História Atlas-Kim Namjoon - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 10
Palavras 1.677
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Fluffy, Hentai, Lemon, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Acharam que eu não ia rebolar minha raba hoje? Pois acharam errado! Olá meus babys, bom aqui tem mais um capítulo (havá), espero que gostem, hoje temos a entrada de mais um personagem muito importante! Prestem atenção ❤

Música: Outra vida -armandinho cover.

Capítulo 4 - IV: Meu nome é.


Fanfic / Fanfiction Atlas-Kim Namjoon - Capítulo 4 - IV: Meu nome é.

“Talvez não seja nessa vida ainda,

Mas você ainda vai ser a minha vida”


—Gab? Ah meu Deus, Gio! Ela dormiu na mesa, de novo! -Gritou Juliett para a cacheada que preparava o café.

Gabriela estava debruçada na grande mesa branca, seus compridos cabelos loiros estavam jogados pelo seu rosto e pelos inúmeros papéis. Do canto de sua boca um filhete de saliva escorria, enquanto seus olhos tinham grandes olheiras. Passara a madrugada editando as perguntas e respostas, fazendo a lineart no Photoshop, ela queria provar a Min-Ho de que era capaz de tudo.

Juliett aproximou-se na ponta dos pés, passou os dedos pelo rosto da amiga afastando os fios da franja. Ela precisa descansar. Pensou, suspirou e decidiu deixa-la dormir. De repente o celular de Gab tocou, ela deu um pulo e desligou o aparelho. Era hora de trabalhar. Levantou se arrastando, foi até o banheiro, deixou a banheira encher e se despiu entrando logo em seguida.

O banho relaxou seus músculos cansados. Fechou seus olhos lembrando dele, nem acreditava que conseguira falar com seu Bias desde a infância sem travar. Algo ainda a intrigava, o que sentiu quando o viu; Não era um simples fanatismo, ela estava com tantas saudades, como se o conhece-se de perto a anos.

Percebeu seus dedos enrugados e decidiu sair da água. Enxugou o rosto e viu suas bochechas rosadas pelo vapor do banheiro. Ele era tão bonito e tão... Diferente? Ou apenas, mais elegante do que ela imaginava? Mais... Afiado nas respostas? Tanto faz, todos se encaixam! Gabriela pegou um vestido simples de mangas e um sapato de salto baixo, amarrou o cabelo num coque e saiu. Na cozinha Juliett tomava sua vitamina enquanto lia um livro, já Gio fritava bacon e mexia ovos para seu café.

Sol -a cachorrinha de Gab- veio correndo em direção a dona dando-a várias lambidas em puro carinho. A loira abaixou e começou a agradar a idosinha chamando a atenção das outras duas presentes.

—Você não vai trabalhar, vai?! -Disse Juliett olhando-a séria.

—Vou, eu tenho que ir, afinal estou longe da alforria ainda! -Disse Gab rindo enquanto bocejava.

—Agora você realmente está se tornando uma escrava! Min-Ho é um cuzão isso sim! -Gio pós seu prato na mesa e cruzando os braços.

Gabriela deu de ombros e serviu-se de um pouco de vitamina de morango, pegou sua rosquinha começou a comer tentando manter-se acordada. Hoje era quarta-feira, portanto Gab não teria de ficar o dia todo no jornal, apenas entregar seu trabalho pronto e depois ela teria de ir ao tatuador terminar sua quarta tatuagem, assim tendo a tarde toda para dormir e comer.

Como ela sempre gostou.

Terminou de comer, foi escovar os dentes e depois despediu-se das duas mais velhas. Por algum motivo ela queria ir à pé, andar um pouco e observar Seoul. O dia estava enrolado e fresco. Perfeito. As ruas nunca estiveram tão calmas como agora, isso era estranho, mas não deixava de ser bom. Gab virou na terceira esquina, que tratava-se de uma viela estreita e silenciosa.

Uma brisa gostosa balançou sua franja fazendo com que ela fechasse os olhos e sorrisse em puro deleite.

—Mocinha! -Uma voz bastante idosa chamou atrás de si.

Uma senhorinha muito baixa, de pele bem escura e cabelos grisalhos estava alí, parada, sorrindo para Gab.

—Sim?

—Aproxime-se, permita que Mama Siele leia seu destino! -Disse a senhorinha com uma pequena bola de cristal em mãos.

Gabriela sempre fora ensinada a não falar com estranhos, mas o que uma velhinha poderia fazer de mau? Chegou mais perto e ajoelhou na frente da senhora.

—Deixe-me ver, suas mãos são delicadas. -Siele acariciou as pequenas mãos de Gab. -É você! Você é a criança amada pela deusa do destino!

—Desculpe, o que?

—Escute, ela ainda está aqui! Ela quer você morta outra vez, procure o Seok, faça o que ele pedir. Leve o Kim com você! -A senhora falou rápido demais para que a loira pudesse entender.

Antes que Gab pudesse falar algo a velha foi embora, deixando-a confusa para trás. O vento quente balançou outra vez seus cabelos e vestido, agora ela estava realmente sozinha. Sons de buzina e do trânsito infernal de Seoul começaram a aparecer. Isso foi surreal. Um choque de realidade atinge Gabriela que procura apenas ir até o jornal.

Depois de duas quadras ela estava na frente do SeoulDay's. Entrou e foi logo atrás de Min-Ho. O diabo (como ela gostava de o chamar), estava sentado em sua mesa de vidro. Gabriela respirou fundo e se aproximou com a pasta em mãos:

—Min-Ho, eu terminei! Espero que esteja tão incrível quanto me pareceu. -Min-Ho pegou as folhas e começou a ver.

Conforme o coreano passava as folhas ela podia sentir seu suor escorrendo pela testa. Engoliu em seco quando ela limpou a garganta e a olhou sorrindo de lado:

—Francamente? Você pode não ser tão competente assim, mas sua entrevista realmente está perfeita! Até o cuidado com o designer! -Pela primeira vez ele foi sincero com ela.

—Bem, que bom que gostou! -Ela sorriu.

—Sua entrevista será publicada neste sábado, até lá está dispensada, pode ir para a casa. -Finalizou Min-Ho relendo a entrevista.

Gabriela sorriu e se retirou do local. Eu consegui! Cantarolou em sua mente dando pulinhos. Agora teria o dia todo de folga, iria terminar sua quarta tatoagem e voltar para casa na intenção de dormir até o dia acabar.

Ela gostava de se tatoar, mas infelizmente sua quarta tatoagem seria também a última, já que todas as outras também eram consideravelmente grandes. Seguiu até o Studio já se preparando para a dor.

Namjoon tirou o casaco e amarrou em sua cintura. Havia esquentado de uma hora para a outra em Seoul, coisa normal, porém irritante. Virou o boné para trás e seguiu com sua caminhada de todos os dias pelas ruas de Seoul. O clima quente porém nublado deixava o dia como ele gostava, só teria mais algumas semanas antes de conhecer sua "futura esposa", então usaria este tempo para pensar nos próximos atos.

Namjoon passou em frente a uma lanchonete, aproveitou para comprar um suco e seguiu o passeio. Olhou para um estúdio de tatuagem. "Eu gostaria de poder fazer uma". Claro que aquilo não seria possível, já que a empresa não permitia tal coisa, ele poderia ter um surto de adrenalina e fazer por conta própria, mas com certeza seria expulso da empresa.

Quando foi voltar a andar distraído, Namjoon sentiu seu corpo bater contra outro. —Oh me desculpe eu... É você!

—Você...Lembra de mim? -Perguntou a loira ajeitando seus óculos.

—Não é como se fosse esquerda alguém como você. -Namjoon disse vendo-a sorrir.

—Mas, nós nem nos falamos direito! -Gabriela respondeu sorrindo.

Os dois riram, Namjoon não podia para de pensar em como ela era bonita. Seus olhos desceram pelas pernas da menina onde ele notou um plástico cobrindo um grande desenho na perna dela. Oh, ela fez outra, essa parece muito maior. De repente ele se viu perguntando se era muita indiscrição perguntar sobre.

—E então, o que um líder super ocupado faz por aqui?

—Nada em especial, apenas dando um passei. -Namjoon respondeu despreocupado. -E você?

—Entreguei a entrevista e finalizei minha tatuagem. -Gab virou um pouco a perna para que ele pudesse ver a pequena parte que o vestido mostrava.

—Uma cobra e uma rosa? Isso é interessante, por quê o escolheu?

—Representa força e amor, eu sempre gostei do significado. -Ela sorriu.

—É um significado curioso... Eu estava indo para uma livraria que serve café, quer ir comigo? —Namjoon sorriu tímido.

—Sinto muito Kim, eu estive trabalhando a noite toda, estou indo pra' casa dormir. -Gabriela sorriu e deu uma pequena reverência.

—Antes eu preciso que me diga algo.

—O que?

—Seu nome, eu ainda não sei.

Gabriela riu. Sua mãe sempre disse que ela muito desligada e, realmente era muito vacilo de sua parte.

—Meu nome é Gabriela!

Gabriela chegou em casa muito feliz. Ele queria saber seu nome, isso para ela era uma vitória. Ela estava quase pulando de alegria para contar a novidade, foi quando ela viu Juliett sentada no sofá com a cabeça entre as mãos.

—O que aconteceu?

—Gio, ela foi ao consulado, ela tem medo que aquela coisa tenha chegado a Coreia. —Respondeu a morena com o tom de voz preocupado.

—Não, ela não pode! Ela não vai nos achar, é impossível! -Responde Gabriela sentando-se ao lado da mais velha.

—Vocês diviam aprender a esperar a notícia! -Disse Gio entrando pela porta.

Gio carregava em seu rosto um expressão neutra, a conversa seria séria, mas nada de preocupante. Não era novidade que a tal coisa perseguiu elas por todo Brasil e agora estaria à caminho do solo sul-coreano. A coisa não era ninguém menos que a mãe de Gio, Silvana. A fuga da cacheada para ficar longe da mãe não era alguma rebeldia, mas sim uma forma de ficar viva.

Silvana sofria de distúrbios psicológicos. Distúrbios esses que a levaram a odiar sua própria filha. O ódio por Gab e Juliett veio depois, quando ambas defenderam Gio. Desde então a mulher fez a vida das meninas um inferno.

—Silvana esteve tentando tirar visto coreano, a polícia me comunicou, tem algo errado desde então. Ela não tem mais tentado fazer nada, é como se estivesse sumido! —Completou sentando-se ao lado das outras.

—Isso não significa que estamos à salvo... —Sibilou Juliett.

—Mas como?...

A campainha tocou cortando a fala de Gab, elas se entreolharam e a loira levantou-se para atender. Com o medo esquentando suas juntas. E se fosse aquele demônio?! Na verdade era outro "demônio". Min-Ho estava parado na porta com um sorriso amarelo, em suas mãos havia um belíssimo envelope preto enfeitado.

—Min-Ho? O que?

—Senhorita Conti. Eu vim até sua casa para entregar esses convites para a festa que irá acontecer no sábado em Gangnam, como seu desempenho na entrevista com Rap Monster, quero que cubra essa também.

—Você diz com câmera e tudo?!

—Na verdade, fosse seria convidada V.I.P por ser da imprensa, aqui tem três convites, caso queria levar alguém. —Min-Ho entregou o envelope para a loira. —As bebidas são liberadas para a impressão, portanto moderação.

—Tudo bem, só isso?

—Sim, até logo.

Min-Ho foi embora, Gab deu de ombros e entrou no apartamento sorrindo. As amigas a olharam confusas, ela apenas sorriu ladino e disse:

—Meninas, nosso sábado vai ser animado!


Notas Finais


Bom, foi isso ^^ espero que tenham gostado, escrevam o que acharam e favoritem. A mãe ama vocês k ❤


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