História Até O Nosso Último Suspiro - Capítulo 21


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Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Justin Bieber
Visualizações 53
Palavras 1.501
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como diria aquele ditado "antes tarde do que nunca"

Vou enrolar aqui não, apenas OUÇAM NO BRAINER E ENALTECAM OS ÍCONES❤

Perdoem os erros, amores💛

Capítulo 21 - Love is a drog


Fanfic / Fanfiction Até O Nosso Último Suspiro - Capítulo 21 - Love is a drog

Perséfone, Diego Garcia — Reino de Don Garcia. April 01. 2017. 14h33min.

Palácio.


O casamento do meu irmão ocorreu lindamente. Flores de ouro eram o tema. Típico. Fui acompanhada apenas de Esther, já que a Natasha sumiu dizendo que seus pais estavam doentes e precisou viajar imediatamente para Hefesto, sua cidade natal. A cerimônia foi perfeita, uma linda e bem organizada cerimônia anglicana. É bem óbvio que, apesar de aqui em Don Garcia ainda cultivarmos nossos deuses antigos, a religião da família real é a Anglicana. Uma tradição adotada pouco tempo depois de sua criação na Inglaterra.

Sendo isso porque na época, o rei Angus II havia simpatizado com a religião e a adotou como a principal de sua família - no caso a família real. Desde então, as maiores religiões em Don Garcia são o anglicanismo e crença dos Deuses Gregos. É claro que, uma pequena parcela é católica e tem suas igrejas por aqui, mas assim como os indianos e judeus e ateus, são a minoria. Enquanto 45% dos cidadãos do meu país são fiéis aos Deuses Antigos e 33% são seguidores do anglicanismo, apenas os outros 22% seguem diferentes religiões.

Papai sempre ensinou á mim e meus irmãos que devemos sempre ser fiéis as nossas crenças, contudo sempre tendo a mente aberta para compreender as dos outros. Para que assim, possamos um dia governar maestralmente nosso país.

— Querida, o que faz aqui sozinha? Está ventando muito e você pode pegar um resfriado — ouço a voz de papai e solto um suspiro. Estamos na minha sacada, dentro do meu quarto.

— Estou pegando um pouco de sol, pai, mas já vou entrar — murmuro. Sinto sua presença ao meu lado e já me preparo para a bomba de perguntas. Conheço meu pai, sei que ele está me avaliando.

— Tenho assuntos a tratar contigo, querida, no entanto se quiser conversar nesse momento sobre o que está de fato ocorrendo, eu a ouvirei — e no que papai diz, encosto minha cabeça em seus ombros, com seu braço me enlaçando. — Vamos, minha flor de Lótus, conta o que está te deixando tão tristonha esses dias.

— Ah papai... — lamento — amar é foda.

— Olha a boca, Luísa — repreende — Mas por que diz isso, minha princesa?

— Porque é verdade, papai.

— Quem foi que fez você pensar assim, querida? Me diga o nome do infeliz que eu mesmo vou até ele e lhe mostro que de pacífico só temos a reputação — papai brinca, mas sei que ele também fala sério. Rei Henrique faria qualquer coisa por suas filhas e filhos.

— Ele é um idiota! Um puto! E um homem maravilhoso que eu magoei — xingo e ao mesmo tempo sinto minhas lágrimas ameaçarem sambar na minha cara.

— O que você fez para mágoa-lo?

— Eu... Não contei quem eu era — sussurro. — O fiz de idiota.

— Ele é do Brasil? É isso? Não o contou que era uma princesa?

— Esperto você, pai — caçoo — Eu o conheci no Brasil, mas ele é canadense. Estava só de passagem pelo país, férias de umas semanas. Nos conhecemos na rua e acabou rolando — omito partes, muitas na verdade. Primeiro que se meu pai sabe que estou me referindo à um cantor e ainda por cima o Justin Bieber, ele me mata.

— E o que mais? Estavam namorando?

— Nós... era complicado, mas estávamos juntos sim — respondo com calma. Nem eu sei o que é que nós tínhamos. Se é que tivemos algo.

— Filha, vou ter perguntar algo e quero que me responda de modo sincero, ok?

— Manda bala, majestade — rimos.

— Você gosta dele? — e ele pergunta tão sério, que realmente não tenho como fugir da questão.

— Eu o amo — afirmo com todo meu maldito coração.

— E ele? Você sabe se ele te ama? — e agora eu não tenho palavras. Solto um suspiro me aconchegando mais no seu corpo. — Já entendi.

Ficamos assim por um tempo, eu chorando silenciosamente nos braços do meu pai e ele afagando meus cabelos. Era reconfortante, mas não o bastante entende? Sinto falta daquele loiro, quero ele do meu lado. Quero amar Justin mais um pouco.

E isso é uma droga.

— O que o senhor queria comigo mesmo, pai? — pergunto após me recompor. Uma princesa jamais demonstra fraqueza por tanto tempo.

— Bom querida, é algo importante e acho que seria melhor se conversarmos no meu escritório — rei Henrique me leva até seu amplo escritório no segundo andar do Palácio, onde entramos e demos com minha mãe já presente. E quem venham as bombas!

— Majestade — faço uma pequena reverência a mamãe. Rimos fraco. Mesmo não precisando fazer o tempo todo, sempre o fiz com mamãe para provocá-la. — O assunto deve ser de extrema importância eu imagino.

— E é — papai se senta de frente para nós duas e fica sério. Então eu acho que já sei do que se trata. — Como a senhorita deve saber, nosso país é um grande parceiro e amigo da Holanda, ou Países Baixos como desejar, e temos o costume de sempre manter essa relação amigável por meio de festas fraternais entre suas famílias reais.

— E como manda a tradição, esse ano será realizado aqui em Perséfone — mamãe continua o discurso enrolativo — A família real holandesa já confirmou presença e virão para o dia. Inclusive o príncipe Harry, que não tardou a mandar uma resposta positiva para nós.

— Falem logo o querem dizer, majestades — digo calmamente. Meus pais se entreolham, até que papai tenta falar, mas mamãe o corta.

— Queremos que conheça o príncipe Harry — e mesmo eu sabendo que tipo de "conhecer" a rainha Elise se refere, me faço de desentendida.

— Mas eu já o conheço, mãe, somos amigos de longa data eu me arrisco dizer — respondo com um sorriso. Meus pais se entreolham mais uma vez.

— Querida, você sabe a situação que estamos vivendo hoje em dia não? Em ambos os nossos países?

— Papai, eu sei que vocês se preocupam de o povo, futuramente, exiga o fim do absolutismo. No entanto, nosso povo tem o melhor histórico com a realeza da história, séculos e séculos sem praticamente nenhuma revolta do povo contra um governante. Somos considerados os pacifistas, abençoados pelos Deuses, um povo neutro. Nunca lutamos na guerra dos outros, ou viramos aliados nas grandes guerras mundiais de ninguém. Nem mesmo tivemos uma sequer baixa renda. Temos os melhores hospitais, escolas e moradia que um reino atual pode ter no mundo — falo com orgulho. Meu povo é, de fato, bem evoluído. — Criminalidade no nosso país? Nossas cadeias são praticamente todas "pela metade". O nível de pobreza aqui chega a ser mínimo. Então, acham mesmo que o povo, algum dia, irá querer seguir os passos desses outros países e ir rumo à corrupção? Desvio? Abuso de poder?

— O quer dizer com tudo isso, meu amor? — papai pergunta, mas com o brilho de satisfação nos olhos pelo o fato de eu estar demonstrando que ainda sei como agir conforme meu título.

— Sei que querem me casar com Harry — e antes que eles pudessem responder, prossigo — No entanto, eu logo os aviso que isso não irá acontecer. Reign casou a pouco tempo, o povo comemora até hoje. São apaixonados por nossa mornaquia bem estruturada. E me casar com 22 anos? Nem pensar!

— Minha flor de Lótus...

— Não papai, está decidido — o corto.

— Vamos fazer assim: Se você não encontrar alguém que ame para casar, sendo ele quem for, até os vinte e quatro anos; você casará com Harry — mamãe propõe, fazendo meu estômago contrair. Céus, rainha Elise está impossível hoje.

— Mamãe, isso é um absurdo!

— Ou você cumpre, ou dê adeus a sua faculdade de medicina — e aí que eu realmente fico furiosa.

— Já chega, vocês não podem tentar me submeter a isso! Uma ridicularidade sem proporções, cabimento, tamanho. Sou uma mulher adulta de vinte e dois anos, e não uma criança. Tenho direitos, assim como deveres, mas como uma princesa não sou obrigada a aceitar esse tipo de coisa — meu peito infla rapidamente conforme minha respiração ficava pesada e meu rosto vermelho.

— Primeiro: sente de volta na cadeira. Segundo: abaixe o tom, não está falando com uma qualquer, mostre-me respeito. E terceiro: eu não quero saber se é ou não adulta! Sou sua mãe, e acima de tudo sua rainha, governante e maior autoridade sobre ti — mamãe toma fôlego, logo prosseguindo. — Portanto, se eu estou lhe dizendo tais propostas, é porque é o que você vai fazer. E sem reclamar! — exclama quando penso em interromper seu discurso.

— Tudo bem, você ganhou a batalha, contudo irei lhe mostrar quem venceu a guerra e riu por último — falo por fim me levantando prontamente da cadeira — Majestadades — faço uma reverência ironicamente antes de sair pisando fortemente falo.

Preciso urgentemente de uma garrafa de uísque e um pote de doce!


Notas Finais


Praticamente ela tem 1 ano e meio pra arranjar macho kkkkk

Aí gente será que o Justin se candidata? Porque se ele não quiser eu quero <3

NÃO SE ESQUEÇAM DE COMENTAR MEUS PUDINS, EU AMO LER❤


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