História Até Que A Sogra Nos Separe - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Bottom!tae, Comedia Romantica, Kookv, Lemon, Minjoon, Nammin, Taekook, Top!jk, Vkook, Yaoi
Visualizações 154
Palavras 1.227
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olá olá gente, tudo bom?
olha quem resolveu aparecer u.u
só queria dizer, desculpe a demora, a faculdade tá difícil sem falar nos problemas que aparecem ali e aqui, também comecei o meu estágio e puts tô amando pqp!
sem falar que estou trabalhando final de semana, então isso deixa o tempo ainda mais escasso.
tanto que a profissão que escolhi para o Tae foi justamente a que estou fazendo, aaa *-*
e também como comprei um celular novo, porque o antigo tava sem condições né, tive esse atraso também, espero que entendam!
espero que ainda tenha alguém acompanhando a história e por favor dêem muito amor a ela 💜💜

boa leitura mores 💜

Capítulo 6 - Capítulo VI


Fanfic / Fanfiction Até Que A Sogra Nos Separe - Capítulo 6 - Capítulo VI

 


Minha mãe e eu estávamos tomando café, quando Jungkook adentrou a cozinha, ele olhou para mim, fazendo com que desviasse o olhar, pude ouvir seu suspiro, Yoona aparece depois de alguns minutos, olhei para minha sogra e vi que ela olhava fixamente para minha mãe, esta que fez questão de retribuir o olhar com raiva. Se tinha uma coisa que aprendi com minha mãe, é que ela não ficava atrás e que retribui na mesma moeda. 

 — Mãe... Vamos? Eu tenho que ir para o trabalho. — falei chamando sua atenção.

 — Certo, vou só pegar minha bolsa, já volto. — disse, se levantando. 

 A mais velha saiu do cômodo e foi até o quarto de hóspedes — nossa casa havia dois quartos, para que quando viesse alguma visita, tivesse um cantinho para eles dormirem —, terminei minha xícara de café e me levantei indo até a pia e colando a louça suja dentro. Me virei, dando de cara com Jungkook. 

 — É.. Poderia sair da frente? Tenho que sair. 

 — Precisamos conversar. 

 — Infelizmente, não tenho tempo, além disso, irei ficar de plantão hoje, então não me espere acordado.

 E antes que pudesse sair, uma mão segurou meu braço me impedindo de sair.

 Olhei para o rosto sério de Jungkook, queria que ele entendesse que não queria ficar perto dele, que queria meu próprio espaço.

 — Que foi agora porra? — bradei.

 — Nós temos que conversar, esclarecer as coisas aqui. 

 — Jungkook.. — respirei fundo. — Sejamos francos aqui, se formos conversar agora vamos acabar brigando e isso só irá piorar a nossa relação que já não está as melhores. Então é isso que você quer?

 De pouco em pouco, ele foi afrouxando seu aperto, me soltando logo em seguida; seu olhar demonstrava tristeza, senti por alguns segundos meu coração bater fortemente. E antes que eu pudesse voltar atrás de minha palavra, sai em disparada para fora do cômodo, encontrando minha mãe esperando na sala, esta que me lançou um olhar. Saímos da casa indo até meu carro, adentramos o veículo e coloquei a chave, dando partida em seguida.

 Durante o percurso minha mãe continuou quieta, resolvi quebrar o silêncio.

 — E o papai, ele não irá vir para cá? — perguntei. 

 — Ele irá vir hm.. no dia do casamento. — minha mãe disse um tanto receosa.

 Suspirei fundo e me concentrei no caminho, minha mente estava fervilhando de pensamentos, não conseguia achar uma resposta concreta. 

 Será que terá casamento mesmo? Como vai ser daqui para frente? Muitas felicidades, tristezas?

 Enquanto pensava, nem notei que minha mãe me chamava, olhei para ela assustado.

 — ‘Que foi? 

 — Que foi?! Você está tão distraído que nem notou que passou reto de onde eu ia descer! — disse incrédula.

 Massageou as têmporas e bufei.

 — Me desculpe, vou voltar. — falei.

 — Não, pode estacionar aqui que eu desço e vou.

 Antes que gerasse uma discussão, fiz o que a mais velha me pediu e quando ela ia sair se virou em minha direção.

 — Filho, eu sei que está chateado com o Jeon, mas não deixe esse mero detalhe atrapalhar esse amor tão lindo de vocês acabar por um problema sequer. Aqui vai um conselho de uma pessoa que já viveu bastante. — sorriu e fez um carinho no meu rosto. — Eu e seu pai já passamos tanta coisa, mas tanta mesmo que se fosse outro casal não estaria juntos, pelo o contrário já teriam desistido. Seus problemas estão apenas começando e vocês já enfrentaram tanta coisa para acabar sem mais nem menos, tente conversar, esclarecer as coisas entre vocês, não fique pensando muito, só faça, okay?

 — Okay mamãe, obrigado por tudo, tá? Eu te amo. — falei emocionado.

 — Também te amo meu bebê, agora vai antes que se atrase. E ah! Se o Jeon vacilar, avisa ele que corto aquilo que ele chama de pênis. — fala em um tom brincalhão. 

 — Certo. — sorri para a mais velha.

 Me despedi e sai em rumo para o meu trabalho, minha mãe era incrível, fazia um tempo que sentia falta de estar assim com ela.

 Tudo dará certo, pelo menos é o que espero, se minha adorável — nem tão/pouco adorável — sogra não me atrapalhar, mas eu tenho minha mãe para dar um jeito naquela mulher louca.



 — X — 


 

O dia tinha sido cansativo, minha cabeça estourava, meus pés estavam me matando de dor de tanto ficar andando ‘prá lá e ‘prá cá, pega prontuário aqui, aferi a pressão ali, era tanta coisa para fazer, mas eu amo o que faço, não importa o cansaço, não importa nada, minha paixão pela a enfermagem só aumentava.

 Tirei meu jaleco e coloquei dentro da bolsa, arrumei meu cabelo e sai do vestuário, me despedi da secretária e fui até o estacionamento, adentrei o veículo e dou partida no carro.


 Quando cheguei em casa, deixei o carro na garagem e entrei tirando meus sapatos e os deixando ali na porta, minha mãe estava na sala assistindo um Dorama meloso — do jeito que ela gosta —, e estranhamente, Yoona a acompanhava, deixei as duas de lados e fui até a cozinha, quando adentrei o cômodo, vi que meu noivo cozinhava algo e parecia cabisbaixo, não sabia o porquê; ou talvez soubesse dele estar assim.

 — Jungkook? — chamei-o, fazendo-o tomar um susto e me olhar com seus olhos pretos arregalados. 

 — Taehyung, que susto! Nunca mais faça isso, por favor. 

 — Me desculpe — sorri, enquanto ele me olhava com os olhinhos tristes, fazendo meu coração se apertar.

 Fui até ele e olhei atentamente.

 — O que foi? Aconteceu alguma coisa? — perguntei preocupado.

 — N-Nada, não aconteceu nada. — mesmo que sua voz tente aparecer segura do que está dizendo, eu sei quando ele está mentindo para mim.

 — Jungkook, você sabe muito bem que te conheço melhor que você mesmo, então trate de abrir essa boca logo. — falhou com ele, o que faz suas bochechas ficarem rosadas por conta da vergonha.

 — Minha mãe e eu discutimos, mais uma vez. — suspira. — Eu não entendo, porque ela simplesmente não pode nos apoiar, qual a dificuldade nisso?! — fala com a voz rouca, seus olhos brilham por conta das lágrimas que começam a cair.

 Meu coração se aperta, puxo-o em um abraço, sinto seus braços apertarem minha cintura, deposito um beijo no topo de sua cabeça e suspiro. Não gosto de saber que ele está assim e saber que ele discutiu com a própria mãe por causa de mim; a minha vontade nesse momento é pegar aquela mulherzinha de quinta pelo o braço e jogá-la para fora da minha casa.

 Cobra asquerosa! penso.

 — Me perdoe, Gukkie. Eu não deveria desconfiar de você em nenhum momento, perdoe-me, eu lhe imploro.

 Nos separamos do abraço, Jeon enxuga o rosto enquanto olha para mim com seus olhinhos vermelhos e brilhantes.

 — Me perdoe também, Tae. E você não precisa implorar pelo o meu perdão, você já o tem. — sorri de orelha a orelha. 

 — Eu te amo, meu doce chef.

 — Também amo você, meu enfermeiro mandão.

 Sorrimos um para o outro, enquanto nossos corações batiam leves e felizes.

 Por ele, posso aguentar todas as dores, somente por ele eu iria até o fim do mundo; porque eu o amo demais.






Notas Finais


então, o que acharam? espero não ter perdido a manhã de escrever ashuashu
por favor comentem, pois isso me motiva a continuar e a sair às atualizações mais rápidas *-*
obrigada por lerem 💜
até a próxima, bjsss


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