História Até que Valhala nós separe - Capítulo 1


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Categorias Mitologia Nórdica, Vikings
Personagens Floki, Ivar, Personagens Originais, Rollo
Tags Ivar, Ragnar, Romance, Vikings
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Palavras 1.681
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 1 - 1


Por quê?, por quê comigo, eu sempre fui tão fiel a você e no momento que eu mais precisei de você, voce n ajudou eu implorei ajuda como nunca tinha feito nem quando meus pais morreram
Mais voce nao mandou ajuda, nao me deu força a unica coisa que se ouvia aquela noite era meu choro e o som que reproduzia do corpo daquele padre nojento em cima de mim
Você se quer o deu um castigo no outro dia ele mantinha seu sorriso no rosto em seu posto de padre amado por todos.
Talvez seja verdade, talvez voce so seja inventado para dar respostas aos homens daquilo que eles tem medo de responder.
Des de pequena eu sofri,todos insultos sobre eu ser um ser sujo um monstro uma aberração pelo simples fato de eu ser filha de um pagão com uma cristã eu sempre pedi paz, nunca tive ambição
Mais nem isso o senhor me deu talvez eu seja amaldiçoada e so vou ter amor de mae que no caso nem isso tenho mais
Eu sempre vou ser uma mísera escrava de Agnes.
Eu estou praguejando tanto q talvez o senhor me condene a passar a eternidade ao lado de satã, mais na minha percepção eu ja vivo ao lado dele eu ja sofri que nem queimando no inferno apagaria a dor, que eu nao desejo nem para meu pior inimigo.

P.O.V- Hella

Puxo os ar dos pulmões os soltando fortemente fechando meu pequeno livro com a tinta de escritura ja seca.
Sao provavelmente 5 da manhã e eu ja estava de pé Agnes gostava de acordar e ja estar tudo pronto ela odiava ver escravas zanzando pela casa.

Visto meu vestido mais que batido q sobrava muito pano por eu ter baixa estatura, calço minhas botas que tambem sobrava espaço por meu pé pequeno, dou alguns ajustes nos ombros pra que o vestido nao fique caindo e mostre demais.
Todas as escravas ganharam vestimentas novas e feitas para elas na medida para que visitantes nao acharem que somos porcos, mais eu nao ganhei Agnes dissera que eu nao merecia uma pessoa nao pura e sem dignidade nao merecia bondade vindo dela.

Abro a porta de seus quarto ja com seus vestido em mãos lavado e passado, o coloco pendurado em um gancho junto com os outros e vou arrumar sua cama

-hella!- sua voz extremamente fina e que demonstrava raiva me chama- que demora nao acha, se continuar assim será castigada, me ajude a sair dessa banheira.

Apenas digo desculpas e pego o roupão a ajudando.

- depois que eu acabar de fazer minhas refeições na cama diga a allyssa que me espere no salão principal, quero ir a um lugar.

-sim senhora.

Ela se veste e deita novamente

- Cade meu cafe, ja era para você ter trazido

- A empregada ja vai trazer majestade.

- Era pra voce ter o trazido, sabe Hel as vezes eu acho que sou muito boa com você, que ingratidão eu dei tudo a você uma cama uma roupa meu castelo eu corri riscos de deixar você aqui uma meia pagã impura suja nojenta que nem sua mãe, espero que deus tenha piedade de você e dela que ja está a 7 palmos do chão.

Ela segura meu queixo me fazendo olhar para ela- vai chorar?- nego,engolindo o choro fortemente- va buscar meu café...agora.-ela empurra meu rosto voltando a deitar.

Saio corredor a fora, e solto as lágrimas que por conta própria caíram
Suspiro olhando para o céu da grande janelas do castela

-Eu nao entendo muito sobre isso, mais é a unica coisa q me restou, eu peço ajuda aos deuses, me de uma salvação me tirem daqui, aqui nao é meu lugar, por Odin.

Eu poderia me arrepender estava prestes a chover, mais o odio a dor que eu sentia foram mais fortes eu nao iria levar o cafe eu nao ouviria mais ela, eu nao devo nada a ela, quando ela tomou o trono so teve ruínas, fome, pragas e mortes.

Um trovão soa no céu fazendo todos os mercantes e habitantes irem para suas casas. A chuva fina caia era como se lavasse a alma, mais um trovão e cortado no céu trazendo um grande estrondo olho para trás e os guardas vinham em minha direção
Corro pra longe da li mais nao demorou muito para que me pagassem

...

-NAo...nao...nao garota estúpida insolente, você mesmo se coloca na forca- mais um tapa é deferido em minha face- seu castigo bom...que tal dar uma passadinha na igreja para de redimir

-por favor, Nao eu juro...

-calada, a leve daqui.

Não seguro mais o choro e tento me soltar, isso e novo nao eu nao suportaria
Eles me levam ate lá e fecham as portas.

Eu olhava pela janela e ja escurecia, e eu temia a chegada daquele homem, estava frio e eu estava molhada
Abraço minhas pernas ficando em um canto escuro temendo ser vista.

...

Meus olhos pesavam e eu ja nao aguetava mais de fome, quando a porta foi aberta por um homem com um tocha na mao
Eu ja temia o pior estava tudo tao quieto e ele olhava ao redor provavelmente a minha procura
Aperto mais as pernas.
Ate que finalmente seus olhos param em mim, levanto indo para o altar e ele tira o capuz e sim era ele aquele velho com sorriso cínico.

-minha criança, quanto tempo nao vem mais a igreja, deus nao deve estar gostando nada disso

Vou para tras e acabo encostando em uma coisa gelida e pontiaguda, ele se aproxima e segura meu rosto.

-esta na hora de pagar por seus pecados minha criança.

-digo o mesmo- ele puxa minha cintura e eu passo a lamina em sua face abrindo um grande corte da testa passando pelo olho e parando na bocheca

- OQUE VOCÊ...

Corro porta a fora e a chuva estava violenta, alguns guardas ja corria atrás de mim.
Paro na frente dos grandes portões de mercia e ali eu ja sabia q seria meu fim
Eu ja mais sairia dali meu destino era esse viver sendo escrava ate o fim da minha vida
Um grito estridente sai de minha garganta e meu joelhos fraquejam tocando o chão cheio de lama
Olho pro céu apenas o admirando nao pedi nada a nem uma deus a nem um anjo a nem uma valquiria.
Eu so o adimirei...fecho os olhos.
Mais aquele som, que pra mim foi o som da esperança
Os portões de mercia foram postos a baixo trazendo com eles a imagem de homens grandes com roupas se corro e olhares perturbantes, pagãos isso seria possível
Eles correm em nossa direção, eu levanto correndo dali indo para trás de uma casa atrás do castelo

Eu ouvia gritos e rezas mais nao me arriscava a olhar.

Tudo estava calmo, o que era estranho, olho para os lados levantando meu vestido que por culpa dele quase dei de cara no chão.
caminho entre os corpos que eram muitos.
Mais nao tinha nem um sinal dos pagões
Os gurdas que  me pegaram estavam mortos nas escadas da entrada do castelo um sem cabeça e o outro com um machado cravado nas costas

Respiro fundo crio coragem e empurro as portas do castelo me desequilibrando e quase caindo fico em postura reta novamente
Mais parece que o tempo para o meu sangue gela e todo meu corpo trava.

Todos eles olhavam para mim sem reação eles eram grandes e aterrorizantes ainda mais pra uma Pessoa tao pequena que nem eu.

-ELA... PEGUEM NO MEU LUGAR, ELA E MAIS INSIGNIFICANTE QUE EU POR FAVOR EU DOU TUDO O QUE QUISEREM.

Agnes me tira da realidade trazendo minha atenção e a deles para ela que estava sendo segurada por dois homens ela olhava aterrorizada para um homem com um sorriso sadico no rosto sentado em seu trono.

-Entao você mesmo esta se ponto como insignificante, gosto de Pessoa que se põem em seu lugar, agora cale a sua boca.

-voce acha que estava falando com quem seu verme...

-Mais respeito se nao a morte será pior cara majestade- Ela abaixa a cabeça e eu podia ouvir seus soluços e que me surpreenderam Agnes sempre foi forte e destemida- você sabe quem eu sou?

-ivar - ela susurra.

-ivar de que?

-ivar o desossado, rei de kattegat.

-entao eu te pergunto, quem voce acha que é pra falar nesse tom comigo.

-rainha da mercia- ela fala com raiva

-bom. Nao é voce que está sentada no trono.- dito isso ela é colocada de joelhos- em nome do pai do filho...e do espírito santo..-ele pronúncia entre risos e a cabeça se Agnes sai rodando pelo salão
E todos eles comemoram com um grito "SKOL"

Caminho devagar para trás indo em direção a porta
So que vou ao chão quando piso no maldito vestido.

- Ora você, quem seria?- ele me pergunta franzindo as sobrancelhas - ora responda mulher...ou menina- ele ri

-Hel...hella- ele levanta uma sobrancelha.

-esse nome... se aproxime...

Caminho parando em frente ao trono.

-me diga se onde você é e porquê esta em um lar cristão

-meu pai era viking e minha mae cristã, eu nao sei de onde vim eu cresci sendo escrava.

- quantas luas?

- vou fazer 17 luas- levanto a alsa de meus vestido que estava na metade de meu braço ja e estava pesado por conta da agua. Noto os roxos q minha pele branca possuía, volto meu olhar para ele que se enclina para frente.

- Gostaria de vir para kattegat

Por quê ele estava sendo bom, ele nao é bom ele é um pagao
Ele matou todos que motivo ele tem de querer me deixar viva eu sou inútil

-eu nao acho que serviria para algo.

- Partiremos amanhã. ubbe prende ela para o caso de querer ser esperta- ele pega um tipo de muleta e levanta indo para o andar de cima junto com mais tres homens que o ajudaram

- o que você fará comigo? Ele me olha.

-voce será minha escrava.


Notas Finais


Eu sou nova nisso, espero que gostei ❤
Eu modifiquei varias coisas na história, nao é erro meu.
Eu quis focar só na história de amor pq e difícil fazer roteiros e guerra mas prometo tentar


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