História Até nos encontrarmos novamente - Capítulo 8


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Categorias Big Bang
Personagens Personagens Originais, T.O.P
Visualizações 7
Palavras 1.478
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Depois de anooos!
\o/

Desculpem a demora, nada do que eu vinha escrevendo me satisfez completamente, então eu dei um tempo pra refrescar a minha mente.

Boa leitura!

Capítulo 8 - Parte VIII


Fanfic / Fanfiction Até nos encontrarmos novamente - Capítulo 8 - Parte VIII

1950

Depois de semanas sem ver Seung Hyun porque Yu Jin não podia acompanhá-la, Shinpachi chegou à clareira com uma sensação ruim crescente, se espalhando por entre as costelas.

Chegou à velha casa aonde se encontravam e sentou nos degraus, esperando-o sem saber se ele viria.

Sua respiração acelerou ao vê-lo, usando o uniforme da faculdade, carregando um buquê de flores e com os cabelos curtos.

Sorriu ao vê-la e correu para abraçá-la, lhe entregando as flores.

Ele abriu a porta e passou por ela primeiro, olhando sua roupa de treinamento sobre a mesa, se perguntando se Shinpachi gostaria dela.

A garota engoliu em seco ao ver a farda e se ajoelhou na frente dele quando ele sentou, já com lágrimas nos olhos.

"- Por que? Por que você cortou os cabelos?"

Seung Hyun baixou os olhos.

"- Eu me alistei."

Shinpachi fechou suas mãos em punhos, apertando a barra do vestido.

"- Por que?"

"- Meu país precisa de mim."

Seung Hyun aproximou-se dela.

"- Você sabe sobre a situação da minha família... Se eu for, elas vão ter um apoio financeiro do governo..."

Shinpachi respondeu com raiva na voz:

"- E se você morrer elas ganham uma indenização!"

Ele se aproximou mais e encostou sua testa na dela, que fechou os olhos e deixou as lágrimas caírem.

"- Eu não vou morrer princesa. Eu prometo."

Ela sacudiu a cabeça negativamente e abraçou-o o mais apertado que conseguia.

"- Não vá! Eu não quero que você vá!"

Seung Hyun retribuiu o abraço, mas sua decisão já estava tomada.

"- Eu preciso fazer isso, por elas e por nós."

Shinpachi se afastou e olhou-o nos olhos quando ele pegou suas mãos e a trouxe até o próprio rosto.

"- Eu quero casar com você."

Ela ficou surpresa.

"- Eu quero ser digno de ser seu marido. E se pra isso eu preciso lutar numa guerra, que seja!"

"- Você é digno, não diga bobagens."

Ela o olhava com tanto amor, mas isso não mudaria a realidade.

"- Eu vou voltar com medalhas, talvez até com uma patente alta e, talvez, seu pai não me rejeite quando eu pedir sua mão."

Ele disse, com as duas mãos no rosto dela e a beijou e a abraçou.

"- Eu quero ficar com você, dançar com você, fazer tudo com você! Andar na chuva com você, estar todos os dias com você!"

Recebeu uma risada gostosa e um beijo como resposta e eles não se separaram imediatamente por saberem que este seria um dos últimos beijos que teriam em muito tempo.

"- Eu quero ser sua."

Ela sussurrou de cabeça baixa.

"- Aqui?"

Seung Hyun acariciava o pescoço e o maxilar dela, fazendo-a olhar em seus olhos.

"- Há lugar melhor do que aonde nos apaixonamos?"

Ele negou, com um sorriso tímido e a trouxe mais para perto, em um beijo cheio de paixão.

Desabotoou o uniforme e retirou toda a parte de cima da roupa.

Shinpachi passou as mãos pelos ombros e pelos braços dele, sentindo sua pele quente e convidativa.

Ele sorria de canto, observando-a tirar o vestido timidamente e a deitou no futon.

A garota tremia e ele beijou seus olhos e seu rosto, se demorando em seus lábios.

"- Você está com medo."

Seung Hyun disse, pegando-lhe a mão e a levando até seu peito para que ela sentisse seu coração disparado.

"- Eu também estou. Mas eu quero, quero muito ser seu."

Ela o acolheu entre suas pernas e ele se ergueu um pouco para que ela abrisse seu cinto e o ajudasse a tirar as calças, a cueca branca revelando o tamanho de seu desejo por ela.

Se beijaram com paixão e Seung Hyun desceu os lábios pelo corpo dela, lambendo seus seios e sua barriga, beijando seus joelhos e descendo por entre suas coxas, apesar de seus protestos.

Ele ficou sobre ela e roçou seus lábios nos dela dizendo:

"- Eu quero, Shinpachi. Eu quero tudo, o seu gosto, o seu cheiro... Tudo."

Ela relaxou e ele deslizou as mãos entre as coxas dela, tocando-a entre as pernas com as pontas dos dedos, apreciando o contato com sua intimidade intocada, sentindo a umidade crescer junto com os gemidos e sussurros.

Tocou-a com carinho e curiosidade no início, mas sua excitação o fez aumentar a intensidade, até vê-la morder os lábios e os dedos e uma fina camada de suor cobrir sua pele.

Refez o percurso, beijando seu corpo novamente e tocou sua vagina com a língua, ouvindo-a gemer e arfar.

Sua língua fez movimentos longos, suaves e lentos.

Quanto mais ele beijou, lambeu e chupou, mais as pernas dela se abriram e ela entregou seu corpo para as sensações que ele causava.

Seung Hyun não queria parar.

Ela era suculenta e convidativa, cada vez que seus lábios se afastavam, sua língua queria voltar a sentir o gosto dela.

Shinpachi pegou em seus cabelos e os puxou, gemendo, sentindo a onda vigorosa de prazer começar em sua pélvis e se espalhar, remexendo o pés quando o orgasmo a atingiu.

Seung Hyun gemeu também e sua língua se movimentou mais depressa, sentindo o prazer dela deslizar por entre seus lábios.

Ele se ergueu e pegou sua mochila, retirando um preservativo de lá e o vestindo, agradecendo a mãe mentalmente.

Shinpachi apreciou o corpo dele e suspirou.

Seung Hyun sorriu e deitou-se sobre ela e a beijou.

"- Você é tão doce... Seja minha, pra sempre."

Ele disse, esfregando seu membro na entrada dela e penetrando aos poucos, ouvindo o "Pra sempre" que ela disse entre os gemidos.

Quando estava dentro dela por completo, ficou parado e a beijou, profunda e lentamente, depois se afastou e olhou seu rosto.

"- Está doendo."

Ele enxugou uma lágrima do rosto dela com os lábios e se moveu devagar.

"- Eu vou fazer a dor ir embora."

Shinpachi cravou as unhas nas costas dele, aguentando a dor e se acostumando com ela.

Sua respiração acelerada se misturava à dele e seus lábios se encontravam, descoordenados enquanto sussurravam promessas e devoções.

Quando Seung Hyun abriu os olhos e juntou a testa com a sua, ela desejou que este momento durasse para sempre.

Os movimentos dele se tornaram mais intensos e seus gemidos mais altos.

Ele a abraçou apertado e libertou o que estava sentindo, gemendo o nome dela.

Shinpachi passou as mãos pelo rosto dele e beijou sua testa suada, alcançando seus lábios.

"- Eu amo você. Seung Hyun. Eu amo você."

"- Espere por mim."

Ele disse, com os olhos úmidos e suplicantes.

"- Eu prometo."

Uma semana depois de Seung Hyun partir para o treinamento, a Coréia do Norte finalmente invadiu o território do Sul.

Shinpachi recebeu com pesar a notícia de que os rapazes da vila foram convocados, até mesmo os estudantes.

Procurou saber para onde cada um deles havia ido, ouvindo conversas do pai.

Descobriu que Ji Yong estava responsável pelas comunicações de um quartel general porque ele era bom com eletrônicos, assim como Seungri.

Daesung e Young Bae eram soldados ativos, mas estavam longe do campo de batalha, protegendo os civis.

Seung Hyun, como soldado, resistiu à primeira ofensiva e foi promovido.

Dois meses depois, o pai permitiu que ela deixasse a casa, então Shinpachi foi até a senhora Seo e as duas choraram abraçadas.

"- Seung Hyun me escreveu."

E estendeu o papel sujo para a mulher, que enxugou as lágrimas e leu:

"Minha querida

Quando amanhece e os primeiros raios de sol despontam, eu me lembro de você.

Quando o calor do sol me atinge como o seu calor me atingiu, eu fecho os olhos e sorrio.

Rezo para que seu dia seja bom e para que seu sorriso continue brilhante.

Amo você."

A senhora Seo engoliu em seco, o teor da carta que seu filho lhe mandou era o exato oposto disso, mas ela preferiu não contar.

Copiou as palavras que o filho dirigiu à moça que amava e devolveu-lhe a carta.

Serviu chá à nora e contou-lhe que o senhor Noh pediu Hye Youn em casamento e eles partiriam naquela semana.

Shinpachi sorriu de orelha à orelha:

"- Quando Seung Hyun voltar... Nós vamos nos casar."

A senhora Seo sorriu ternamente e foi até a estante.

Abriu uma gaveta e retirou uma chave de lá.

"- Então, você deve ficar com isto."

Tirou um cordão de seu pescoço, colocou o objeto junto com a outra chave que já havia ali e o colocou no pescoço da garota.

"- São desta casa e da casa da montanha. Agora elas são suas."

Quando a garota foi embora, a senhora Seo sentou-se à mesa da cozinha e releu a carta que Seung Hyun havia lhe enviado:

"Mãe eu matei um homem hoje.

Um soldado norte-coreano.

Eu pensei que soldados inimigos eram homens sem coração, monstros, que talvez até tivessem chifres.

Mas eles choram por suas mães e não querem morrer, assim como nós.

Mãe, por que os homens fazem guerras?"


Notas Finais


Minha inspiração pra essa fic foi o "71 into the fire" Jae Bum, o personagem do Seung Hyun escreve algo parecido para a mãe dele.
(Chorei muito assistindo esse filme 😭)

Gostou? <3


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