1. Spirit Fanfics >
  2. Até que a morte nos separe (vhope) >
  3. Lembranças de vó e neto

História Até que a morte nos separe (vhope) - Capítulo 9


Escrita por:


Capítulo 9 - Lembranças de vó e neto


   TAE HYUNG


Depois de acordar vejo minha avó na conzinha, tentei aparecer sem assusta-la. Minha avó era do tamanho do meu ombro, tinha cabelos presos com granpos e usava óculos. Ela ainda era branquinha com a cor igual a de um pãozinho de ló. A cozinha era branca com armários de metal amarelo, com estampas de flores brancas em algumas partes. Logo em baixo era a pia, onde minha avó estava lavando louça de costas para mim.


- oi, vovó. - a mesma estav lavando louça.


- oi, meu netinho! Tudo bem? Eu fiquei esperando você ontem a noite mas achei que você não viria mais. - minha avozinha lançou um sorriso ao me ver.


- sim, estou bem. Eu estava vindo, mas, quando cheguei a senhora estava dormindo... e então não queria acordar a senhora. - pequei um pá de luvas que estavam penduradas perto do armário da cozinha e coloquei nas minhas mãos. - quer ajuda? Eu faço questão.


- tem certeza, meu netinho? Acho que você esta cansado pelo o que aconteceu ontem.


- não exagere, vovó, não estou tão cansado assim. - rimos por um estante e voltamos a lavar.


- mas então, Tae hyung, como vai sua familia? - minha avó parou um pouco de lavar a louça e olhou para mim com um olhar preocupado.


- vó, não quero que você se preocupe com isso. - sentir lágrimas querendo invadir meu rosto, mas consegui segurar.


- filho... Não precisa se segurar. Me conte tudo, sua avó irá te ouvir. - ela tocava no meu ombro me olhando, e logo em seguida, ela leva eu até o sofá para conversarmos.


- É que... eu descobrir que o Jay não é meu pai de verdade e que o meu me abandonou.


- ai, meu filho. Eu sei que isso é dificil mas, nem sempre as coisas saiem como a gente quer. - ela se aproximava de mim me abraçando.


- vó, eu quero saber... quem é meu pai? - na hora, minha avó se assustou com a pergunta, e ao mesmo tempo estava com raiva de lembrar do mesmo.


- Tae, não é melhor deixar isso no passado? Vamos esquecer. Acho que é melhor deixarmos as coisas em paz, para não se sentir mais triste, e talvez, esquecer o passado. - eu sabia que isso era doloroso para a minha avó; em saber que sua filha sofreu tanto nas mãos do meu pai que achei melhor deixar para la como ela demostrava.


- tudo bem. - no sofá, com a minha avó acariciando o meu cabelo abraçada, peguei no sono.


No meio do sono sonhei com a minha mãe e meu pai. Porém seu rosto não aparecia, só de baixo até o pescoço. Bom, sei que depois de meu pai tenha me abandonado com minha mãe, ele já apareceu em outra vez um tempo depois de eu ja tinha nascido, tinha uns cinco anos, e sonhei com esse mesmo acontecimento naquele momento.



°•|| sonho on ||•°


Estava com a minha mãe no colo, ela parecia esta correndo para se desviar de alguém, mas sem susseso. Mas já que minha cabeça estava entre seus ombros olhando para trás, não pude ver direito a pessoa que mesmo que eu virasse minha cabeça para tentar ver. Nem saber o nome dele eu pude, porque minha mãe, para falar com essa pessoa, usava só a palavra "você" para se referi a ela.

Dava para ver que era um homem, porém não pude ver seu rosto por causa da dificuldade que tive para olhar para cima e vira o pescoço, mas sabia disso porque o mesmo usava terno e calsas, parecia ser alguém importante. Meu pescoço estava doendo o bastante para ficar tenatando olhar o homem, então eu só ouvi o que eles falavam. Pelo que eu ouvia,era uma discussão.



- ei! Você ai! Eu te proucurei em toda parte. Aonde você andava, Jeongyeon? E... quem é essa criança?


- essa criança, é o seu filho que você desprezou! - minha omma parecia está bem irritada.


- meu não! Eu nunca quis ter um filho!


- então por que se envolveu comigo? Você sabia muito bem que eu queria.


- porque eu achava que você estava brincando, não sabia que era sério.


- "brincando"? Você achava que eu estava brincando?! Você só pode ser retardado mesmo, por achar que eu estaria brincando com uma coisa dessas! - minha mãe ia embora comigo no colo, até que esse homem agarra uns dos pulsos dela.


- e você achava que eu estava brincando quando eu disse que eu não queria ter um filho?! Para isso, um filho tem que ser desejado e não... - antes que esse homem pudesse terminar o que ia disser, minha omma dá um tapa em seu rosto.


- escute aqui: essa criança foi desejada sim, por mim! Se você não quer ele perto de você, é melhor me deixar ir. Não quero ter mais nada com você... - acho que nessa hora minha omma iria disser o nome do meu suposto appa, mas foi interrompida pelo o colega de trabalho do meu pai que o chamava de longe.


- eu tenho que ir. Talvez a gente se ver nesses tempos.


- prefiro morrer do que você novamente! - o homem saiu sem reponder nada.



Minha omma saía do lugar comigo chorando até que paramos em uma lanchonete que me colocou no chão e me olhou.



- omma. - chamei a atenção da mesma que depois de me olhar olhou para a sua carteira.


- sim, Tae.


- quem era aquele homem? - minha omma se abaixou olhando para mim.


- não era ninguém. Esqueça isso, uhum? Olha, eu estou indo comprar algumas coisas e... o que vai querer? - na hora, parei de pensar naquele homem e comecei a pensar em algo para comer.


Fiz o meu pedido e sentei em uma mesa enquanto minha mãe comprava algo no balcão. Balançava meus pés sentado na cadeira esperando minha omma voltar com o lanche. Não demorou muito, e minha omma já tinha trazido o lanche. Comemos muito até que peguei no sono, minha omma me carregou até chegar em casa. E apartir desse dia, nunca mais vi esse homem.


°•|| sonho off ||•°


Acordei e minha avó não estava mais ali, então me levantei e fui até a cozinha ver onde ela estava. Andava pela casa mas sem sinal dela, fui para o jardim e la estava ela; usando um avental de jardinheiro e regador na mão cuidando de suas rosas vermelhas e brancas. Estava sorrindo para a mesma apoiado na porta que havia ali, lembrando de quando eu era criança ajudando ela nisso, eu simplesmente gostava.


- quer que eu te ajude, vó?! - perguntava para ela de longe e fui em direção a ela pegando luvas, um avental e um regador para ajudar.


- você gosta mesmo de fazer isso, não é? - minha avó dava uma risada gostosa lembrando do passado.

- ôh se gosto! - regava as rosas e fazendo muito mais coisas por lá, até no final da tarde onde eu já estava tricotando com a minha avó. Eu amava muito fazer isso, ela me ensinou quando eu tinha seis anos mesmo eu estando todo enrolado com as linhas.


- o que esta fazendo, vó? - observava minha avó tricotando algo, e vejo que ela já havia cabado.


- isto, é o seu sueter que fiz para você. - minha avó esticava seu braco para poder me entregar.


- vó... eu adorei! - dei um sorriso aberto e indo abraçar a mesma. Minha avó sempre me ajudou nos momentos difíceis e nunca poderei esquecer isso.


- de nada, Tae. - ela retrebuia o abraço.


- ah, vó! Eu também fiz algo para a senhora. - me desfiz do abraço pegando o cachecol que fiz para a mesma.


- ôh, meu neto, que lindo! - minha avó admirava o presente e me deu um beijo na testa. Conzerteza esses serão os melhores momentos de avó e neto que já tive e terei.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...