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História Atração Perigosa - Simon Dominic - Capítulo 12


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Capítulo 12 - Date


Fanfic / Fanfiction Atração Perigosa - Simon Dominic - Capítulo 12 - Date

Assim que abri a porta, o bendito sorriso charmoso de Kiseok, fez com que eu também sorrisse. Ele abaixou o braço escorado no batente da porta e seus olhos observaram-me da cabeça aos pés, por um momento tive medo de estar com uma roupa que não o fosse bonita ou que fosse vulgar demais. 

— Achou que eu tinha sumido, não é? — ele não esperou resposta, e se enfiou para dentro de meu apartamento, ele cumprimentou meu irmão que tinha atenção toda no celular, que jogava no sofá. 

Aproveitei que ambos iniciaram uma conversa e fui até meu quarto buscar minha bolsa, também aproveitei para dar uma última olhada no espelho e ainda gostava do que via. O vestido preto de decote v deixava-me sensual, mas não vulgar. Quando virei-me para sair do quarto, levei a mão na boca e segurei o grito. Kiseok riu.

— Eu não queria te assustar, mas você estava tão concentrada que não achei mal em te olhar. — ele entrou e veio até mim. Os olhos dele brilhavam e o sorriso charmoso voltou aparecer, não pude evitar de olhar para aquela boca vermelha e tão atraente. — Você está linda e eu espero que seja tudo isso só pra mim. 

— Deixe de ser bobo, vamos nos atrasar. 

— Não mude de assunto! — prendi a respiração assim que ele veio pra cima de mim, mas soltei-a ao perceber que ele não fazeria nada. Dominic pôs uma mecha de meu cabelo, atrás da minha orelha e deslizou o polegar para minha bochecha e ali fez um carinho. Eu estava desarmada, entregue e quase me derretendo. — Eu não sei o que você está fazendo comigo! — desabafou ele. Para falar a verdade, nem eu sabia o que estava fazendo comigo mesma. 

— Eu achei que você tinha sumido do mapa, sei lá foi arrebatado. 

Ele riu baixo. 

— Eu tive uma viagem como Co-ceo da AOMG, foi muito cansativo, eu não tinha tempo nem para respirar, quando eu pensava em descansar era um jantar ou almoço para falar de coisas chatas. Pode falar, que sentiu a minha falta, não foi?

— Não, poderia ter ficado por lá, eu já estava acostumada em ter voltado com a minha vida normal. 

— Sem alegria? Garanto que sentiu pelo menos um pouquinho! Assuma. 

— Vamos logo, Kiseok! 

— Assuma primeiro.

Revirei os olhos e o encarei séria. Ele transmitia expectativa.

— Tá senti. 

Ele deu-me um beijo estalado na bochecha e se afastou. Agora ele queria fazer com que eu desejasse que aquele beijo fosse na boca e posso dizer que se for isso, ele conseguiu. Voltamos para sala e Joongwoo desgrudou a cara do celular, apenas para nos olhar e sorrir malicioso. 

— Não. — falei séria, olhando-o.

— Mas você nem sabe o que eu iris falar. — meu irmão ainda com aquele sorrisinho disse.

— Mas eu adivinhei e só não te conhecendo para não ter noção dos seus tipos de comentários. 

— Oh Jiyoon, a gente vai se atrasar, deixe pra bancar a irmã chata depois. 

Kiseok disse aquilo e puxou-me, porta a fora, só tive tempo para ouvir Joongwoo dizer para que nós nos divertisse e não passasse dos limites. Como se fosse o irmão mais velho e responsável. 

— Não está fácil pra você, não. Ouvir do irmão mais novo para não passar dos limites. 

Me provocou Kiseok assim que entramos no elevador. 

— Cala boca. 

— Vem calar com a sua — disse ele e fez um biquinho. Dei um pisão no pé dele e Kiseok, gritou. — Porra isso não é um salto é uma agulha. 

Fiquei com dó dele, quando vi que ele tinha ficado até vermelho, ai foi que minha ficha caiu que tinha machucado ele. 

— Eu não queria te machucar! 

Após instantes calada, falei. Ele demorou para me responder, mas assim que falou voltou com as brincadeiras bobas.

— Pode me dar beijinhos pra passar. — manhoso e em voz baixa, disse ele e eu sorri. 

— Quantos? 

— Quê? — ele surpreso olhou-me. Dei-o um selinho e assim que afastei nossos rostos e ele sorriu. — Acho que mais três pagam, mas tem que ser assim...

E sem me deixar com chances para escapar dele, Dominic agarrou minha cintura com uma mão e a outra foi de encontro com os cabelos de minha nuca, seus lábios se juntaram com os meus em um beijo longo e intenso. Finalizei o beijo assim que precisei pegar fôlego. Tentei me afastar, mas ele me puxou para mais perto e grudou nossos corpos, me entreguei para aquele momento e iniciei um afago nos cabelos dele, o que fez ele fechar os olhos e relaxar os músculos do corpo.

— Eu preciso de você! — engoli em seco ao ouvir a voz dele grave sussurrar aquilo como se fosse um segredo e só eu precisasse ouvir. Ele permanência de olhos fechados e eu com a cara de tacho. Dominic não esperava resposta minha, pois já sabia que não viria, mas eu precisava também dizer que ele não era o único, que necessitava de mim ali, e foi em outro selinho, que dei minha resposta. Ele abriu os olhos e me olhou de uma maneira diferente, que eu não sabia como explicar. — Você me deixa cada vez mais surpreendido. 

Ri e concordei.

— Você também me surpreende.

— É? Tipo como?

— Tipo agora, não fez piadinha.

— Não vou fazer piadinha agora, principalmente quando eu falo que te quero. Pois isso não é piada.

Eu não sabia o que falar e agradeci mentalmente, pelas portas do elevador se abrir, Kiseok antes de sair pegou em minha mão e nos guiou para fora daquele edifício, até onde o carro dele estava. 

— Eu sei que combinamos irmos em um lugar que seja a sua cara, mas vou lhe levar para um que é a minha cara.

Balancei a cabeça e ele não tardou de ligar o carro, após termos colocado os cintos de segurança. Quase vinte minutos depois, Kiseok parou o carro diante de uma bela casa em um condomínio oposto do meu, ou seja era a casa dele no condomínio de alta sociedade. 

— Uau!

Deslumbrada exclamei como uma criança, ao descer do carro. Ele riu enquanto dava a volta pela frente do carro e ao parar ao meu lado.

— Sinta-se em casa! — disse ele e piscou um olho pra mim, em seguida ele levantou a mão no ar e apertou um pequeno controle branco e o portão começou se abrir. 

— Playboy! — brinquei e ele deu de ombros. — Não tem medo de que eu rouba algo valioso da sua incrível casa e venda? 

— Não, você não fazeria isso, pois não brincaria com a polícia. 

— Como sabe disso?

— Primeiro, você não tem cara de ladra e muito menos fazeria isso com um parceiro de trabalho, ainda mais quem pode te demitir. 

— Mas mesmo assim, cuidado nunca é demais.

— Tá bom, mas agora podemos entrar? Eu ainda tenho um jantar para fazer a madame.

— Não, não brinca, é você que vai cozinhar? — questionei surpresa e não consegui disfarçar, eu sorria abobada. Nunca ninguém tinha feito um jantar pra mim. Na verdade eu era bastante conservadora e ocupada quando era mais nova e não tinha muito tempo para gastar com garotos, só tive três namorados em toda a minha vida. E eles eram um tanto que como eu, não gastavamos muito tempo em ''bobeiras'' Joongwoo por ser homem e o favorito da família, desde cedo já tinha as namoradinhas e mandava bem nisso. Então me acostumei em deixar esse lazer todo para ele. Mas parece que agora dei para desfrutar disso tudo.

— Por que, acha que playboy não mete a mão na massa? Preconceituosa.

Ao entrarmos, eu observava tudo, Kiseok tinha um bom gosto para decorações, já podia se quisesse largar tudo e virar decorador ou algo do tipo. Enquanto ele tinha ido ao banheiro para lavar as mãos, aproveitei e iniciei um "tuor'' pela sala. Curiosa tratei de olhar cada rostos nas fotos em alguns porta-retratos sobre uma estante de vidro na parede em cima do painel de televisão. Kiseok tinha algumas fotos com o pessoal da AOMG, e uma dele com uma moça, ambos sorriam na selfie, em uma praça. 

— Não, não é peguete minha. Deus me livre se fosse. — levei um susto com sua voz vindo atrás de mim e eu não pude dessa vez segurar o grito. Ele riu. Percebi que eu estava encarando a foto por tempo demais. — É minha irmã.

— Eu percebi. O sorriso é bastante parecido. 

— Tá bom, mas não diga que mais nada é parecido entre nós dois. Pois sou muito bonito pra ser comparado com essa coisa ai. 

— Você fala assim da sua irmã? 

— Falo. — disse simples assim que virei-me para encará-lo. — É a verdade. Mas em compensação, Deus deu o rostinho delicado pra ela.

— Ela é bonita. 

— Você acha? — ele riu. — Mas eu ainda sou muito mais. Eu e minha sobrinha somos os mais bonitos da família, ainda bem que ela não saiu puxando a cara da mãe dela. 

— Eu não gostaria de ser sua irmã, não. Você deve ser a cruz que ela carrega. 

— Está me dizendo que sou chato?

Ri e sacudi a cabeça.

— Não, mas sim insuportável. 

— Tá bom, agora deixe de falação e venha me ajudar, na sua casa te ajudei e agora chegou sua vez.

— Folgado. 





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