História Atores infiéis - Capítulo 2


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Ban, Diane, Elizabeth Liones, Escanor, Gowther, King, Meliodas, Merlin
Tags Ator, Atriz, Comedia, Piadas, Romance
Visualizações 30
Palavras 1.026
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - MINA!


Hoje é sexta, não vou gravar nada hoje pois estão com algum problema técnico lá no estúdio. 7 horas em ponto e eu já estou arrumado para a academia. Pego minha mochila e minha garrafa d'água.

Chego lá alguns minutos depois, não é muito longe da minha casa.

— Fala, Nicholas. — Pedro me cumprimenta assim que eu entro na academia, ele é o dono daqui.

— E aí, patrão. — Dou um aperto de mão firme nele dando um sorrindo amarelo.

— Pegando muitas gatinhas?

Dou uma risada. — Bom dia pra você também. — Ele sorri reclamando pela minha falta de resposta e eu o deixo. Queria eu ser o dono de uma das melhores academias da capital.

Acho que vou começar pela esteira...

Deixo minha bolsa em um canto e vou em direção à esteira. No caminho vejo Ban levantando peso, ele sorri ao me ver, como sempre. Pois é, muitos atores da série vêm treinar aqui, até porque a maioria são ricos e famosos e essa é uma academia ótima, eu já falei isso, não?

— Ban! 

— Capitão!

— Eaê cara, tá pegando pesado hoje? — Digo olhando para seus pesos.

— É, tô inspirado. — O platinado sorri constrangido, hmmm, tem algo estranho aí.

Dou de ombros. — Muito bem, boa sorte nessa. — Dou uns tapinhas em suas costas.

— Pra você também. — Olho de relance para Ban e ele disfarçava um sorriso cínico. — Ela tá aqui hoje.

— Ela? — Pergunto confuso e ele dá uma olhada engraçada, nessa hora eu reviro os olhos. — Ah, claro, ela. Puff... e eu pensando que ela só vinha de noite.

Deixo Ban, e vou até as esteiras sem olhar para trás nem presto muita atenção ao meu redor. Subo em uma aleatória e ligo deixando numa velocidade média. Enquanto eu corria percebo que algo estava nos meus pés atrapalhando, paro a esteira e olho para baixo, tinha uma bolsa grande do lado da minha esteira e a alça estava nos meus pés, cruzo as sobrancelhas e antes de eu poder pegar ouço uma voz irritante atrás de mim.

— Ei! A minha bolsa! 

Me viro e lá estava ela: Elizabeth.

— Porra, tá de brincadeira né?! — Ela vinha com pressa e raiva, pega com violência a sua bolsa e bufa.

— Você só aparece nas piores horas e no lugar errado, olha por onde pisa! — Ela se vira e deixa a bolsa perto de um aparelho, a prateada se coloca no lugar e começa a puxar ferro ainda brava. — Eu hein.

— É só não deixar as suas coisas largadas por aí, caralho. — Respondo com o sangue fervendo mas tento ignorar esse sentimento voltando a correr.

— Olha quem fala, Sr. Organizado.

Estalo a língua me concentrando mais na corrida, pego meu MP3 e coloco uma música qualquer, botando os fones, lógico.

Visão de

ELIZABETH 

Nicholas me ignora totalmente voltando a correr, eu também me foco no meu exercício. Mas, algumas vezes, no canto do olho eu o olhava. Ele é um idiota, não serve pra nada além de ser uma pedra no meu sapato e ainda por cima sempre causa problema no estúdio. Ah, não sei porque eu tenho tanta raiva dele, só sei que o quero bem longe de mim.

Ele corre igual um cachorrinho, olha essa bunda...

Eca, Natália!

14 horas

DEPOIS 

Saio do banheiro mas não sinto muita diferença. Eu normalmente tomo banhos frios. Sento na minha cama onde já tinha uma roupa arrumada, pra ficar em casa.

Ao lado meu celular vibra, eu o ligo.

"Mãe 

Por que você não me atende?"

Coloco o celular em modo silencioso e desligo em seguida, jogo para qualquer canto aleatório da cama. Visto minha roupa, uma camisa larga e uma calça de tecido aconchegante.

Saio do meu quarto e desço as escadas. O único barulho da minha casa sou eu mesma, já que nem animal eu tenho.

Vou lentamente até a cozinha passando pela sala, chegando lá vou até meu armazém de bebibas e pego a garrafa de tequila. Não demora muito pra eu já colocá-la em um copo.

Suspiro e tomo um gole com olhos tristes. — Algum dia eu melhoro.

Mais um gole, outro, e outro, e outro...

Visão de

DIANE

— Hm, ela não está vendo minhas mensagens! — Reclamo alto.

— Não? Ela estava bem hoje de manhã, disse que não tinha nenhum compromisso. — Mina se aproxima de mim botando o olho curiosa no meu celular.

— Pois bem. Nenhum sinal de vida. 

Desligo o celular, desisto de falar com a Nat. Como hoje não íamos gravar nada eu e Mina decidimos convidá-la para sair, o que ela normalmente faz. A gente saí para ir em baladas, encher a cara ou simplesmente ir numa pizzaria. Mas às vezes parece que ela está morta e não atende nem as ligações. Com certeza aquela cobrinha deve estar com outras pessoas fazendo coisas mais importantes, se ao menos ela se importasse em dar atenção para suas amigas...

Nesse momento eu e Mina estamos numa balada, com mais alguns amigos nossos. Se você esqueceu, Mina é a atriz de Elaine na série.

— Deixa pra lá. A Nat deve tá ocupada, e além disso, temos pizza! — A loira morde uma fatia da comida e parece ir às estrelas. — Que delícia!

— Se você diz. — Dou de ombros e tomo meu refri. — Hmm! Falando nisso, cadê sua namorada?

— Oi? Namorada? Ah, a Kelly. Você sabe que ela não é minha namorada faz dias.

— E eu acho muito estranho você vir com sua ex pra balada apenas como "amigas".

— Qual é, Diane! Não é porque é minha ex que não podemos ser amigas.

— Diane?

Elaine sorri e dá um tapinha na testa. — Sorry, eu tô pegando essa mania do meu irmão. Ai, que vergonha. — Suas bochechas ficam vermelhinhas e eu acho isso extremamente fofo.

— Não foi nada. — Sorrio amigavelmente.

Mina dá risadas um tanto nervosas.

— Tudo bem então... — No meu descuido a loira rouba meu copo e termina o meu refri. No fim, ela me dá um sorriso amarelo.

— MINA!



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