História Até que uma mordida (não) os separe (YOONMIN) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), CL (Chaelin Lee), G-Dragon
Personagens G-Dragon, Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Taehyung (V), Lee Chaelin "CL", Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Comedia, Vampire!au, Vampiros, Yoongi!vampiro, Yoonmin, Yoonmin!au, Yoonmin!vampire
Visualizações 96
Palavras 1.338
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


aiai, nervosa e insegura, é assim que estou, mas aqui eu vou. Olha só rimou! Nossa, eu sou tão paia.

Espero que gostem, de todo o coração!

#fenopai

Capítulo 1 - Introdução: com a força do pensamento


Fanfic / Fanfiction Até que uma mordida (não) os separe (YOONMIN) - Capítulo 1 - Introdução: com a força do pensamento

Jimin sentado ao lado do melhor amigo em uma das mesas verdes dispostas no refeitório do colégio Overcome se questionava se algo surpreendente iria acontecer em sua vida naquele último semestre escolar, diferente do restante dos alunos que só pensavam em passar em todas as matérias e sumir de uma vez daquele lugar e quem sabe até daquela cidade.

E não estou dizendo que Jimin é desses sonhadores inveterados que aguardam ansiosamente por seu príncipe encantado em um cavalo branco, ou um caçador forte e corajoso que o salvaria do lobo mal e no fim ambos viveriam felizes nas montanhas de sua cidade natal Cloudy Weather, porém é isso mesmo que estou querendo dizer.

Pobre Park, não tinha culpa dos genes que carregava em seu corpo. Se sua mãe era uma ex-atriz de teatro, agora professora de literatura, que amava pintar quadros extremamente coloridos que eram expostos nas feiras de domingo onde ela os vendia usando um coque frouxo e um macacão sujo de tinta, não era escolha sua, ele não tinha culpa, nós não escolhemos nossos pais.

Entretanto, no fim de tudo não era assim tão ruim ter uma mãe que vivia com a cabeça nas nuvens e que sempre ganhava flores e caixas de bombons do marido apaixonado que era o único designer gráfico da pequena cidade com pouco mais de cem mil habitantes, afinal toda e qualquer coleção de livros disponíveis em sites de compra eram dados a ele com uma alegria desenfreada, seus pais amavam entrar em seu quarto e ver sua estante cada dia mais cheia, suas paredes repletas de pôsteres de filmes antigos e sua TV ligada na netflix passando alguma série que sempre era maratonada em poucos dias.

Seus pais eram orgulhosos do filho que tinham que a cada aniversário pedia uma festa à fantasia para que pudesse vestir-se do seu último herói favorito. Ah como Jimin adorava se transformar em outra pessoa, imaginar cenários diferentes, criar mundos surreais como o do filme Jumper, afinal não seria nada mal se teletransportar para onde quisesse. Dizia a si mesmo que um dia seria tão bom quanto sua mãe foi no teatro, essa que até hoje gostava de fazer seus monólogos nos encontros de família fazendo o pai de Jimin se apaixonar ainda mais por ela.

E ai estava outra questão. Os Parks eram tão apaixonados um pelo outro que chegava a fluir de seus poros a ponto de deixar as pessoas ao redor tontas com toda a atmosfera de amor que os rodeava, Jimin os olhava, suspirava e um bico involuntário se formava em seus lábios enquanto se perguntava se um dia teria um amor como os de seus pais.

Jimin largou o canudo de seu suco e vendo que Taehyung estava ocupando demais em seu celular, provavelmente com o app do Tinder aberto se você reparasse em seu sorriso de lado e a forma como ele mordia a ponta do dedão, se virou e apoiou o rosto na mão enquanto olhava mais um dia nublado pela parede de vidro do local. Sua cidade não ganhou tal nome a toa, eram raros os dias ensolarados, Jimin amava dizer que a qualquer hora iria mofar morando ali, sentia falta do sol e de como ele tocava sua pele a deixando quentinha. Toda aquela atmosfera cinza o deixava melancólico e fatigado, os dias pareciam passar mais devagar que o normal, o que deixava o pobre garoto suspirando pelos cantos por conta da vida parada até demais para alguém da sua idade.

Suspirou pela décima vez naqueles dez minutos que estava sentado ali, então voltando seu corpo em direção ao melhor amigo que havia decidido que ter os cabelos vermelhos em seu último ano era uma ótima e maravilhosa opção. Não que tivesse ficado feio, pelos céus, Taehyung parecia uma obra de arte até dormindo e babando, só que assim toda a atenção do mundo ia só para ele. Jimin não era esquisito, não tinha uma baixa auto-estima, também não era inseguro, ele só gostava de chamar atenção em primeiro lugar, onde quer fosse – culpe sua lua em leão – e agora Taehyung estava o ofuscando e ele já tinha dito ao mesmo que iria socar aquele rosto perfeitamente assimétrico a qualquer hora.

O moreno ignorou a beleza absurda a sua frente e sem tocar no canudo dentro de seu copo, deixou sua mão repousar sobre seu colo e inclinou seu corpo para frente, com a língua – depois de algumas tentativas – conseguiu colocar o tubinho de plástico entre os lábios que muitos já haviam se questionado se tinham ou não algum tipo preenchimento. Sem pausas bebeu quase todo o líquido de suco sem água e açúcar, – se fosse para beber algo natural, que fosse natural mesmo.

Sua mente começava a trabalhar sobre coisas loucas como algum aluno sendo reconhecido como um conjurador e quebrando todas as janelas do refeitório por pensamento como forma de resposta ao bullying que sofreria como a Lena Duchannes em Dezesseis Luas, bem ele começou a pensar que ele poderia ser a Lena e seu Ethan Wate podia entrar por aquela porta e fazer seu coração bater mais rápido deixando bem claro que ele era o amor de sua vida. Sim, ele era desses que com apenas um cruzar de olhos já imaginava como seria a cerimônia de casamento e quantos gatos iriam ter, não o julgue, o garoto cresceu envolto por uma atmosfera de conto de fadas. 

Então a porta se abriu e Jimin quase deu um pulo na cadeira por conta da coincidência com seus pensamentos mirabolantes. Quando ergueu o olhar para reparar em quem entrava ali aquela altura do intervalo, seus lábios se abriram e o canudo que estava entre eles voltou para dentro do copo por completo. O moreno ajeitou sua postura e tudo ao seu redor pareceu correr em câmera lenta. Perguntou-se se aquelas três pessoas eram anjos enviados a terra para levá-lo de uma vez para o paraíso, ou se eram enviados do próprio Lúcifer para tirá-lo do caminho de vez. Jimin nunca havia visto tanta beleza por metro quadrado, sentiu vontade de abrir um buraco no chão e se enterrar vivo. Amaldiçoou todas as porções de batatas fritas que havia ingerido na ultima semana.

Depois de sua crise existencial, por  um breve breve momento seu olhar cruzou com o de um deles, ele teve que disfarçar a falta de ar eminente que possui seu sistema respiratório que nos segundos seguintes esqueceu-se como era trabalhar de forma correta. Olhou completamente desnorteado para o melhor amigo que não parecia tão afetado quanto ele.

- Tae. – sua mão tocou a coxa do amigo a fim de chamar sua atenção e sem desviar os olhos da tela do celular, Taehyung riu anasalado.

- Palpitação? Mãos suando? Pernas trêmulas? Pressão no peito? Pupilas dilatadas? Calma meu amigo, com o passar dos dias você se acostuma. – deu um joinha e franziu os lábios em uma linha reta.

- Kim Taehyung! – o garoto bufou, travou o celular e o jogo sobre a mesa.

- Aqueles são os filhos do novo oncologista da cidade, o senhor Kwon Ji-Yong. - encarou Jimin - Eles chegaram semana passada enquanto você estava fora do estado comemorando o aniversário de cento e cinco anos da sua bisavó. – fez uma cara feia – Como eu disse, com o passar dos dias você se acostuma com o efeito deles.

Jimin olhou para o lado de forma discreta se sentido a própria Bella Swan. Quando seus olhos finalmente caíram sobre os três, ele piscou confuso jurando para si mesmo que havia apreciado um sorriso de lado do garoto de cabelos num tom cinza que tinha os pés sobre a mesa pouco se importando com a etiqueta escolar e humana de nunca colocar os pés sobre o local onde você comia. Depois do frenesi que aquele movimento facial ocasionou com seu corpo ele reparou no garoto moreno ao lado que o olhava como se fosse atacá-lo a qualquer momento se não fosse por conta da loira peituda ao seu lado que parecia o controlar só com a força do pensamento.


Notas Finais


Oncologista é o médico que cuida de crianças com câncer.

Espero que tenham gostado e perdoem qualquer erro, socorro, segura da mão de Deus e vai 👐

A cidade é fictícia sim?


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