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História Através do Tempo - Capítulo 4


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Notas do Autor


E aqui estamos com mais um capítulo para vocês, espero que gostem!

Capítulo 4 - Chegada a Berk


Fanfic / Fanfiction Através do Tempo - Capítulo 4 - Chegada a Berk

Soluço não podia mentir, estava nervoso, pois não tinha ideia de como seu pai iria reagir ao garoto do futuro, tinha medo dele dar uma de Stoico e mandar o garoto direto para fogueira sem ao menos ouvir-lós. Sinceramente, naquele momento ele pensava se não era melhor dar meia volta e levar o garoto para bem longe de Berk.

— Ei, Garoto Viking está tudo bem? — Hiro perguntou ao perceber que o treinador de dragões, estava bem tenso.

— Só preocupado. — Soluço admite, não querendo mentir para o novo amigo.

— Com seu pai? — O Hamada ver o moreno ficar mais tenso ainda ao ouvir aquilo. — Ei, não precisa ficar preocupado, se seu pai tentar me matar ou me jogar na fogueira, eu dou o meu jeito, não seria a primeira vez que eu enfrentaria alguém com a intenção de acabar comigo.

— Você se mete bastante nesse tipo de confusão, não é? — Soluço pergunta querendo mais sobre o garoto.

— Mais do que eu gostaria. Mas, fazer o que? É a vida de um super herói. — O garoto dar os ombros, ele já estava acostumado com aquilo mesmo, mais ou menos aventuras não faria diferença em sua vida conturbada, e ele não se importava, contanto que ajudasse pessoas, que fizesse a cidade ficar segura, que a tia Cass ficasse segura, no fim valeria apena correr risco de vida.

— Super, o que? — Soluço perguntou confuso.

— Super herói, é uma pessoa que usa suas habilidades para ajudar e proteger pessoas.

— Legal. Então você é um super herói? E vive arriscando a sua vida para salvar pessoas. Maneiro.

— Bem, eu e meus amigos. — Hiro, não pode deixar de pensar em como o grupo estaria preocupado com ele agora, claro o xingando de todos os nomes, principalmente Gogo, mas ainda assim preocupados. — Nos metemos, em muitas confusões, mas no fim, vale a pena ao saber que nossos esforços, ajudam e salvam muita gente.

— Eu entendo isso, me sinto da mesma maneira, toda vez que ajudamos um dragão. — O garoto faz carinho em Banguela.

— Então você é um super herói para dragões?

— Acho que se pode dizer que sim.

— Hum. Então você é "O Super Dragão" ou " O Treinador" — Hiro brinca querendo animar o garoto.

— O que? — Soluço pergunta bem confuso.

— Seu nome de super heroi. — Hiro responde como fosse bem óbvio.

— São nomes bem ridículos. — Soluço diz arqueando a sombrancelha.

— Tenho um melhor, preparado?

— Tenho medo de saber, mas vai lá.

— Tam tam. — Ele faz uma pausa dramática. — Mega Dragon. — Soluço não segurou e caiu na risada.

— Hey, é sério.

— Mas o nome é muito idiota e estranho.

— É bem melhor que o nome que me deram. — Hiro cruza os braços, fazendo cara de bravo.

— Que nome deram a você?

— Capitão Fofo. — Soluço riu novamente.

— Vocês do futuro, dão nomes muito esquisitos para coisas.

— Quer mesmo discutir sobre nomes, Soluço?

— Hey, meu nome até não é dos piores. Eu poderia por exemplo chamar, Melequento.

— E tem alguém chamado assim? — Hiro pergunta incrédulo.

— E pior que tem.

— Vikings, são estranhos demais para mim.

— E vocês do futuro, para mim.

— Totalmente compreensível. — Hiro pode avistar um amontoado de casas e plataformas de madeiras, e não pode deixar de ficar impressionado com a vila, principalmente de já pode ver dragões sobrevoando o local, aquilo era incrível.

— Uau. Essa é a sua vila?

— Sim, a boa e velha Berk. — Soluço olhou para Berk e voltou a ficar tenso.

— Ei, já disse que qualquer coisa eu e Baymax estamos prontos para lutar pela nossas vidas.

— Eu sinceramente prefiro que não aja luta. Mas vamos lá e seja o que Thor quiser.

E a vila continuou se aproximando cada vez mais.

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Ao se aproximar do chão, mesmo desejando profundamente que não chamasse atenção, mas acho que isso era um desejo impossível de realizar, já que carregava um treco estranho e vermelho, claro que o povo de Berk ficaria curioso para saber o que futuro chefe trazia com ele, Soluço desmontou e ajudou Hiro a descer, foi nesse momento que os outros treinadores se aproximaram junto com Stoico.

— Soluço aonde esteve? — Stoico perguntou olhando desconfiando para os visitantes que o filho tinha trazido. — E quem são eles?

— Esses são Hiro e Baymax. — Soluço disse aprontando para cada um, ao falar de Baymax percebeu que cabeça dura e cabeça quente tocavam na armadura do robô. — Os dois fiquem longe dele.

— Por que, ele é por acaso perigoso? — Cabeça dura pergunta já com brilhos nos olhos.

— Queremos ver. — Eles continuavam tocando na armadura.

— Eu não faria isso se fosse vocês. — Hiro avisou já indo na direção dos mesmo, mas já era tarde no mesmo momento uma das partes da armadura caiu e acertou o pé de cabeça quente.

— Ai. — No mesmo instante Baymax que tinha se desligado para propar energia se ativou, assustando boa parte dos vikings, e os dragões se colocando em posição de ataque ao verem a reação de seus donos.

— Olá sou Baymax, seu agente pessoal de saúde. — Ele diz se aproximando da garota. — Por favor, numa escala de zero a dez, qual o nível de sua dor?

— De zero ao que? — A viking parecia bem confusa, mas foi interrompida pelo irmão.

— Que maneiro, o treco fala. — O garoto se aproxima totalmente admirado e animado.

— Por favor, numa escala de zero a dez, qual o.... — Ele é interrompido por Hiro.

— Está tudo bem p, Baymax, ninguém está machucado aqui.

— Okay.

— Soluço o que é esse treco? — Stoico pergunta assustado e já com o machado na mão.

— Ele é um robô, pai.

— Ro...o que? — O chefe dos vikings parecia muito confuso, assim como o resto da vila.

— Eu também não sei bem o que é um robô, só sei que ele e o Hiro estão pedidos e precisam de ajuda para voltar para casa.

— E aonde seria a casa deles?

— Ai, está o problema. — Soluço coloca a mão na nuca, tentando achar uma maneira de explicar corretamente que o garoto vinha do futuro, quando ouvir a voz de Hiro irritado.

— Já chega os dois. — Ele repreendia os gêmeos. — Pela milésimas vez , Baymax não é um brinquedo de destruição, ele é um robô criado para ajudar e cuidar das pessoas.

— E o que é um robô? — Cabeça quente pergunta.

— Um robô é uma maquina...

— De destruição? — Os gêmeos perguntam juntos e esperançosos.

— Quer saber? Chega, porque pensei que conseguiria colocar algo na cabeça de vikings que vivem a mais de 10 mil ou milhões de anos antes de sequer a tecnologia ser inventada. — O garoto colocou na mão na testa e foi ai que percebeu que ainda estava com o capacete, no mesmo momento o tirou, e Soluço que ainda não tinha visto o rosto de Hiro completamente, não pode deixar se achar o garoto bonito.

—Tecnologia? Anos? Soluço, o que quis dizer com isso? — Stoico chamou a atenção do filho.

— Bem, ele é do futuro. — Soluço disse, já se preparando para reação do pai.

— Futuro? Você diz viagem no tempo? Ele é um feiticeiro? —Agora que Scoito estava pronto para acabar com a raça de Hiro.

— Pai calma. — Soluço ficou entre Hiro, que já tinha percebido o que estava acontecendo, e o pai. — Ele não é um feiticeiro.

— Se não é um feiticeiro, o que ele é então?

— Um gênio da tecnologia. — Hiro diz entrando no meio da conversa. — Olha, eu realmente não quero fazer mal a ninguém, só quero um lugar para ficar e consertar a armadura e o portal, para eu poder voltar para casa. Se eu não puder ficar aqui, tudo bem, eu e Baymax podemos achar outro lugar para ficar.

— Então vá garoto. — Soluço arregalou os olhos com a resposta fria do pai.

— Pai! Você não pode expulsar o Hiro, ele não tem para onde ir.

— Soluço, tá tudo bem. — Hiro tenta dizer, mas é interrompido pelo treinador.

— Não está nada bem, se fosse eu, aposto que o senhor gostaria que eu pudesse achar um abrigo em alguma vila, que eu ficasse seguro. — O moreno se aproxima do pai, que abaixa o machado.

— Claro, que eu gostaria, você é meu filho e sua segurança é o que importa.

— Então, é mesma coisa com o Hiro, pensei na família dele, dem está preocupados, se perguntando se ele está bem, se está seguro, se não está passando frio. Você teria coragem de expulsar ele, mesmo sabendo que ele tem uma familia, que assim como para o senhor, tudo que importa é a segurança dele? — Soluço olha para o pai esperançoso que aquilo funcionaria.

— Eu...eu... — Stoico olha para Hiro, que também olhava para ele esperançoso, Soluço tinha razão o estranho era apenas um garoto e não sobreviveria numa terra totalmente desconhecida. Ele suspira derrotado.

— Tá, bom, ele pode ficar. — Soluço sorrir para Hiro ao ouvir isso. — Mas se ele demostrar qualquer tipo de ameaça para a aldeia, ele vai embora, entendido?

— Sim senhor. — Os dois garotos dizem.

— Ótimo. — Ele olha para o resto da vila. — Todos de volta para o trabalho. — Ele diz e no mesmo momento todos se colocam a caminho de seus fazeres, comentando sobre o garoto esquisito. — Soluço, leve o seu amigo para nossa casa e arrume roupas novas para ele, e o acomode no quarto de hóspede.

— Sim senhor. — Soluço diz sorrindo.

— E você. — Olha para Hiro que se ajeita na postura. — É melhor não arrumar confusão, estarei de olho.

— Sim senhor. — Stoico contente com a resposta, também se coloca a caminho de seus afazeres.

Soluço e Hiro se entreolham e suspiram aliviados.

— E ai, Soluço vai apresentar seu novo amigo para gente? Ou não somos importante? — Astrid diz se aproximando com o restante dos treinadores de dragão.

— Oh, sim! — Baymax se aproxima segurando os gêmeos no braços, todos estranham isso, mas resolvem ignorar por enquanto. — Hiro, Baymax esses são Astrid. — Apronta para loira.

— E ai? — A loira diz.

— Perna de Peixe. — Apronta para o garoto, que se aproxima animado de Hiro.

— Como é o futuro? Tem mais raças de dragões? Os barcos são voadores? — Perna de peixe começa fazer várias perguntas.

— Okay, perna de peixe. — Soluço diz afastando o mesmo. — Temos o Melequento. — Apronta para o garoto e Hiro tem que segurar a risada, por lembrar da conversa dele com Soluço mais cedo.

— Acha o meu nome engraçado? — Melequento tenta parecer ameaçador. — Saiba que sou o viking mais temido dessa aladeia e...

— Desconsidere ele. — Soluço diz afastando o mesmo de Hiro. — E os gêmeos Cabeça Quente e Cabeça Dura, vocês já conhecem. — Apronta para os irmãos nos braços de Baymax, que tentavam se soltarem.

— Me solta seu treco. — Cabeça Quente diz. — Se quiser comer alguém, coma ele.

— Não, coma ela. — Cabeça dura rebate.

— Baymax, por favor solte os dois. — Hiro perde.

— Okay, Hiro. — Baymax coloca os irmãos no chão com o maior cuidado.

— Baymax, só uma pergunta, por que raios você estava os segurando? — Hiro pergunta o que todos queriam perguntar.

— Porque eles são um risco a própria saúde e a saúde dos outros.

— Não somos um risco a saúde de ninguém. — Cabeça Dura fala parecendo indignado e de repente sorri. — Ou somos? Porque isso seria muito maneiro.

— Massa, mesmo. — Cabeça Quente também diz animada. — Podemos machucar os outros.

— Okay, ninguém vai machucar ninguém, principalmente vocês dois. — Soluço fala sério olhando para o gêmeos que dão os ombros.

— É melhor mandar alguém ficar de olho nesse dois ou até o final do dia teremos que reconstruir Berk, inteira. — Astrid diz, olhando com certa desconfiança para os irmãos.

— Eles não seriam capaz de tanto né? — Hiro pergunta e os treinadores o olham como ele fosse doido por pensar algo assim. — Vou mandar o Baymax ficar longe deles.

— Isso é uma excelente idéia. — Soluço fala e se aproxima de Hiro. — E ai pronto para conhecer seu lar pelo os próximos tempos?

— Vamos lá, garoto viking.

— Vocês vem juntos? — O moreno pergunta para os amigos.

— Eu até iria, mas tenho treino com as crianças agora e sabe como elas ficam sem as aulas. — Astrid diz e depois sorri para Hiro e Baymax. — De qualquer maneira, sejam muito bem vindo a berk, espero que tenham um ótima estadia. E é sério, se querem sair daqui Intactos e sem ferimentos, fiquem longe do gêmeos. — Ela saia andando para as aulas.

— Bem, já eu treino que ir me execitar. Essas belezuras, não se constroem sozinhas. — Melequento diz exibindo os músculos e beijando cada um dos lados, então todo mundo resolve ignora-ló.

— Eu adoraria ir, quero saber mais sobre o futuro e... — Perna de peixe é interrompido por Soluço.

— Acho melhor deixar as perguntas para depois Perna, os dois devem está cansados, e perguntas agora não seriam uma boa idéia.

— Entendo, mas depois vocês podem responder perguntas, né? — Ele pergunta com esperança de Hiro que fica sem graça em dizer não.

— Claro.

— Eba! — O loiro fala muito animado, o que fez o Hamada se lembrar de Fred.

— Então vamos lá? — Soluço diz e Hiro acente. — Banguela, vamos amigão. — Chama o dragão, que estava pendurado numa árvore tirando um cochilo, sim o fúria da noite dormia, enquanto tudo acontecia. O mesmo acorda e vai para o lado do treinador, Hiro pega a peça da armadura de Baymax que tinha caído e segue os dois.


Notas Finais


E ai, o que acharam? Comentem;)


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