História Atores Pornô - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Jay Park, JBJ, Seventeen
Personagens Chen, Hong Jisoo "Joshua", Jackson, Jay Park, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Junghan "Jeonghan", Kai, Kim Donghan, Kim Namjoon (RM), Kim SangGyun, Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Kim Yongguk, Kris Wu, Kwon Hyunbin, Lee Jihun "Woozi", Lu Han, Mark, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Roh Taehyun, Sehun, Seungcheol "S.Coups", Takada Kenta, Xiumin
Tags Atores, Bts, Chenmin, Cheolsoo, Daddy Kink, Edgplay, Exo, Got7, Hunhanjbj, Jayhan, Jbj, Jikook, Kaikris, Kookmin, Kriskai, Markson, Namjin, Pet Play, Sehan, Seventeen, Suzi, Taeseok, Vhope, Wooga, Xiuchen, Yaoi, Yoonhoon, Yoozi
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Palavras 2.323
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Lê as notas finais, por favorzinho!

Capítulo 6 - Não suje o nome da família


 “— Mas você tem certeza que é a coisa certa para você, filho?

 

— Eu tenho mãe. Eu sei que é a coisa certa a se fazer, eu sinto isso.

 

— Você não me disse que não confiava nela?

 

— Eu disse, mas eu a amo… E as pessoas mudam.

 

— Algo não me cheira bem nisso tudo.

 

— Você não aceita nenhuma das minhas escolhas!

 

— Eu digo isso, mas é porque sei que está errado! Por que não contrata um detetive particular para descobrir o que ela faz?

 

— Eu não vou invadir a privacidade dela, mãe!

 

— E se ela estiver te traindo?!

 

— Ela não está!! Eu sei disso!

 

— Você é muito precipitado, tem um mês que namora e já quer casar? Você só tem dezoito anos!

 

— Você não entende! Cuida da sua vida, eu sou maior, faço o que bem entender!

 

— Não seja tolo! Isso é burrice, idiotice!!

 

— Eu não ligo! É o que eu quero!

 

— Então vá! Mas depois não venha nos pedir para voltar.

 

— Eu sei muito bem o que estou fazendo.

 

O garoto pretendia fazer uma surpresa para a namorada. Apareceria em sua casa, e a pediria em casamento. Já haviam conversado sobre isso uma vez, não tinha erro. Esse pedido seria fantástico, principalmente por ser o dia do aniversário da garota.

 

Ele tinha a chave daquele lugar, então entrou. Achou estranho o fato de todas as luzes estarem apagadas dentro da casa, mas apenas ignorou. Caminhou cautelosamente pelo extenso corredor, não acendendo as luzes para não indicar sua presença do local.

 

O silêncio era predominante. Isso era assustador, mas não o impediria de fazer a tão desejada surpresa. Parou em frente à porta, abrindo-a calmamente.

 

 

Olhou para dentro do quarto, e viu a possível pior cena de sua vida: a namorada na cama com o melhor amigo. Isso o quebrou por completo. Não é que fosse algo surpreendente, pelo contrário… Ele sabia que estava sendo chifrado, mas nunca pensou que seria pela pessoa que mais confiava.

 

— Que porra é essa? — a irritação era evidente em sua voz.

 

Ambos deram um pulo da cama, a garota rapidamente embaixo do lençol, e arregalou os olhos para o garoto que entrou no quarto.

 

— Me respondam! — disse em tom ríspido, desviando o olhar para o amigo — Joshua! Mas que merda!!

 

— Não é o que está pensando Jihoon… — disse o amigo, não ligando por estar literalmente nu ali.

 

— Não, não é! Vocês não estavam transando, eu não estou sendo corno!

 

— Mas Woozi… — a garota continuaria, mas foi interrompida.

 

— Não me chama assim sua vadia! Em pensar que eu te amei… Nunca mais me procurem!”

 

Então o garoto acordou em um pulo, olhando ao redor para ter certeza de que não passou de um sonho com lembranças ruins.

 

Ele não conseguia entender como fora burro o suficiente para acreditar que não estava sendo trouxa ao namorar Mina, mas uma questão confundia mais ainda seu cérebro: por que logo Joshua? Isso estava em sua cabeça fazem uns… Cinco, seis anos.

 

Já cogitou diversas vezes ligar para o garoto e perguntar, chegava a dar dor de cabeça de tanto que essa dúvida martelava em sua cabeça. Mas, ele prometeu a si mesmo nunca mais contatar Joshua ou Mina, e Jihoon era um homem de palavra.

 

Balançou levemente a cabeça, tentando de alguma forma espantar as lembranças, não só a da traição. Mas de certa forma se sentia orgulhoso só de estar vivo… Quando olhava para seu passado e via tudo o que passou, sentia-se um vencedor por ter aguentado tanto tempo, porque olhando para o presente, sua vida estava consideravelmente ótima.

 

Porém, naquele dia não estava tão bem assim. Estava com um aperto no coração, pois teria que — tecnicamente — enfrentar um de seus maiores medos: ir até a casa de seus pais. Só iria porque queria conhecer o irmão adotado, se não, sem chances.

 

Não que o garoto não gostasse dos pais, pelo contrário, mas… Nenhuma família aceita o filho como ator pornô tão facilmente… E eles dois sempre implicavam com Woozi por isso, principalmente pelo fato de ser o passivo na maioria das vezes, e pela maneira que se vestia.

 

Realmente, não era o melhor emprego do mundo, mas era o que o garoto havia conseguido. Tentou outras coisas.

 

Modelo? Estava fora dos padrões de beleza.

 

Estilista? Seu senso de moda era medonho.

 

Piloto de avião? Ninguém queria um baixinho invocado controlando um avião.

 

Cozinheiro? Ele queimou macarrão instantâneo!

 

Ator? Não sabia atuar direito.

 

Ator pornô? Basicamente transar, então estava dentro.

 

Transar era algo bem rotineiro na vida de Jihoon para falar a verdade, porque antes de conseguir um emprego “descente”, se prostituía para conseguir se manter, já que, apesar de morar na casa dos pais, precisava comprar os próprios suprimentos.

 

━━━━━༺༻━━━━━

 

Quando finalmente chegou na casa dos pais, decidiu rever suas roupas. Realmente, estava parecendo uma puta, mas tentou ignorar isso, já que eram as roupas que gostava, e precisava se acostumar para o novo filme — o mais bem planejado aliás — do estúdio. Parou em frente aos portões, revirando os olhos ao ver um segurança.

 

Realmente, sua família era rica, mas seus pais não o davam valor e nunca sequer pensaram em o ajudar.

 

— Posso ajudar? — perguntou o segurança, assim que viu o garoto parado no portão.

 

— Quero ver meus pais — respondeu Jihoon, em um tom ácido até demais.

 

— E quem são seus pais?

 

— Não é óbvio? Os donos desse lugar.

 

— Acho que você se enganou — disse em tom zombeteiro, enquanto estralava os dedos.

 

— E eu tenho certeza que estou no lugar certo — disse semicerrando os olhos.

 

— Duvido que seja filho dos senhores Lee.

 

— Ah é? Por quê?

 

— Seu shorts jeans está mostrando praticamente toda sua área traseira e sua calcinha, o que eu não entendi, mas isso não vem ao caso.

 

— E o que tem? Eu me visto assim!

 

— Acho que você está procurando um bordel assim.

 

— Vai tomar no meio do seu cu!

 

— Sua incrível falta de respeito me faz desacreditar que você tem qualquer relação com os Lee.

 

— Me deixa entrar, eu quero ver meu irmão!

 

— Sinto muito, mas mesmo que tivesse parentesco com a família, não o deixaria entrar, apenas pela sua roupa, eles não querem exemplos errados para o garoto.

 

O garoto apenas revirou os olhos, pensando em alguma solução. Teve uma ideia consideravelmente boa, mas errada, e decidiu colocar suas “habilidades” em prática.

 

— Como você chama? — perguntou com um sorriso ladino no rosto.

 

— Me chamo Kim Chul.

 

Jihoon derrubou propositalmente uma caneta que estava em seu bolso no chão, mais especificamente, atrás de si. Se virou, e abaixou, deixando suas pernas esticadas e a parte traseira empinada para o segurança, naquele momento agradeceu sua flexibilidade. Deu um sorriso vitorioso ao sentir que o mais velho estava olhando para onde queria.

 

— Então, Kim… Vamos fazer um trato?

 

— Trato? Eu levo meu trabalho bem a sério.

 

— Ah, por favor… Pelo menos escuta… — pediu em tom manhoso.

 

— Pode dizer, mas não aceitarei.

 

— Você me deixa entrar sempre que eu quiser… E eu te dou shows particulares, se é que me entende, sempre que você quiser… Menos quando eu estiver em horário de trabalho.

 

— Essa é sou oferta? — perguntou em tom debochado — E com o que trabalha?

 

— Eu sou ator pornô… Eu sei como tornar uma noite inesquecível, daddy… Posso ser bem melhor que qualquer um… Eu faço o que quiser…

 

— Eu sou casado, e tenho um filho, que infelizmente seguiu seu caminho. Não vou trair minha mulher.

 

— Meu caminho?

 

— Ele também se tornou um viado desprezável, igual você.

 

Claro que aquelas palavras doíam, mesmo que viessem de uma pessoa qualquer, mas Jihoon já estava acostumado com isso, então apenas ignorou.

 

— Viado desprezável? — negou levemente com a cabeça, cruzando os braços — Então você também é um.

 

— O quê? De onde tirou isso?!

 

— Eu fui pegar minha caneta e você fixou o olhar na minha bunda… Daddy.

 

Woozi sabia que se arrependeria depois, mas não seria exagero dizer que faria de tudo para conseguir o que queria… Ele já havia transado com tantos velhos asquerosos, que nem fazia mais diferença.

 

— Você fumou, garoto? Eu sou hétero!

 

— Hm… — se aproximou do portão, ficando na ponta dos pés, e segurando o segurança pela gravata — Você tem certeza que vai perder essa oportunidade? Eu posso ser bem melhor que sua esposa… Eu libero tudo, o que acha? — seu rosto já estava consideravelmente próximo do mais velho.

 

— Bem… — tirou as mãos do mais novo de sua gravata, a arrumando em seguida — Eu já disse que levo meu trabalho a sério.

 

— Você não quer nem uma amostra grátis? — perguntou em tom manhoso, segurando as barras do portão.

 

— O que quer dizer com “uma amostra grátis”? Vai transar em publico? — perguntou ironicamente, voltando a cruzar os braços.

 

— Eu não ligo para você estar me desprezando ou não, eu só quero entrar na merda dessa casa e ver meu irmão!

 

— Eu já disse, você não vai entrar.

 

Jihoon revirou os olhos, deixando um pequeno biquinho em lábios, pensando em algo para fazer.

 

— Aqui tem câmeras de segurança, não tem?

 

— Sim.

 

— E os meus pais ficam monitorando elas?

 

— Sempre que chega alguém os senhores Lee ficam monitorando as câmeras.

 

— Vem aqui fora, por favor? Eu quero ter uma conversa séria dessa vez.

 

— Eu só vou sair porque está tomando meu tempo.

 

O guarda passou pelos portões, os fechando em seguida, e olhando para uma das câmeras, confirmando levemente com a cabeça para indicar que estava tudo bem.

 

— Fale logo.

 

O garoto nada disse. Aproximou-se rapidamente do segurança, dando um impulso para o alcançar, e iniciando um beijo. Ficou até surpreso pelo homem ter o retribuído, e não demorou para sentir mãos em suas nádegas, aproveitou o momento para dar um pequeno salto e passar as pernas pela cintura do maior.

 

Woozi percebeu que seu plano tinha dado certo assim que ouviu o portão ser aberto com rapidez. Não parou o que estava fazendo, e agradeceu pelo segurança não notar.

 

— O que está acontecendo aqui?!

 

O segurança ficou imóvel, abrindo os olhos rapidamente, enquanto o garoto afastou-se levemente e olhou para o dono da voz.

 

— Oi, pai — disse ironicamente, dando um sorriso travesso, saindo do colo do segurança e se aproximando minimamente do pai.

 

— Não acredito… — murmurou e negou levemente com a cabeça — Você tem a ousadia de vir aqui depois da merda que fez, e ainda “trabalhar” para meu segurança?

 

— Ele não me deixava entrar — deu de ombros, deixando o deboche evidente no tom da voz.

 

— E quanto a você, senhor Kim… — semicerrou os olhos, desviando o olhar para o segurança — Não era o tal “macho-alfa”?

 

— S-Sim, senhor… — respondeu levemente nervoso pela situação constrangedora.

 

— Que vergonha… O que as pessoas vão pensar agora? Já estou prevendo até as notícias de amanhã: filho da família Lee é visto se atracando com um homem, que coincidentemente era o segurança, na frente da casa! Ah, e mais… Com roupas incrivelmente parecidas com de prostituto. Que maravilha, não é mesmo?!

 

— Blá blá blá… Você cisma demais com as coisas. Se realmente fosse assim, eu estava nas notícias todos os dias.

 

— O quê?! — o homem ficou surpreso com tal declaração do filho, e se alguém não percebesse isso, teria que ser uma criança — O que quer dizer com isso?!

 

— Não acha incrível que, com meu emprego, ainda não tenha saído nenhuma notícia comigo no meio?

 

— Eles nunca devem ter entrado em algum vídeo seu… Mas espere… Você está gravando um filme, não é? Que aliás, vai passar nos cinemas, como uma espécie de 50 Tons De Cinza? Eu não ficaria tão confiante quanto a isso.

 

— Sim, isso é verdade… Mas não é como se me importasse.

 

— Para você pode não fazer diferença aparecer completamente nu, transando com um cara qualquer, mas para mim faz. Se saírem notícias assim, estará sujando o nome da família!

 

— Você só se importa com “o nome da família”, que porra! Até onde eu sei, a merda da vida é minha, e eu faço o que caralhos quiser!

 

— Se você fizer qualquer coisa que acabe sujando o nome da família… Saiba que vai estar muito ferrado.

 

— Caguei! Vai fazer o que, contratar alguém para me matar?

 

— E se for? Não vai poder fazer nada para me impedir.

 

— Se eu morrer não vai fazer diferença nenhuma, por que não faz isso logo, então?

 

— Que bom que reconhece a verdade! Mas eu não farei isso a menos que faça uma merda incrivelmente grande.

 

— Eu ter nascido já não é o suficiente?

 

— Se quer tanto assim morrer, por que não se joga de um prédio?!

 

— Eu tenho que terminar as coisas que comecei, porque sinceramente, não hesitaria em fazer isso.

 

— Já chega, vocês dois! — exclamou o segurança, que até então estava só observando a briga — Faça logo o que queria, e nunca mais apareça aqui, garoto.

 

— Eu só vim conhecer meu irmão.

 

— Como você sabe dele? Ninguém sabe sem ser a família e os funcionários! — exclamou dessa vez o pai, cruzando os braços e semicerrando os olhos.

 

— Isso não importa — o garoto deu de ombros, olhando para dentro dos portões — Eu só quero ver ele logo, e depois nunca mais vou te incomodar com a minha existência.

 

— Não importa? Claro que importa! Como vou saber se você não está espionando minha família?

 

— Essa é a questão… Você não sabe.

 

— Perdeu a educação quando teve o primeiro “cliente”? — perguntou ironicamente, revirando os olhos.

 

— Eu sou educado com quem merece — respondeu em um tom ácido até demais.

 

— Tanto faz. Filho, vem aqui! — gritou para dentro dos portões, esperando com que o garoto saísse.

 

Demorou um pouco, mas o garoto saiu. Woozi ficou surpreso ao perceber que já conhecia seu novo irmão.

 

— Joshua?! — perguntou arregalando os olhos e arqueando ambas as sobrancelhas.

 

— Oi, Jihoon, quanto tempo — ele manteve um sorriso ladino no rosto, e se aproximou do “irmão”, pronto para sussurrar algo — Devo dizer que você ficou mais gostoso nessas roupas.

 

— Ah não! — exclamou empurrando o garoto — Puta que pariu! Eu não acredito nisso, caralho… Eu realmente nunca mais volto aqui depois disso!


Notas Finais


A ESTÓRIA NÃO É FOCADA EM VHOPE, MAS VHOPE É A PORRA DO SHIPP PRINCIPAL

Motivos da demora?

1° Problemas pessoais e tal.

2° O WOOZI É MUITO FOFO PRA SER PROSTITUTO, VOCÊS NÃO TÊM NOÇÃO DE COMO FOI DIFÍCIL PARA ESCREVER ESSA PORRA!!!

Só isso mesmo, tô com preguiça de escrever mais.

Bye~~


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