes comigo.foram ótimas.Eu a amo tanto. Ela ainda estar na casa dos meus Avós.Eu entendo o porque dela não voltar pra casa.

 A Minha rotina voltou ao normal.Os meus treinos de vôlei ficaram mais puxados por causo dos campeonatos. 

As minhas noites se tornavam especiais quando eu simplesmente deitava na cama e podia falar ao telefone com Dylan.Era tão bom ouvir a voz dele.Isso de uma certa forma me fazia estar perto dele. Poucas vezes conseguíamos fazer chamada de vídeo. 

Se passaram sete meses e eu estava morrendo de saudade do Dylan.O meu peito doía de tanta saudade. A minha vida não era a mesma sem ele.

Eu saía com amigos e me divertia, mas ao chegar em casa eu sentia sua falta.Tudo na casa me lembra ele. Eu fiquei chateada quando o seu cheiro no lençol da cama desapareceu quando tive que lavar.

 De alguma forma eu me sentia sozinha.Eu não tinha mais a minha mãe e eu estava tão distante da minha família. A família de Dylan havia se tornado a minha.

 O mais duro de enfrentar era quando Dylan ficava sem ligar por uma ou duas semanas.A sensação horrível de suportar.Eu mal sabia se ele estava comendo bem, dormindo bem ou ao menos salvo.Eu sinceramente odiei essa agonia e esse medo.

 Eu mal dormi essa noite por saber que finalmente vou ver o meu fuzileiro naval. Estou a caminho do aeroporto e sinceramente mal consigo esconder a felicidade e a ansiedade que sinto.Sr.Bruce está dirigindo e me contando sobre uma de suas velhas histórias. 

Giovanna se negou em vir conosco.Ela mesmo deixou bem claro que esse tipo de momento não é algo que aprecia ou quer ter.principalmente por saber que Dominic vai estar.Eles se acertaram, mas decidiram não ter mais nada, pois Giovanna deixou bem claro que não  pode  e não vai esperar por muito tempo.Ambos são loucos. 

Assim que chegamos no aeroporto Sr.Bruce se senta em um banco e observa o movimento por enquanto que eu mais pareço uma louca andado de um lado para o outro toda ansiosa. Olho na minha mão riscada com caneta que anoitei o número do vôo do Dylan. Assim que o vôo foi anunciado eu saí correndo em direção a área de desembarcar. Ansiosamente vi Dominic sair pela porta e sorrir.Passei pela faixa e corri em sua direção para abraça-lo. O abracei tão forte que ele sentiu o impacto.Fiquei tanto tempo abraçada no Dominic que ele precisou fazer uma das suas péssimas piadas para eu ria e o solte. 

-você está bem?-limpo as lágrimas.

 -sim e você?

 -estou-retribuo o sorriso e olho por cima de seus ombros procurando pelo Dylan. 

Fico com os olhos atentamente em todos que estão saindo pela porta.Eu esperei tanto por esse momento.

 -Onde estar o Dylan?-pergunto preocupada.

 Dominic depois de abraçar o Sr.Bruce e conversa um pouco com ele me olha franzindo a testa.

 -ele não veio.

 Que? 

Olho confusa para Dominic.

 -c-como assim?

 -ele decidiu ficar por mais um tempo, pois houve alguns imprevistos e ele decidiu ficar para ajudar.Dylan me obrigou a voltar para cuidar de você. 

Eu sinto um nó no estômago e na garganta. A minha única reação é limpar as lágrimas e dar um sorriso torto. 

-estou feliz que esteja de volta-sorrio para Dominic que me olha preocupado.

 -ele está bem, Molly.Ele vai voltar-me dar um beijo no topo da cabeça. 

-ele está bem-Sr.Bruce tenta me confortar. 

Apenas concordo com a cabeça. 

O caminho de volta para casa pra mim é silencioso e um pouco triste.Eu não vou negar que estou chateada porque estou. Bruce me convidou para jantar, mas prefiro ficar em casa chorando feito uma idiota. Dylan nem ao menos ligou para me falar isso. 

No meio da madrugada acordo com toque de mensagem do meu novo celular.Ao verificar noto que tem 18 ligações do Dylan mensagens. 

#Dylan 

Oi amor, tudo bem?

 Molly, você está bem? 

Por que não atende?

 Você está chateada? 

 Me perdoa por não te ligar ou ao menos avisar que eu não ia voltar.Fiquei sem sinal.É muito difícil conseguir sinal. 

 Molly estou começando a ficar preocupado. 

####Molly

 Tudo bem Dylan.Boa noite

******************************

 Três meses depois da volta do Dominic e nada do Dylan.Na verdade Dominic voltou para o serviço militar. 

Dylan me liga de vez em quando.Ultimamente ele tem andado muito distante.Ele não parece mais o Dylan que conheci.Mas continuo o amando, porque o meu amor e maior que essa distância e essa espera. 

Mamãe voltou para casa e se acertou com meu pai.Eles parecem bem mais felizes e de bem com a vida.Acho que voltaram a se entender. Eu vou em casa de vez quando é fico lá por um bom tempo. Meu pai quer que eu volte para casa. Ganhei um carro de presente.

Os meus treinos no vôlei tem ficado cada dez mais puxados como eu disse. As nossas vitórias tem sido bem consagradas e suadas. 

Depois do treino de hoje continuo na quadra me alongando e conversando com as meninas sobre uma tal festa que vai rolar da faculdade. Ao tomar banho e fico um pouco no vestiário saio conversando com a Maria que vai me dar uma carona.

 -Molly. 

Uma voz familiar chama por mim e minha reação e olhar em direção. Meu Coração quase sai pela boca. Vejo Dylan fardado na entrada da quadra. Ele está com o corte militar, mas a barba cresceu um pouco.Seu semblante está um pouco cansado.Ele parece bem maior e mais forte.Só de olhar dar medo. Mas seus lindo olhos azuis estão brilhando e seu sorriso charmoso está estampado no rosto. Largo a minha mochila e corro o mais rápido em sua direção.Pulo no seu colo com todo o meu peso e não me importo com a possibilidade de cair. O aperto contra o meu corpo e encaixo a minha cabeça em seu pescoço por enquanto que choro feito um bebê.Não sei descrever  a incrível sensação que é tê-lo tão perto novamente.Seu cheiro e seu toque me deixa completamente perdida em seus braços.Eu me tornei do Dylan antes mesmo do meu coração saber. Em seus braços é o melhor lugar para se estar. Eu o amo tanto que meu peito chega a doer. A saudade sufocadora logo mais me deixando e o amor vai tomando conta de mim. 

-para de chorar, por favor Molly-sorri-você vai me fazer chorar também. 

-eu te amo-tiro o rosto do seu pescoço e olho em seus olhos.

 -eu também te amo-ainda comigo em seus colo encosta a testa na minha. 

-sentir sua falta-sussurro contra os seus lábios.

 -não teve um dia que não sentir sua falta-me beijar. 

O beijo lentamente, mas com uma certa intensidade por causo da louca saudade que insiste em não me abandonar. 

Ficamos um tempo assim.Até que apresento Maria. Dylan continua comigo em seu colo.Ele se nega a me soltar. 

-você vai dirigir comigo em seu colo?-Rio.

 -eu queria-mordisca a minha bochecha. 

Vamos para casa e sinceramente é tão bom ter o Dylan de volta.Ele é meu ponto fraco. 

Assim que chegamos em casa Dylan vai tomar banho e eu preparo algo para comermos. 

Passamos o dia todo na cama e só levantamos para comer ou ir ao banheiro. Fiquei tanto tempo observando Dylan dormir que certamente ele acharia estranho. Seu peito nu subindo e descendo lentamente conforme ele dormia.Dylan não parecia tão em paz, porém  estava tão silencioso. A luz refletia em seu peitoral e em seu maxilar definido. A barba a fazer o deixava com um ar mais rústico. Lentameye Dylan abril os olhos e se vira pra mim silenciosamente.Continuo o olhando.

 -eu esperei por dez meses para poder ver esse rostinho lindo.

 -estou feliz por você ter voltado-me inclino e lhe dou um selinho.

 Ele sorri e diz baixinho que me ama.

 -tenho tantas coisas para te contar-digo empolgada. 

Dylan me olha sério e então se senta na cama.

 -temos muito o que conversar, Molly. 

-depois, agora temos muito o que fazer!-sorrio e saio da cama animada. 

Dar a volta tiro o lençol e o puxo.

 -Molly, precisamos conversar agora.

 -não, não.Depois conversamos!agora vamos aproveitar o dia lindo que está lá fora. 

Dylan me olha e então sorri. 

-o que pretende fazer?

 -vamos em uma cachoeira-digo animada, pois tenho certeza que ele vai gostar.

 Ergue as mãos  na altura dos ombros e então se afasta para pegar as suas coisas. Depois de arrumamos tudo.Pego a chave do meu carro e desço na frente, pois irei dirigir. 

Cerca de uma hora chegamos na cachoeira e encontramos com alguns conhecido, Dominic, Giovanna e suas amigas. Eu logo arrasto Dylan para a água e fico com ele. Dylan parece tão distante.Mesmo quando sorrir e me beijar parece distante.Brincando de nos afogar.Por um momento esqueço o Dylan perdido e foco no Dylan que sorri e diz que me ama. 

A nossa tarde é  incrível e ao anoitecer vamos para uma festa onde dançamos e rimos horrores.Percebo que Dylan está distante quando estou conversando e rindo com um pessoal da faculdade e ele apenas me observar em silêncio. 

A volta para casa e silêncio.e eu desisto de puxar assunto, pois ele não parece está afim.

 -você vai no meu jogo não é?-pergunto andando pela sala.

 -Molly, eu... 

-Dylan, você está distante desde que voltou.Pode me falar o que há de errado?

 Cruzo os braços e me encosto na parede sala. 

-bom, a verdade é que voltou voltar daqui quatro dias. 

Aperto os lábios e analiso o seu rosto procurando alguma expressão de brincadeira. 

-então dessa vez você não vai ficar muito? 

Vou em direção ao balcão que separa a sala da cozinha. Dylan fica em silêncio e eu espero por sua resposta.

 -tudo bem amor.Eu posso esperar-dou um sorrio chateado. 

Dylan evita olhar em meus olhos. 

-você não pode.

 -claro que posso, Dylan-me a próximo dele. 

Ele continua rígido sem me olhar. 

-eu sempre vou te esperar-toco em seus peitoral. 

Dylan respira fundo e tira as minha mãos do seu pitoral e se afasta ficando de costas para mim.

 -você não pode, Molly.Por isso acho melhor acabarmos por aqui. 

Sinto como se alguém tivesse me dado uma facada no estômago.

 -como assim?o que você está querendo dizer? 

 Por mais que eu tenha entendido.Meu cérebro e meu coração se nega a processar essas palavras. 

-Molly, Eu me inscrevi em um programa voluntário e vou prestar serviço militar em Israel. 

-que ótimo!

-Molly, é minha oportunidade de...

-e eu? Você não pensou em mim quando se inscreveu? 

 -Estou terminando o nosso namoro.

 Isso me faz congelar no lugar e eu perco o chão ou qualquer palavra que possa sair da minha boca. D

ylan está de costas para mim.Ele se nega olhar em meus olhos. 

-quanto meses vai durar? Seis ou sete meses.Eu posso esperar. 

-Molly, me entenda! Eu estarei em Israel por dois anos. 

Dois anos! 

Eu fico sem reação.

Então dou a volta e fico de frente para ele.Dylan mesmo diante do meu rosto se negar olhar em meus olhos

 -você precisa viver Molly.Não vou te prender por dois anos.Você é jovem, bonita, inteligente e muito especial.Vai ter muitos caras para você se apaixonar. 

Mordo os lábios segurando as lágrimas e viro um tapa tão forte em seu rosto que sinto minha mão arder. 

-então é isso! Você me descarta depois de todo esse tempo e vem me dar palavras de consolo como" você é jovem, bonita e blábláblá" eu sou só isso ne! O meu amor por você não vale.O seu trabalho sempre vai ser prioridade.

 -Molly, Eu não posso te fazer esperar. 

-sabe o que mais dói? É saber que o seu trabalho passou por cima de tudo que sinto por você.Saber que todo esse tempo fui a sua segunda opção. 

-não Molly! Não diga isso.Eu te amo e está sendo duro! 

-me ama, mas está me deixando ir.

 -as vezes temos deixar quem amamos ir, Molly.

 -se você me ama não me manda embora da sua vida, por favor! 

-está decidido Molly. 

-você decidiu isso por nós dois!o meu amor não vale, não é?Tudo bem.que você seja feliz, Dylan. 

Desconcertada saio sem olhar para trás com as mãos na cabeça. A vontade que tenho é de voltar e implorar para que o Dylan não faça isso.para que ele fique comigo, mas ele nem ao menos consegue olhar em meus olhos. 

O meu coração ficou com ele e saí  pela porta do apartamento carregando apenas os pedaços que restaram. Eu não consigo processar o que acabou de acontecer. Estou tremendo e quando 

Entro no meu carro e chorro tanto que começo a socar o volante.       



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