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História Atração Obscura - Capítulo 41


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Capítulo 41 - 41 -- Epílogo


Fanfic / Fanfiction Atração Obscura - Capítulo 41 - 41 -- Epílogo

DULCE

Seis meses se passaram após o dia em que Christopher me pediu em casamento. Ele realmente mudou de forma definitiva e a cada dia se mostrava mais romântico e atencioso comigo, em todos os quesitos. Confesso que eu tinha uma pontinha de dúvida quanto a sua mudança.

Ele me disse na nossa conversa do restaurante que havia tentado se relacionar normalmente com outras mulheres, mas seu desejo por dor e dominância sempre prevalecia e isso não era o suficiente para lhe satisfazer sexualmente.

Então, devido a esse fato, às vezes eu pensava que a qualquer momento ia dar a louca nele e ele voltaria à sua agressividade e obscuridade de quando nos conhecemos. De vez em quando Christopher me levava para o porão e me amarrava, mas não me machucava.

Ele estava cumprindo a promessa que fez de não me causar mais dor. A única coisa mais agressiva que ele fazia era bater nas minhas nadegas com força. E eu gostava!

Nesse tempo que se passou, consegui um trabalho como auxiliar de escritório em uma transportadora. Tive a ajuda de Alfonso. Um amigo dele estava precisando contratar uma pessoa a mais em sua empresa, porque a única funcionária que trabalhava lá não estava conseguindo dar conta de tudo sozinha.

O trabalho na empresa estava aumentando e eles precisavam manter o ritmo da demanda, ou então, os clientes não ficariam satisfeitos.

Fiquei muito feliz que Alfonso me indicou, e eu sabia que tinha dedo do Christopher nisso. Mas o importante é que consegui o que eu queria. Eu me sentia muito realizada porque era o que eu precisava para me estabilizar profissionalmente. Eu trabalhava com uma mulher chamada Marilyn. Ela tinha quase quarenta anos de idade, casada e com dois filhos.

Marilyn era uma pessoa bacana, bastante profissional e muito sábia. Ela apenas puxava assunto comigo quando todo o nosso serviço estava mais tranquilo. E isso me agradava porque assim eu não perdia minha concentração no que estava fazendo.

Christopher me disse que eu nem precisaria trabalhar porque mesmo antes de sermos casados, eu já era tão dona da Arias quanto ele. E uma certa vez ele voltou a me chamar para trabalhar lá novamente, mas eu não queria que nossa relação esfriasse. Estava tudo muito bom assim.

Ele também me levou para conhecer sua mãe Alexandra. Eu pensei que ela ia ser uma rica megera e que não ia gostar de seu filho estar noivo de uma mulher com classe social inferior a deles. Porém eu me enganei. A minha sogra era muito simpática e engraçada.

Me recebeu muito bem em sua casa e disse que nunca havia conhecido uma namorada de seu filho. Isso me deixou ainda mais lisonjeada. Eu fui a primeira mulher que ele apresentou à sua mãe como namorada dele.

E por falar em Alfonso, ele e Annie estavam saindo e começando a se conhecerem. A conversa deles na festa da Arias rendeu em uma discussão do estilo implicante, flertes e troca de números de celular. Agora sim a minha amiga desencalhava! Ela dizia que ele a tratava muito bem. Eu e Christopher obviamente apoiamos a união dos nossos melhores amigos.

E David ficou muito feliz em saber que eu estava noiva do meu ex-chefe e me desejou sinceras felicidades. A nossa amizade ainda continuava, apesar de Christopher demonstrar ter um pouco de ciúmes dele. Mas deixei claro que eu só tinha olhos para ele. Era tão divertido vê-lo com ciúmes de mim.

O senhor Uckermann também ficou bem mais calmo quando eu disse que David estava saindo com uma mulher chamada Danielle e ele me pedia alguns conselhos amorosos. Eu não era a pessoa mais indicada para isso, mas David disse que eu sou sua única amiga mulher.

[···]

Hoje é segunda-feira, acordo em um pulo desesperada, porque o relógio em cima do criado-mudo ao lado da cama de Christopher, marca pouco mais de 9 horas da manhã. Estou muito atrasada para o trabalho.

Nos primeiros quatro meses de namoro, eu e meu noivo estávamos vivendo assim: um final de semana eu ficava na casa dele e outro final de semana ele ficava na minha casa. Mas agora, já fazia quase um mês que ele me chamou para morar com ele. Ele disse que queria acordar do meu lado todos os dias.

Nós dois admitimos que nosso envolvimento estava avançando as etapas de forma muito rápida, mas eu aceitei dividir o mesmo teto que ele porque também queria ficar mais perto do meu futuro esposo. Eu realmente estava muito apaixonada. Ou melhor, eu o amava! Ainda não estávamos casados no papel, porém começamos a viver como um casal.

Christopher também dorme tranquilamente ao meu lado. Um lençol de seda bege cobre sua nudez da cintura para baixo. Tenho a bela visão de seu abdômen descoberto.

Dulce -- Ah, meu Deus! Christopher! Acorda! (Começo a cutucar e sacudir seu braço sarado) -- Christopher!

Ucker -- Hummm… (Ele resmunga ainda de olhos fechados)

D -- Christopher! Estamos atrasados! Caramba! Dormimos demais! Acho que passamos da conta no vinho do jantar de ontem. Christopher!

Continuo cutucando até que ele finalmente abre os olhos, os esfrega e me observa curioso com uma cara de sono tão linda.

U -- Amor! O que é que foi ? (Pergunta com uma voz sonolenta que quase nem sai)

D -- Você ainda pergunta ? Vista-se! Estamos atrasados!

Tiro os lençóis de cima de mim, levanto nua da cama e procuro meu sutiã no chão no meio das nossas roupas.

U -- Aaaah! (Boceja e espreguiça os braços) -- Atrasados ? Pra que ? (Ele ainda está muito sonolento. Talvez hoje nem vá trabalhar. Ele pode fazer isso porque é dono da sua empresa. Mas eu não posso me dar esse luxo)

D -- Trabalho, senhor Uckermann! Trabalho! (Digo vestindo meu sutiã) -- Hoje é segunda-feira. Você devia estar na Arias há mais de 1 hora e eu na Flash Transportadora há mais de 1 hora e meia. (Pego minha calcinha depois de encontrá-la debaixo do short de Christopher)

U -- Mas hoje é domingo, minha linda!

D -- O que ? (Pergunto surpresa)

U -- Não é ? (Se estica na cama para pegar seu celular. Ele olha a data e a hora na tela) -- Veja! (Pego o celular de sua mão para checar)

D -- Puta merda! (Passo a mão na minha testa indignada) -- Que loucura! Pensei mesmo que hoje era segunda-feira.

U -- Não acredito que você me acordou em pleno domingo, meu amor! (Ele ri negando com a cabeça) -- Só você mesmo, Dulce María! (Continuou rindo)

D -- Eu... me confundi. (Digo envergonhada) -- Jurava que hoje era segunda-feira.

U -- Por que acha que o relógio não despertou, meu amor ? Ele não está programado para nos acordar nos finais de semana.

D -- Nossa, viajei legal. Que estranho.

U -- Você sonhou que estava atrasada para o trabalho ?

D -- Humm… acho que sim.

U -- Então foi por isso. Você acordou desesperada achando que era real. Acontece. Principalmente com pessoas que têm responsabilidades a semana toda.

D -- É. Talvez seja isso mesmo.

U -- Agora vem aqui! Volta pra cama! (Ele bate a mão no colchão e me deito ao seu lado) -- Além disso, você conseguiu esse trabalho há quase três meses e fica com receio de perde-lo. (Christopher me puxa para perto dele e beija o topo da minha cabeça)

D -- Se eu cometer algum deslize, na certa serei demitida. E não vai ter Alfonso que me ajude.

U -- Por mim, você nem trabalhava, mas sei o quanto isso é importante pra você, meu bem. Afinal, esse sempre foi o seu grande sonho: Estabilizar-se em um cargo onde você se sinta bem. (Diz enquanto acaricia meus cabelos)

D -- Admito que tenho sim um pouco de medo de eu ser dispensada do melhor trabalho que eu já tive e ter que voltar a procurar por outro.

U -- Ou será que é medo de ser demitida por chegar atrasada e ter que voltar a trabalhar pra mim ?

D -- Não! (Nós rimos)

U -- Sei que você não gostava do seu trabalho na Arias, mas pensa só: foi através dele que criamos um vínculo afetivo.

D -- Verdade. Tenho que concordar que isso contribuiu para nos aproximarmos.  

U -- Eu sou um chefe tão ruim assim ?

D -- Você sabe que não!... Desculpa por ter te acordado, amor.

U -- Tudo bem! Mas… você vai sofrer uma punição. (Diz malicioso)

D -- Qual ? (Ele começa a distribuir uma sequência de beijos em meu pescoço e orelha que me faz gargalhar. Depois ele vai descendo para meus seios e isso começa a me excitar)

U -- Tira isso! (Ele leva dois dedos para dentro do meu sutiã deixando-os no meio dos meus peitos e dá uma leve puxada no tecido da lingerie) -- Já que estamos acordados…

Faço o que ele pediu e me livro daquela peça de roupa rapidamente. Christopher não espera para atacar meus peitos devorando-os com voracidade.

D -- Ohhh! (Gemo assim que ele roça a língua no meu mamilo e o suga) -- Se essa for minha punição… (Digo ofegante)

Com apenas um puxão, ele rompe as laterais finas do fio dental que eu usava.

D -- E lá se vai mais uma calcinha!

U -- Depois te compro mais vinte.

D -- Tudo pra você rasgar, né ?

U -- Com certeza! Eu gosto do barulho que faz quando elas rasgam! (Quando eu usava calcinhas normais era difícil ele rasgar por elas serem mais resistentes)

Christopher abre minhas pernas, estica o elástico da calcinha e fica roçando-o em movimentos laterais em meu clitóris para me provocar. Essa era a nova forma que ele encontrou para me "torturar": me atiçava até que eu implorasse para ele me chupar e me foder. E eu achava isso o máximo! Nunca escondi que não gostava muito de sexo normal sem algo para apimentar.

U -- O que você quer primeiro na sua boceta ? A minha língua ou meus lábios ?

D -- Sua língua! (Respondo ofegante)

Ele para de me torturar com o elástico da calcinha, agarra minhas coxas, me aproxima mais de sua boca e vai adentrando minha intimidade com sua língua quente e úmida. Aperto o lençol da cama em minha mão e gemo alto. Logo sinto a ponta de sua língua roçar meu clitóris com movimentos frenéticos.

D -- Aaaah! (Gemo bem mais alto)

U -- Está perto de gozar ?

D -- S-sim! Não pare…

U -- Quero te sentir latejando por todo o meu rosto.

Christopher devora minha boceta de forma faminta e selvagem. Ele rosna e geme enquanto me leva ao céu com esse oral maravilhoso. O filho da mãe sabe muito bem onde me tocar. Não demora nada para o meu orgasmo me atingir em cheio.

Me desmancho sentindo as contrações em minha intimidade e meu corpo todo estremece com aquele prazer gostoso e maravilhoso. Minhas pernas ficam moles e vejo Christopher me lançar um sorriso malicioso e provocante.

U -- O bom de você gozar fácil é que posso te dar esse prazer quantas vezes eu quiser.

D -- Ohhhhh! Hummm... (Gemo quando sinto dois dedos dele entrando e saindo da minha boceta, tocando meu ponto G) -- Continua assim.

U -- Agora goze na minha mão, sua gostosa! Goze! Me dá seu orgasmo!

Sem parar de me adentrar com os dedos, Christopher volta a estimular meu clitóris com a língua. Meu segundo orgasmo não demora pra chegar, também de forma bem intensa. Me contorço e gemo bem alto. Minhas pernas ficam sem vida por alguns instantes.

D -- Uau! (Digo suspirando e recuperando meu fôlego)

U -- Gostou ? (Ele diz assim que sobe seu corpo na cama. Fica por cima de mim e me encara com um olhar safado)

D -- Adorei! (Ele sorri e envolvo meus braços em seu pescoço acariciando seus cabelos) -- Você sempre me surpreende. Cada orgasmo é melhor que o outro! Você é incrível!

U -- Mesmo ? (Pergunta com um sorriso bobo)

D -- Mesmo! (Respondo sussurrando e retribuo seu sorriso)

U -- Eu te amo! (Ele sorri amplamente e depois une nossos lábios e me dá um selinho)

D -- Também te amo! Agora é a minha vez de te fazer gozar bem gostoso na minha boca!

Eu agarro seus ombros e o empurro para o lado. Sua ereção já estava no máximo. As veias do seu pau são bem visíveis e lindas. Deslizo minhas unhas por seu abdômen e ele ofega. Passo minhas pernas para cada lado de seu corpo e fico por cima dele.

Começo a distribuir beijos em seu pescoço e vou traçando um caminho por seu tórax abdômen e vou descendo meu corpo na cama até chegar em seu pau.

D -- Você é lindo! (Digo e beijo sua coxa) -- Seu corpo.. (Beijo sua virilha) -- Seu pau! (Beijo a glande de seu membro) -- Você todo!

Agarro seu pênis duro e vou beijando toda a extensão dele. Como se fosse sua boca. Desço para suas bolas e ele geme. Sugo ali naquela área e vou masturbando-o lentamente com minha mão.

U -- Ohhh, Dulce!

Dou uma lambida em seu pênis e em seguida, dou leves batidas em meu rosto com a cabeça do seu pau porque sei que ele adora quando faço isso. Logo o coloco inteiro em minha boca. Chupando-o com vontade até senti-lo bem fundo em minha garganta.

U -- Ohhh, como é bom! Isso.. Me chupa assim, Dul… gostosa!

Acelero os movimentos e uma de minhas mãos o masturba na parte que minha boca não alcança. Ele é mesmo enorme! Uso minha mão livre para massagear suas bolas simultaneamente. Christopher gemia e rosnava extasiado, dizendo o quanto gostava que eu o chupasse.

Com mais algumas estocadas, logo sinto seu pau latejando me dando seu orgasmo. Seu gozo quente e espesso invade minha boca com longos jatos que saem de sua glande vermelhinha. Eu o engulo tranquilamente, me deliciando de cada gota que saía dele.

Sim, eu já havia me acostumado a engolir esperma. E só tive coragem de experimentar porque eu realmente amo o Christopher. A primeira vez que engoli foi no dia que ele me pediu em casamento. Nós fomos para a minha casa após a festa da Arias e antes de eu começar a chupar seu pau, lhe contei que eu nunca havia engolido a porra de nenhum homem. Ele ficou surpreso e disse que não imaginava.

Eu também revelei que aquela vez no porão eu pedi para ele gozar na minha bunda porque não me sentia pronta pra fazer isso naquele momento. Christopher me surpreendeu ainda mais ao dizer que não ia me forçar a engolir se eu não quisesse. E disse também que tudo o que ele queria era garantir meu bem-estar tanto no nosso noivado quanto no sexo.  

Foi aí que eu lhe contei que pra mim eu considerava isso como um ato de amor. Que se um dia eu engolisse, seria porque realmente amava esse homem. Então, eu segurei seu rosto, o olhei nos olhos e disse um "Eu te amo!" Foi uma experiência única e não me arrependi. Christopher gostou tanto quanto eu gostei.

[···]

Quatro meses depois…

Sexta-feira, saio do trabalho e vou pra casa da minha mãe. Ela tinha me ligado no dia anterior dizendo que queria conversar comigo e pediu para que eu fosse até a sua casa. Quando chego lá, ela me recebe com um forte abraço.

Nós ficamos na varanda e ela começa a perguntar como está a minha vida, mostra interesse em saber se eu e Christopher estamos bem e felizes, também me conta alguns acontecimentos do restaurante e até mesmo fala sobre David.

Acho aquilo tudo muito estranho porque minha mãe nunca foi disso. De convidar alguém para ir em sua casa pra fofocar. Óbvio que eu a visitava regularmente, e isso é que era o estranho. Ela já sabia como eu e meu noivo estávamos. Blanca me fez tantas perguntas como nunca fez em todos esses anos. Nunca se mostrou tão interessada na minha vida.

Um pouco depois de anoitecer, volto pra casa porque preciso de um banho e já estava faminta. Eu e Christopher sempre preparamos o jantar juntos. Assim que entro na sala, vejo meu noivo em frente ao espelho ajeitando sua roupa.

Ele está vestindo um blazer preto com uma camisa social meio laranja com amarelo por baixo. Quando ele me vê, abre seu sorriso perfeito e encantador.

Dulce -- Está lindo como sempre! Qual é a ocasião ? Vamos jantar fora ?

Ucker -- Oi, meu amor! (Ele se aproxima e me dá um selinho demorado) -- Não vamos jantar fora, mas é sim uma ocasião especial! Muito especial!

D -- Qual ? (Apoio minhas mãos em seus ombros)

U -- Apenas tome um banho, fique ainda mais linda e quando descer, eu mostro a surpresa que preparei pra você.

D -- Ah, Christopher! Não me deixe curiosa!

U -- Confia em mim, amor!

D -- Confio! Não dá pra adiantar um pouquinho ?

U -- Não! (Ele ri) -- Vai lá. Estou te esperando aqui na sala. E depois você me conta como foi a visita à casa da sua mãe.

D -- Tá bem! (Eu sorri e ele me dá mais um selinho)

Viro de costas rumo a escada e ele me surpreende com um tapa na bunda.

U -- Cada dia mais gostosa! (Olho para trás e vejo um sorriso malicioso em seu rosto)

Subo para o quarto, tomo meu banho e quando saio, abro o closet para escolher um vestido bem elegante. Não faço a menor ideia sobre o que Christopher está tramando, mas vou ficar bem bonita para essa tal ocasião especial. Opto por um vestido vermelho e faço minha maquiagem bem rápido.

Quando desço, vejo que Christopher está sentado no sofá mexendo em seu celular.

D -- Estou pronta, amor!

U -- Uau! Você está… maravilhosa! Perfeita! (Ele diz assim que se vira para olhar em minha direção)

D -- Então, aonde vamos ?

U -- A lugar algum. A surpresa está lá na varanda dos fundos. Assim que chegarmos, te explico tudo.

Ele estica seu braço para mim oferecendo-me sua mão. Eu coloco minha mão em cima da dele, ele entrelaça nossos dedos e nos conduz até a varanda dos fundos da casa. Christopher abre a porta de vidro e consigo ver que o local está muito iluminado.

A varanda está cheia de luzes por todos os lados. Elas refletem na água da piscina. Há também um varal com lâmpadas acima de nós que vai descendo pela parede formando uma cortina de luzes. Avisto uma mesa com duas cadeiras onde tem velas artificiais, uma garrafa de champanhe e um vaso com rosas vermelhas em cima.

No chão também há várias velas artificiais que traçam um caminho até perto de uma cama redonda. Vejo que lá há várias almofadas e pétalas de rosa em cima do colchão. Está tudo muito lindo e romântico. Até sinto meus olhos marejarem de emoção. Se a intenção de Christopher era me surpreender e me fazer chorar, ele conseguiu.

U -- Amor ? Você gostou ? (Ele pergunta ao ver que fico calada só observando tudo ao nosso redor)

D -- Sim, sim! Eu amei! Amei! Você fez tudo isso sozinho ?

U -- Algumas coisas sim. Eu que pedi pra sua mãe te chamar pra ir na casa dela hoje. Assim daria tempo de eu terminar de organizar tudo. Nem fui pra Arias.

Eu sabia que tinha algo errado. Nem podia imaginar que ele e minha mãe estavam tramando juntos. Me aproximo dele e lhe dou um abraço. Meu rosto fica encostado em seu peito. Christopher dá um beijo no topo da minha cabeça e acaricia meus cabelos.

U -- Amanhã completamos um ano de noivado. Eu quis te fazer essa surpresa. Vamos jantar aqui nessa varanda cheia de luzes e sob a luz do luar.

D -- Está tudo perfeito! Obrigada! (Viro meu rosto para encara-lo)

U -- Obrigado você por ter entrado na minha vida! (Ele segura minhas mãos me olhando fixamente nos olhos) -- Nós conhecemos muitas pessoas ao longo dos anos, mas nenhuma delas realmente nos toca. E então, conhecemos uma pessoa especial que faz nossa vida mudar de uma hora pra outra. Você mudou completamente a minha vida, Dulce María Saviñón! E essa mudança é pra sempre! Eu te amo! (Ele acaricia meu rosto com o polegar) -- Te amo!

D -- Eu também te amo! Muito! (Nos beijamos. Um beijo calmo e apaixonado) -- Eu sempre te amei. Mesmo quando eu não tinha me dado conta disso.

U -- Pensei que o que eu precisava para me satisfazer sexualmente e emocionalmente seria dor e dominação. Mas eu estava errado. E como eu estava errado! Não era disso que eu precisava. E sim de amor. Você foi, é, e pra sempre será o meu primeiro, único e grande amor. Eu te amo tanto que meu coração chega a doer. E dói muito mais só de pensar em te perder. Não sei como fui capaz de te machucar um dia. E não digo apenas pela dor física.

Não consigo conter minhas lágrimas e sinto elas escorrendo por meu rosto.

U -- Por favor, não chora, meu amor. Não consigo suportar te ver assim. (Ele leva seu polegar em meu rosto e seca minhas lágrimas)

D -- Não existe apenas lágrimas de dor. Também tem as de felicidade! Não estou chorando porque estou me lembrando dos maus momentos que tivemos, mas sim porque estou muito feliz de estar aqui com você e por termos superado tudo o que aconteceu no passado. Aprecio muito você ter me escolhido para ser sua esposa. E agradeço por tudo o que você tem feito por mim. Não apenas esse jantar romântico e especial de hoje, mas também por todo esse tempo que você tem demonstrado seu amor por mim.

U -- Você está feliz ?

D -- Muito! Como nunca estive em toda a minha vida! (Eu sorri)

U -- Sei que nem tudo será fácil, mas eu farei o impossível pra continuar te fazendo feliz. Nem que eu tenha que andar através do fogo pra ver esse lindo sorriso em seu rosto e o brilho nos seus olhos.

Eu dou uma risada ao mesmo tempo que choro ao me lembrar do momento em que ele me disse que andaria através do fogo por mim quando começou a me declarar seus sentimentos.

U -- Sua felicidade é a minha, Dulce. Sua felicidade e satisfação são o meu prazer. Eu nunca soube o que era amar, até eu precisar entender e descobrir que te amei desde o primeiro momento que nossos olhares se encontraram naquele hotel. E não fui eu que te salvei, foi você que me salvou. Me salvou da minha própria escuridão.

D -- Ah, Christopher! (Agora é minha vez de unir nossos lábios em um beijo apaixonado, mas ao mesmo tempo carregado de desejo. Sinto lágrimas escorrerem pelo rosto dele também)

Nossas línguas se encontram e exploram a boca um do outro. Em um ritmo perfeito. Duas almas se amando. Duas almas que se tornam uma só através do amor.

D -- Aceita se casar comigo ? (Pergunto ofegante assim que cesso nossos beijos)

U -- Acho que eu já te fiz esse pedido há um ano, meu amor. (Ele ri e passa seu dedo indicador em meu lábio inferior)

D -- Eu sei, seu bobo! (Aperto seus ombros com minhas mãos) -- Estou pronta para me tornar a senhora Uckermann.

U -- O que ?

D -- Você ainda quer ? Quer se tornar o meu marido ?

U -- Dulce! (Christopher ri de felicidade) -- Isso é tudo o que eu mais quero, meu amor! (Diz ao pegar minha mão esquerda e depositar um beijo ali) -- Para eu te amar, respeitar e cuidar de você todos os dias das nossas vidas! Te amo! Você é minha vida! (Ele entrelaça os dedos de nossas mãos e sorri)

D – Te amo! (Digo sussurrando e retribuo seu sorriso. Selamos esse segundo pedido de casamento com um beijo molhado)

Nosso jantar de um ano de noivado foi maravilhoso, a comida e o champanhe estavam ótimos. Nós conversamos, rimos, e também dançamos agarradinhos uma música lenta.

Christopher me surpreendia mais e mais a cada dia que se passava. Isso me dava mais certeza de que ele realmente me amava. Tanto quanto eu tinha certeza que eu o amava. E eu sentia que nós seríamos muito felizes juntos.

Resolvemos nos casar dentro de seis meses. Aproveitamos muito bem aquela noite e claro, não podia faltar a melhor parte para fechar aquela noite com chave de ouro: sexo.

Fizemos amor três vezes na cama da varanda. Porém, tivemos muito mais que três orgasmos porque as preliminares e o sexo oral não poderiam faltar. Christopher realmente pensou e planejou cada detalhe daquele momento mais que especial. Nós gememos bem alto e à vontade porque ele não tinha vizinhos ainda. Apenas uma casa ao lado da dele estava sendo construída.

Na primeira foda, ele vendou meus olhos com uma máscara daquelas que são usadas para dormir, prendeu meus pulsos com uma algema e foi me torturando passando gelo e uma pena por todo o meu corpo.

Christopher adorava me ver implorando desesperada e ansiosa por seu toque em minha intimidade. E eu nem preciso dizer o quanto tudo aquilo também me agradou muitíssimo. Era uma tortura boa, sem nenhuma dor. E Christopher se excitava muito com aquele mais novo meio de me torturar. Confesso que amei essa sua perversão e "crueldade."

O segundo round foi normal, mas bem intenso, e a terceira rodada teve um romantismo maior e nosso clímax também foi mais intenso. Christopher e eu passamos a noite ali abraçados e aquecidos com o calor de nossos corpos e dos cobertores.

[...]

Seis anos depois...

Eu e Daniel Alexander estamos em frente a Arias em plena quarta-feira, véspera de dia de Ação de Graças. Depois de estacionar o carro, abro a porta traseira e tiro o cinto de segurança da cadeirinha no banco de trás.

Alex -- Mamãe, a gente já vai ver o papai agora ?

D -- Sim, filho. Viemos buscar seu pai. Ele gosta muito de trabalhar e se não o puxarmos pela orelha, vamos nos atrasar para chegar na casa da sua avó Alê. (Alex ri)

A -- Posso levar meu avião ? Quero mostrar pra ele.

D -- Claro que pode!

A -- Eba! (Comemora)

D -- Diz que a sua avó Blanca te deu hoje de presente de aniversário adiantado.

O aniversário de Alex vai ser no sábado. A festa já foi planejada e faremos na casa de Alexandra. Nós três vamos passar o fim de semana lá. Depois de acionar o alarme do carro, pego na mão do meu filho, atravessamos a rua e entramos na Arias.

Passamos pelos corredores e finalmente chegamos em frente ao escritório do presidente. Mas antes de entrarmos lá, algumas pessoas pararam para paparicar Alex. Uma delas, minha ex-colega de trabalho.

Alex -- Tia Angel! (Ele corre para abraça-la)

Angelique -- Oh, meu Deus! Como esse garoto está enorme! E muito parecido com o pai. Olha só esses cabelos lindos! (Ela diz acariciando os cabelos dele)

D -- É inegável a semelhança entre os dois.

A -- Mas ele tem a sua boca e seus olhos, Dulce.

D -- E as pintinhas espalhadas pelo corpo. (Faço cócegas na barriga dele e ele ri)

Alex é realmente um garoto muito lindo. Seus cabelos são quase loiros, assim como os de seu pai quando ele também era criança. Christopher escolheu o nome Alexander igual ao dele e eu escolhi Daniel porque gostava muito desse nome.

Angelique era a nova auxiliar do RH juntamente com Christian Chávez. Viviana estava de licença maternidade. E faltava bem pouco para ela ganhar seu bebê.

Angel -- Eu estava com saudades de você. Faz tempo que não tomamos aquele milk-shake de chocolate juntos. (Christopher costuma trazer nosso pequeno Alex para a empresa. Mas apenas por uns dias da semana e também na época das férias da escolinha dele)

Alex -- Mikshei! Eu quero! (Pede animado)

D -- Depois, filho. Primeiro vamos ver seu pai. Você não disse que queria vê-lo ?

Alex -- Sim! (Ele afirma com a cabeça)

Angel -- Eu acabei de sair agorinha da sala do senhor Uckermann para ele carimbar o nosso bônus de feriado. Ele deve estar com a mão doendo de tanto bater carimbo.

D -- Então foi isso que o atrasou.

Ucker -- Foi isso mesmo! (Escuto sua voz atrás de mim e me viro para encara-lo) -- Oi, meu amor! (Ele sorri)

D -- Oi, amor! (Christopher se aproxima e me dá um selinho rápido)

Alex -- Papai!

U -- Oi, filho! (Ele corre para abraçar o pai. Ou melhor, as pernas do pai)

U -- Eu nem vi que estava aí em baixo! (Ele dá um beijo no topo da cabeça de Alex) -- Você é tão pequeno. Igual a sua mãe! (Christopher o pega no colo) -- E esse avião ? Quem te deu ?

Alex -- Vovó Blanca que me deu hoje de niversário.

U -- Todo mundo sabe que nem precisa ser seu aniversário pra sua vó Blanca te dar presentes. Cada semana ela te dá um.

D -- É verdade! Acho que no quarto dele tem mais brinquedos do que em uma loja.

U -- Se um dia a Arias falir, já sei qual será meu próximo negócio. E já tenho por onde começar. (Nós rimos)

Angel -- Quando vai ser seu aniversário, Alex ?

A -- É... (Ele fica pensando)

D -- Será no sábado, Angel. Ele ainda não sabe contar os dias da semana.

U -- Mas já sabe contar os números. Mostra pra tia Angelique quantos anos você vai fazer.

Alex -- Quatro! (Ele mostra o número quatro com os dedos das mãos)

U -- Isso! Parabéns! Você é muito inteligente, meu amor! (Christopher beija a testa do nosso filho)

Angel -- Aaaah! Que gracinha! Não é que ele sabe mesmo!

U -- Eu que ensinei! (Diz se gabando) -- Angel, você pode levar o nosso pequeno Alexander pra tomar um sorvete ?

Alex -- Ebaaa! Sorvete!

Angel -- Levo sim! (Christopher o desce de seu colo)

D -- Espero que a função de babá conste no holerite dela, presidente Uckermann.

U -- É óbvio que consta. Não é, Angel ?

A -- Claro! O nosso chefe é um homem justo, Dulce. E ficou ainda mais depois que você aceitou o pedido de casamento.

D -- Ele é um bom chefe sim. Sempre foi. (Eu dou um sorriso de canto e pisco um olho para ele)

U -- Angelique, se vocês puderem voltar daqui a 1 hora e meia, eu agradeço. Preciso conversar com a minha esposa em particular na minha sala.

A -- Tudo bem!

Alex -- Vocês não vão brigar de novo, né ?

D -- Brigar ?

U -- É. Por que você acha que a gente vai brigar, meu amor ?

Alex -- Porque ontem eu escutei vocês brigando no quarto.

U -- Quando você escutou isso ?

A -- De noite quando eu fui fazer xixi eu escutei a mamãe gritando.

U -- Aaah! Não estávamos brigando, filho. (Christopher me olha com uma expressão engraçada e do tipo que uma pessoa faz quando está encurralada)

A -- Eu ouvi a mamãe pedindo pra você bater nela e você disse que ia bater.

Putz! Alex escutou nosso momento de sexo selvagem. Quando eu e Christopher começamos a transar já era mais de 1 hora da manhã. Eu pedia para ele bater em minhas nadegas com suas mãos pesadas. Era para nosso filho estar dormindo a uma hora dessas. Angel olha pra nós rindo silenciosamente.

D -- Seu pai não me bateu. É que... nós estávamos brincando de... guerra de travesseiro.

A -- Aaah!

U -- Sua mãe pediu para eu bater nela com o travesseiro porque estava se divertindo.

D -- E como eu estava! (Solto um suspiro involuntário dizendo pra mim mesma e me sinto envergonhada ao perceber que eu disse isso em voz alta)

U -- Eu jamais ia bater na sua mãe, meu filho. Jamais ia machuca-la! Eu a amo. E a gente não bate em quem a gente ama.

D -- É sim, filho! (Me ajoelho no chão e acaricio os cabelos na testa de Alex) -- Seu pai nunca ia me bater de verdade. Nós nos amamos! Ele fez isso com o travesseiro que é bem macio e não machuca. Foi só uma brincadeira.

A -- Um dia eu posso brincar com vocês ?

U -- Humm.. (Christopher coça a testa) 

Angel -- Vamos tomar o sorvete agora, Alex ? (Salvos pelo gongo) -- Deixa seus pais conversarem. Eles não vão brigar, querido!

U -- Não vamos! Eu amo a sua mamãe, filho! (Christopher me abraça de lado e beija minha bochecha. Alex sorri)

A -- Vamo tomar sorvete agora, tia Angel. Tchau, mãe! Tchau, pai!

Dulce/Ucker -- Tchau, filho!

U -- Se comporte e obedeça a tia Angelique!

A -- Tá!

D -- O que acha de mudarmos ele de quarto ? (Digo assim que ele e Angel se distanciam) -- Ou podemos mandar colocar uma porta mais grossa.

U -- Da próxima, a gente transa na sala ou na cozinha. Ele tem medo de descer as escadas sozinho à noite. (Nós rimos) -- Ontem foi mesmo muito intenso! (Ele me abraça por trás, sussurra em meu ouvido e morde minha orelha)  

D -- Foi! O que quer falar comigo, amor ? Não podemos nos atrasar para a ceia de Ação de Graças na casa da sua mãe. Você ainda tem que tomar banho e terminar de arrumar a sua mala.

U -- Não estamos atrasados. Vem, vamos para a minha sala. Conversaremos melhor lá.

Assim que ele destranca a porta, nós entramos, e ele tranca novamente. Christopher liga o ar condicionado também. Parece que a conversa será longa.

U -- Liguei pra dona Alexandra e disse que a gente ia chegar mais tarde para a ceia de Ação de Graças. Sua mãe vai com o Julian ? (Julian é o namorado da minha mãe)

D -- Sim. Eu vim aqui porque acabei de voltar da casa dela e o Alex estava louco pra te ver. Mas eu também sabia que você não ia largar o trabalho tão fácil.

U -- Já são quase 4 da tarde. Te juro que eu estava indo embora. Mas... como você veio até mim, podemos fazer o que eu estava planejando bem aqui nessa sala mesmo.

D -- O que você estava planejando ?

U -- Eu queria fazer isso lá em casa, mas não vou conseguir esperar.

Ele vem até mim e me agarra pela cintura com um puxão que une nossos corpos.

U -- Eu estava olhando as fotos do nosso casamento no computador. Você estava tão linda! Tão linda!

D -- Você também! E muito gostoso!

U -- O casamento me fez lembrar da nossa lua de mel...

D -- Como é safado esse meu marido! (Aperto seus ombros)

U -- Eu quero te foder, amor! (Ele sussurra, morde e lambe minha orelha) -- Se lembra de quando eu te chupei aqui pela primeira vez ?

D -- Como eu poderia esquecer do melhor sexo oral da minha vida ? Tudo aqui nessa sala está mudado, mas as lembranças nunca morrem.

U -- Que tal a gente fazer novas lembranças pervertidas aqui ? (Diz beijando e chupando meu pescoço)

D -- O que tá esperando pra me foder de uma vez, Uckermann ?

Ele me virou de costas e ficou roçando sua ereção na minha bunda.

U -- Vamos tentar uma menininha ?

D -- O que ? (Me viro para encara-lo)

U -- Uma irmãzinha para o Alex. Você perguntou o que eu queria de presente de Natal esse ano. É isso o que eu quero: ter outro filho com você.

D -- Amor... eu... eu não queria te contar isso antes de ter certeza, mas...

U -- O que ? (Mordo meu lábio inferior e olho para o chão antes de voltar a encara-lo)

D -- Fiz dois testes hoje na casa da minha mãe.

U -- E ?

D -- Os dois deram positivo. (Ele levanta as sobrancelhas e abre um enorme sorriso)

U -- Não brinca, meu amor! Não brinca! (Ele diz com os olhos brilhando)

D -- Preciso fazer o exame de sangue pra ter certeza. Não vamos comemorar ainda.

U -- Não, não! Eu sei que você está grávida, meu amor! Eu sei! (Ele se abaixa e beija minha barriga) -- Sei que nosso segundo filho está aqui. Eu sinto! (Ele beija novamente meu ventre) -- E minha felicidade será ainda maior se for uma menininha dessa vez.

D -- Se eu estiver grávida mesmo, também quero que seja uma menina.

U -- Você ESTÁ grávida! Ah, meu amor! Eu te amo! Vamos ter outro bebê!

D -- Mas não diga nada pra sua mãe, ok ? Precisamos ter certeza primeiro.

U -- Tudo bem! Como quiser! Ah, estou tão feliz! Meu presentinho de Natal já está a caminho! (Ele se levanta e acaricia minha barriga) -- Nosso presentinho!

D -- Não se empolga muito!

Ele se aproxima e une nossos lábios em um beijo calmo que fica ardente conforme nosso desejo vai tomando conta de nós.

U -- Sei que não sou mais seu chefe, mas será que você poderia me ajudar a colocar umas coisas no lugar certo, senhora Uckermann ?

D -- Claro que sim! Estou às ordens, senhor Uckermann! (Digo maliciosa) -- O que você precisa que eu coloque no lugar ?

U -- Meu pau encaixado dentro de você!

Ele me ergue pela bunda, me faz sentar na sua mesa, levanta minha saia até minha barriga, tira minha calcinha rapidamente e observa minha intimidade com um olhar faminto.

Sinto seu dedo encostar em meu ponto sensível e Christopher inicia movimentos circulares com seu polegar em meu clitóris. Em seguida, desliza dois dedos em meu interior.

D -- Aaah!

U -- Sua boceta tá tão molhada! (Ele retira os dedos e sua língua e sua boca começam a passear por todos os lados em minha intimidade)

D -- Ohhh! Isso! Isso, amor… me chupa!

U -- Goza pra mim! (Ele continua a devorar minha boceta com voracidade) -- Gostosa! Geme! Geme mais!

D -- Ohhh!! Aaah! Christopher...

U -- Que boceta deliciosa!

D -- Aaii! (Gemo. Não demoro pra sentir as contrações do meu orgasmo avassalador e intenso. Meu corpo estremece e fica mole)

U -- Já ? (Ele percebe minha respiração ficar mais pesada)

D -- S-sim! Aaah! (Ele me puxa para descer da mesa)

Christopher leva sua mão na minha blusa de manga longa e abre os botões bem rápido. Tiro meu sutiã e ele ataca meus peitos de forma voraz. Meus mamilos ficam rígidos e úmidos. Sinto ele roçar os dentes também.

Sua língua quente me excita e sinto minha boceta latejar novamente. Mal me recupero do primeiro orgasmo e meu corpo busca por mais um. Já quero outro!

U -- Eu já te disse que você tem belos peitos, amor ?

D -- Ohhh! (Gemo) -- Sim!

U -- Eles são tão perfeitos! Vira de costas pra mim!

Faço o que ele me pede. Suas mãos empurram meus ombros iclinando minhas costas até que meus peitos e minha barriga encostam na sua mesa gelada por conta do ar condicionado que ele ligou. Escuto a fivela de seu cinto fazendo barulho ao cair no chão e em seguida, o zíper de sua calça abrindo.

Logo sinto a sua glande procurando a entrada da minha boceta. Meu rosto fica apoiado em sua mesa fria e agarro as laterais dela com as mãos ao sentir seu pau me penetrar.

Christopher vai me estocando com força e sinto seu membro duro e delicioso penetrar bem no fundo em minha intimidade. Tocando até o meu útero. Nossos gemidos se misturam. Dentro dessa sala ouvimos nossos gemidos, suspiros, e o barulho de nossos corpos se chocando com violência. Em dado momento, ele dá um tapa em uma de minhas nadegas.

D -- Ohh! (Gemo em aprovação)

U -- Você gosta ? Hein ? Gosta disso, safadinha ?

D -- Sim! Me bate de novo! Com mais força!

Sua outra mão espalma minha outra nadega.

U -- Vou te bater até sua bunda ficar vermelhinha!

Sinto ele me estapear novamente duas vezes seguidas e por fim apertar a carne daquela parte do meu corpo. Christopher não para com as estocadas em minha boceta. Elas ficam cada vez mais rápidas e fortes.

D -- Ohh! Isso! Ai que gostoso! Me fode com força, amor! (Suas mãos apertam meus quadris, forçando ainda mais o atrito em nossos corpos)  

U -- Oh! Eu vou gozar, Dul…

D -- Eu também! (Digo manhosa) -- Goze! Goze dentro de mim! (Começo a rebolar e jogo minha bunda com força contra ele para lhe ajudar)

U -- Ohhh, Dulce… (Ele rosna e geme alto. Dá um outro tapa em minha bunda. Sinto as contrações de mais um orgasmo em minha boceta e clitóris)

Christopher se inclina e seu corpo fica em cima do meu. Seu abdômen sarado entra em contato com minhas costas. Eu nem mesmo vi ele se despindo. Mas ele não tirou sua camisa completamente. Apenas abriu os botões.

U -- Deliciosa! (Diz suspirando ao meu ouvido)

Christopher tira seu pau relaxado de dentro de mim, vai distribuindo uma sequência de beijos em minhas costas e em minha bunda até sair de cima de mim. Em seguida, ele se senta em sua cadeira e bate em seu colo me convidando para me sentar ali. Visto apenas a minha blusa e me sento em cima de suas pernas. Envolvo um de meus braços em torno de seu pescoço.

U -- Obrigado por tudo, meu amor! (Ele diz roçando o nariz em meu rosto) -- Nessa véspera de Ação de Graças, eu agradeço por sua vida e pela vida do nosso filho. Filhos! (Ele toca em minha barriga)

D -- Obrigada você também! (Digo acariciando seus cabelos acima da nuca) -- Eu agradeço por nossas vidas, nossa família e por nosso amor!

U -- Esse será o Natal mais feliz da minha vida porque o presente que você me deu é o melhor de todos que já ganhei. (Ele acaricia minha barriga)

D -- Os dois testes deram positivo. Então, creio que estou mesmo grávida. Mas ainda assim fico com receio de nos decepcionarmos quando eu fizer o exame de sangue.

U -- Vamos pensar positivo. Porque dois testes de gravidez confirmaram que tem um novo bebê aí dentro de você.

D -- Bem, eu estou tendo os mesmos sintomas da primeira gravidez. Por isso fiz o teste. E também estou muito emotiva durante essa semana. Eu chorei junto com a Anahí quando ela me contou aos prantos que estava grávida do Alfonso.

U -- Quem diria que aqueles dois dariam certo depois de quase se matarem no estacionamento do shopping ?

D -- Ninguém! (Nós rimos) -- Olha, nossos filhos vão nascer praticamente juntos.

U -- Verdade!

D -- Mal posso esperar para ver o rostinho do nosso segundo bebê.

U -- Nem eu! Não vejo a hora de pegá-lo no colo e sentir aquele cheirinho gostoso de neném. (Nós rimos) -- Isso tudo é tão bonito, não é ? Eu nunca pensei que fosse ficar tão emocionado quando você me contou que estava grávida do Alex.

D -- Ficou mesmo. Me lembro como se fosse ontem.

U -- E agora me sinto da mesma forma. Aquela mesma emoção no coração. Creio que isso acontece quando existe muito amor entre duas pessoas.

D -- É sim. O amor transforma todas as coisas. E torna tudo lindo.

U -- Eu sou a prova viva de que o amor transforma. Você me fez crescer tanto, Dulce. Mudou tudo em mim. Sinto como se eu tivesse nascido de novo. Nem sei mais o que posso fazer pra te retribuir.

D -- Apenas me ame! Seu amor é tudo o que eu preciso.

U -- Eu vou te amar pra sempre, Dulce María! Pra sempre! (Ele leva sua mão em meu rosto e acaricia com o polegar) -- Enquanto eu estiver respirando, eu vou te amar.

D -- Também vou te amar pra sempre, senhor Uckermann! (Ele sorri e retribuo seu lindo sorriso)

Christopher se aproxima, roça a ponta de nossos narizes e logo sinto seus lábios macios e doces cobrirem os meus em um beijo calmo, cheio de ternura, desejo e muito amor!


Notas Finais


Aqui se encerra a fic Atração Obscura! Espero que vocês tenham gostado da história tanto quanto eu gostei de escreve-la. Obrigada a todos que leram, comentaram, votaram e acompanharam até o fim. ❤😘 #vondyforever


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