História Atriz Por Um Triz - Kim Taehyung - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Atriz, Bts, Taehyung
Visualizações 65
Palavras 1.448
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eai.
Estão sentindo meu nervosismo daí?

Enfim, é... Tenho grandes planos pra essa fantic. (EU NÃO VOU ABANDONAR, EU PROMETO, PROMESSA INQUEBRÁVEL)

Pensei que teria muito a dizer, mas. Apenas, espero que gostem, de coração, eu gostei enquanto escrevia.

Postarei um por semana, e se estiver de bom humor; dois.

pelo amor da santa milagrosa das fanfics, me perdoem pela merda na capa do capitulo, um dia mudo.

Capítulo 1 - O teste e o meu desespero


Fanfic / Fanfiction Atriz Por Um Triz - Kim Taehyung - Capítulo 1 - O teste e o meu desespero

Entre as inúmeras possibilidades da vida de eu; uma pessoa totalmente responsável e qualificada para qualquer tipo de trabalho — espero que tenham entendido minha ironia, porque eu não sou nem obrigada a ficar explicando — fui logo me meter em um teste para atriz de um dorama.

 

Olha, não é que eu esteja esperançosa que vou passar, jamais. Sei do quanto não sou boa em atuar, porém... Sabe quando no fundo você espera que uma luz apareça e que você finalmente saia da merda do trabalho atual? Então. Tô aceitando tudo agora.

 

Não que eu não esteja levando a sério o fato de que eu possa fazer um dorama, puts, eu sei o quanto isso pode ser difícil, duradouro, trabalhoso, exija meu esforço e... Sinceramente? Tô pensando em desistir, tá tudo bem em eu estar em uma cafeteria onde todo mundo me odeia, — não estou exagerando, juro — onde eu sou uma excluída, o salário não seja tão bom... Mas, por um lado, a média de uma atriz é bem legal né? Sabe sair daqui todo mês com um dinheiro bem a mais do que ganho na conta, e todas aquelas coisas que os atores conseguem.

 

Certo, talvez não seja tão ruim.

 

Ah, eu estou tagarelando aqui e nem me apresentei. Pois é, nem vou. Acho brega aquilo tudo de falar minha vida toda, como se vocês estivessem interessadíssimos sobre a história da minha família e a morte do meu peixe quando eu tinha cinco anos. Eu lembro, foi triste. Vocês também se estressam quando a pessoa começa a falar sobre tudo da vida dela? Tipo, para um primeiro encontro acho que o básico é bem melhor, nome, idade e etc. Fica muito mais interessante quando temos que descobrir coisas sobre a pessoa, quando saí uma pergunta aleatória e vocês passam horas conversando e quando vai ver, estão falando de como a vida ficaria muito melhor com a volta das Winx. Acham que sou muito aleatória? Ainda estão aqui? Ok, ok. Vamos logo ao que interessa.

 

Fui sequestrada até aqui — literalmente — pela minha querida, amada, traiçoeira e melhor amiga; Sunhee. A desgraçada fez todo um teatro — inclusive era ela que deveria está fazendo o teste — para me tirar de casa. Logo hoje, minha folga. Eu tinha tantos planos. Desgraçada. Poderia vegetar o dia todo em casa hoje, e de quebra, só pra fazer algo útil, pedir comida tailandesa. Vocês já comeram comida tailandesa? Uma delícia. Recomendo muito, se quiserem posso mandar o nome de uns restaurantes que fazem uns pratos dos anjos.

 

Enfim, foca Michan. — já falei que eu tenho problemas em focar? Então, essa é uma grande desculpa para isso ficar enorme — Estou na sala de espera para fazer um teste para um dorama. Pelo que fiquei sabendo, — inclusive vi isso em um cartaz super bonitinho com flores e tudo, adorei como ficou chamativo — o dorama vai ter um carinha super famoso aí. Mas, como a maioria dos famosos em dorama, vai ser só em alguns episódios e olhe lá. Eu fico me mordendo de ódio quando um famoso entra, fica cinco episódios, aliás, episódios esses super aleatórios e depois some como se nada tivesse acontecido. Mas, como dizem no mercado, isso se chama; a mágica do marketing. E pela fama do cara, a qual está no dorama, vai ser sucesso na certa.

 

— Lee Michan!

 

Estava tão imersa em meus devaneios e pensamentos aleatórios, — que vocês conhecem bem— fui cutucada pela minha amiga que estava sentada ao meu lado.

 

— Droga Sunhee. – resmunguei. — Fala merda.

 

— Nem começa com esses xingamentos, se tu xingar em pleno teste eu arranco isso que tu chama de cabelo. – Sunhee estava mais que séria enquanto falava, senti meus rins serem pisoteados só pelo olhar macabro dela. — Agora levanta logo que teu nome foi chamado.

 

Ok é só um teste que você está sendo obrigada a fazer e que sabe que não vai passar.

 

Mas quem disse que esse pensamento ajudou em algo? Eu estava toda nervosinha, suava por lugares que vocês não precisam saber. O pouco de sanidade que me fora deixado ficou ali naquela sala de espera.

Sendo bem realista com vocês — comigo mesma, na verdade — eu fui péssima. Mas quem se importa? Eu não queria ser atriz, esse negócio de fama nem é pra mim.

 

...

 

 

Jamais. Nem criei expectativas, não sou disso.

 

Ok, mas imagina que chique comprar pães com cartão. Socorro, meu sonho.

 

Contratar uma empregada enquanto eu hibernava o dia todo. Não me preocupar em vir toda destrambelhada, e consequentemente cair  com as compras do mês e passa micão na frente do meu vizinho hiper gato ­— sim, isso aconteceu, ele riu, eu ri sem graça e nunca mais olhei na cara dele —.

 

Certo. Talvez eu não tenha ido tão mal no teste... Talvez eu passe. — ah vai, deixem eu me iludir um pouco —

 

— Vai continuar sem falar comigo?

 

No momento, eu estava de banho tomado, pleníssima às 19h da noite, depois de um dia cansativo que era basicamente, eu indo trabalhar às 13h e voltando às 18h. Uma semana depois do teste super vergonhoso, e sem falar com a Sunhee. E não, eu não estou sendo muito exagerada. Vamos levar em consideração a minha tarde perdida onde eu poderia estar em casa, mas não, eu estava presa em uma sala de espera por conta dos caprichos de Sunhee. Ok, agora me entendem? Espero que sim, não quero ninguém me contrariando aqui. Não criei nenhuma naja.

 

Fui até a cozinha, ignorando complemente o comentário da garota que se dizia minha amiga.

 

— Uma semana, Michan. Nós moramos juntas e você está me ignorando há uma semana.

 

Pude ouvir sua voz se aproximar cada vez mais, não acredito que a cretina vai me seguir pela casa. Frustrante.

 

Eu e Sunhee nós conhecemos no fundamental, — ainda bem, porque nem eu me aguentaria no ensino médio — ela era a garota tímida do sétimo ano, todo mundo zoava ela por conta da sua gagueira — que ela superou, e se tocarem no assunto eu corto a cabeça de cada um — e eu era a Michan, só Michan. E então eu quebrei o nariz de duas garotas defendendo ela e hoje somos nós. Acho que só, não vou detalhar muito, pois isso não importa.

 

— Não vai nem me olhar?

 

Olhei em direção à porta vendo a garota. Logo desviei meu olhar pegando um pacote de biscoitos e passando pela mesma.

 

Péssimo momento para morarmos juntas. Péssimo momento para ela ser uma teimosa e persistente.

 

Me tranquei no quarto e arrumei um lugar ótimo para me enfurnar; mais conhecido como minha cama ou paraíso na terra — aliás, se quiserem conhecer, estou a disposição — . Pus meu pacote de biscoitos ao lado, logo pegando meu notebook e procurando alguma série legal para assistir.

 

Respondendo a pergunta de vocês, — que eu sei que estão fazendo porque eu que controlo essa porra — não, eu não estudo.

 

"Ah, mas todo mundo de 21 anos que terminou o ensino médio já entrou em alguma universidade e escolheu o que quer da vida." Pois é, que sorte a deles. Minha mãe diz que não sou todo mundo.

 

Desde que entrei no ensino médio fui perguntada pelo menos umas duzentas vezes por dia; o que quer fazer da vida? E eu como a queridíssima Michan, respondia na ironia, brincadeirinha, e todo aquilo que fazemos para fazer de um assunto sério, piada.

 

Eu não vou começar a contar aqui minha dramática trajetória do ensino médio, e tudo aquilo da minha formatura onde todo mundo já estava com suas aprovações de universidades em mãos. Isso aqui não é pra fazer vocês chorarem, porque de desgraça já basta minha atual situação. Enfim, eu apenas não decidi fazer nenhuma faculdade porque não tenho um sonho. Simples.

 

Pera, algo pior aconteceu. Netflix não atualizou minha série preferida, droga.

 

Estava xingando com todos os xingamentos possíveis o notebook, minha Internet e a Netflix, quando o mais imprevisível acontece. Eu recebi um e-mail.

 

Tá, todo mundo recebe e-mails — na verdade, só recebo e-mails de propaganda e da minha mãe. E sim, ela não sabe mandar mensagem pelo celular —, isso não é algo anormal. Anormal mesmo foi quando eu li o nome de quem havia mandado. Sim, foram os caras lá do teste que fiz o dorama. Mas tudo bem pessoal, eles apenas decidiram ser educados e mandaram um e-mail de reprovação. Puff, nada de mais.

 

Tá, ok Michan. Vamos abrir e vai ficar tudo bem porque não há com o que se desesperar.

 

Eu fui aprovada.



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