História Atos de Loucura - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Poema, Psicopata, Violencia
Visualizações 4
Palavras 326
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia)
Avisos: Insinuação de sexo, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


História/Poema feito de forma breve apenas para passar o tempo, exibindo a visão do dia a dia de um psicopata e seus atos libidinosos.

Capítulo 1 - Atos de Loucura


Fanfic / Fanfiction Atos de Loucura - Capítulo 1 - Atos de Loucura

A polícia armada me procura.

Todos no país induzido pela mídia se deliciam e se afligem com meus atos de loucura.

Não é minha primeira vítima, mas sinto que provavelmente seja a última.

Nesse momento mais uma dona de casa deve estar viúva.

É uma pena, poderia dizer que sinto muito, mas nada sinto.

Todos me culpam, o homem de 36 anos que esquartejou o molestador de sobrinhas da rua 235.

Todos ficam atônitos sabendo que tem um monstro solto na rua, o monstro que degolou e esquartejou o molestador escolar da perua.

Meus atos de loucura.

Aos 13 anos assistir um espetáculo de rua, um pedófilo espancado a paus e pedras, e ver o último golpe atingir sua testa.

Sangue jorra e mancha minha bochecha, meu início começa com essa cena.

Eu renasci, um herói pronto pra matar e prevenir.

O monstro a matar o cobrador de ônibus fascinado pelo atentado ao pudor, que se masturbava em frente a estudante fadigada após mais um dia árduo e de dor.

Essa é a realidade nua e crua.

Meus atos de Loucura.

Sempre me achei um herói fazendo o trabalho sujo.

Matei o estrupador de filhotes do Petshop Mundo.

Sempre me achei o cara certo, matando o filantrópo que vendia crianças como servos.

Sempre me achei o bombeiro certo, vingando pessoas oprimidas desse inferno.

Mas é assim mesmo, e por enquanto a vida continua com ou sem meus atos de loucura.

O chão tá quente queimando meu peito, alguém pisa em cima da minha cabeça do lado direito.

Esfrega a bota que envergonha o meu rosto.

Fazendo minha visão variar de preto a fosco.

Nesse momento sou apenas o desgosto.

No país da inanição, o depravado sou eu com uma faca na mão.

No país da hipocrisia, onde aniquilam as mulheres.

O culpado sou eu o Estripador da rua 7.

No país que mata mais que guerra cívil, o culpado sou eu O Degolador Varonil.

Eis aqui o novo espetáculo de rua o Psicopata fugitivo com 3 tiros na nuca.

Esse é o fim da história nua e crua.

Chegando ao fim meus atos de loucura.



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