História Até o Carbonara - Imagine BTS (Jimin) - Capítulo 25


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bts, Eiza Gonzalez, Hoseok, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Taehyung
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Palavras 2.505
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi beaus
Avisando que soft Denvmin hours <OPEN>

Capítulo 25 - Os Dois Até - Parte 2


 

Pensão Sira

Waterfield, USA

 

Um dos homens em preto acabava de sair de uma loja de conveniência a poucos quarteirões da pensão turca, 20 dólares em um babydoll violeta, alguns tons mais claro que aquele que Jimin havia passado a noite a ver a garota usar em uma de suas lives, o homem esperava que seu chefe não se incomodasse com a diferença. A verdade é que até mesmo os cinco seguranças do jovem chefe que trabalhavam para ele mesmo antes de 2015 se encontravam confrontados a uma situação inédita, eles quem nunca exatamente souberam o que se passava na cabeça de Jimin, haviam apenas certeza de uma coisa: Jimin gostava mais de pensar do que viver. Certo, seria um absurdo dizer que ele não se encaixa nas definições que faziam as pessoas que o temiam, ele se tornou uma pessoa impaciente, coisa que junto com seu caráter perfeccionista o fazia uma das pessoas mais difíceis de se agradar. Enquanto isso, Denver era amiga da pressa, ela achava nela motivação, nada novo para alguém que sempre entregou e fez as coisas na última hora, tao apressada que mesmo que não quisesse, ela sem querer, sendo pouco cuidadosa nessas horas, não conseguia fazer nada sem deixar sua marca registrada, porque eram as primeiras coisas que a vinha na cabeça e raramente filtrava suas opiniões de primeira, tinha sorte de ser inteligente. As vezes era assim que se sentia depois de conversar com o jovem chefe, um professor que chamava a aluna no final da aula e jogava seu dever de casa na mesa a sua frente, cruzava seus braços e a olhava naquele ar de “Isso é sério?” esperando uma resposta sua. Ainda usando o mesmo cenário, o professor estaria secretamente se dizendo “Não ficou ruim”.

Ele era mais velho que ela, considerado ainda mais velho em mentalidade pelas pessoas de sua própria idade, crescido na mais artificial das famílias com uma mãe que nunca praticou o que prega, Jimin era uma pessoa que assustava pelo jeito educado e o vocabulário rico mesmo quando dizia as mais sarcásticas ou as piores coisas. Aquilo sempre o foi cobrado, responsabilidade, respeito, seriedade e competência, claro, todas essas coisas tinham um conceito próprio dentro da sociedade onde cresceu mas ainda continuavam sendo extremamente estrita. Talvez seja por isso dele não aceitar a garota. Se ele tivesse seu standard para quem considerava ser um oponente seu, Jimin simplesmente não conseguia entender como a personalidade vibrante de Denver deu a ela todo aquele sucesso, como alguém a quem ele levemente invejava liberdade, carisma e autoconfiança pudesse o confrontar, ele quem cresceu pensando que o sucesso custava todas essas coisas e que toda aquele tédio e estresse que suas emoções alternavam era o preço que pagava para ser quem era, como alguém tao cheia de vida poderia ter conseguido tudo aquilo? E pior, continuar sendo tao ela mesma parecendo não se dar conta do tamanho de seu poder. Talvez todas as coisas que impressionavam Jimin sobre Denver eram aquelas que ao mesmo tempo ele não suportava sobre sua própria história. Nos últimos dias que passou com ela e todos os erros que fez como naquela noite do pub justamente por seu sentimento de “puxa e afasta” pela garota, ele sentia cada um daqueles erros como flores que se abriam e o provocavam cócegas no estômago o fazendo rir, embelezavam seu interior como nenhum de seus “acertos” fizeram, descobriu que gostava de errar se Denver fosse a causa disso e mesmo que tivesse que enfrentar as consequências depois, Jimin sentia um gosto doce de desejo em sua boca no dia seguinte quando lembrava que aquilo só acontecia por ela, só por ela.

Consciente do sentimento que tentava reprimir, se passasse o dia todo ocupado, as noites ele passaria mais tempo pensando do que o normal. Quando a ligou as três da manha porque achou ter sido muito duro com ela e “sem querer” tirou o “er” de seu nome nos contatos a nomeando apenas “Denv”, se dava conta de que não importasse o quanto lento as coisas se desenrolassem entre eles, deveria aproveitar casa segundo pois quando o outono chegasse, depois da reabertura do Carbonara que marcava o fim do bom verão, todas as flores que nele cresceram morreriam e Denver se tornaria mais uma das memórias que o faziam gostar mais de passar sua vida mais a pensar do que a viver.

Ela vê novamente a garçonete sair da cozinha para atender os outros clientes. Cansada de esperar e intrigada com o que fazia, Denver se levanta da mesa e anda na direção da cozinha, tinha uma certa insegurança perante esse cômodo em especial e como se seus pesadelos de infância não fossem o suficiente, toda aquela situação a deixava ainda mais desconfortável sobre o lugar, tinha a impressão que enquanto andava e passava pelas pessoas sentia como se todos se perguntassem “O que ela acha que está fazendo?”, o que não era mentira mas ainda a incomodava.

Denver afasta lentamente a porta da cozinha e vê Jimin conversando com o chefe, este último tinha um largo sorriso em seu rosto e falava com uma empolgação que aumentava o tom de sua voz, tinha um sotaque adorável enquanto parecia explicar algo sobre sua receita a Jimin como se este fosse seu ídolo. A garota cruza seus braços e se apoia na armadura da porta observando a cena silenciosa, admirou a maneira em que Jimin se interessava e dava toda sua atenção ao homem, os dois unidos por suas paixões pela cozinha. O homem que falava com ele tinha olhos que brilhavam como se aquele fosse o momento de sua carreira, provavelmente sabia quem era Park Jimin, ele, mesmo com sua péssima reputação, nunca deixou de ser um grande chefe cujo nome marcou a culinária do Riverdy.

Denver admitia que talvez tivesse uma péssima imagem de Jimin e que nem sempre era aquela pessoa arrogante que aparecia nos jornais. Em momentos como aquele, em que ele não parecia estar entediado ou irritado, sorrindo e assentindo o que o chefe daquele simpático restaurante dizia pois conseguia apreciar e se surpreender até mesmo por novos gostos mesmo que simples, Denver decidiu que o achava mais bonito daquele jeito, até mesmo o jeito que arrastou as mangas de sua camisa até os cotovelos que o davam um ar de “mãos na massa” parecia atraente aos seus olhos.

 

 

Pensão Sira (Cozinha)

Waterfield, USA

DENVER

 

O chefe turco é aquele quem repara em minha presença primeiro, ele se vira para mim e para de falar fazendo Jimin fazer o mesmo, nos encaramos por um momento, eu confesso que ainda estava um pouco impressionada ao ver interessado em algo. De repente, o riso alegre do homem nos faz parar nosso contato visual – Entrez! Entrez Senhora Park! - e eu olho para Jimin um pouco instigada pelo termo “senhora Park”

Jimin sobe um pouco seu queixo me encarando e abre seu braço esquerdo, tento não levantar minhas sobrancelhas apesar da surpresa, aquele chefe havia reconhecido Jimin se este mesmo não tivesse se apresentado e correr o risco de que notícias como “Park Jimin foi visto em Blanc City com uma nova garota?”, a quem eles ligariam ao nome de Denver e só pioraria tudo, não fazia parte da minha noite.

Eu me aproximo dele, quem não tirou os olhos de mim nem por um segundo, até mesmo quando entro em seus braços e sua mão se arrasta em minha cintura me contornando e abraçando como se fosse sua esposa e nossos rostos se aproximam, ele continuava olhando em meus olhos me deixando um pouco vermelha – L’amour! C’est beau l’amour! - falou o homem nos olhando engraçado, eu me viro para ele quem me mostra o dedo indicador me sinalando para esperar enquanto foi buscar algo do outro lado da cozinha.

Levemente enfio minha cabeça no pescoço de Jimin o sussurrando – Ele estava falando francês?

-Eu acho que estava – respondeu rindo fraco

-Achei que fossem turco

-Ele já tentou se comunicar em cinco línguas diferentes desde que cheguei

-Acho que está um pouco nervoso

O chefe volta com um prato para mim – Mercimek Koftesi – me disse sorrindo e eu, sem saber o que dizer, olho para Jimin, quem ainda tinha aquele leve sorriso gentil em seu rosto e Deus! Ele ficava tao atraente sorrindo daquele jeito

-É uma receita turca, tem lentilha dentro – Jimin me explica e eu me viro novamente para o chefe, quem me olhava naquele ar feliz enquanto me direcionava o prato me insistindo que provasse, pego um

Eu assentia com a cabeça aprovando o prato para seu chefe, me viro para Jimin quem não evitou sorrir ao me ver experimentar a comida, tinha um certo ar de riso que eu não podia dizer se só estava feliz ou achava engraçado – O que? - perguntei também tentando não rir e ele nega com a cabeça, ainda sorrindo espreme um pouco seus olhos e continua me observando comer. Eu sabia que já havíamos ficado tao próximo assim antes mas, de alguma forma, eu me sentia diferente, talvez porque me segurava tao carinhosamente, aquela fantasia de Senhora Park talvez estivesse indo longe demais.

-É bom … Muito bom – respondi ao chefe

(…)

Jimin e ele conversaram por mais alguns minutos, descobrimos que ele realmente falava cinco línguas no final das contas e aquele era seu quarto ano na América.

Pediu uma foto para Jimin e este apenas recusou que eu aparecesse nela, como resultado, eu fui aquela quem bateu a fotografia depois que toda família se reuniu na cozinha para posar para ela. O chefe anunciou que estavam fechando e eu esperei ele e Jimin terminarem de conversar enquanto este último o ajudava a fechar a cozinha comendo algumas sobremesas debruçada no balcão, conversei um pouco com a filha deles também até que sua mãe a disse de ir dormir, estava em seu último ano do ensino médio e queria tentar ir fazer direito em Calloway.

Era mais interessante ver Jimin arregaçar as mangas e trabalhar do que eu imaginava. Quando terminaram de arrumar a cozinha e enquanto conversavam, o chefe percebe que este me observava comer debruçada no balcão, olha para atrás com um leve sorriso no rosto de quem estava alegre por presenciar amor alheio. Se virou novamente para Jimin, quem continuou me olhando por um momento até voltar sua atenção para o chefe, este parece se despedir dele quando coloca amigavelmente a mão em seu ombro e o chacoalha um pouco, passou por mim e me desejou – Iyi geceler senhora Park! – antes de partir entrando por uma outra porta na cozinha e eu o acompanho com os olhos até a fechar e deixar a mim e Jimin a sós, este desliga a luz do lugar me fazendo virar para ele, o lugar apenas iluminado pela janela deixando suas paredes brancas azuladas.

Jimin me encara e vem até mim, se debruça na mesa também e pega uma das sobremesas dando uma mordida enquanto me olhava – Você gosta? - perguntou quebrando o silêncio e eu afirmo com a cabeça

-Esta delicioso

-Eu deveria a fazer algo para comer um dia

-Já me fez algumas sobremesas

-Sinceramente falando – e se ergue se afastando um pouco – Gostaria de um dia a ouvir dizer que o que a fiz foi delicioso – e começa a andar até a porta de saída da cozinha de volta para o pequeno salão do restaurante me fazendo o seguir com os olhos

Jimin era um cara engraçado – Se ao menos pudesse cozinhar especialidades turcas – rebati o fazendo para de andar antes que partisse e rir fraco. Eu me viro para ele e sento no balcão enquanto me olhava espremendo seus olhos – Não sou muito fã de cozinha italiana

-E do que você gosta? - falou abrindo os braços enquanto se reaproximava de mim, se coloca entre minhas pernas sentadas no balcão, suas mãos pousam ao lado delas – Do que você gosta? - levantava seu rosto tentando alcançar o meu – Eu posso fazer um monte de coisas

-Morangos

-Morangos?

-Com chocolate

-Isso é muito simples, vai ser mais difícil a convencer de comer do que fazer os morangos

-Tem que começar por m dos dois

Ele então desliza suas mãos segurando em minha bunda e me puxando para mais perto dele na mesa, com seu rosto perto de meu busto, ele levanta sua cabeça e seu rosto se encontra com o meu, me sussurra em tom baixo enquanto seus lábios se aproximavam de meu pescoço me fazendo arrepiar – Gosto de começar pela parte difícil – eu sentia sua mão forte segurar minha coxa, passou sua mão por ela colando ainda mais meu corpo no seu, eu tive que segurar em seus ombros e logo contornei seu pescoço com meus braços enquanto Jimin beijava minha pele, ele começou pelo meu decote e depois foi subindo com seus beijos suaves e levemente molhados passando por meu pescoço até terminar atrás de minha orelha e eu segurar seu rosto já sem ar, sentia meu rosto arder. Percebendo que eu falaria algo ele simplesmente me encara e deposita alguns beijos em meu queixo e em minha bochecha mas, novamente, terminamos nos encarando em silêncio

Eu molho meus lábios, cruzo ainda mais meus braços em volta de seu pescoço aproximando seu rosto do meu encostando nossas testas, ele para de apertar minhas cochas e desliza suas mãos me segurando pela cintura de forma carinhosa – E se descobrirem?

-Essa noite nunca aconteceu – responde desviando seu olhar para meus lábios – Quanto tempo vem esperando?

-Desde quando foi a NextZoom com suas sobremesas estúpidas … você?

-Desde o primeiro dia

-Foi bem rápido

Ele coloca uma das mãos em meu rosto e me puxa pelas costas para mais perto dele – Eu sempre quis rasgar suas roupas – Jimin então toma meus lábios com vontade, colando cada vez mais meu corpo no seu como se quisesse que subisse nele, sua outra mão em meu rosto segura em meu cabelo enquanto me beijava com seus lábios macios porém cheios de um desejo desesperado. Ele desprende seus lábios dos meus voltando a beijar meu pescoço me fazendo suspirar, afastou minha blusa descobrindo meu ombro e parte de meu sutiã quase a rasgando, segura em meu seio e toma novamente meus lábios

Eu agarro em seus cabelos o separando um pouco – Você beija bem

-Disse que podia cuidar bem de você – falou e eu sorrio para ele sem folego, Jimin aponta para a parte inferior de meu corpo com a cabeça – Posso?

-Faz o que quiser – ele ri fraco pousando suas mãos em meus joelhos e as deslizando até dentro de minha saia

-Eu vou - quando alcançou minha calcinha e brinca de massagear o que estava por detrás dela, Jimin aproxima novamente seu rosto do meu orgulhoso da expressão de prazer no meu e os gemidos que dava para ele quando escutamos alguém bater à porta da cozinha e ouvimos a voz de seus seguranças, Jimin fecha seus olhos com força encostando sua testa na minha quando abaixa a cabeça irritado 


Notas Finais


Soft Denvmin hours <CLOSED>

Dividia entre debutar 14 em Greenwich, fazer comeback de Ultimo Golfinho ou tirar Blanc City do hiatus


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