História Até que o Contrato se Quebre - Capítulo 23


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Drama, Escolhas, Problemas, Romance
Visualizações 25
Palavras 1.174
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Harem, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - Cap 23


Fanfic / Fanfiction Até que o Contrato se Quebre - Capítulo 23 - Cap 23

Quando entrei e o vi sorrindo para mim, não me aguentei e fui logo dar-lhe um abraço. Eu chorei e conversarmos um pouco, mais ou menos uns 5 minutos. Contei a ele o que havia acontecido e que os pais dele estavam a caminho. Ele estava debilitado e falava com dificuldade, estava também com o olhar de distante como se avistasse algo no horizonte.

Eu: Considerando a situação, você está bem? Como se sente?

Seojoon: Na verdade me sinto bem, sinto me tranquilo. Apenas algo me incomoda....

Eu: E o que seria?

Seojoon: Não ouvi você dizer que me ama. Disse que ia falar isso no nosso aniversário de namoro, mas eu não consegui chegar, algo caiu na minha cabeça... (risos)

Eu: Como consegue fazer piada da situação? (risos) eu senti tua falta, senti mesmo. Meu mundo teria espedaçado se você não voltasse pra mim....

Seojoon: As pessoas sempre vão embora um dia, quando elas não tem mais o que fazer na terra, quando cumpriram suas missões e não tem mais negócios inacabados, elas estão prontas pra partir. Eu tinha negócios inacabados aqui, não poderia ir agora.

Eu: Que negócios?

Seojoon: Você! Prometi que iria te ver quando chegasse da viagem de negócios, prometi que te daria um presente e eu cumpro com minhas promessas. - ele disse e pegou uma caixinha que estava do seu lado e quando abriu tirou duas alianças de lá - Lee Yoon Mi, você aceita se casar comigo um dia? Na condição de ficar comigo até o último dia de nossas vidas?

Foi inesperado, eu senti meu coração se aquecer e ficar ansioso, eu disse sim. Os pais dele chegaram e contamos a eles a novidade, e estávamos felizes e esperançosos. Eu saí do quarto por um momento, e fui beber uma água. Pensei no que ele me disse sobre dizer a ele que o amo. Eu amava, e queria dizer, então voltei as pressas para o quarto dele, abrindo a porta eu o chamei:

Eu: Seojoonie! - meu sorriso era largo.

Seojoon e os pais olharam pra mim.

Eu: Eu o amo. Sinto muito ter esperado tanto para dizer, mas eu amo e agradeço todos os dias por ter cuidado de mim sendo meu amigo e companheiro e agora noivo, você esteve comigo desde meus primeiros dias, eu te amo!

Seojoon sorriu e suas lágrimas rolaram, a mãe dele estava muito feliz por ter presenciado aquilo, então Seojoon disse:

Seojoon: Ah... QUE ALÍVIO! (risos) Achei que não iria me dizer só no altar. Que dilema o meu, passar mais tempo com você ou ouvir seu "eu te amo"... De qualquer forma estou feliz...

Eu: O que quer dizer? - eu disse e fui andando até ele e me sentei na cama dele.

Seojoon: Lee Yoon Mi, eu não tenho mais negócios pendentes... - quando ele disse isso, derramou uma lágrima e fechou os olhos, logo ouvimos um sinal...

"Piiiiiiiii..."

Eu: Seojoon! Seojoon-a! Ya! - eu gritava e o chamava mas ele não respondia, logo as enfermeiras chegaram com os aparelhos de reanimação e pediram que saíssemos da sala. Eu mandei mensagem pra Sora, mas ela estava na Austrália e só voltava depois de duas semanas. Eu liguei para Nandi que mandou mensagem pro Jimin e avisou do acontecido. 

Nandi me levou pra casa e eu fiquei lá por uns três dias e pedi pra que fosse visitada por ninguém eu me sentia mal, muito mal. Eu não queria ver ninguém eu queria esquecer tudo aquilo eu queria acordar desse pesadelo. 

Os dias se passaram, e eu estava de luto. Talvez ficasse de luto pra sempre, a culpa, a mágoa, a tristeza... Me consumiram de tal forma que eu não podia sorrir ou me comunicar bem com as pessoas. Eu tinha minhas obrigações no trabalho então não pude parar por muito tempo. Repus todos os dias que eu faltei no trabalho, recompensei com horas extras, porém eu estava distante dos meninos, eu não dirigi uma palavra amiga sequer pra eles. Eu fiz tudo o que tinha de fazer voltei pra minha casa, deixei a casa de Nandi com muito agradecimento pelo acolhimento. 

Depois que voltei pra casa, comecei a tocar algumas notas no teclado... Eu estava pensando em como as coisas acontecem, e acontecem rápido. Nisso alguém bateu na porta, por volta das 20hrs. Quando vi quem era, era Jimin... 

Eu: Oi, como está? 

Jimin: Eu estou... Bem na medida do possível. 

Eu: É sobre aquilo? 

Jimin: Sim... Ninguém sabe que somos tão próximos, afinal, conversamos sempre em segredo. Não quero mostrar a ninguém que estou abalado. Mas estou, estou com medo de subir nos palcos ou sair de casa. 

Eu: A empresa vai tomar as melhores providências com isso Jimin, vai ficar tudo bem. 

Jimin: Eu não confio nisso, na empresa, vê como estamos sempre vulneráveis aos fans e as câmeras, aeroportos, lojas, rua, mercados, tudo! Não temos privacidade ou espaço, há sempre muita gente, entre esses fans, quem mais poderia estar no meio? Alguém armado que guarda um profundo ódio de mim. 

Eu: E você não está falando comigo como sua assistente, não é? 

Jimin: Não. Eu estou falando com você porque sei que você tem boas amizades que podem me ajudar com isso, e sinceramente, eu prefiro resolver isso eu mesmo, do que deixar por conta dos outros. 

Eu: E o que você quer de mim? O que acha que eu posso fazer? 

Jimin: No outro dia, quando nós nos encontramos na cabine fechada, bebemos muito aquele dia... Você disse que tinha uma certa aptidão para trabalhos físico-manuais... 

Eu: Você espera que eu vá atrás da ameaça é isso? 

Jimin: Não você sozinha, seu amigo, ex soldado... Sei que parece uma ideia louca, mas eu tenho pesquisado isso eu mesmo, já tem algum tempo, possíveis culpados, possíveis lugares, eu só preciso de alguém pra resolver isso. 

Eu: Jimin, e você espera resolver isso como? 

Jimin: Não sei, ofereça dinheiro, dê-lhe uma surra, converse, não sei... 

Eu: Alguém com insanidade mental que tem a capacidade de ter ódio por alguém que não conhece, tem insanidade o suficiente pra ignorar um suborno, ou ameaça, ou conversa e tornar isso mais motivação para fazer, sem  falar que pode usar isso contra você. Jimin, não ficaria legal a seguinte matéria "Jimin do BTS manda subornar o terrorista", pensariam o que de você? 

Jimin: Droga... O que eu faço então? 

Eu pensei fundo, vi que o menino estava desesperado e com medo, eu tinha obrigação de ajudar após o que eu causei ao grupo. Eu tomei uma decisão. 

Eu: Me manda por e-mail, tudo que você tem, eu vou dar meu jeito e você não precisa saber. Vou falar com meu amigo e deixe isso por nossa conta. - quando tomei a decisão de fazer algo, sabia que eu não poderia continuar a trabalhar na LGP nem na BigHit. Eu já não me sentia bem mesmo com aquilo depois de tudo que causei eu não conseguia ficar ali mais olhando e lidando com eles. Eu não confiava mais em mim.



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