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História Atenção! Procura-se o amor da minha vida! -Universo ABO - Capítulo 10


Escrita por:


Notas do Autor


Desde já agradeço pela sua atenção e peço, antecipadamente, desculpas por qualquer erro aqui cometido.

Capítulo 10 - Gosto de você de qualquer forma.


-Cara, você não sabe a falta que fez. E nem imagina o que o Marcos fez! -Gabriel comenta rindo.

-O que eu perdi? -O ômega indaga curioso sentando à mesa.

-Nada! -Marcos fala rapidamente.

-"Nada", diz ele...! Ele se vestiu de mulher e pintou o cabelo com spray laranja neon! Foi muito engraçado!

-Foi mesmo. Seu primo é bem natural com roupa de mulher. -Peter concorda rindo.

-Me diz que tem foto... -Cain fala rindo.

-Eu tenho vídeos! -Gabriel fala animado.

-Me envia tudo. A mãe vai adorar ver isso! -Comenta rindo e Marcos chuta os dois por baixo da mesa.

-Idiotas! Dá pra parar com isso?! -Rosna incomodado.

-Tá, tá... A gente para. -Cain fala limpando a lágrima do canto do olho. -Eu tô morrendo de fome. Cadê a comida?

-Já vai vir, se acalma. Dessa vez a gente pediu o dobro, então vai demorar mais. -Gabriel fala se ajeitando na cadeira.

-Você tá bem, Cain? -Marcos pergunta o encarando.

-Tô, sim. Por que?

-Nada, não. -Fala balançando a cabeça. -Só parece mais magro, mas acho que é tempo sem te ver.

-Ah, é... Sempre assim. -O ômega fala desanimado. -E Peter... Desculpa por não avisar. Eu não consegui falar, tava agitado. -Fala com o olhar culpado e o alfa sente o coração aquecer.

-Não precisa se desculpar, meu pequeno. Tá tudo bem. -Fala sorrindo. -Mas eu aceito um beijo.

-Com todo prazer. -Fala e logo puxa o alfa para um beijo calmo, mas intenso.

-Licença! A gente ainda tá aqui! Vão se pegar em casa. -Marcos fala estalando os dedos na frente do casal.

-Mas é um mal comido, mesmo! Não posso mais beijar o meu namorado?! -O ômega braveja.

-Me chamou de namorado! Repete vai! -O alfa pede abraçando a cintura de Cain.

-Não! -Fala corado. -Solta!

-Só se você repetir! Só uma vez mais!

-Não vou falar! Agora tira as mãos que a comida tá vindo! -Fala segurando os pulsos do alfa com força e encarando o carrinho de comida.

-É melhor soltar, cara. Ele vai te morder. -Gabriel fala cruzando os braços.

-Ele gosta tanto assim de comer? -Peter indaga ainda o segurando, enquanto o menor já ajudava a atendente a colocar a comida na mesa.

-Ih... O Cain só não casa com a comida porque ele devora tudo. -Marcos suspira pegando uma xícara de café.

-Obrigada pela espera e aproveitem! -Diz e logo sai, espantada pela quantidade de comida.

-É melhor soltar agora. -Gabriel fala rindo.

-Ele não vai me morder de novo, néh, meu pequeno? -Pergunta sorrindo e acaricia os cabelos do menor.

-Grrr... -Cain rosna e ameaça morder sua mão. -Solta.

-Eita! Eu não mexo mais... -Peter fala se afastando. -É sempre assim?

-Sempre depois do cio... -Marcos fala. -Melhor se acostumar.

-Eu vou morrer, isso sim! -Suspira e ri, provocando Cain e o ouvindo rosnar. -Ai!




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-Não acredito que você me mordeu de novo.

-Desculpa. Eu não queria te morder. -Fala abraçando o alfa e apoiando a cabeça em seu ombro. -Me perdoa? -Pergunta o encarando com cara de cachorrinho perdido.

-Ah... Eu não consigo ficar bravo com você. -Fala sorrindo e retribui o abraço, beijando seus lábios em um selar suave.

-Eu te amo. Desculpa não falar do meu cio. Eu não queria te atrapalhar e apressar ainda mais as coisas. -Fala com expressão triste e o alfa o aperta mais.

-Eu sei. Eu vou esperar o quanto for pra te ter. Eu te amo e quero passar o resto da minha vida com você, meu pequeno. -Fala sorrindo e puxa seu rosto para um beijo.

-Haa... Quer ir lá em casa? -Pergunta assim que o beijo é desfeito.

-Claro! -Fala animado e puxa o ômega para seu carro.

Logo Cain e Peter já estavam na porta da casa do menor e entraram.

-Mãe, eu voltei! -O alfa fala alto, mas não obtem resposta.

-Ela tá trabalhando. -Fala indo em direção à escada.

-Ah... Queria ver ela.

-É sério que você conheceu meu pai? O que ele falou? -Pergunta subindo as escadas e o alfa o segue.

-Ele falou que vai me matar se eu fizer qualquer coisa com você. -Diz sentindo calafrios pelo corpo. -Foi assustador.

-Ele é legal. Só um pouco protetor. -Fala abrindo a porta do quarto. -Me espera aqui enquanto eu tomo um banho. -Fala pegando uma toalha e sai do quarto.

-Tá, néh... -Suspira se atirando na cama do ômega. -Cheira tão bem. Mas não foi aqui que ele ficou. -Fala para si sentindo apenas o odor normal de Cain.

Peter começa a caminhar pelo quarto do menor e mexer em suas coisas. Ele abre o roupeiro e inspira profundamente o aroma do ômega, sentindo o coração palpitar de paixão pelo menor. Logo ele se direciona para a cama outra vez e começa a rolar em cima da mesma e abraçar seu travesseiro, deixando seu próprio cheiro ali. Não demora muito e Cain aparece no quarto, tendo a visão de Peter se enroscando em seus lençóis.

-O que você tá fazendo, seu estranho? -Indaga da ponta da cama.

-Marcando...?

-Pra quê?

-Assim você pode sentir meu cheiro quando eu não estiver aqui. -Fala abraçado ao travesseiro.

-Para com isso. -Fala se aproximando e, só então, Peter percebe que o menor está apenas de bermuda, com toda sua parte superior à mostra.

-Você é uma tentação, sabia? -Sussurra em sua orelha, já em pé e abraçando o ômega por trás.

-Ah, é? Você também. -Fala virando de frente para o alfa e o beija.

Cain puxa-o mais para perto e sente o maior apertar sua bunda com força, o fazendo gemer.

-Você é tão lindo, meu amor. Eu tenho sorte de te ter. -Fala sorrindo e abraça o menor com força.

-Ai, tá machucando. Solta. -Reclama o empurrando.

-Descul- O que houve no teu corpo?! -Indaga surpreso ao observar as marcas no abdômen e cintura do menor.

-É por causa do meu cio. -Fala baixo desviando o olhar. -Eu não sinto como os outros ômegas... É mais forte.

-Você fez isso?

-É nojento, néh? Tudo marcado e machucado... -Comenta com raiva e tristeza na voz.

-Não é nojento. Você ainda é perfeito assim. É perfeito de qualquer jeito. Eu te amo, Cain.

-Eu também te amo, Peter. -Cora ao falar e abraça o alfa. -Quero te mostrar uma coisa. -Fala puxando o alfa pelo pulso e pegando uma camisa.

Cain desce as escadas com o alfa e veste a camisa, logo levando o alfa até o porão.

-É aqui que eu fico até meu cio passar. -Fala com voz triste e o alfa entra no cômodo.

-Nossa... Isso tudo foi você? -Pergunta olhando para o colchão rasgado e paredes marcadas.

-Sim. Quando eu tô no meu cio, não consigo controlar meu lobo e acabo ficando irritado e destruo as coisas. -Confessa com pesar e amargura.

-E não tem nada que possa ajudar nisso? -Pergunta se aproximando do ômega e acaricia seu rosto.

-Não que eu saiba. Ninguém nunca me falou quando consultei no médico. É tão solitário...

-Não vai mais ser. Agora eu tô aqui. -Fala e sorri ternamente para o ômega. -Eu te amo.

-Eu te amo. -Sussurra e sorri, logo puxando o alfa e o arrastando até a sala. -Não gosto daquele lugar.

-Quer ver um filme? -Sugere o puxando para o sofá. -Hoje vai passar aquele do exército que você queria ver.

-Pode ser- Espera aí. Quanto tempo você tem passado na minha casa pra saber quando vai dar o filme? -Indaga de braços cruzados na frente do alfa que estava sentado no sofá.

-Não muito. Mas adorei jogar com seus pais! -Fala sorrindo e puxa o ômega para seu colo. -Você é muito fofo! Ainda bem que é só meu!

-Cala a boca e põe o filme! -Fala e se ajeita no colo de Peter.

-Hahaha! Adoro você todo envergonhado! Meu ômega perfeito e maravilhoso! Eu te amo muito! -Fala sorrindo e beija a bochecha do menor.

-Eu também te amo. -Devolve o sorriso e beija a boca do alfa.


Notas Finais


Novamente agradeço pela sua atenção e peço desculpas por qualquer erro aqui cometido.


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