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História Através das lentes in New York Vol.2 - Capítulo 24


Escrita por: MaraRubiaLian23

Capítulo 24 - O massacre


Amanheceu sombrio. Nuvens pesadas davam uma atmosfera melancólica, anunciando que a chuva não demoraria chegar. Parecia que o céu previa o triste acontecimento.

Zhan se espreguiçou procurando por Yibo. Ao ouvir o som do chuveiro, lentamente foi saindo da cama. Ele abriu as cortinas do quarto se deparando com a tempestade que se formava ao longe. Era possível ver os raios entre as nuvens. Aquela visão lhe provocou calafrios. A sensação de medo que sentiu a noite anterior voltou a atormentá-lo.

Desnorteado foi para o banheiro. Entrou debaixo do chuveiro se agarrando a Yibo, que sem entender o que acontecia o aconchegou em seus braços.

― Amor, o que foi?

― Vai acontecer algo muito ruim, eu sinto! ― Zhan choramingou sem conseguir segurar as lágrimas.

― Você sonhou algo? Viu Samsak?

― Não, nada!

― Isso é um bom sinal! Mesmo assim já reforcei a segurança e avisei os outros. Vamos nos cuidar, vai ficar tudo bem!

― Anjo, nem tudo depende dos nossos esforços. Tem coisas que são como uma tempestade, ninguém pode evitar!

― Mas podemos amenizar! Tenha mais fé meu moreno. Que tal ficar em casa hoje? Por mim, por favor!

Suspiros... ― Tudo bem! Vou pedir para Sunflower desmarcar todos os meus compromissos, mas quero que você venha almoçar em casa!

― Prometo! Agora vamos tirar essas suas roupas molhadas. Relaxe e aproveite o banho. Infelizmente preciso ir. Tenho uma reunião agora pela manhã não quero me atrasar.

Yibo ajudou seu marido a tirar aquele pijama molhado. Tentando lhe passar segurança o abraçou novamente lhe beijando demoradamente antes de sair do chuveiro.

― Deixe-me ir antes que acabe me animando e perca a hora! ― ele brincou tentando fazer o menor relaxar.

― Qualquer coisa me liga. Se cuida por favor!

Zhan estava apreensivo, nem as brincadeiras do marido o fizeram sorrir.

― Eu te aviso pode deixar. Amo você meu moreno!

― Também te amo anjo! ― Zhan se espichou para alcançar os lábios de seu marido o liberando em seguida.

Yibo não gostava de deixá-lo assim nervoso e vulnerável, mas não tinha como faltar aquele dia. Estava atento mesmo sem saber ao certo como agir. Passou no quarto de seu filho. Era seu costume dar um beijo no pequeno. Orientou a babá que aquele dia não saísse da mansão com a criança.

No portão, conversou mais uma vez com os seguranças. Se certificou que a vigilância fora intensificada. Mesmo contra sua vontade foi para a Produtora. Agora ele também se sentia inquieto.


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Perdido em seus pensamentos, Yin Meng dirigia a caminho da Produtora. Mo Yuan estava inexplicavelmente quieto, distraído com seu celular.

A conversa que teve com Katsuo foi no mínimo inquietante. As suspeitas do amigo em relação Wen Zhului eram assustadoras. Se ele realmente fosse o chefe dos Sǐwáng, explicaria o porquê de muita coisa.

Mas algo não fechava. A data que Wen Zhului comprou as ações era anterior ao ocorrido na noite do ataque surpresa ao Sǐwáng. Então por qual razão um homem daqueles teria interesse na Produtora? Eram muitas perguntas sem respostas!

O pessoal de Katsuo estava atento. Precisavam descobrir com quem aquele homem estava andando, quem eram seus aliados, onde morava, os lugares que frequentava e tudo mais que pudessem descobrir.

― Por que tão quieto? O que tanto pensa? ― Mo Yuan perguntou desconfiado.

― Nada de especial meu amor. Pensando no que o Yibo falou para tomarmos cuidado por conta do pressentimento de Zhan.

― Realmente é preocupante. E que providências você tomou em relação a isso?

― Estou com duas pistolas ao invés de uma!

― Misericórdia criatura! Não vou nem falar o que penso a esse respeito.

― Melhor mesmo, iria só perder seu tempo!

― Seu traste teimoso! ― Mo Yuan fez beiço e voltou a olhar seu celular, era inútil tentar argumentar com ele.

Yin Meng riu. Sabia direitinho como desviar o foco da atenção do seu marido.

― Amor nunca vou deixar nada acontecer com você e nossos filhos, sabe disso! Ninguém nessa vida vai tocar em vocês. Nem que seja preciso eu morrer para isso, entendeu?

O menor sentiu um mal-estar em ouvir aquilo. Era melhor ficar quieto. Queria que seu marido se acalmasse e não o contrário.

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Tudo está interligado como se fosse uma grande teia. Naquela manhã as pequenas atitudes fariam uma grande diferença.

(9:00) Yibo foi para reunião sem seu celular.

(9:15) Yin Meng e Mo Yuan estavam a caminho da reunião, mas um dos estagiários os encontrou no corredor. Uma confusão entre os setores acontecia e Mo Yuan teria que intervir. O menor pediu que seu marido fosse à frente, assim que pudesse o encontraria.

Na sala de reuniões estavam Fei Yibo, Ying Cheng, Lan Xichen, Mian Mian e Melissa Smith.

(9:25) A encarregada da copa discutia com seu marido ao telefone e nem percebeu que a água para o chá ferveu por minutos intermináveis.

(9:35) A secretária de Yibo aprecia o aroma do chá que a copeira gentilmente lhe serviu. Desavisada, tomou um longo gole e se queimou deixando o líquido virar em sua roupa. Precisava ir até o toalete. Como estava tudo calmo, tirou o telefone do gancho para não ficar tocando. Seria rápida e logo voltaria.

(9:40) Zhan e Sunflower estavam reorganizando a sua agenda. Ele notou que a chuva havia chegado com força. Um forte trovão o assustou. Seus batimentos cardíacos ficaram acelerados e aquela sensação ruim aumentou. Foi até a janela com passos relutantes, mas algo o atraía. Ao olhar para fora paralisou. Ali no meio da chuva, Samsak o olhava muito sério. Ele permaneceu assim por alguns segundos e desapareceu.

Zhan sabia o que aquilo significava. Yibo estava em perigo. Pegou seu celular e ligou para seu marido, chamou até cair na caixa postal. Ligou para secretária só dava ocupado. Entrou em pânico.

― CHAME MEU MOTORISTA, VOU SAIR AGORA! RÁPIDO, POR FAVOR! ― Zhan nem percebeu, mas estava gritando.

Diante do desespero do patrão, Sunflower saiu correndo. Em poucos minutos eles e os seguranças já estavam a caminho da Produtora.

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Com máscaras e fortemente armados, os quatro homens de Wen Zhului estavam sendo levados em uma Knight XV blindada. Com um cartão clonado entrariam pela garagem que era reservada somente a diretoria. Depois o motorista esperaria por eles na frente do prédio.

Takeshi orientou que todos usassem silenciadores inicialmente para não chamar atenção. O objetivo principal era matar Yin Meng, mas não antes dele ver a morte de Mo Yuan. Ele precisava sofrer, eram as ordens de Wen Zhului.

Porém, na cabeça de Takeshi sua prioridade era matar Yibo. Ele pagaria com a vida a humilhação que o fez passar.

Exatamente as 10h da manhã, a Knight XV blindada atravessou os portões da Produtora. A chuva intensa que caia sobre eles, não era capaz de lavar os pecados daqueles quatro homens nefários. Verdadeiros assassinos sem a mínima misericórdia por qualquer ser vivo.

Eles tinham um dispositivo moderno no carro que deixava o sistema de câmeras desligado. Outro que cortava o sinal dos celulares. Os cabos da telefonia assim como a internet foram danificados. Qualquer tentativa de comunicação seria nula, isso lhes daria mais tempo antes de serem descobertos.

Naquele momento, tudo parecia ter parado. Raios cortavam o céu e estrondos dos trovões abafavam os demais sons. Eles entraram pela porta que dava acesso ao interior da produtora.

Caminhando distraído pelo corredor, Jin Ling olhou em volta. Definitivamente pegara o caminho errado para seu setor. Só então notou os homens com máscaras e armados. Assustado, virou de costas para eles tentando fugir na direção contrária. Sentiu o impacto em suas costas e uma dor que queimava por dentro. Seu corpo foi projetado ao chão. A última coisa que pôde ver antes de morrer foram as botinas de seus assassinos passando por ele.

Perto da sala de Mo Yuan, uma porta se abriu. Chloe Striker estagiária do jurídico, saiu por ela dando de frente com os quatro homens. Em pânico deixou cair as pastas que segurava. Voltou para dentro da sala fechando a porta. Foi tudo tão rápido, ela não conseguiu falar nada aos colegas. A porta foi aperta com um chute. Às cinco pessoas que estavam ali só tiveram tempo de ver um dos homens entrando e o brilho da arma apontada para eles. Os gritos de desespero chamaram atenção do sub gerente John Miller, que correu ingenuamente para ver o que estava acontecendo.

Tranquilamente, Takeshi saiu daquela sala deixando para trás os corpos de cinco inocentes.

O próximo foi John Miller, que ao ver os quatro homens vestidos de negro, se aproximou correndo e gritando com eles. Grande erro! Foi morto tão rápido que a pobre alma nem percebeu.

Eles continuaram seu caminho deixando para trás um rastro de sangue. Procuravam por Mo Yuan como cães sedentos pela caça.

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Angustiado e nervoso, Zhan chegou à Produtora já eram 10:10. Entrou apressado, deixando Sunflower e os seguranças para trás. Assim que dobrou o primeiro corredor, seus pés escorregaram. Se desequilibrou e caiu. O chão estava molhado. Sentia entre seus dedos um líquido vermelho e viscoso. Ao olhar de perto, percebeu estarrecido que era sangue. Automaticamente olhou para frente encontrando o corpo de Jin Ling.

Os seguranças o colocaram em pé, lhe tirando daquele estado de choque. Com armas em punho, cercaram ele e Sunflower. Queriam tirá-los dali, mas Zhan usando sua autoridade os impediu e foi até Jin. Segurou o pulso do garoto, constatando que não tinha mais nada a fazer, o estagiário estava morto.

Sentiu as lágrimas lhe turvarem a visão, mas não tinha tempo para isso. Sabia que seu marido corria perigo.

Precisava prosseguir e usar seu senso prático.

― Leve ela para o carro agora e chamem a polícia! ― Zhan não queria colocar Sunflower em perigo.

― Me recuso, eu vou com você! ― ela bateu o pé.

Ele não tinha tempo para discussões, nem respondeu. A garota se agarrou ao braço de Zhan. Seu corpo tremia involuntariamente

― Senhor, os celulares estão sem sinal! ― um dos seguranças avisou.

― Não temos escolha. Um de vocês vá atrás de ajuda e cuidado por favor! ― Zhan tentava passar segurança em suas palavras. ― Os demais venham comigo. A prioridade é encontrar meu marido!

Conforme foram avançando, pararam em frente a porta da sala onde estava os corpos dos cinco funcionários. Zhan tampou a própria boca para não gritar. Nunca vira uma cena tão aterradora como aquela.

Sunflower congelou, estava em choque. Todavia ela percebeu uma movimentação sutil. Sem vacilar entrou naquele cenário aterrador e tirou uma mesa de cima do frágil corpo de Chloe. A estagiária estava viva. Uma benção no meio daquela tragédia.

― Zhan, ela está perdendo muito sangue. Temos que tirá-la daqui! ― Sunflower implorou.

― A levem para o meu carro. Não olhem para trás, não façam barulhos. Sigam direto para o hospital. ― Zhan ordenou com autoridade para dois de seus seguranças e sua assistente.

Sunflower concordou com um sinal positivo. Aquela menina precisava de ajuda, ela não podia fraquejar.

Separaram-se. Zhan continuou seu caminho, precisavam chegar à sala de Yibo. Foi inevitável encontrar o corpo do Sr. John Miller. Chorando em silêncio e tremendo muito, Zhan só conseguia pensar numa coisa: "Quem seria o monstro que estava fazendo aquilo e porquê?"

A secretária de Yibo se assustou ao ver Zhan entrando sujo de sangue e chorando. Ao seu lado estavam dois seguranças com armas em punho.

― Onde está meu marido?

― Na sala de reuniões, senhor!

― Vamos para lá agora!

A garota não ousou questionar. Eles se apressaram em entrar naquela sala, assustando a todos. Yibo ao ver o estado do seu marido, correu em sua direção o amparando.

Assustada, a secretária trancou a porta atrás de si. Todos estavam em volta deles tentando entender o que estava acontecendo.

― Tem um atirador na Produtora! ― Zhan falou entre soluços.

Yibo arregalou os olhos, fez Zhan se sentar. O estado dele era lamentável.

Ao ouvirem aquilo, os ânimos se exaltaram todos falavam em simultâneo.

― Amor você está ferido? Por favor, me fala que sangue é esse?

― Não é meu. Encontramos vários corpos pelos corredores. Marido, a maioria era dos estagiários. Crianças, eram apenas crianças!

― Vou ligar para segurança! ― Xinchen foi objetivo. ― Mas constatou preocupado que as linhas estavam mudas. ― Não funcionam.

― Os celulares também estão fora. Um dos nossos foi pedir ajuda! ― informou um dos seguranças de Zhan.

― Vou atrás do Mo Yuan! ― Meng falou puxando sua pistola.

― Eu vou com você! ― Yibo colocou-se ao lado do irmão.

― Nem pensar! Eu vi Samsak, por este motivo estou aqui. Você sabe o que significa quando ele aparece, não é? ― Zhan estava desesperado.

― Amor, vou ter cuidado. Não sou nenhum covarde para ficar aqui escondido. São nossos amigos que estão lá fora.

― Pega aqui! ― Yin Meng entregou a outra pistola para Yibo.

O nível de estresse de Zhan se elevou de tal forma que ao tentar levantar para impedir seu marido, sentiu-se tonto e tudo escureceu, caindo ao chão.

Deitaram ele sobre a mesa, fizeram um travesseiro improvisado com um paletó. Mellisa entrou em pânico, começou a chorar e gritar. Cheng deu uns sacodes na mulher, não tinha paciência para faniquito àquela altura.

Ali estavam seguros. Aquela sala era blindada, ninguém conseguiria entrar. Sabendo que seu moreno estaria protegido, ele o confiou aos demais e se preparou para sair. Não podiam perder mais tempo. Dois seguranças ficaram protegendo a sala, os demais acompanhariam os dois.

― Eu vou junto! ― Mian Mian estava preocupada com Kumiko.

― Eu não tenho mais nenhuma arma! ― Yin Meng falou sério a encarando.

― Eu tenho a minha! ― Mian Mian mostrou sua pistola deixando todos admirados.

― Mais alguém tem arma? ― Meng perguntou.

Diante da negativa, ele convenceu os demais que seria muito perigoso e eles teriam que ficar ali. Mesmo contrariados, Lan Xichen e Ying Cheng ficaram com os demais.

― Por favor, não deixem o Zhan sair daqui! ― Yibo beijo seu moreno indo atrás de Meng.

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Aquele lugar era enorme. Takeshi e seus homens resolveram se separar, logo descobririam os corpos e a polícia seria avisada. Precisavam se apressar.

O mesmo fez o grupo de Yin Meng, cada um foi para um lado.

A primeira a encontrar um dos bandidos foi Mian Mian. Ele ia em direção a duas funcionárias que estavam agachadas chorando e implorando para não serem mortas.

― Ei, você aí! ― ela se apressou a chamar a atenção daquele homem.

Foi tudo muito rápido, ela mirou na cabeça para não desperdiçar munição. O corpo caiu ao chão em frente às duas mulheres apavoradas. Mian Mian não perdeu tempo as mandou saírem do prédio e foi para sala de Kumiko.

A polícia não demorou a chegar à Produtora. Os dois policiais a paisana que Nina deixou ali, viram o segurança de Zhan sair apressado segurando sua arma e o interceptaram.

A rua foi isolada. Os funcionários estavam sendo tirados do prédio, mas ninguém sabia o que estava acontecendo ao certo. Alguns viram os atiradores de longe, entretanto a quantidade deles era desconhecida para polícia.

Mian Mian não encontrou sua namorada. A luz da sala encontrava-se desligada o que indicava que ela deveria estar fora da Produtora. Ligou para Kumiko, mas ela não atendeu. Precisava continuar ajudando seus amigos.

Encontrar os corpos pelo caminho a deixaria abalada se não tivesse tido treinamento. Mian Mian trabalhou como segurança para pagar sua faculdade, aquilo não era novidade para ela.

Em outra extremidade da Produtora, Yibo entrava em luta corpo a corpo com um dos bandidos, praticamente se esbarraram. Com um chute ele conseguiu o desarmar. O homem era grande, mas ele não se intimidou.

Yibo sentia a adrenalina correr pelo seu corpo. Aquilo não era uma briga sem consequências, vidas estavam em jogo. Ele podia ser menor que seu adversário, porém era mais rápido e ágil que o outro.

O Homem de Wen Zhuliu sabia quem era Yibo. As instruções recebidas eram bem claras, não poderia matar ninguém de importante. Hesitou em alguns golpes, mais se defendeu do que atacou. Dessa maneira foi facilmente nocauteado pelo menor.

Yibo não perdeu tempo. Ele o desarmou e arrastou seu corpo para uma das salas deixando-o preso.

Yin Meng foi recebido com inúmeros disparos. Ele foi mais rápido, apenas um tiro pegou de raspão em seu braço. Todavia não deu importância ao ferimento. Sabia que o homem precisaria recarregar a arma em algum momento. Com movimentos rápidos, se aproximava cada vez mais fazendo o outro descarregar rapidamente sua munição. O assassino levou apenas 3 segundos para pegar outra arma. Yin Meng correu em sua direção e disparou cinco tiros certeiros.

Agora só restava um e era o pior deles "Takeshi."

Mo Yuan e Emma ao saírem da sala, estranharam o silêncio. Caminharam pelos corredores sem encontrar ninguém. Assustados, pararam sob a mira de uma arma.

― Finalmente te encontrei! Vim terminar o que comecei!

Mo Yuan arregalou os olhos e puxou Emma para perto de si. Conhecia aquela voz.

― Takeshi?

― Reconheceu minha voz baby? Infelizmente não vou ter tempo para me divertir contigo hoje. Eu vim para te matar! ― ele falou tirando a máscara.

Emma ao ouvir aquilo se colocou à frente do amigo o defendendo.

― NÃO VOU PERMITIR QUE VOCÊ O MACHUQUE, SEU MONSTRO!

― Inutilmente corajosa! SAI DA MINHA FRENTE SUA VAGABUNDINHA!

Mo Yuan prevendo o desastre, puxou a garota para trás de si.

― Por favor, pode fazer o que quiser, mas poupe ela. Eu te imploro!

A garota tentou reagir novamente, porém foi atingida por um tiro no peito. Mo Yuan gritou e segurou ela nos seus braços. Estava em choque quando foi puxado pelos cabelos e jogado ao chão.

― Você pensa que eu tenho tempo a perder? Venha, vamos procurar teu maridinho!

― Por quê? ― Mo Yuan estava apavorado.

― Vou te matar na frente dele! Mas não se preocupe, ele logo vai te fazer companhia no inferno!

Takeshi puxou brutalmente o menor pelo braço, o fazendo gemer de dor. Uma voz chamou atenção dos dois.

― SOLTA ELE AGORA! SEU DESGRAÇADO!

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