História Atlas - Michaeng - Capítulo 9


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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jeongyeon, Jihyo, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Tags Michaeng, Samo, Twice
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Palavras 5.271
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


wow, wow, faz tempo que não atualizo pqp e... complicado, enfim, vou sim terminar essa fic, e... cara, a foto da dahyun na capa do capítulo ficou parecendo que o demonio entrou no corpo dela e adorei por isso deixei, mas nada ver com a fic mesmo asndoiasjdosaia
é isso
boa leitura

Capítulo 9 - Um McLanche Feliz para viagem


Fanfic / Fanfiction Atlas - Michaeng - Capítulo 9 - Um McLanche Feliz para viagem

um mclanche feliz para viagem;

A Grande Casa estava uma confusão. Irene tentava lidar com o fato que Chaeyoung havia trazido uma humana para lá. E Seulgi estava resolvendo outro problema. 

E, para piorar, a droga do Conselho havia acabando de chegar. 

Tinha tudo para dar errado. 

— Rosé, cuide de Mina. — Ordenou Irene. — Seulgi, vá resolver seu problema, mas mande Momo para cá. Chaeyoung, você fica comigo na reunião do Conselho. 

Por mais que Chaeyoung tentasse se concentrar no que aqueles velhos chatos tivesse falando sua mente só se preocupava com Mina. E por conta disso, tudo que eles falavam, ela dizia não.

Odiava o Conselho.

Só concordava com que Irene dizia.

Após a reunião, o Conselho foi embora e Irene suspirou aliviada para depois dar um tapão na cabeça da Son. 

— Na próxima vez, leve-a para um hospital. 

— Agressiva. Agora eu sei quem é ativa de Seulrene. 

— Você quer levar um soco também?

Chaeyoung riu indo, diga-se de passagem, correndo até o quarto de Rosé, Mina estava deitada na sua cama. 

— Ela está dormindo — a ruiva informou assim que notou a presença das duas. — Os cortes não foram profundos, mas ela estava bem nervosa, dei calmantes e…

— E? — Irene pressionou. 

— Ela tem energia de uma guardiã. — A fala fez Chaeyoung ficar incomodada. — Ela é? A Guardiã Saturno-

— Não sabemos. Chaeyoung, venha comigo. — Pediu Irene. Quando saíram do quarto, ela segurou o braço da mais baixa. — Traga a Momo aqui agora. 

— Por quê?

— Apenas traga. 

Chaeyoung não ousou responder, e desapareceu. 

Jisoo apareceu logo atrás de Irene e, com um sorriso, perguntou:

— Me chamou?

— Não deixe Chaeyoung volta aqui até segunda ordem, Jisoo. 

Ela até pensou em contrair, mas apenas assentiu. Aquilo daria uma dor de cabeça. 

— Sim, senhora. — E também desapareceu. 

Irene olhou para dentro do quarto de Rosé e disse:

— Quando acordar, mande ela para meu escritório. 

*

Kana acordou devagar até perceber onde estava e como. Estava seminua, e suas mãos estavam pressa na cabeceira da cama. Tentou se soltar em vão, olhou para frente e viu a mulher de cabelo azul comendo um McLanche Feliz tranquilamente. 

— Você acordou! — Dahyun sorriu. — Oi!

— O que isso significa? 

— Um sequestro — disse tranquilamente que fez Kana rir. 

— Só pode ser piada. Sabe, linda, isso não vai segurar, me solte então. 

— Não tô afim, mas boa sorte tentando. — Kana tentou se soltar, mas não conseguiu. Não entendeu, normalmente teria quebrado as algemas sem nenhum problema. — Essas são mágicas — Dahyun explicou vendo a confusão no rosto da mulher. — Elas prenderam um titã por séculos. 

— O que você é?

— Pergunta errada, Kana. — Os olhos de Dahyun estavam amarelos. — O que diabos são os Minatozaki?

*

Quando Mina acordou notou que estava bem longe de um hospital, sentou-se na cama e observou tudo à sua volta. Parecia que estava em um quarto – um quarto muito rosa –, colocou a mão na cabeça sentiu uma leve tontura e pegou seu celular. Era uma da manhã. 

Olhou pela janela e estranhou, pois estava de dia. 

Também notou que seu celular estava sem sinal. 

Levantou-se devagar, tinha uma espada no canto do quarto e lembrou de Chaeyoung. E da figura estranha que julgava ser um samurai. Engoliu seco. Qual a última coisa que lembrava?

Ah, sim, havia sido atacada na biblioteca, o samurai a salvou e Chaeyoung pareceu logo depois. 

Forçou mais a memória, lembrou como a Son a segurou no colo e tudo ficou embaçado. Também lembrava de uma mulher de cabelo vermelho.

— Está tudo bem? — E lá estava a mulher de pé na porta do quarto. — Ah, eu sou a Rosé. 

Rosé. Houve um estalo em sua memória.

— Uma guardiã… — murmurou ainda zonza. — Onde estou?

— Na Grande Casa — Mina não fazia a menor ideia do que isso se tratava, apesar de já ter escutado esse nome. Rosé sorriu ao ver a pequena confusão estampado no rosto da outra. — Vejo que Chaeyoung não lhe contou tudo.

— Hmm, eu acho que não, mas… — trocou o peso de perna. — É compreensível.

— Sim, venha. Tem uma pessoa que quer falar com você. E acho que ela vai tirar suas dúvidas. 

Mina a seguiu em passos lentos, havia um enorme corredor. Havia cinco portas e, entre elas, quadros. Notou que o primeiro quadro era do Vênus. 

— São os quartos dos guardiões? — Perguntou apontando para o quadro de Rosé que assentiu. 

— Isso. Aqui temos o meu quarto, de Dahyun e da Jihyo. — Deu uma pequena pausa e apontou para a última porta. — Aquele ali é o quarto da Chaeyoung. 

— E esse? — Apontei para segunda porta. 

— De Marte. — Apontou novamente para porta de Chaeyoung. — Chae, Marte, Dahyun, meu e Jihyo unnie. Venha, vamos espiar o quarto da Son rapidinho. Irene unnie nunca deixou ninguém mexer nele. — Puxou a mão de Mina como se fosse amigas a anos e abriu a porta do quarto de Chaeyoung. — Parece que algo morreu aqui…

Reclamou tampando o nariz e a reação de Mina não era diferente. O quarto era um verdadeiro chiqueiro. 

O quarto estava escuro e tudo revirado, honestamente, Mina achou parecido com um quarto de adolescente, notou vários quadros e partituras no chão e na cama. 

— Qual foi a última vez que ela limpou isso aqui?

Rosé tombou a cabeça rindo baixo. 

— Talvez mil anos… — Mina a olhou confusa. — Oh, ela não te contou isso? — Não esperou pela resposta, fechou a porta e a puxou. — Vamos!

Subiram, agora, por uma escada e, diferente do andar debaixo, só havia quatro portas. 

— Os outros guardiões?

Rosé assentiu e disse na ordem.

— Momo, Seulgi, Saturno e… — apontou para maior porta. — É o quarto da Irene unnie, ela que quer falar com você. Boa sorte. 

A guardiã deu um leve tapinha na costa de Mina como se encorajara-la.

Engoliu seco e andou devagar, bateu na porta e abriu. 

Tudo que Mina sabia era que Irene era a Guardiã Líder e a guardiã mais poderosa por isso imaginou uma senhora idosa com cabelo grande e brancos, uma versão feminina do mago Merlim, mas tudo que achou a fez ficar de boquiaberta. 

O quarto era enorme. Havia dois andares e uma estante gigante cheia de livros. Também havia estátuas espalhadas pelo lugar, uma TV gigante e poltronas. Ao olhar para cima, viu uma cama e supôs que dava para ver a enorme TV tanto debaixo ou de lá em cima.  

Aquilo com certeza era maior que seu apartamento. E olha que ele era grande.

Na sua direita, havia um plano de janela transparente e a paisagem era uma cachoeira. Do esquerdo, era estrelas. 

Mas o que fez Mina perder o fôlego foi ver uma linda mulher descendo as escadas. Ela era perfeita.

Engoliu seco ao notar que outra mulher a acompanhava. 

— Uau, ela é a cara da Hina mesmo! — A segunda mulher exclamou.

— Hã… Irene? 

A mulher riu como se ouvisse uma piada. 

— Não, não, eu sou a Jisoo, essa — apontou para primeira mulher que ainda encarava profundamente Mina — é Irene. Vou deixar a sós. 

Ok, Mina pensou, nada de uma velha Marlim.

— Certo — ouviu a voz de Irene e era doce igual de uma cantora. — Me avise se tiver problemas. 

— Ok, chefe!

Jisoo correu e pulou da escada, Mina iria gritar, afinal, ela estava alguns metros do chão, mas desapareceu deixando a japonesa indignada. 

Irene riu baixo. 

— Não se preocupe — disse descendo a escada. — Com o tempo você se acostuma com isso. Vamos nos sentar, sim?

Perto da vidraça que tinha a paisagem havia uma mesa, algo parecido com escritório porque enquanto Mina se sentou do outro lado da mesa, Irene se sentou no outro e analisava a japonesa.

Havia muita coisa em risco e o jogo já tinha começado. Suspirando cruzando as pernas. Mina já sentiu em uma sessão de terapia, só faltava o óculo na Guardiã Líder e, com o silêncio quase insuportável, resolveu quebrá-lo. 

— Hm, Irene? — Conseguiu capturar sua atenção. — Rosé disse que queria falar comigo…

— O que Chaeyoung lhe contou? — Perguntou sem cerimônia. Mina suspirou e contou tudo que sabia até mesmo sobre a vez que encontrou Dahyun quando criança e sobre o unicórnio. — Você não sabe muito. — Concluiu sorrindo. — Eu vou clara. Você está em perigo. 

— Isso eu sei… 

— Isso é culpa de Son Chaeyoung.

*

Chaeyoung não sorria, estava vestida dos pés à cabeça de preto, tinha uma espada azul na costa e outra na cintura. Bocejou andando pelos corredores como quem não queria nada. 

Encontrou quem procurava sentado em uma mesa quadrada com outros três homens. 

— Yanluo! — Chaeyoung cumprimento-o como se fosse um velho amigo. 

Aquele maldito era uma divindade chinesa, o odiava desde que submeteu algo ao jovem imperador que esperava estar queimando no fogo do inferno – o que chegava ser um pouco irônico. 

— Son… — resmungou contragosto. — Está longe de casa. O que quer?

Ela se sentou do seu lado ignorando a presença dos demais, Yanluo, começando ficar irritando, fez um gesto para os demais se retirarem. 

— Eu quero saber a localização de uma alma. 

— Hmm… Está de preto. — Notou. 

— Luto. — Coçou o nariz nervosa. 

— Por quem, Chaeyoung? — Perguntou sério. — Todos estamos de luto. O que aconteceu-

— Acabou. — O interrompeu. — E eu estou te luto, deveria estar feliz por tudo o que houve. 

— Não estou. — Rosnou. — Por culpa sua estou trabalhando horas extras.

— Não foi minha culpa! — Tentou, inutilmente, se defender. 

— Garota idiota. Saia logo daqui. 

Chaeyoung revirou os olhos. 

— Eu só quero saber a localização de uma alma. Não pode me falar?

— Você é chata. Fale. — Movimentou sua mão várias vezes. — Vamos, fale, rápido.

— A alma do imperador. 

Yanluo riu alto. 

— Criança, você é engraçada. Mas não se preocupe, ele está sendo punido. 

— Hmm, creio que não. — Chaeyoung comentou. — Eu o vi hoje mais cedo.

A expressão de Yanluo ficou sério. Ele tinha certeza que o Herdeiro do Sol tinha o matado. Aquela criança era tão travessa até morrer não queria. 

— Impossível!

— Hades já está sabendo disso, foi o procurar. — Chaeyoung ficou de pé sorrindo sarcasticamente. — Sabe como a alma do imperador vale, qual responsável pelo submundo vai conseguir primeiro?

Pensou sozinha e alto. Yanluo rangeu os dentes irritado. Aquela alma era dele. 

— Onde o viu?

— Qual será meu preço? — Perguntou sorrindo. — Hmm… Oh. Já sei! Eu quero uma chave. 

— Chave?

Chaeyoung apontou para o fundo da sala onde automaticamente uma porta de metal apareceu. 

— Ora, para o submundo. 

— Só isso? — Não era grande coisa. Yanluo tirou uma pequena chave do bolso e entregou. — Onde o viu?

— No Leste, perto da praia. Boa sorte. 

— Ok. 

No mesmo instante, ele sumiu. Chaeyoung abriu um sorriso pequeno caminhando até o portão, abriu o cadeado e tudo que viu foi caos. Era fogo por todos os lados. 

Odiava por todas as forças Diyu, mas sacou sua espada azul da costa.

Levantou seu olhar analisando tudo à sua volta.

— Onde será que alma de Hina está agora?

*

— Ela roubou a alma de Hina?! — Mina perguntou surpresa.

— A sua alma — Irene corrigiu. 

— Isso é possível? Como?

— O impossível não existe aqui. — Disse calma. — Guardiões abrem mão das suas vidas futuras, mas Chaeyoung não aceitou muito bem isso quando Hina morreu, e por isso acabou sendo expulsa. 

— E-expulsa?

— Sim… — Irene suspirou. Odiava a expulsão da mais nova. — Foi necessário. Ela- ela tinha aprontando muita coisa aquela época, Yanluo, Hades e até mesmo Lúcifer queriam a morta. Foi o único jeito. Não queria perder mais uma amiga. 

— Sinto muito por Hina…

— Tudo bem. Mas você está aqui agora.

— Estou aqui…

Mina está ali, mas não sentia como Hina. Apesar de ser ela, aquilo não parecia ser ela. 

— Aquilo que te atacou foi primeiro. — Pegou um colar da gaveta, tinha um pingente, uma bolinha com o planeta saturno. Engoliu seco. — Tome. 

Mina hesitou, mas acabou pegando. Era frio. 

— Era de Hina?

Irene negou. 

— É do Guardião Saturno. Todos usaram até mesmo Hina. 

— Existiram muitos?

— Sim — suspirou pesadamente. — Estamos aqui desde o começo. — Irene encarou a janela pensando. Aquilo pareceu triste. — Mas, em todo caso, eu sou a segunda Guardiã Júpiter. A única guardiã original é, ironicamente, a Guardiã Terra. 

— Jihyo? — Perguntou curiosa e Irene assentiu. 

— Sim, somos as mais velhas. Esse pingente- é um saco. Não só de Saturno, mas… — olhou para gaveta e deu uma risada sem graça. — Também estou com o de Marte. — Voltou encarar Mina. — A Seita vai tentar matá-la por dois motivos. Hina foi a pessoa que impediu a Luz do Novo Dia de chegar na terra, não sei se Chaeyoung lhe falou, mas isso é destruição do mundo. 

— Sim, ela comentou… O Imperador quer isso?

Irene sorriu sem mostrar os dentes. 

— Sim. Mas a Seita não algo diretamente ligado a ele, eles servem ao Imperador, mas… Os motivos são por vingança por você na sua vida passada ter impedido isso e porque alguns acham que quando você morrer a Luz do Novo Dia vai chegar, já que a salvadora da terra iria estar morta de fato. 

— A Luz do Novo Dia é o que? Um ritual?

— É algo que tudo que toca destrói. Não podemos deixar chegar na terra. 

— T-terra?

Então, Irene apontou para o teto. 

— Está no espaço vagando por aí. 

— Mas Hina não destruiu?

— É um câncer. — Apoiou a cabeça na parede. — Uma praga. Hina o explodiu em milhões de pedaço, e eles foram crescendo pouco a pouco. Julgar que já faz mais de um milênio… A Luz do Novo Dia já tem força para destruir a terra. Principalmente o nosso Sol. 

Aquilo parecia loucura demais, Mina sentiu um medo irreal, lembrou-se das palavras de Chaeyoung sobre a guerra eterna, isso era a prova disso. Algo que nunca se acaba. E a cada ano que passa vai crescendo. 

— Sol? Mas... Como? Tem que ter algum jeito de parar e-

Irene levantou a mão em sinal de silêncio.

— Não se destrói a escuridão. Pelo menos não isso. A Luz do Novo dia- um nome bem merda, é formando por todo ódio. Para destruir completamente só deveria existir o bem. É uma massa que acumula os piores tipo de sentimentos. 

Engoliu seco tentando afastar os pensamentos do mundo perfeito do Imperador, um lugar que não iria existir a maldade. Já estava suando frio, era crueldade demais. 

— Então... Se eliminamos todo o mal do mundo essa Luz do Novo Dia não vem pra cá?

A guardiã deu uma risada sincera. 

— Não seja ingênua, Mina. — Pediu adotando um semblante sério e frio agora. — Quando falei que deveria existir só o bem quero dizer de todo universo. Nas milhares de galáxia por aí e em todo tipo de forma de vida. Acha possível isso? — Mina queria responder, mas entender o quão grande o universo é por si só era uma tarefa quase impossível. — Somos poeiras, criança — continuou em tom triste —, somos nada, insignificante quando se trata disso, é algo infinito, não temos nem capacidade de crer no tamanho de algo lá fora. Mas... — abriu um sorriso pequeno. — Apesar de tudo isso... Essa é nossa casa, e temos que lutar por ela.

*

Kang Seulgi tinha um sorriso falso no rosto na esperança de esconder todo seu desespero e raiva. Minatozaki Kiki estava furioso. Eles estavam no escritório do japonês já que Seulgi era a única que poderia entrar lá além dos próprios Minatozaki e alguns Myoui. 

— Como sabe que foi uma guardiã que sequestrou sua filha? — Seulgi perguntou. — E que grande segurança- 

O idoso bateu na mesa com raiva. 

— A câmera de segurança da boate. Um dos nossos a reconheceu como uma guardiã.

— Tem aparência? Nome? — Seulgi perguntou, mas queria mesmo perguntar o que a filha mais velha estava fazendo em uma boate.

— Não. 

— Posso ver o vídeo?

Kiki literalmente rosnou. 

— Não, Kang. Eu quero minha cria aqui senão eu juro por minha vida que irei começar uma guerra. Você sabe que isso não é difícil. 

A mulher abriu um sorriso amarelo. Odiava lidar com os Minatozaki, sempre explosivos demais. E para piorar, seus olhos estavam dourados – não aquele dourado que fazia Kim Dahyun morrer de medo, somente sua íris estava dessa cor – e aquilo não abalou Seulgi.

— Irei fazer o possível para trazer sua filha de volta e peço desculpa em nomes das Guardiãs, com certeza foi um engano. Irei averiguar o caso, Sr. Minatozaki, se me dá licença.

O velho só bufou irritado e, após Seulgi sair, um jovem rapaz se aproximou.

— Haru — o jovem se aproximou, ele vestia um quimono e uma katana na cintura. 

— Sim, pai?

— Descubra quem foi pegou sua irmã mais velha.

— E?

— Mate-a.

Haru sorriu, estava animado. Era raro ter missões. Diferente de Kana que ficava com praticamente todas.

— Devo avisar Sana? — Perguntou preocupado. — Se ela foi atrás de Kana-

— Avise-a. Diga que sua irmã mais velha sumiu e solicito sua presença aqui. Urgentemente.

*

Irene caminhava na Grande Casa ao lado de Mina, explicou onde estava e seria difícil compreender já que boa parte do Mundo Místico não usa a lógica humana, mas era impossível chegar até lá sem teletransporte.

Também explicou que sim, o que Chaeyoung havia feito no passado foi por amor a Hina por mais estúpido que possa soar.   

Também contou sobre alguns trabalhos dos guardiões. E deu mais detalhes do que era a Seita. Mina apenas ficou quieta a ouvido. Talvez seja melhor assim. 

Depois Irene abriu um sorriso amigável a convidou para tomar chá junto à Rosé e por mais que quisesse aceitar para saber mais sobre tudo, recusou. Precisava voltar, não sabia que horas eram e temia ter deixando Jeongyeon e Sana – principalmente a última – preocupadas com ela.

Antes de voltar, Irene deu seu número de celular.

— Se tiver alguma dúvida pode me perguntar.

Assim, voltou para o mundo dos humanos com mais informações e um pingente de Saturno.

Apareceu no seu apartamento e sentiu uma leve tontura, se sentou no sofá e a porta do quarto abriu. 

— Mina? — Era Sana. — Quando foi que você chegou e- por que está tão pálida? E que cheiro de rosas é esse? — A mais nova até tentou abrir a boca para responder, mas Sana continuou. —  Não importa, você parece bem, ok, ta viva, sem machucado, não vou perguntar sobre isso agora. Ah, minha irmã Kana foi sequestrada e preciso ir para o Japão, só preciso pegar algumas aqui no apartamento e estou voltando hoje à noite.

— Sua irmã o qu-

— Tchau! — Beijou sua testa e saiu do apartamento tão rápido deixando Mina confusa.

— Ela é estranha… — comentou.

— Verdade.

Ao ouvir a nova voz gritou assustada, se virou e viu Chaeyoung sentada no braço do sofá.

— Mas que caralho!

— Oi! Eu não consegui entrar na Grande Casa e quando cheguei lá, Irene unnie falou que já tinha voltando, está tudo bem? 

Chaeyoung parecia genuinamente preocupada e ansiosa pela resposta, seu olhar era doce e Mina não conseguiu se pronunciar de início. Seu cérebro tentava a todo custo absorver toda informações. Guardiões, reencarnações, uma Seita, Imperador, uma possível Sana-não-humana, Luz do Novo Dia, unicórnio falante que não era bem um unicórnio, um sequestro, Chaeyoung.

E sua experiência de quase morte. Ela tinha sido atacada duas vezes em menos de um mês e ficha finalmente caiu.

Ela podia morrer.

Mais do que nunca, Mina podia morrer agora. A ameaça era real e nítida na sua cabeça. 

Aquilo era demais para sua cabeça e estava começando ter um surto internamente enquanto a maldita Son a olhava com um olhar carinhoso querendo saber do seu bem-estar mesmo que, indiretamente, aquilo era culpa dela segundo Irene. 

Se fosse surtar, iria fazer isso direito. Se tivesse uma possibilidade de morrer – e tinha – iria fazer tudo que tivesse vontade.

Por isso, sem nenhuma explicação, uniu seus lábios ao de Chaeyoung em um ato completamente impulso e insano.

Chaeyoung, que já esperava isso a tempo, nunca achou que iria acontecer nesse momento, estava surpresa, mas feliz. Realmente feliz, sorriu quando se deu conta que estava beijando Mina.

Depois da surpresa inicial passou a retribuir o beijo.

A japonesa colocou sua mão na nuca da Son, a puxando para mais perto e as deixando deitada no sofá agora. O beijo, apesar de ter sido por impulso, se tornou calmo como se quisesse conhecer, explorar a boca uma da outra sem a menor pressa de sair dali.

Mas diferente do beijo lento, seus corações batiam rápido, era como uma combustão de sentimentos.

Quando o primeiro beijo acabou, Chaeyoung não quis abrir os olhos, tinha medo que fosse só mais um sonho. Mina aproveitou para memorizar cada detalhe do seu rosto vendo de perto agora, sorrindo olhou pintinha do lado de sua boca rosada, olhou seus olhinhos fechados, mas com traços de maquiagem, sua pele, nariz e sobrancelha. Por fim, olhou seu sorriso e suas covinhas.

Passou a língua nos lábios umedecendo-o para beijá-la novamente.

Não é um sonho, Chaeyoung pensou ao sentir os lábios de Mina sob os seus outra vez.

Não era um sonho, mas parecia um.

*

Seulgi chegou na Grande Casa bem mais irritada do que saiu, era óbvio. Ficou parada no meio do salão principal, havia passado na adorável sala de música e pegando um conjunto de prato, o instrumento, colocou um cada mão e bateu rapidamente fazendo um som estridente ecoar por toda mansão, continuou com aquilo mesmo causando uma dor de cabeça, mas aquilo não era nada comprando com sua raiva.

— Mas que merda de barulho é esse?! — Momo gritou de algum canto. — Eu quero dormir, Kim Dahyun, sua desgraçada!

Seulgi revirou os olhos, mas continuou batendo ainda mais forte. Logo uma Rosé apareceu confusa.

— O que… O que aconteceu, meu Deus? Seulgi unnie… — choramingou tampando os ouvidos.

Jihyo apareceu logo em seguida, não falou nada, se for outra pessoa já iria dar uma bronca, mas Seulgi não era desse tipo, sentou-se no degrau da escada esperando pelas outras. Irene caminhou com um copo de água, sentou-se do lado de Jihyo.

— Cadê a Momo e a Dahyun? — Seulgi perguntou ainda batendo.

— Momo unnie — Rosé a chamou. — O barulho só vai parar quando vier aqui!

A japonesa se arrastou após alguns minutos vendo que realmente o barulho não iria parar.

— Eu odeio você, Kang. — Seus olhos estavam azul-escuros. 

A que estava com os pratos parou, e tombou a cabeça para o lado observando cada uma delas.

— Onde está Dahyun?

— Na casa da Chaeyoung — Irene respondeu quando terminou sua água.

— Estou com um problema. E eu quero que me digam quem foi porque eu mesma vou matá-la-

— Seulgi — Jihyo reprendeu.

— Quem sequestrou a filha do Kiki? — Ninguém respondeu. — Ótimo, vou perguntar para Chaeyoung e Dahyun.

Momo se espreguiçou, mas quando ouviu o nome de Dahyun, disse:

— Não foi a Dahyun — afirmou.

— Como sabe?

— Ela não tá aqui. — Comentou capturando a atenção de Seulgi. — Ela está no Japão-

— O quê?! — Seulgi gritou. — Argh! Eu vou matar aquela garota!

Antes mesmo de explicar, sumiu deixando todas elas confusas, principalmente Momo e Rosé. Jihyo suspirou.

— Kiki é japonês, Momo — explicou.

— Ah… Eu acabei de foder a Dahyun, né?

— Sim — a Terceira sorriu. — Espero que Seulgi não a maltrate tanto…

*

Dahyun terminava seu suco de maracujá enquanto o celular de Kiki tocava, olhou para o aparelho, conseguiu ler o nome de “pai chato”, riu baixo.

— Ei… — Kana chamou. — Você é fã de maracujá, né? — Dahyun não respondeu. — Estava comendo mousse de maracujá e agora está bebendo suco e- — o celular tocou novamente. — Não vai atender?

— Não. — Respondeu seca.

Kana tentou se soltar novamente, não queria usar seus poderes, mas estava ficando cansada já. Fechou os olhos, tentou sair de novo e se irritou ao ouvir uma risada debochada de Dahyun ao ver a cena.

— Calada. — Ordenou abrindo os olhos, para seu azar.

A Kim encarou Kana vendo, agora, seus olhos dourados. 

 — Oh… — O celular da japonesa voltou a tocar, Dahyun olhou para o aparelho e achou estranho o nome “Kang Seulgi” aparecer na tela. — Conhece a unnie? 

Mostrou o aparelho para Kana quando seus olhos voltaram na cor normal.

— Sim. — Se limitou. — A conhece? 

— Uhum.. Hmm… Eu já vi a Chaeyoung com um desse, serve para falar, né? Como que- como funciona? 

Kana riu baixo.

— Com o dedo você aperta esse círculo verde aí e coloca no ouvido — explicou achando graça, mas curioso, seja lá quem fosse Kim Dahyun, era tão velha que não sabia nem mexer em um iPhone. Fez o que Kana disse. — Agora coloca o celular no ouvido, vamos.

Colocou devagar o celular e se assustou ao ouvir a voz irritada de Seulgi.

Hyun.

— Unnie! — Cumprimentou alegre.

Onde você está? 

— Hmm, complicado isso, mas estou resolvendo algo e-

Você sequestrou a porra da filha do Minatozaki!

— Oh, Seulgi unnie tão esperta! — Admirou a guardiã mais velha saber o que estava fazendo.

— Dahyun, você não está entendendo, sua idiota! — Seulgi suspirou no outro lado da linha. — Eu tenho ligação com eles. 

Tirou o sorriso no rosto, e ficou séria. Aquilo era interessante.

— Explique. 

Eles são um clã antigo, Dahyun, e são do meu setor!

 — Droga… — murmurou. — O que eles são?

Dahyun, vá a merda, você tem cinco minutos para libertar essa garota porque eles estão ameaçando começar uma fodida guerra!

Dahyun levantou o olhar para Kana que agora sorria, ela conseguia ouvir a conversa por causa da sua boa audição. 

— Ok, eles podem ser do seu setor, mas estão lidando com algo do meu interesse. Essa garota tem ligação com a M-

Eu não me importo e não quero saber. Estou fazendo isso pelo seu bem, Dahyun, o pai dela é forte, então, por favor, solte a garota. 

— Tá. — Disse simplesmente. 

Não era todo dia que Kang Seulgi pedia por favor a alguém. Sua pequena investigação teria que esperar. 

A chamada foi encerrada e Dahyun encarou Kana de olhos dourados. 

— E aí, docinho? Vai me soltar agora? — Perguntou com um maldito sorriso no rosto. 

Mas Dahyun era orgulhosa e apenas sorriu, pegou a chave do quarto e abriu a porta. 

— Bye, bye, Kana-chan!

Passou pela porta a deixando aberta. Kana sorriu alto esperando inutilmente que a mulher voltasse. 

— Dahyun? — A chamou entrando em desespero, ela ainda estava seminua e presa na cama. — Dahyun?! — Deu uma risada nervosa. — Isso não pode ser real!

*

Chaeyoung tinha um sorriso no rosto enquanto jogava, apesar do placar do jogo estar seis a zero, ela não se importava – o que era uma surpresa, a Guardiã Plutão sempre foi competitiva, principalmente com Dahyun. 

Mas lá estava ela, levando uma surra em jogo qualquer de Mina, mas ela realmente não se importava, pois toda vez que perdia fazia um bico malditamente fofo que Mina não conseguia resistir em unir seus lábios em um beijo de consolo pela derrotada – mas sempre, sempre – se transformava em algo mais. 

Só então Mina notou que era uma estratégia de Chaeyoung. 

— Você está perdendo de propósito! — Acusou vendo o “vitória” na sua parte da tela. 

— Eu? — Perguntou em um modo claramente forçando. — Eu não, eu sou muito ruim nesse jogo — Mina soltou uma risada incrédula. — Agora cadê meu beijo?

— Ridícula. 

Chaeyoung sorriu antes de beijá-la novamente, era um vício antigo.

E se segurou para não soltar um “eu te amo” agora. Ela teria que ir com calma. Muita calma. 

Mas Mina não parecia ter essa ideia quando tomou a iniciativa de subir no colo de Chaeyoung afundando o beijo e o tornando mais carnal. 

Chaeyoung quis morrer. 

Mina beijava tão bem, mas tudo acabou tão rápido porque Jeongyeon entrou no apartamento ficando vermelha. 

— Não são nem nove da manhã… — Mina saiu de cima de uma Chaeyoung atordoada. — Ei, Son, eu queria falar com você mesmo, sobre sua música…

As duas foram para um escritório de Mina, não tinha por que da japonesa participar da reunião, então ficou na sala vendo seu celular. Havia beijando Chaeyoung e tinha passado a madrugada toda jogando conversa fora e alguns jogos, o tempo escapou em piscar de olho e a manhã chegou (junto com Jeongyeon), e, infelizmente, sua consciência. 

Havia beijando Son Chaeyoung. Olhou para trás vendo ela concordando com algo que Jeongyeon falava. 

Havia beijando Chaeyoung, a pessoa que havia roubando sua alma no passado. 

Havia beijando Chaeyoung e, pior, havia gostando. 

E queria repetir. 

Seus olhares, por um instante, se cruzaram e Chaeyoung abriu aquele sorriso que só ela tem, aquele sorriso que poderia iluminar uma cidade inteira, aquele sorriso que poderia literalmente salvar a vida de Mina. 

Aquele sorriso que fazia o coração de Mina se aquecer. 

Então, percebeu que poderia ter ganhando daquela anã no videogame, mas havia perdido seu coração para ela na vida real. 

*

Dahyun riu, riu como se estivesse ouvindo a melhor piada, mas Irene continuou a olhando sério. Seulgi continuava de braços cruzados. 

— Ótima piada! 

— Não é piada. — Irene disse fechando os olhos. Ela só queria que aquele dia acabasse logo. 

— Você não pode estar falando sério, Joohyun. 

Irene abriu os olhos, eles estavam alaranjados. Dahyun bufou. 

— Eu não estou tirando seus poderes por ter quase começando uma guerra, mas também por ter roubado a Espada Sol. 

Dahyun encarou Seulgi com ódio jurando vingança. 

— Joohyun, eu- sinto muito — tentou o apelo, mas era tarde demais. 

Irene já estava olhando para seu planeta pendurado que pouco a pouco a luz ia se apagando. Aquilo, no entretanto, foi doloroso demais para a Kim que caiu no chão gritando de dor. 

Só quando acabou conseguiu respirar e todo seu corpo estava doendo. Sua respiração estava pesada. 

— Ela- ela está bem? — Seulgi perguntou preocupada. 

E Dahyun quis rir, aquilo era culpa dela!

— Vá a merda. — Murmurou quase sem força. 

— Ok, ela está bem.

Irene se aproximou ajudando Dahyun a ficar de pé.

— Quanto t-tempo?

Perguntou baixo tentando ficar de pé. Mas aí Seulgi já achava que era drama da mais nova. 

— Tempo indeterminado. — Dahyun quis gritar e matar Seulgi. — Vou te levar para o mundo dos humanos-

Seus olhos se arregalaram, Irene suspirou. 

— Eu vou morrer lá! 

— Você é só uma humana agora, Kim, não pode ficar aqui. 

— Chaeyoung ficou aqui! E Mina também!

— Dahyun-

— Me solte! — Foi para longe de Irene quase caído. — Eu dou meu jeito! E não contem comigo para nada. 

— Isso não vai acontecer. — Seulgi garantiu. 

— Eu posso não ter poderes agora, Kang, mas eu sou a mais inteligente daqui. Vocês vão precisar da minha ajuda cedo ou tarde e, merda, eu vou ter o prazer de negar isso. 

Saiu do escritório, talvez Momo estivesse ainda na Grande Casa, ou Rosé. 

Seu orgulho nunca deixaria Seulgi e Irene a enviarem para o mundo dos mortais, mas para sua infelicidade, nenhuma das suas amigas estavam ali. 

Só Jisoo. 

E Jisoo sorriu ao ver que Dahyun não passava de uma humana agora. 

Pediu ajuda para ir para os mundos dos mortais e Jisoo a ajudou, mas… Havia um problema. 

Dahyun havia tentando matar Mina. 

Não só isso, a Kim havia feito várias merdas aos longos dos séculos, principalmente para Jisoo que adorou a ideia de deixá-la em beco. 

Um beco que estava Haru. 

O quarto filho dos Minatozaki, aquele com a missão de matar Kim Dahyun. 

Já a ex guardiã sabia que algo estava errado quando percebeu onde estava. Claro que Jisoo iria fazer algo do tipo, mas seu coração bateu feito louco ao ver aqueles olhos dourados. 

Haru, como de costume, vestia um quimono preto, mas agora sua katana estava em sua mão. 

E seus olhos… Com a íris dourada e a pupila fina, Dahyun lembrava bem daqueles olhos. Eram os olhos do demônio. 

Então, soube qual a ligação dos Minatozaki e Myoui quando a katana atravessou sua barriga. 

Agarrou a katana firme cortando sua mão tentando evitar que a perfurasse mais, mas Haru tinha uma força sobre-humana. 

Dahyun caiu no chão encarando os olhos dourados enquanto o jovem terminava de enfiar a katana em seu corpo.

Cuspiu sangue.

Seu olhar voltou para lua cheia no céu, e tudo ficou embaçado. 

Kim Dahyun sabia, era seu fim agora.


Notas Finais


ei, não me matem, e vão ler minha nova fic saida, save me, save you rsrs só entrar no meu perfil ai, amo vcs, até o próximo


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