História Através dos Gestos - Capítulo 28


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Seventeen
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, Junghan "Jeonghan", Jungkook, Kai, Kim Mingyu, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Suga, V, Xiumin
Tags Baekhyun, Bottom!jungkook, Fluffy, Jungkook, Jungkookbottom!, Kookv, Lemon, Minhee Rainha, Quarto 12, Sebaek, Taehyung, Taehyung!top, Taekook, Teatro, Top!taehyung, Vkook, Yoonmin
Visualizações 440
Palavras 5.553
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!
Eu aqui só vou falar sobre a foto abaixo... Eu a amo e quis coloca-la no capitulo final!
E sobre a música Hold me Tight que foi minha grande inspiração pra esse capítulo <3

Capítulo 28 - Através dos Gestos


Fanfic / Fanfiction Através dos Gestos - Capítulo 28 - Através dos Gestos

“Vem aqui, não seja medroso.”

Taehyung movimentou as mãos mais uma vez, insistindo em repetir aquela mesma frase, torcendo para que dessa vez ela tivesse algum efeito no mais novo.

E teve.

Aos pouco Jeongguk caminhava e começava a sentir a água gelada do mar entrando em contato com seu corpo. Tornozelo. Canela. Joelho. Coxa. Cintura e por fim, o peito, alcançando o mesmo local onde o Kim se encontrava naquela imensidão azul.

“Viu? Você não morreu!”

“Poderia ter morrido, ai você ia ficar viúvo e passar a dar valor a mim”.

“Eu dou valor, não falei besteira”.

O ruivo sorriu, levando as mãos grandes a cintura malhada – e bem marcada – do mais novo. Olhou bem nos olhos negros do mais novo, sorrindo pela forma como eles pareciam estar em completa alerta sobre o mar em volta dos dois.

Desceu o olhar para a boca inchada pelos longos beijos trocados naquela manhã, pelos machucados que as noites agitadas permitiram que os lábios finos guardassem as marcas de cada nova experiência. Olhou para o pescoço sempre branquinho e que agora estava completamente marcado de manchas vermelhas, roxas e algumas até esverdeadas.

Aquilo havia sido o grande problema quando o Kim sugeriu que os dois aproveitassem o mar daquela ilha, já que estavam há três dias em lua de mel e nem havia saído do quarto.

Jeongguk protestou veemente, não querendo expor seu corpo cheiro de marcas e manchas.

Foi preciso sacrificar uma hora em diálogo sobre como Jeongguk não deveria se preocupar com aquilo pelo simples fato dos dois estarem casados e que o mais novo viveria cheio de manchas, então que tratasse de se acostumar.

Depois de toda conversa, Jeongguk passou a judiar da ideia de realmente entrar no mar. Não queria, estava receoso mesmo que sem motivo, como o próprio havia confessado.

Taehyung apertou ainda mais a mão na cintura de Jeongguk, juntando os dois corpos e sorrindo ao começar a puxar o marido mais para o fundo.

Vamos ficar aqui, não quero ir mais além.”

Taehyung apenas sorriu, confirmando com a cabeça e selando a pontinha do nariz do mais novo. O mar estava extremamente calmo, sem ondas, sem muitas pessoas... Extremamente ideal para uma pessoa tímida como Jeongguk.

Não tinham pressa para irem a nenhum outro lugar, embora tivessem feitos alguns planos simples para aquele dia. Não queriam passar toda a lua de mel no quarto, embora fosse exatamente isso que demonstrassem.

Jeongguk queria jantar fora, comer frutos do mar, queriam visitar alguns dos pontos turísticos e tirar foto em qualquer mato que vissem pela frente. Até mesmo dentro do banheiro os dois já haviam batido diversas fotos.

Aproveitando o tempo no meio do mar, os dois não sentiam os dedos ficarem enrugados, apenas focavam em ficarem abraçados e deslizarem pela água. Os dois usavam calções e deixavam os peitos nus, inconsequentemente atraindo vários olhares de todos ali.

Seja garoto ou garota. Seja adulto ou criança. Sejam olhares animados pelos dois garotos que brincavam simplistas com a água, sejam olhares tortos por serem dois garotos que brincavam.

Sem dar muita importância, Taehyung apenas segurou o corpo de Jeongguk, fazendo o mais novo boiar e sorrir ao mesmo tempo em que cobria os olhos devido ao sol. Mesmo que estivesse calor, a água gelada do mar não permitia que os dois ficassem incomodados com aquilo, ou preocupados por conta de queimaduras, visto que Jeongguk gastou quase um frasco inteiro de protetor solar de 400 ml em si mesmo.

Taehyung usou o resto e teve que comprar outro para passar no resto do corpo.

Mas não reclamou, afinal, não queria ser incapaz de tocar no mais novo por conta das queimaduras que poderiam arder ou ver as marcas que deixou no corpo alheio quase desaparecerem junto com a pele branquinha.

Jeongguk ficou parecendo uma pessoa albina, e deixou tudo mais engraçado ao por um toca de natação e uma máscara de mergulho.

Atrevendo-se até mesmo a fazer piadas com o próprio nariz a cerca daquilo.

Mesmo com dificuldades por conta da mascara, Taehyung o beijou com vontade.

“Nossos dedos estão ficando enrugados”.

Jeongguk moveu as mãos assim que seus pés voltaram a tocar na areia e o mesmo exibiu as mãozinhas pálidas.

Vamos ficar mais alguns minutos e ai sairemos para comer, o que acha?”

Em resposta, Jeongguk apenas uniu os dois lábios brevemente e mergulhou, não estava com a máscara ou a toca naquele momento, havia deixado tudo no hotel. Motivos? Vergonha.

O Kim até mesmo tentou dizer que Jeongguk não precisaria usar aquilo na rua, mas o mais novo nem quis prestar atenção. Apenas manteve os olhos ansiosos e arregalados ao saírem do hotel pela primeira vez, caminhando tranquilos até a praia e deixando a mochila com os celulares, toalhas e as roupas ali dentro em cima da areia.

Os dois permaneceram na água por mais quinze minutos, brincando, se abraçando, ou simplesmente sentindo a água gelada refrescar os dois corpos. Assim que caminharam de volta para a areia, os dois pegaram a mochila, vestiram simples regatas, calçaram os chinelos e rumaram para algum restaurante de frutos do mar na beira da praia.

A carteira de Taehyung sentia vontade de chorar, mas ficava feliz vendo o sorriso animado de Jeongguk enquanto caminhava.

Ao invés de analisarem bem os restaurantes, Jeongguk simplesmente insistiu em um que mostrava uma lagosta gigante segurando uma sereia com as garras. Logicamente, o moreno também tirou foto daquilo. Taehyung somente ria, admirado pela capacidade do mais novo ser completamente infantil em algumas horas.

Sentaram-se na parte de fora do lugar.

—Boa tarde, sejam bem vindos ao nosso restaurante, aqui estão os cardápios. – Um homem sorridente apareceu entregando dois plastificados grossos.

—Eu estou cheio de fome, então vou pedir logo... – Taehyung sorriu para o garoto. — Vou querer um caldo de camarão com ostras, e sushis também. Ah! Você pode colocar o dobro de alga nos sushis?

—Sim, senhor! – O garoto confirmou sorrindo, virando-se para Jeongguk em seguida. —E o senhor? Já sabe o que pedir?

Depois de alguns segundos encarando um Jeongguk que mal o olhara, o sorriso do garçom simplesmente desapareceu.

—Perdão, - Taehyung iniciou sua fala sorrindo. — Meu marido é deficiente auditivo, sabe?

—Ah! Perdão senhor!

Taehyung riu sincero.

—Está tudo bem. – Confortou o garoto, reparando em Jeongguk levantando o olhar confuso para a cena que ocorria ali.

“Diga-me o que vai querer amor.”

“Você pediu o que?”

“Caldo de camarão com ostras, e sushis.”

Vou querer experimentar o seu caldo, e também vou querer alguns salmões com molho picante extra, arroz dobrado, salada e algumas tempuras!”

“Tem alguma família de anões esfomeados morando dentro de você?”

Jeongguk gargalhou, esticando os braços e batendo no marido com o cardápio. O garçom não entendia nada do que estava acontecendo, mas achava aquela interação fofa.

— Ele vai querer salmões separados com molho picante extra, arroz dobrado, salada e algumas tempuras. – Taehyung recapitulou todo o pedido do mais novo.

—Tudo bem, irei trazer os pedidos de você em alguns minutos. – Sai se afastando logo em seguida.

“Está com a sensação de que tudo parece perfeito demais?”

Jeongguk moveu as mãos com calma, parecia apreensivo ao expor suas dúvidas para o ruivo. Parecia incerto do que o mais velho acharia daquele tipo de pensamento de Jeongguk.

“Parece que nada disso é real, não é?”

“Sim, algo parecido com isso.”

“Às vezes é tão difícil achar perfeição em algo, que quando encontramos, nossa mente se esforça para não acreditar.”

Depois de mover as mãos, simplesmente pousou uma delas em cima da de Jeongguk, entrelaçando os dedos e permitindo sentir o cheiro agradável da maresia enquanto admirava o marido a sua frente.

As vezes era difícil para ambos se acostumarem com os pensamentos de “ele é meu marido”, as vezes eles não conseguiam de fato acreditar que estavam casado, mesmo que mal tendo completado 1 ano desde que se conheceram...

Analisando por esse fato, receberiam olhares e falas do tipo “São tão novos”, “Fizeram essa escolha muito cedo”, “Daqui a três meses irão se divorciar”... Seriam repreendidos de tantas formas que chegava até a ser doloroso de se pensar.

Como poderiam as pessoas duvidar de tais sentimentos? Como poderiam especular coisas daquela maneira?

Porque seriam tão duros, somente porque Jeongguk e Taehyung tiveram opiniões diferentes? Porque sofreriam ódio porque escolheram se arriscar e ir contra a maioria? Porque seriam renegados apenas por optar em seguir o que o coração queria?

Bom, eles eram gays, um era deficiente, e ambos se casaram antes de completar um ano que se conheceram.

Pois bem. Que tacassem as primeiras pedras.

Um serviria de escudo para o outro. Um ergueria o outro. Um continuaria amando o outro.

Casamento para os dois era isso.

No olhar intenso que os dois compartilhavam, enxergavam isso. Não precisavam dizer, não precisavam mover as mãos ou sequer escrever em um bloquinho.

Naqueles olhares, os dois se entregavam.

Não demorou muito para a comida chegar, Jeongguk atacou todos os pratos com vontade, estava faminto, e Taehyung achava cada vez mais encantador como até comendo, Jeongguk demonstrava que se assemelhava bastante a um coelho.

Discretamente, tentou filmar o momento. Teria a vida toda para fazer aqui, contudo, era aquela cena que ele queria filma. Um Jeongguk distraído olhando tudo a sua volta, comendo enquanto mantinha sem perceber a boca aberta ao mastigar o alimento, era o vento fraco balançando – e secando – os fios negros, era todo o conjunto que precisava ser registrado.

Era como um banal e simples marco para o inicio de uma vida que seria compartilhada.

Veria Jeongguk comer de boca aberta todos os dias.

Veria Jeongguk com medo ou vergonha. Veria Jeongguk recusar seus beijos por cansaço ou estresse. Veria Jeongguk bater a porta com força depois de uma discussão. Veria Jeongguk chorar, sorrir, pular, cair, cozinhar, dormir e até mesmo fraquejar ao pensar em desistir.

Veria várias e várias das facetas do mais novo.

E não deixaria que nada mudasse seu sentimento. Afinal, o mais novo também veria Taehyung fazer tudo aquilo.

Os dois comeram trocando poucas frases de conversa, estavam cheios de fome, e a comida deliciosa que lhes foi servida só fez diminuir a vontade dos dois em conversar.

Assim que o guardanapo terminou sua função de limpar a boca de ambos os garotos e foi posto em cima da mesa, os dois se levantaram. A conta já estava paga, os elogios foram feitos e algumas risadas trocadas.

No fim, Taehyung colocou a mochila nos ombros e entrelaçou seus dedos com o do mais novo, iniciando uma caminhada extremamente calma pelas ruas de Jeju.

Em meio aos passos dados, os sorrisos distribuídos e as horas se passando, Jeongguk e Taehyung apreciavam cada vez mais aquela ilha. Tirando foto de tudo que faziam nos lugares que iam.

O labirinto do Maze Park. A trilha que os levaria até a cachoeira Cheonjeyon. O 'Jeju Loveland' que possuía uma exposição de esculturas eróticas, onde os dois tiraram mil e uma fotos e mandaram para Baekhyun.

Cada momento foi especial e engraçado, contudo, um em especial fez Jeongguk se abaixar de tanto rir. Ver o namorado fazer caretas, enquanto segurava o mapa da ilha e se confundia com o dialeto de uma das nativas do local, fazia Jeongguk gargalhar ao ponto de quase chorar por aquilo.

Quando enfim, Taehyung confuso entendeu o que a mulher quis dizer, agradeceu diversas vezes pela informação e paciência da mesma, se pondo ao lado de Jeongguk mais uma vez.

“Se eu pudesse falar ou ouvir teria me dado muito melhor que você.”

Jeongguk ainda sorrindo moveu as mãos, travesso.

O ruivo apenas usou o mapa em suas mãos para bater fraco na cabeça do marido.

“Se continuar me irritando eu vou pegar uma corda e amarrar suas mãos!”

“Demoraria três dias para entender o que falariam  sobre o paradeiro da corda.”

Mais risadas.

E foi assim, até os dois voltarem ao hotel quase que às nove da noite.

Jeongguk agiu como um verdadeiro pestinha durante todo tempo, provocando o Kim até o mesmo quase gritar chega. Ora, não era sua culpa sentir complicações ao entender o dialeto da ilha. Era confuso para si.

“Vou tomar banho, e depois chamar o serviço de quarto, acha que consegue entender o que eles disserem a você?”

Taehyung soltou fortemente o ar preso em seus lábios. Jogou a mochila no chão com força e virou-se irritado para o mais novo.

Para com isso! Não vê que essa merda já perdeu a graça Jeongguk? Não percebe que está me irritando?”

“Ora! E quando é que você vai demonstrar essa irritação na cama comigo?”

“Mas de que diabos você está falando agora?”

“Eu te amo, e eu amando nosso momento e tudo isso” Jeongguk moveu as mãos enquanto caminhava até o ruivo, parando bem a sua frente. “Mas você não acha que está fofinho demais? Eu amo quando é lento e gostoso amor, mas também amo quando você se inspira e deixa tudo mais selvagem.”

Taehyung simplesmente cerrou os olhos. Não podia acreditar no que estava vendo.

Então você infernizou parte do nosso passeio somente  para me irritar e me fazer descontar tudo isso na cama?”

Jeongguk não moveu as mãos em resposta, apenas sorriu ladino ao morder com força os próprios lábios e começar a subir a regata do ruivo, balançando a cabeça positivamente.

“Porque eu não pedi você em casamento quando nos esbarramos na escada?”

“Não esbarramos. Você me empurrou”.

“Vou empurrar de novo.”

E Taehyung fez exatamente isso. Segurou com força a cintura malhado do moreno e o empurrou com força em direção a parede, deixando que as costas do outro se espremessem e os lábios não pudessem soltar os excitantes sons peculiares que o mais novo soltava quando sua excitação subia.

Os lábios estavam ocupados demais sendo tomados com desejo pelo ruivo que realmente iria descontar sua raiva no mais novo.

Pressionou mais ainda o corpo na parede, afastando-se minimamente apenas para arrancar todo o tecido que cobria o corpo de Jeongguk. Todo mesmo. Sem exceções.

Jeongguk revirava os olhos, completamente nu, enquanto Taehyung, ainda vestido, enchia sua mão com o membro do mais novo que começava a despertar rapidamente.

Desceu os lábios até o pescoço branquinho que continha diversas manchas e mordeu todo o local, distribuindo chupões, lambidas e sugadas fortes, deslizando os lábios até o peito do rapaz, trilhando todo o local e melecando tudo com sua saliva.

Lambeu o mamilo esquerdo com lentidão exagerada, gargalhando internamente ao sentir o corpo do marido começar a se contorcer.

Voltou a segurar a cintura alheia, forçando o corpo de Jeongguk a desgrudar da parede e ser completamente guiado até a cama, caindo no colchão segundos depois.

Mordendo os lábios, o moreno viu o marido retirar a própria blusa e o calção. Viu a cueca ser abaixada, e viu o membro ereto pular para fora. Uma visão maravilhosa.

As camisinhas junto com os frascos de lubrificantes estavam todos sendo postos na cômoda ao lado da cama, tudo espalhado e bem exposto.

Não querendo parar de olhar para o ruivo que começava uma lenta masturbação em si mesmo, Jeongguk apenas contorceu-se na cama, mesmo sem ser tocado, contorceu-se apenas por vislumbrar aquela imagem e imaginar aqueles toques sendo feitos em si.

Jogou a cabeça para trás, levando as mãos até o próprio pênis e iniciando uma masturbação acelerada. Recebeu um tapa fraco na coxa como uma advertência muda para que parasse.

Olhou choroso para o ruivo, esse que acelerava os próprios movimentos e expressava bem com seu rosto o quanto aquelas caricias estavam boas.

Instintivamente, ou por falta de vergonha, Jeongguk abriu as pernas sem pudor algum, desejando que o mais velho parasse com aquela tortura, e se xingando mentalmente por ter iniciado todo aquele joguinho.

Taehyung riu.

“Vem me chupar amor...”.

E Jeongguk foi sem nem ao menos pensar duas vezes.

Levantou-se em movimentos acelerados e em segundos, sua língua atrevida já acariciava a fenda do membro do ruivo.

Um pouco diferente do jeitinho sempre tímido do mais novo, Jeongguk não foi lento ou delicado, foi desesperado e guloso ao enfiar todo o falo de Taehyung em sua boca. Iniciando um vai e vem rápido, engolindo com velocidade e maestria uma das partes que mais gostava no marido.

Com uma das mãos, segurou o quadril do mais velho, conseguindo apoio em ir cada vez mais intensamente às suas sugadas. Taehyung gemia rouco e sem pudores, não se limitando a ficar parado e logo segurando os fios negros do mais novo. Não interferiu em seus movimentos, gostava de Jeongguk fazer o que quisesse, o dava total permissão para inventar posições e ritmos que mais os agradava, então apenas apreciou aquele boquete maravilhoso feito pela boca que mais amava no mundo.

Jeongguk deixava que a língua também participasse daquilo, salivando bastante e facilitando os movimentos na hora de tenta colocar mais ainda do membro do ruivo dentro de sua boca.

Os barulhos eróticos enlouqueciam o  mais velho na medida em que se tornavam cada vez mais pornográficos.

O moreno sabia perfeitamente que quando era Taehyung fazendo aquilo em si, não poupava esforços e sempre fazia questão de lhe engolir por inteiro. Contudo, o ruivo tinha algumas vantagens. Sua boca se abria mais do que a de Jeongguk, e o membro do mais novo acabava por ser um pouquinho menor que o seu.

Mesmo se amando, e estando casados.

No boquete, havia cerca competitividade.

Disputavam o primeiro lugar sobre quem melhor exercia aquela função de usar a boca para dar prazer ao parceiro. E por mais que Jeongguk nunca admitisse, ele sabia que Taehyung estava na frente, pelo simples fato do mais novo perder completamente o controle somente quando sua glande era tocada pelos lábios cheinhos e rosados do marido.

Ainda assim, se esforçava ao máximo para sempre dar prazer ao Kim. Queria sempre surpreendê-lo, e naquele momento não foi diferente, pegando Taehyung completamente desprevenido ao executar sua garganta profunda.

Jeongguk não ouviu o quase grito que Taehyung deu ao sentir aquela maravilhosa sensação, não viu perfeitamente a cabeça do mais velho despencar para trás e incessantes gemidos roucos saírem de seus lábios, mais Jeongguk sabia que estava fazendo um bom trabalho quando o corpo inteiro do ruivo começou a tremelicar.

Iria gozar a qualquer instante, e talvez por isso, o mesmo retirou o próprio membro da boca do mais novo.

Em um ato rápido, Taehyung já empurrava o corpo do mais novo de volta para o colchão, esticando os braços e alcançando a camisinha e o lubrificante. Vestiu o próprio membro e não se demorou a melecar toda sua extensão e entrada do marido com o gel.

Abriu ainda mais as pernas do mais novo, deixando-o bem exposto e não se importando com isso. Analisou detalhadamente toda aquela obra prima que era o corpo que tinha a puta sorte de ser seu todas as noites. Era maravilhoso saber que possuía aquilo somente para si, e era delicioso saber que o mesmo lhe possuía completamente da mesma forma.

Pincelou a ponta de seu membro da entrada que não parava de piscar em ansiedade. Sorriu arteiro com aquilo e cerrou os olhos quando as mãos de Jeongguk tentaram alcançar seus ombros.

Taehyung apenas segurou os dois pulsos do rapaz e jogou os braços do mesmo em cima do colchão, segurando os pulsos com força enquanto parecia imobilizar o mais novo, esse que se remexia sem parar em ansiedade e prazer quase que transbordando.

Com a outra mão livre, segurou o próprio membro e continuou a tortura de fingir penetrar Jeongguk. O pobre coitado apenas abria mais as pernas e tentava a todo o custo fazer com que Taehyung entrasse logo em si e o fodesse com todas as forças.

Pegando o mais novo completamente de surpresa, quando o Kim iniciou um beijo deveras erótico e o penetrou sem qualquer cerimônia, entrando completamente dentro do moreno. Tinha plena consciência de que Jeongguk estava acostumado graças as varias e varias vezes que estavam fazendo sexo e tendo a última vez deles sendo a menos de quinze horas.

Jeongguk teria gritado se pudesse, mas apenas tremeu o corpo e abriu a boca, interrompendo o beijo para deixar que os lábios formassem um perfeito “o”.

Mantendo os braços presos acima da cabeça do mais novo, e sentindo as pernas de coxas fartas do mesmo se entrelaçando em sua cintura, Taehyung começou a se movimentar sem pena.

Jeongguk queria que o ruivo descontasse sua irritação na cama, e era exatamente isso que ele faria.

Assim como o boquete anterior, os movimentos começaram rápidos e intensos. Taehyung ia fundo e rápido, saindo lentamente, apenas para meter rápido e fundo outra vez.

Jeongguk tremia abaixo de si, não sabendo como reagir àquilo.

As peles se chocavam com força, o barulho ecoava alto por todo quarto, mesmo que a janela estivesse aberta. Com o tempo, o ir e vir de Taehyung ficou completamente selvagem, permitindo que o ruivo gemesse alto sempre que Jeongguk se contraia e os sons peculiares saia de seus lábios.

A cama balançava. Os dois corpos suavam.

Era intenso.

E nenhum dos dois se importava muito com aquilo.

Buscavam aliviar todo o prazer que sentiam naquele momento. Jeongguk mal conseguia controlar as pernas que não paravam de tremer, tentando com todas as forças se pressionarem cada vez mais na cintura do mais velho.

Esse que não tinha piedade nos movimentos. Metia forte e fundo.

Mais forte e mais fundo.

Intenso.

Selvagem.

Revirava os olhos em prazer testemunhando as caretas manhosas que Jeongguk fazia sempre que a próstata era acertada e o corpo inteiro tremia e arqueava.

Forte e Fundo.

Aumentando ainda mais o choque dos dois corpos e os barulhos sujos que poderiam ser escutados até nos quartos ao lado.

Soltou os pulsos do mais novo, deixando as duas mãos pousarem ao lado da cabeça do moreno, tentando a todo custo aumentar a intensidade de suas investidas. Queria explodir ao gozar, queria fazer aquilo pelo resto da vida, ao mesmo tempo em que queria acabar com o mais novo e dormir até que tivesse 70 anos.

As mãos de Jeongguk foram para suas costas, arranhando com entusiasmo todo o local, dando a Taehyung o incentivo perfeito para intensificar ainda mais os movimentos.

Queria que Jeongguk mal conseguisse andar no dia seguinte, e não se importaria com isso, não se importaria de ficar mais um dia no quarto se isso significasse que os dois haviam sobrevivido àquela explosão que foi o orgasmo dos dois.

Taehyung gritou, tremendo e insistindo em continuar os movimentos, prolongando o prazer de ambos, Jeongguk apenas desabou e perdeu todas as forças que possuía, mantendo as pernas completamente abertas, assim como os braços ao permitir que Taehyung lentamente parasse as investidas.

Pingando de suor, e sentindo o próprio sêmen escorrer pelo seu abdômen, Jeongguk fechou os olhos, não conseguindo fechar as pernas que ainda tremiam de leve.

O colchão ao seu lado afundou com o corpo de Taehyung, outro que também estava acabado.

As respirações tentavam se normalizar, mas os dois sabiam que aquilo iria demorar, e talvez por esse motivo, apenas entrelaçaram os dedos e fecharam os olhos, deixando o cansaço os vencer e por fim os levarem a sonhar um com o outro.

 [...]

O resto da semana passou quase que correndo, houve dias que mais uma vez Jeongguk e Taehyung não saiam do quarto, assim como houve dias que os dois simplesmente gostavam da ideia de explorar o máximo de locais possível.

Iriam embora no dia seguinte, e naquela tarde, entravam mais uma vez nas pequenas lojas de lembrancinhas de Jeju.

O que você acha desse chaveiro?”

Jeongguk perguntou amostrando um chaveiro bonitinho em formato da ilha em que estavam.

“Depende para que for.”

“Quero dar um para os meus pais e para o Yoongi”.

Um biquinho se formou nos lábios finos do mais novo, esse que assumiu completamente a expressão de pensativo enquanto encarava as tantas opções que havia ali.

“Então compre uma camisa para seus pais, acho que eles devem gostar mais”.

“Pro Yoon eu posso dar um calendário, o que acha?”

“Isso, seria legal ele marcar as datas em um calendário onde tem fotos de um local que ele nunca irá”.

“Idiota”

Jeongguk apenas bateu nos ombros do mais velho, mantendo um sorriso pequeno nos lábios, se afastando aos poucos do ruivo.

Vou comprar um caderno pra ele então.”

Alguns minutos se passaram até que Jeongguk decidiu finalmente tudo o que queria comprar. O que realmente foi fácil. Duas blusas para seus pais e um caderno para Yoongi. Tudo personalizado.

Passou mais alguns minutos, Jeongguk ainda andava pela loja, sendo abraçado por trás por Taehyung que hora ou outra lhe dava um beijo discreto no pescoço ou na bochecha.

Os dois apenas pararam de andar quando se depararam com uma prateleira repleta de desenhos.

Jeongguk sorriu, virando um pouco a cabeça para encarar Taehyung e sorrir travesso.

Amor o que você acha da gente fazer uma tatuagem?”

[...]

Depois de alguns meses de casados, Taehyung ainda focava plenamente na carreira de ator, da mesma forma que Jeongguk se focava na de dançarino.

O mais novo havia recebido inúmeros elogios, e devido a apresentação que fez, vários dos famosos e profissionais que o viram, elogiaram a performance do moreno aumentando a curiosidade de alguns críticos que insistiram em visitar e ver com seus próprios olhos a habilidade do mais novo.

Recebia elogios, e tudo ganhou grandes proporções quando um dos elogios foi publicado no jornal local.

Taehyung apostou que não demoraria nem uma semana para que Jeongguk recebesse uma proposta. O que no fim ocorreu em menos de três dias.

Estavam ocupados, com assuntos importantes da própria carreira. Mesmo estando recém casados, optaram apenas por juntarem dinheiro e enfim poderem comprar a casa que queriam.

Brigas eram quase que frequentes quando o assunto era o interior da casa. Um queria de um jeito, o outro queria de uma forma completamente diferente.

Viviam no quarto de Taehyung, vista que Jeongguk estava mais acostumado naquele ambiente e Jimin praticamente morava com Yoongi também, e era obvio que Jeongguk queria que os dois tivessem privacidade.

Enquanto Taehyung tomava banho apenas recordava-se de mais uma das discussões que haviam tido. Os problemas de morar junto, agora de verdade.

Jeongguk não estava mais sensível pelo luto, e agora se mostrava um tanto quanto ciumento com suas coisas. O quarto vivia uma bagunça pelas coisas do moreno que não cabiam completamente.

Yeontan mal tinha espaço para ficar e os dois estavam sempre ocupados em seus projetos para dar atenção um ao outro e resolver as questões das brigas.

Casamento não era fácil. Amar uma pessoa não era fácil. Lidar com alguém maduro o suficiente para rebater suas opiniões e bater de frente com seus gostos não era fácil.

Taehyung tinha plena consciência disso, assim como Jeongguk.

Morar junto era mais um dos desafios que teriam que enfrentar. Ninguém sabe exatamente o porquê, mas quando namoramos, desejamos mover céu e terra para agradar a pessoa amada. Mas no casamento, aquilo diminui porque você também quer ser agradado. Você sabe que aquilo não tem volta e se não rebater algumas vezes, você será completamente dominado, quando na realidade os dois devem estar por iguais na relação.

É quase como um jogo de estratégia.

Se eu lavar a louça e arrumar o quarto hoje, talvez ele não se estresse tanto e possamos conversar sobre o problema dele querer se mudar para um bairro que eu não gosto.

Se eu falar com calma sobre a cor que as paredes terão, talvez ele não negue logo de cara, talvez pela minha gentileza ele realmente pense sobre o assunto.

Bom, eu cedi minha preferencia por pisos de madeira, eu aborda-lo de um jeito sem parecer que eu estou jogando esse fato na cara dele, talvez ele me escute e mude ideia sobre a estampa do sofá que eu não gostei.

Amadurecimento.

Casamento nada mais é do que amadurecimento em dupla. Sem disputas. Apenas conversas e companheirismo.

E talvez fosse isso que Taehyung e Jeongguk enfrentavam naquele momento.

Amadureceram no namoro, mas faltava para amadurecem no casamento.

Taehyung saiu do banho, enrolou-se na toalha e caminhou até o quarto. Deparou-se com Jeongguk já adormecido na cama, o ruivo sabia que os ensaios que o mais novo estava fazendo estavam sendo muito exaustivos, e por mais que discutissem muitas vezes, Taehyung nunca deixava de se certificar de que os pés ou músculos do mais novo não estavam sofrendo danos.

Vestiu uma cueca boxer e uma regata, jogando-se na cama segundos depois.

Aconchegou-se debaixo do lençol, abraçando o corpo de Jeongguk e permitindo que o mesmo se aninhasse completamente em si.

Brigados, mas não desapaixonados.

Enquanto os dois corpos se enroscavam e se aqueciam, os dois tornozelos se juntavam, deixando a tatuagem de lua e sol próximos uma das outra, tal como no dia em que a fizeram e tiraram várias fotos juntando os tornozelos para mandar aos amigos.

Jeongguk – Olhem o que fizemos, eu não chorei, mas o Taetae fez careta.

[...]

Alguns anos depois...

— O popular ator Kim Taehyung, conhecido por toda a Coréia por seus incríveis trabalhos pela luta de igualdade entre os deficientes auditivos, aceitou um papel internacional. – A mulher da televisão se mostrava animada para reportar a noticia enquanto as legendas se mostravam disponíveis abaixo. Há cerca de alguns anos Taehyung exigiu que qualquer notícia que fosse sobre si, deveria ser altamente traduzida para as pessoas com deficiência auditiva.  — Ainda não se sabe muito sobre o enredo do filme, ou com quem Taehyung ira contracenar, mas recebendo a informação de que um contrato foi assinado diretamente de seu agente, Park Bogum.

É, atingiu patamares gringos, amor”.

Jeongguk moveu as mãos sorrindo, aninhando-se no colo do mais velho.

Os dois estavam em uma tarde de domingo, largados no sofá da própria casa depois da longa semana que tiveram.

Não finja que não sabia.”

“Mas é engraçado ver isso pela teve, acho que depois de anos, nunca vou me acostumar.”

Jeongguk moveu as mãos sorridente, virando o corpo completamente e enfim sentando-se de frente para o – agora – de fios escuros como os seus. A casa deixava a mostra todos os porta retratos que tinham. Fora decorada de maneira “peculiar” visto que os dois decoraram como queriam e os gostos eram um pouco diferentes.

Jeongguk gostaria de cores mais fechadas. Taehyung queria cores mais abertas.

“Como seu eu me acostumasse a te ver dançando nos teatros famosos de Seul.”

Os dois sorriram brevemente antes de se beijarem. Jeongguk sentado nas coxas de Taehyung acariciava a nuca do mais velho, mantendo o ósculo suave demais.

Taehyung se permitia acariciar as coxas fartas do mais novo, fazendo o mesmo soltar alguns risinhos.

Afastaram-se momentos depois.

“Vamos hoje ao teatro?”

Jeongguk perguntou depois de passar o polegar suavemente nos lábios molhados do marido.

“Jimin e Dongyeol enviaram os convites para hoje, eu quero ver a peça que os dois estavam fazendo juntos.”

“Eu também, receberam criticas boas.”

“Seu irmão já foi ver?”

“Jimin diz que o Yoongi vai lá quase todo dia com um buquê.”

Taehyung sorriu, vendo Jeongguk sair de seu colo e ficar em pé.

“Então vamos nos arrumar para ir.”

“Ok”

E Jeongguk foi se afastando cada vez mais. Taehyung permaneceu na sala, analisando o local, sorrindo feliz ao saber que parte dos sonhos estava se realizando. Nunca imaginou que viveria uma vida tão maravilhosa, ao lado de um companheiro maravilhoso.

Lembrou-se de quando o conheceu, quando o pediu em namoro e quando se casaram... Era muitas lembranças boas... E eram muitas lembranças boas que ainda viriam. Os dois ainda continuavam os mesmos de antes. Provocando, mimando, e implicando.

Nas premiações em que os dois iam juntos, eram sempre falados, o foco ia quase que completamente para os dois. Esses que não se desgrudavam e sem perceber demonstravam todo o amor que sentiam somente pelo olhar que lançavam um ao outro.

Faziam carinhos, trocavam selinhos e brincavam um com o outro, atraindo olhares admirados dos demais presentes pela paixão juvenil que ainda pareciam nutrir um pelo outro.

Em meio a aquelas lembranças, Taehyung continuava no sofá, e só se levantou quando ouviu um choro preencher a casa.

Caminhou até as escadas que levavam ao segundo andar e viu Jeongguk parado ali, de costas para si. Abraçou o corpo por trás. Beijando a nuca e se afastando segundos depois, voltando a subir os degraus rumo ao choro que aumentava gradativamente de intensidade.

Entretanto, o mundo ficou em silencio quando Taehyung virou o rosto para trás e viu Jeongguk o encarando parado, no meio daquelas escadas. Querendo ou não, a imagem de Jeongguk com vinte anos, nas escadas da faculdade apareceu em sua mente.

Ainda era seu menino, ainda tinha os cabelos pretos bagunçados, mesmo que pouquíssimos fios estivessem ficando brancos, as bochechas coradas e os olhinhos esbugalhados continuavam os mesmo, exceto pelas pouquinhas rugas que carregavam toda a vida do moreno ali.

Apesar de tudo, ainda era seu menino ali.

Diferente da primeira vez, Taehyung desceu dois degraus e segurou a mão de Jeongguk, entrelaçando os dedos e caminhando um do lado do outro para o quarto do filho que ainda chorava desejando atenção dos pais.

 

 “Expressar o amor Através dos Gestos é fazer ecoar o que diz o coração! É inexprimível esse sentimento! É a mais pura essência da vida.”.  — Robson Ruas. 


Notas Finais


Se você chegou até aqui, mais uma vez, obrigada <3
Eu não vou tomar muito do tempo de vocês, mas só quero verdadeiramente agradecer a cada comentário e a cada apoio que vocês me deram. Eu quero que saibam que vocês fizeram parte de algo muito, muito importante para mim.
Quero agradecer a Nagela, por ter segurado minha mão e me incentivado bastante, principalmente nos momentos de estresse e falta de inspiração.
Quero agradecer a minha irmã, e quero agradecer a todos vocês que fizeram com que essa história cumprisse o proposito dela. A cada mensagem linda, com vocês contando que mudaram o jeito de pensar, de agir, ou de tratar os outros... Obrigada <3 Obrigada por também se permitirem vivenciar essa fic que tentou ao seu máximo mostrar que existem amor, bondade e confiança.
Eu sinceramente não queria que a fic terminasse, e sinceramente queria prolonga-la até o máximo que pudesse, mas não teria porque. A história de Jeongguk e Taehyung aqui foi contada. Posso ter esquecido muitas coisas, e errado em outras, mas eu contei.
Aos leitores que não comentaram, mas estavam lendo, obrigada <3
Pessoas lindas que divulgaram essa fic, obrigada <3
Taekook, obrigada <3
Acho que é isso, meu coração está apertado demais. agora kkkk
~~> Terá dois extras. Não se preocupem rs
~~> Eu amo vocês <33


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