História Athena - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Oiiii, eu espero que vocês gostem dessa estória.
Boa leitura, e desculpem os erros de português.❤❤

Capítulo 1 - O retorno da deusa


Fanfic / Fanfiction Athena - Capítulo 1 - O retorno da deusa

Antes do começo só existia Caos, a divindade primordial passou milhares de séculos sozinho até que se cansou daquele imensidão vazia e resolveu criar uma companhia, Gaia a mãe terra e seu irmão Tártaros, que ao mesmo tempo como a irmã era um lugar e alguém.Do imenso corpo fértil da deusa apareceram elementos nunca antes vistos como: fogo, ar, água e etc.Com a influência de Eros, Gaia sentiu desejo então gestou e gerou -Sozinha-, o céu Urano e o mar salgado, Pontos, os dois viraram seus amantes. Da relação de Gaia e Urano nasceram vários descendentes, seis titãs e seis titânides, três ciclopes e dois hecatônquiros, entre os titãs nasceu Cronos o deus do tempo, com o tempo Urano foi se tornando um tirano e prendeu seus filhos no Tártaros, Gaia sentiu uma dor profunda por ter seus filhos presos e sofrendo, a mãe terra resolveu que acabaria com aquilo.

   Gaia arrancou de si própria um veio de metal cinza, com ele, ela forjou uma foice e deu a Cronos que fugiu do Tártaros, e aproveitou-se que seu pai estava indo se deitar com Gaia para castrá-lo. Castrado, Urano fugiu para longe além das montanhas, quando o pênis de Urano caiu no mar se formou uma espuma branca feita do esperma dele e de lá nasceu, a mais bela, irresistível e doce deusa: Afrodite.Cronos passou a governar o mundo, ao lado de seus irmãos e irmãs, aprisionando os três ciclopes e os hecatônquiros, Gaia previu que um dos filhos de Cronos o destronaria como seu pai houvera sido, já casado com sua irmã Réia, Cronos com medo passou a engolir seus filhos e isso ocorreu com: Hades, Poseidon, Hera, Deméter e Héstia.

Réia começou a ficar brava com a situação, ela era a deusa da maternidade e seus filhos estavam sendo mortos, então resolveu salvar um de seus filhos, o bebê Zeus, ela o enviou para viver em uma caverna e no lugar de seu filho, deu uma pedra envolta em panos para o seu marido, Cronos comeu a pedra sem notar que não era seu filho.Zeus cresceu rápido e logo estava na idade viril, então Zeus foi atrás de seu pai, na primeira parte do plano Réia enganou o marido e lhe deu uma poção de sal e mostarda que fez Cronos regurgitar seus filhos, os seis juntos destronaram Cronos após a guerra dos titãs e foram morar juntos no monte olimpo.

Zeus se casou com a deusa Métis, deusa da saúde e da prudência porém após uma profecia de sua avó Gaia, Zeus ficou com medo de ser destronado como ele tinha feito com seu pai e como seu pai tinha feito com seu avô, Zeus enganou sua esposa grávida e fez ela se transformar em um mosquito depois ele a engoliu, Métis estava fraca demais para sair de dentro do marido, então enviou seu filho para a cabeça de Zeus. Um certo tempo depois, o senhor dos raios passou a sentir uma dor de cabeça que aumentava gradativamente até o momento que se tornou insuportável, Zeus não aguentando foi até seu filho Hefesto, o deus dos metais e pediu que ele o acertasse com uma martelada na cabeça, Hefesto o fez e de dentro do corte profundo saiu uma mulher de armadura, era Athena, a deusa da sabedoria e da guerra estratégica.

[...]

A deusa de cabelos escuros se apoiou em sua lança para não cair, os pés deslizaram sobre a areia e a menina parou, Athena estava sozinha de frente para o inimigo, aquilo já tinha ocorrido outras vezes durante sua existência mas como nunca antes a deusa se sentia em desvantagem, já tinha acertado tantos golpes mais o inimigo parecia bem, ela era a melhor em batalhas mas aquilo não parecia tão relevante, o elmo que a princípio adornava sua cabeça já tinha sido jogado longe a muito tempo, o vestido branco estava com a barra totalmente suja e a deusa tinha alguns machucados que se regenerando.

Athena ganhou a postura ereta e apontou a lança -Feita pelo seu irmão- para o inimigo, uma fina camada de suor se formava e escorria pela pele branca, o deserto estava quente como se Hélio estivesse sobre suas cabeças, Athena lançou sua arma no oponente mais ele desviou e a lança ficou cravada na areia.O ser veio em sua direção rapidamente e a menina conseguiu desviar do golpe, Athena alcançou sua lança e acertou de raspão o braço do inimigo, a grega pode ouvir um urro baixo de dor, a deusa foi para cima na estratégia de aproveitar enquanto o oponente estivesse desprevenido, Athena acertou vários golpes um atrás de outro com a agilidade digna dos deuses, o inimigo segurou a mulher pelos cabelos e jogou a deusa longe, ela bateu em uma duna de areia e sentiu o corpo pesar, estava começando a ficar cansada. 

-Achou que seria fácil senhora da sabedoria?.- O inimigo vinha andando devagar, com uma espada de metal preto que Athena nunca tinha visto antes, a deusa se levantou apoiando-se em sua lança.

A mulher não daria uma palavra, quanto mais seu oponente se distraísse falando, mais ela se concentraria em derrotá-lo. A menina de olhos azuis se levantou tirando as espadas que estavam em sua bainha e se preparou, a deusa partiu para cima, a cada golpe que ela dava mais o inimigo se defendia bem, nunca foi tão difícil derrubar alguém, Athena aproveitou um ponto franco e acertou alguns chutes no tronco do inimigo fazendo o outro cair de joelhos no chão e respirando fundo, a mulher ainda acertou outros golpes no inimigo, antes de ceçar sua raiva. A deusa decidiu que aquele seria o fim, não daria mais chances para o oponente se levantar contra si novamente, Athena pegou sua lança e se preparou para fincá-la no inimigo, seria seu último golpe de misericórdia.

Em um rapidez sobrenatural e estranha, o oponente se levantou e enterrou a espada no peito da deusa, Athena não teve tempo de reação e a dor que sentia era tão incomum. Quando enfrentará o monstro Tifão de frente e ele quebrará seus ossos ela não tinha sentido tamanha dor, quanto sentia agora, o metal dentro do seu corpo parecia rasgar sua existência, e queimar cada pequena parte do seu corpo.Os olhos azuis ficaram imóveis, paralisados, a deusa da sabedoria caiu sobre seus próprios joelhos, enquanto tentava puxar um pouco de ar.

- C-como?.- A voz sempre melodiosa da mulher saiu como um resfolego entre os lábios semi abertos dela, o inimigo arrancou a espada do peito da deusa e, da fenda jorrou sangue banhando todo o local.

-Um bom metal senhora Minerva, agora que eu livrei seu espectro divino do seu belo corpo, aproveite bem seu tempo de não existência corporal.- Ele encarou a mulher, dando um pequeno empurrão em seu ombro e a menina bateu o corpo contra a areia quente e suja de sangue, a deusa pôs a mão sobre o peito e sentiu o sangue quente escorrer por entre seus dedos.O inimigo ia se afastando rápido e, a cada pequeno segundo Athena se sentia mais fraca.A deusa suspirou a última vez encarando o imenso céu acima de si, o sol escaldante queimava a pele branca dela, os olhos agora sem vida poderiam se confundir bem com o azul intenso do céu, Athena tinha acabado de perder seu corpo, a deusa ainda estava viva afinal era um ser imortal, mas seria apenas uma presença não corporal, só sua consciência existia.

Hélio passeava com sua carruagem levando o sol, o deus olhava para o terra inspecionando cada pedaço da criação, era uma tarefa um tanto tediosa mais Hélio se sentia gratificado, o deus se assustou ao avistar lá de cima Athena jogada sobre a areia, era estranho ver a deusa daquele jeito. Mesmo querendo ir ver o que tinha acontecido com a deusa, Hélio sabia que tinha suas tarefas para completar, então apenas prosseguiu sua viagem até que finalmente a noite chegasse e ele pudesse avisar a alguém. Quando a carruagem de Hélio sumiu no horizonte, o crepúsculo chegou, Hélio deixou sua carruagem sobre o monte Ótris e rumou para o Olimpo precisa falar com Zeus, assim que chegou ao monte, Hélio subiu com certa facilidade logo estava em frente aos portões do templo, o deus sol entrou vendo alguns dos outros deuses conversando, Hélio foi cumprimentado por alguns e foi direto para o trono de Zeus.

-É um regozijo lhe ver por aqui Hélio.- Zeus olhou diretamente para o deus sol, e Hélio apenas fez um sinal de cumprimento.

-Não lhe trago boas notícias, senhor dos céus.-Hélio pronunciou as palavras com certo descontentamento. -Quando minhas carruagens estavam passando pelo sul do mundo, depois do mar de Egeu vi sobre as areias do deserto, Athena desacordada e ferida.-Hélio completou vendo o deus a sua frente franzir as sobrancelhas, os olhos azuis do deus do trovão se tornaram turvos.

-Desacordada não é um bom sinal.- Zeus disse com um suspirar pesado, o deus do trovão chamou com um gesto de mãos, uma das ninfas que serviam de servas no monte Olimpo -Chame Hermes.- O senhor dos trovões foi simplista e logo a ninfa saiu em passos rápidos.Alguns minutos depois, Hermes chegou a frente do trono do deus dos deuses.

-Por que me chamou?-Hermes perguntou autoritário.

-Tenho uma tarefa pra você, quero que vá para ao sul do mar Egeu nas areias do deserto, Hélio viu Athena desacordada quero que vá atrás dela.- Zeus disse com a voz bem alta e Hermes acatou as ordens do pai, saindo rápido como um raio do salão dos deuses.

O deus mensageiro ia o mais rápido que podia para o sul, Hermes era o mais rápido dos deuses o encarregado de passar as mensagens de deuses, Hermes cruzou as terras gregas rumando para o sul, cruzando o mar Egeu e descendo mais o um pouco, Hermes chegou aos desertos e passou a procurar a outra deusa.Hermes correu por todo deserto até que o sangue na areia lhe chamou a atenção, em um duna o escudo de athena estava jogado e logo depois seu elmo, Hermes se agachou e pegou as duas peças seguindo devagar até ver algo aterrorizante, as areias douradas começavam a ficar vermelhas como o fogo do tártaros.

Hermes caminhou até o corpo da irmã, a mancha de sangue era como um lençol velando o sono de Athena, a lança da deusa estava ao seu lado, o homem se abaixou perto da mulher vendo o corte profundo em seu peito, a pele sempre luminosa da deusa estava completamente cinzenta e fria.

-Athena.- Hermes chamou calmamente a irmã a empurrando de leve no ombro, mas Athena não respondia, Hermes chamou outras vezes antes de desistir -O que aconteceu aqui.- o deus mensageiro questionou para si mesmo, nem mesmo o monstro Tifão tinha conseguido deixar a deusa daquele jeito, havia sangue por todo lado, os cabelos negros e cacheados da deusa estavam sujos de sangue e areia, seu vestido branco tinha agora um tom rebu.O deus resolveu que levaria a irmã ao Olimpo, Hermes pegou as armas da irmã do chão e pôs nas costas, o deus pegou o corpo da mulher do chão e passou a correr de volta para o Olimpo.

Hermes estava preocupado com a irmã, o deus chegou rápido ao monte Olimpo apenas algumas horas depois de quando ele tinha saído, os deuses estavam reunidos no meio do templo quando Hermes chegou.O deus mensageiro pôs o corpo da irmã no chão e os outros se aproximaram.

-O que aconteceu com Athena?-Afrodite olhou abismada o corpo da outra deusa sobre o chão, a senhora do amor não conseguia nem sequer olhar por muito tempo.Zeus se aproximou em passos calmos, e encarou a filha.

O senhor dos trovões se abaixou perto da mulher e tocou com a ponta dos dedos o ferimento aberto, a mente do deus dos trovões ficou turva.Athena estava morta, isso era assustador e ao mesmo tempo enchia a mente do homem de ódio, os primeiros trovões começaram a ser ouvidos e a chuva torrencial passou a castigar o solo das terras gregas, como uma deusa imortal podia estar morta.

-Ela está morta? Quem fez isso?- Apollo se aproximou devagar da irmã e viu a mesma.

Zeus tentava buscar em sua mente alguém, algum ser que teria força e conhecimentos suficientes para matar Athena daquele jeito.A deusa tinha saído do olimpo no raiar da alvorada e agora voltava pra casa morta, Zeus ficou de pé novamente e se afastou dos outros deuses que cercavam a divindade morta.

-Levem o corpo para os campos de Elísios, ela será guardada junto com as almas que passam a eternidade lá.-A voz grave do deus do céu saiu de forma pesada, algumas ninfas que espreitavam tudo de longe, vieram em passos rápidos e levaram o corpo da deusa para uma ante sala.

-O que foi forte o suficiente para assassinar Athena.- Héstia se pronunciou, chamando a atenção das demais divindades para a causa da morte da deusa.

-Alguém que sabia como fazê-lo, somos imortais, quem ou o que fez isso a ela, sabia perfeitamente como fazer para matar o corpo físico dela.- Hera tocou o ombro do marido de forma calma.

-O ferimento é de uma espada, mais não chegou a começar a se regenerar. -Hermes informou aos outros.Aquele informação deixava tudo ainda mais estranho, o ferimento deveria começar a se regenerar mas não tinha o feito, pelo contrário continuou aberto e sangrando.

-Não importa quanto tempo passe, vamos descobrir quem o fez e esse será punido com o pior dos castigos.-Zeus terminou saindo.Enquanto o deus dos trovões pensava para descobrir quem tinha assassinado, ele castigaria a Grécia com tempestades cheias de raios.

Séculos de imensa procura se passaram, os deuses com o tempo foram perdendo sua importância para os mortais, outras religiões cresceram e os deuses das religiões politeístas foram sendo deixados.Por séculos os deuses olimpianos procuraram o assassino de Athena, mais nunca descobriram.Impérios acabaram, guerras se passaram e em séculos os deuses foram testemunhas da história do mundo.

[...]

Quando o meio da noite chegou a jovem Métis sentiu as primeiras contrações, estava no alto de seus nove meses de gestação e apenas esperava a chegada de sua filha.A mulher arrumou as bolsas com roupas da bebê e outra com a sua, Métis morava sozinha, o pai de sua filha tinha sumido logo após o anúncio de que ela estava grávida, a mulher não sentia a menor falta, a ninfa passou a se sentir cada vez mais fraca, ela sabia que a culpa do que estava por vir.

Métis tinha ganhado seu nome em homenagem a deusa da saúde e da prudência, mas não tinha lá uma saúde muito boa.A ninfa se sentou sobre a cama e pegou o celular mandando uma mensagem para a amiga, ela precisava de ajuda, não estava se sentindo bem e aquela tontura não era normal. Logo Tétis chegou ao apartamento da amiga e levou ela pro hospital central de Atenas.Assim que chegou a menina foi levada direto para a sala de parto, ela começava a perder sangue e a vida da criança estava em risco.Os olhos da ninfa se encheram de lágrimas quando ela foi posta sobre a mesa de parto.

-Está tudo bem senhora, faremos de tudo para salvar a senhora e a sua menina.-A doutora tentou acalmar a ninfa, mais ela sabia que não daria tudo certo quando a sua gravidez começou e, ela daria a vida por sua filha, sua criança seria importante.

A mulher fez força quando a médica pediu e sentiu as pernas ficarem pesadas, quando as contrações vinham a mulher fazia o máximo de força que podia, a respiração ficou descompassada e a mulher tinha que se segurar para começar a chorar. Métis respirou fundo e tomou coragem, seria sua última tentativa de fazer a filha nascer, a ninfa cerrou os punhos e fez a maior força que pode ouvindo um choro alto de criança, Métis abriu os olhos e não evitou sorrir.

-Está tudo bem senhora, não feche os olhos certo? a senhora está sangrando muito mais vamos ajudar você.- A enfermeira disse segurando a mão da ninfa com um sorriso no rosto.

-Não, me deixe ir por favor, eu preciso ir.- Métis olhou para a enfermeira com os olhos cheios de lágrimas, mais logo a ninfa respirou fundo e fechou os olhos, não tinha o que fazer para si, Metis sabia que morreria desde que soube que estava grávida.Na recepção do hospital, o homem chegou rápido e nem deixou que a recepcionista falasse.

-A minha filha acaba de nascer aqui, a mãe dela deu entrada aqui a alguns horas atrás.-O homem de olhos azuis disse um pouco mais calmo.A mulher o olhou com estranhamento.

-Seu nome por favor.-A mulher fez a pergunta de praxe.

-Zeus.


Notas Finais


Bye, até o próximo capitulo eu espero que tenham gostado😍😍.


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