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História Atração Perigosa- malec - Capítulo 15


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Notas do Autor


oii gente 🔥❤

Boa leitura!

Capítulo 15 - Informações e sensações


- O Magnus já deve ter dito para você que o pai dele morrera quando ele tinha 17 e a mãe se suicidou aos 18, mas, apesar de Magnus dizer que eles eram pais incríveis,  a verdade, é que Magnus se recusa a perceber o quão controladores eles eram sabe? Eu conheço o Magnus desde dos 10 anos basicamente. Os pais nunca tiveram nada a ver com os negócios do Aníbal, ele apenas apareceu quando Magnus fez 22 anos. Ele nem sabia que tinha um tio. Quando o pai morreu, Magnus se apegou à mãe, mas esta quase o negligenciou. Quando ela se suicidou, Magnus passou um ano sem falar com ninguém.

 

Alec estava com Catarina na sala. Catarina lhe prepara um tabuleiro com comida enquanto lhe contava algumas coisas sobre Magnus. Estava a sentir o seu coração ficar cada vez mais pequeno com as imagens de um Magnus sozinho e a sofrer.

 

- Ele disse que os pais era mesmo bons..

 

Catarina se mexeu no lugar.

 

- Não eram maus..apenas o castigavam se ele chegasse um minuto atrasado, não o deixavam ter muitos amigos, não queriam que ele saísse e colocavam o máximo de pressão nele para ser o melhor. O Magnus era sempre muito ansioso, muito nervoso.

 

Alec pousou a caneca de chá. Não conseguia imaginar um Magnus assim. Era mais um faceta talvez.

 

- Mas Magnus aprovava isso tudo?

 

- Não, mas ele foi habituado a ser daquela forma, ele achava que era normal. Foram muitos os anos que eu tentei lhe disser que eles o prejudicavam, mas sempre que tocava e ainda toco nesse assunto, ele se irrita.

 

- Eles alguma..alguma vez lhe bateram?

 

- Penso que não, não posso garantir, eu sei tudo sobre ele, mas no outro dia ele me contou algo que eu não sabia, o facto de ter dormido com você antes.

 

Alec decidiu não comentar esse último facto dada a sensibilidade do assunto para ele.

 

- Alec, o Magnus aceitou ser um assassino de aluguel aos 23 anos. Obvio que não aprovei, mas também não o ia abandonar. Eu vi o Magnus ansioso se tornar mais calmo, mas essa mudança apenas ocorreu porque ele se sentia livre a matar pessoas. Eu sei.. é desprezível, mas ele foi assim.

 

Alec  fechou os olhos. Ele conhecia essa sensação de, ao fazermos algo considerado mau, no seu caso, se prostituir, nos faz sentir livres.

 

Mas matar pessoas..”

 

- Ele desenvolveu o jeito controlador devido à educação que teve. Magnus nunca recebeu muito amor. De um lado, pais controladores, a morte deles, do outro um tio psicopata que lhe fez a cabeça, para não falar dos relacionamentos falhados.

 

- Eu.. não sei que dizer.. mesmo assim, eu não consigo confiar..

 

Catarina o olhou com compaixão.

 

- Ele vai ter de lutar pela sua confiança, eu não estou a disser que esqueça tudo e fica tudo bem. Eu só quero dizer que, Magnus mudou assim que se apaixonou por você, ele me chama de KitKat agora!

 

Alec riu. 

 

- Eu apenas peço que pense, pode lhe dar uma chance, tentar construir a confiança aos poucos. Eu não obrigo você a nada, mas não vá embora… eu gosto tanto de você!

 

- Isso é golpe baixo Catarina!- respondeu Alec sorrindo.

 

Ele também gostava de Catarina, muito na verdade. Só faltava ele decidir com calma o que fazer. Tinha que falar com Magnus, ligar ao Jace, justifificar as faltas na faculdade e ainda, tentar não surtar porque o Aníbal e companhia andavam à solta.

 

-Alexander?

 

Alec e Catarina olharam para as escadas e viram Magnus com cara de sono.

 

- Vou  deixar vocês a sós, irei até à mercearia, vocês não comem decentemente à um tempinho!

 

Catarina retirou-se da sala. Alec pousou o tabuleiro na mesa da sala e observou Magnus descer as escadas.

 

- Você está bem? Tem dores?- perguntou Magnus agora mais perto de Alec. Não sabia bem o que fazer, Alec falou em querer espaço.

 

- Me doi um pouco, mas nada de grave. Catarina me deu remédios.

 

Magnus assentiu e decidiu se sentar no sofá em frente de Alec.

 

- Eu.. eu nem sei por onde começar.. eu pensava que você ia morrer me odiando..

 

Alec suspirou.

 

- Eu disse que não odiava você.

 

- Como pode não odiar? Depois de tudo que eu fiz? Como ainda não pegou na sua mala que você nem desfez e não foi embora?

 

- Bom.. o Aníbal anda à solta, tinha que ficar seguro- Alec disse com um meio sorriso.

 

Magnus se sentiu um pouco mais leve .

 

- Fora isso interesseiro… porquê?

 

Alec se levantou com esforço e se sentou ao lado de Magnus.

 

- Catarina me contou algumas coisas sobre você.. mas não é por isso. Quer dizer, mais ou menos. Magnus- Alec pegou na mão dele- eu sinto que conheço todas as suas facetas, sei que me ama, sei que se arrependeu, sei que está sofrendo e que se está a controlar para não desabar. Eu já decidi que não vou embora, mas você precisa de me mostrar que posso confiar em você, confiança é tudo Magnus, não só o amor. Eu quero tentar.

 

Magnus não podia acreditar.

 

- Você f-fica? Alec, eu sou mau para você, como pode não ter nojo de mim?

 

Magnus se levantou para confusão de Alec.

 

- Você prefere que eu vá embora?

 

- Não! Mas você quer tentar depois de tudo que eu fiz! Eu menti! Me aproveitei do seu estado de dormência à tempo atrás para quase matar você! Como quer tentar algo comigo?

 

Alec se levantou muito rápido, sentindo uma leve dor. Magnus andava de um lado para o outro.

 

- Magnus, você se esquece que você me aceitou quando eu me sentia nojento por me vender? Quem faz isso? Você me disse que o passado não definia as minhas ações, o mesmo se aplica a você! Eu te perdoo, você mudou!

 

Magnus parou.

 

- MAS PORQUÊ? Eu não entendo!- Magnus gritou.Ele não merecia

 


- PORQUE EU AMO VOCÊ MAGNUS BANE!

 

Magnus ficou estático.

 

- Você..

 

- Eu te amo…

 

 Magnus saiu do transe e se aproximou de Alec muito rápido, ficando à sua frente. Alec era mais baixo que Magnus, então sentia o seu olhar por todo o seu corpo e nervos. Magnus não dissera nada. Observava os seus lábios como se fosse um tesouro.

 

- Diz de novo..

 

Alec estava literalmente colado em Magnus, mas ainda nenhum deles se tinha tocado. Sentiam uma energia que os ligava, puxava.

 

- Eu amo você..

 

Magnus sorriu deixando cair lágrimas de felicidade. Rodeou os lábios de Alec com o dedo. Queria muito o beijar, mas não podia fazer nada sem a permissão de Alec.

 

Alec não sabia o que sentia. Magnus o tocava nos lábios e queria mais, mas a sua mente o estava impedindo, como sempre.

 

- Eu vou ganhar a sua confiança, vou ser o mais honesto possível, mesmo que você me queira encher de chocolate eu vou ser honesto e disser que não gosto de chocolate.

 

Alec teria rido se Magnus não tivesse colocado a mão nos seus cabelos, depois na orelha e de volta aos lábios.

 

- Posso beijar você?- pediu Magnus.

 

A respiração de Alec estava muito acelarada, mas acenou um sim.

 

Magnus colocou uma das mãos na sua cintura e selou os seus lábios nos dele. Foi algo muito simples e Magnus o soltou logo, o que dececionou Alec. Ele queria que ele o beijasse com fogo e paixão.

 

- Você quer mais bebê?

 

Alec revirou os olhos.

 

- Você está me provocando! Não brinca assim..

 

Magnus voltou a beijá-lo, mas quando Alec ia aprofundar, Magnus o soltou de novo, se afastando.

 

- MAGNUS!

 

Magnus sorriu e se sentou no sofá.

 

- O que foi? Eu beijei você, quero levar nas calmas…além disso você está machucado!

 

Alec bufou.

 

- Ah que raiva!

 

- Não tou entendendo- Magnus se fingiu de inocente- quer que eu o beije como?

 

Alec era orgulhoso demais para fazer o que Magnus pedia.

 

- Nada não, você que perde, logo agora que eu estava disposto a você me tocar pelo  menos até eu achar correto. Xauzinho!

 

Magnus olhou embasbacado o vendo subir pelas escadas. Era susposto atiçar Alec não que ele o atiçasse a ele. Magnus ainda não podia acreditar que Alec estava ali, que o amava!

 

Magnus  sabia que iam ter se preocupar com a vida real mais cedo ou mais tarde. Mas hoje era sexta, porque não apenas viver na segunda?

 

Ele sabia que ia ter de batalhar muito mais Alec valia a pena.

 

 

*****

 

Alec já tinha tomado banho, estando agora enrolado com uma toalha na cintura, observando a ferida ao espelho.

 

Não doía muito, os remédios eram eficazes. Alec previa que iria ficar com uma cicatriz talvez e nos próximos dias devia doer um pouco, mas Catarina era uma excelente enfermeira.

 

Alec saiu do banheiro do quarto.

 

- Que visão Alexander..

 

Alec bateu na porta com o susto, quase deixando cair a toalha.

 

- Caralho Magnus! Para de me assustar assim! E se eu estivesse sem toalha!?

 

Magnus sorriu agarrando uma almofada.

 

- Teria sido a visão do paraíso!

 

Alec tentou evitar rir, mas com Magnus quase a saltitar na cama, como aguentava?

 

- Não lhe dei autorização para vir aqui!

 

Alec foi até à mala.

 

- Também não disse que… Alexander que você está fazendo?

 

Alec tinha tirado literalmente a toalha, estando de costas para Magnus.

 

- Me vestindo, você que está aqui feito um empata, não tenho culpa.

 

Magnus estava ficando quente. Então quando Alec se agachou para buscar algo na mala, Magnus quase gemeu.

 

- Porra… não me provoca assim gatinho..

 

Alec se virou com um sorriso malicioso. Magnus sentiu uma ereção desconfortável a crescer.

 

- Assim como? Você não disse que eu estava machucado? Não me quis beijar decentemente? Agora aguenta meu bem.

 

Alec vestiu os boxers e Magnus bufou tapando a cabeça com a almofada.

 

- Nunca  mais darei chocolate para você!

 

Alec, muito lentamente, se aproximou da cama e gatinhou até Magnus.

 

Queria que ele o tocasse. Não sabia se estava pronto para voltar a transar com ele, mas queria sentir o seu toque.

 

- Magnus…

 

Magnus continuava sem tirar a almofada da cabeça.

 

- MAGNUS! – Alec tentou arrancar a almofada.

 

- Ok, me vou embor..

 

Alec sentiu Magnus o agarrar e o colocar no seu colo. Alec soltou um gemido de prazer ao sentir a ereção de Magnus debaixo de si.

 

- Agora já posso beijar você decentemente? – perguntou Magnus passando as mãos pela bunda de Alec, apertando de seguida.

 

- Pode…

 

Magnus o puxou para si, lhe tomando os lábios. Já não era um beijo calmo, era fogoso e desleixado. Alec colocou as mãos no peito de Magnus, o sentindo beija com muita intensidade. Era daqueles beijos que o faziam ficar tonto.

 

Magnus sentia o seu coração saltar de alegria e excitação. Alec estava se mexendo em cima dele, lhe provocando sensações que só ele é capaz de lhe provocar. Colocou uma das mãos no cabelo de Alec, para o beijar com mais força.

O ar faltou e Magnus passou a chupar o pescoço de Alec, mas ele o afastara.

 

- Ale..

 

Alec atacou o seu pescoço, o fazendo apertar mais a sua cintura, tem sendo cuidado para não pressionar a ferida.

 

Alec o mordia e beijava com força, de certeza que ia ficar marcado, mas para alguém que teve em risco de perder tudo.. Alec podia fazer o que quissesse.

 

- Ahh…- gemeu quando Alec o mordeu com mais força.

 

- Magnus… eu—Alec estava ofegante- não quero transar transar agora , assim, mas… você podia fazer outra coisa…

 

Magnus quase gozou com a cara maliciosa de Alec.

 

- Você quer que eu chupe você?

 

Alec ficou corado, mas assentiu. Magnus se riu com a vergonha de Alec.Pegou nele ao colo e o levou até à cómoda gigante que aquele quarto tinha.

 

Alec não entendeu porque Magnus o sentou ali, mas não ia reclamar.  Magnus lhe tirou os boxers recém vestidos.

 

- Você tem a certeza?

 

Magnus tinha medo de Alec ter sido apanhado no momento e se viesse a arrepender.

 

- Tenho Magnus, não pense nisso agora..

 

Alec viu Magnus se ajoelhar e afastar as suas pernas. A cómoda era bem pior que a cama, ali Alec não se conseguia agarrar decentemente.

 

- Porque não fazemos na cam… oh céus!

 

Magnus o colocara na boca sem avisar. Alec estava a sentir mesmo muito prazer, nunca tinha sentido nada igual, nem quando transou com Magnus. Colocou as mãos na borda da cómoda e fechou os olhos.

 

Magnus apertava as suas coxas e o chupava com  força, lambendo e levando Alec à loucura.

 

- Magnus…ahh..

 

Magnus o tirou da boca por momentos para o apreciar. Alec tinha os olhos fechados e respirava fortemente.

 

- Você parou…

 

- Você é lindo Alexander..

 

Alec sorriu envergonhado.Magnus voltou a chupá-lo, contudo, desta vez foi com mais força e intensidade, tanto que Alec encostou a cabeça no espelho gemendo. Magnus começou a se masturbar também.

 

- Assim.. eu vou gozar..

 

Magnus continuou o seu trabalho, sentindo Alec gozar na sua boca, se desmanchando a seguir.

 

Magnus deixou o membro de Alec e se levantou. Alec ainda estava a tentar normalizar a respiração.

 

- Isto foi..

 

- Intenso gatinho..

 

Alec abriu os olhos finalmente. Ainda ontem temia pela sua vida e agora tinha acabado de fazer sexo oral com Magnus.

 

- Você se arrependeu não foi?

 

Magnus se afastou se sentindo muito inseguro. E se agora Alec fosse embora?

 

Alec vendo a aflição de Magnus saltou da cómoda e vestiu rápido os boxers.

 

- Não, não eu amei, eu quis, Magnus não se culpe, foi minha escolha!

 

Magnus se acalmou levemente, mas mesmo assim por algum motivo estava ansioso. Alec não estava entendendo a reação de Magnus.

 

- Magnus.. que você tem?

 

Magnus se sentou na borda da cama.

 

- O ar.. eu não sei.. sinto que n-não consigo respirar bem, eu machuquei v-você não foi?

 

Alec estava meio em pânico ao ver Magnus tão inseguro.Agachou-se à frente dele.

 

- Não, não foi ótimo, eu disse que podíamos tentar..

 

Magnus tentava respirar fundo.

 

- Você parece… você está tendo um ataque de pânico!- disse Alec querendo dar um tapa em si mesmo por não ter percebido mais cedo.

 

- Respira comigo Magnus… vai…1…2…isso…1…2

 

Magnus ia tentado normalizar a respiração até que lá conseguiu parar de sentir que ia morrer. Há anos que não tinha uma crise assim, isso pertencia ao passado.

 

- Você está melhor?

 

- Obrigada Alexander, você ajudou, eu acho que..

 

- Espera, vamos colocar você mais confortável..

 

Alec o puxou para cima lhe dando a mão e de seguida os conduziu para o grande cadeirão que estava no quarto. Alec fez Magnus se sentar lá. Queria que ele estivesse confortável depois do momento de ansiedade.

Magnus se acomodou no cadeirão e Alec se sentou no seu colo em estilo noiva, de modo a poder encostar a cabeça no peito dele.

 

O coração de Magnus estava acelerado.

 

- Você me surpreende ..-sussurrou Magnus.

 

Alec sorriu e o encarou.

 

- Vai me contar o que aconteceu?

 

Magnus suspirou e apertou mais Alec.

 

- Eu.. eu acho que quando vi você na cómoda, sem disser nada, eu não sei, o meu cérebro começou a pensar em mil coisas, que eu me tinha aproveitado de você, que me ia deixar , que se tinha arrependido. O ar começou a faltar e eu pensei que não ia respirar.

 

Alec fez uma cara de preocupação.

 

- Você sempre teve destas crises?

 

- A última foi quando minha mãe morreu… já nem sabia que era uma sensação horrível.

 

Alec queria perguntar mais acerca dos pais de Magnus, mas agora não era o momento certo. Se virou no colo de Magnus e olhou profundamente nos seus olhos.

 

- Magnus.. o que nós somos?

 

Magnus estranhou a pergunta, e de certa forma, Alec também.


- O que você se sentir bem em ser.

 

Alec sorriu com a sinceridade de Magnus.

 

- Eu não me sinto preparado para namorar oficialmente, não que eu não tenha certeza dos meus sentimentos mas..

 

- Você tem medo que eu quebre o seu coração- completou Magnus- eu sei Alexander, eu espero, eu só quero você aqui..

 

Alec lhe deu um selinho. Um selinho que se tornou noutro e noutro até que ambos já se beijavam de novo com paixão e desejo.

 

 

 

“Talvez Magnus Bane não parta meu coração”


Notas Finais


Assim, eu decidi não colocar problemas entre malec( por agora ..) porque realmente, sim, o Magnus mentiu, mas o Alec não esquece tudo o que ele fez por ele, sendo o mais importante o facto de ele ter aceitado o seu trabalho. ( mesmo assim Magnus vai ter de trabalhar para ganhar a linda e preciosa confiança do Alec)💞🔥

E aí? Que vocês acham?
Nos vemos no próximo capítulo, beijooo


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