História Atenda o Celular - Fanfic Interativa - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Escolar, Fanfic Interativa, Interativa, Morte, Sequestro, Suícidio, Terror, Violencia
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Palavras 771
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


O que esta na internet é verdade

Mais informações nas notas finais

Capítulo 1 - Capitulo 1


Fanfic / Fanfiction Atenda o Celular - Fanfic Interativa - Capítulo 1 - Capitulo 1

 

Corra e atenda logo o seu telefone!

 

Já fazias três dias desde que Alana Daisy havia “desaparecido”
Os pais de Alana haviam recorrido a policia para que começassem a busca, porém estes não mexeram sequer um músculo sobre o caso da garota já que todos sabiam do vestido azul trocado que a própria Alana fez questão de falar nas redes sociais antes de sumir misteriosamente.
 E quem não pensaria que é drama quando a ruiva postou no Twitter “Trocaram meu vestido, nunca mais confio nessa loja!” e logo em seguida “Que vontade de sumir”
 Obviamente que ninguém levou a sério, tirando os familiares e os amigos próximos. A coisa mais útil que a policia ousou fazer foi espalhar alguns cartazes – sendo que só fizeram isso, pois os pais de Alana ameaçaram.

Três dias e nada da garota aparecer.

Todos já estavam começando a achar estranho tudo aquilo. Tinha até uma teoria de que Alana estava na realidade fingindo tudo aquilo e que naquele exato momento estava rindo da cara de todos na sua luxuosa mansão.
 A realidade era que a maioria das pessoas estava tanto graças a Deus por Alana simplesmente ter “sumido”, uma menina mimada e chata, que vive se gabando e esfregando o seu dinheiro na cara das pessoas iria fazer falta? Obviamente, não.
Enquanto alguns ficavam tristes e espalhavam panfletos alguns simplesmente pulavam de alegria, os inimigos de Alana faziam questão de pegar os folhetos espalhados e depois jogarem todos no lixo e as vitimas do bullying – ato que Alana fazia com freqüência – Suspiravam aliviados.

Tudo estava na mais absoluta paz, a vida continuava a mesma – só que um pouco melhor – sem a presença da ruiva.

Isso até a escola inteira ser pichada. Corredores, banheiros, sala de aulas. Tudo havia sido pichado com tinta vermelha uma enorme frase “Alana Daisy, seu sacrifício será feito” e apenas uma única frase gravada com faca que estava localizada na sala de aula e na mesa na qual ela se sentava, tinha algo que fazia a espinha de todos se arrepiarem.

“E doze jovens irão com ela”

O que antes era considerado drama, passou a se tornar realidade. A escola foi fechada por alguns dias, a mansão dos Daisy foi investigada a procura de pista e relatos passaram a ser ouvidos. Jornalistas e paparazzis se tornaram mais presentes colhendo qualquer coisa que pudesse ir para o jornal, e antes os amigos que estavam preocupados passaram a fazer parte de entrevista apenas para ganharem fama e fingindo tristeza profunda. Além deles, outro grupo de pessoas que não eram ao menos conhecidos da desaparecida dizia serem amigos de Alana para ganharem seus cinco minutos de fama.

Pais preocupados com a situação tiraram seus filhos das escolas e foi notável a quantidade de alunos que ainda haviam sobrado na escola, eram poucos que todos cabiam em duas salas para lugar de trinta pessoas numa escola com condições para duzentos alunos.

Mas tirar seus filhos da escola não mudaria coisa nenhuma para os acontecimentos que viriam a seguir.
Após a escola ter retornado a ativa, as coisas começaram ficar ainda mais estranhas do que já estavam.
 Toda madrugada, exatamente as 03h33min todas as redes sociais de Alana eram atualizadas com uma contagem “Faltam três dias, estão preparados para o sacrifício?”
 Os Daisy acabaram sendo duramente reprimidos, muitas pessoas xingavam a família e diziam que aquilo só poderia ser o limite do ridículo e que a história estava indo demais. Até a policia que estava encarando o problema seriamente havia amolecido um pouco após aquilo, era uma coisa muito fantasiosa para ser levado a sério.


 - Se isso for uma brincadeira, saibam que estão muito enrascados – O xerife falou enquanto deixava a mansão dos Daisy.
 - Estamos afirmando que isso não é uma brincadeira de nossa filha – Steven Daisy repetia – E se for, saiba que nos mesmos iremos aplicar um castigo a ela.
 - Deixar ela sem mexer no celular e sem mesada não é um castigo – O xerife se voltou ao homem – Essa menina esta ficando cada vez mais...
 - Mais o que? – Steven se aproximou.
 - Insuportável e pode me olhar com essa cara, eu não tenho medo do senhor e nem de seu dinheiro – Os olhos do xerife eram tão frios quando a sua voz – Passar bem, senhor Daisy.
 Steven apenas conseguiu fechar a mão em punho. A situação não poderia ser pior.

Apesar disso, os adolescentes estavam ansiosos e apreensivos para o terceiro dia. Apesar de ninguém acreditar na história, ninguém havia sido louco para ir à escola no terceiro dia.

“E hoje queridinhos da Alana, vocês estão preparados para o grande sacrifício?”
 

 


Notas Finais


Eu não sei o que estou fazendo da minha vida
as teclas do meu teclado estão horríveis aaa

Fanfic interativa pra nois lol veja o jornal para ler as regras e a ficha :D

https://spiritfanfics.com/jornais/atenda-o-telefone-10952020

Vai ter um teaser da fanfic também, mas ele esta em andamento :/


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