História Attraction - BTS (PJM JJK) - Capítulo 7


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Categorias Apink, Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtam, Bangtan, Bangtanboys, Bts, Chim Chim, Chin Chin, Dr5ama, Jeon, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jiminie, Jung Hoseok, Jungkook, Kim Namjoon, Kookie, Kookmin, Min Yoongi, Namjoon, Park, Park Jimin, Romance, Seokjin, Taehyung
Visualizações 9
Palavras 3.693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, LGBT, Poesias, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Efeito Jungkookie


Fanfic / Fanfiction Attraction - BTS (PJM JJK) - Capítulo 7 - Efeito Jungkookie

Dia 17 de setembro de 2010, sexta-feira - 22:30 pm

Recepção do hotel Sheraton Heaven Day - Tóquio

 

  Jimin olhou a cena incrédulo. Ela abraçava as próprias pernas com a cabeça apoiada nos joelhos. As tranças que em algum momento já foram delicadamente moldadas em um coque em sua cabeça agora estavam soltas e embaralhadas em maria chiquinha. Seu pai estava próximo a janela do quarto ao telefone, como sempre. Jimin se perguntou quanto tempo sua pequena tinha passado trancada naquele quarto e se ao menos ela tinha se alimentado. Seu coração doía ao vê-la assim, abandonada. Tão abandonada quanto ele se sentia.

Ele se abaixou ao lado dela velando seu sono tranquilo por alguns minutos, antes de passar o indicador de leve pela sua bochecha.

— Hey, minha princesa. - chamou fazendo carinho pela região endurecida pelas lágrimas secas — Ji-Ah, acorda. Nós temos que ir para o quarto agora, você vai ficar comigo essa noite.

A menina abriu os acordou ainda meio sonolenta e coçou os olhos com a mão pequena. Jimin a ajudou a sentar e ela piscou um pouco antes de ver quem estava perto dela.

— Jiminnie? — perguntou com a voz meio arrastada, que se transformou em um grito de alegria ao ver o sorriso largo do irmão. Ela esticou os braços e pulou no colo do irmão. — Jiminnie, você chegou! Você chegou mesmo!

Ele passou as mãos pela cintura da menina levantando em seguida com ela agarrada em seu pescoço. Hyeji fungava com a cabeça afundada no pescoço de Jimin.

— Oh, princesa. Não chora mais, eu estou aqui com você agora okay? - disse calmo, enquanto fazia um cafuné leve em seus cabelos enlinhados.

— Eu... E-eu... Fiquei com medo, Jiminnie — sussurrou, se apertando mais ao corpo do irmão.

— Vamos, você vai dormir no meu quarto essa noite. Você quer isso?

Hyeji levantou a cabeça com um brilho no olhar.

— Sério mesmo? Eu posso?

Seus olhinhos suplicavam por uma resposta positiva e o coração de Jimin se partiu ainda mais. Ele passou os dedos carinhosamente sobre a bochecha dela tentando sorrir para ela também.

— Claro que sim, não tem problema nenhum. Tem duas camas mesmo, eu fico com uma e você com a outra. Não quero ser chutado. — Hyeji fez um bico cruzando os braços sobre o peito - Eu não te chuto, Jiminnie.

— Ah, chuta sim. Ainda vou fazer um vídeo seu socando o ar enquanto dorme. Pobrezinho de quem tiver que dormir do seu lado.

— Eu não soco nada! - Resmungou dando um tapa no ombro do irmão.

Jimin riu de como ela ficava fofa assim, toda brava, e aproveitou o momento de distração para levá-la ainda nos braços até seu quarto. Ele a pôs no chão quando abriu a porta e viu a menina sair correndo e pular na cama. Jimin fechou a porta e caminhou até a beira da cama de solteiro onde Hyeji saltitava. Ela foi até ele dando pulinhos e abraçou Jimin novamente. Ele suspirou enquanto acariciava a cintura dela.

— Você está mesmo bem? — Perguntou baixinho, assustado. Hyeji fez que sim com a cabeça e Jimin pressionou a cintura da mesma a afastando de si para poder olhar em seus olhos — quanto tempo você ficou ali sozinha Ji-Ah? — disse, aflito — quantas vezes eu te pedi para me ligar se isso acontecesse?

Ela pareceu desconfortável e desviou o olhar.

— Ji-Ah... Não me ignore, por que não me ligou? — Ela não queria olhá-lo, então, Jimin tocou seu queixo e puxou em sua direção — Me responda... Ele pegou seu telefone? Por que?

— Eu tentei ligar para ela... — falou soltando um suspiro.

Jimin fechou os olhos com um aperto no peito e apenas a abraçou forte. Hyeji não tinha culpa de Dong Yul ser tão amargurado, tão rancoroso. Ela era nova demais para entender como a dor da traição da senhora Park doía no mais velho, e mesmo conseguindo compreender era difícil aceitar que foi deixado para trás. Como filho já era difícil, imagina sendo o corno da relação. Aquela era uma parte sombria da vida deles, a ausência de sua mãe mexeu com a família inteira e destruiu o pouco que existia de união naquela casa.

— Tudo bem, depois eu pego de volta para você.

Ele a pegou por debaixo dos braços e levou para o banheiro. Dong Yul já tinha colocado as malas de Hyeji arrumadas no canto do quarto, prontas para a volta para casa. Enquanto banhava a menina ele explicou que voltariam para Seul depois do almoço, e que por isso, eles teriam de ir sozinhos. A menina não pareceu feliz com a notícia, ela sentia falta do pai. Era difícil explicar porque Dong Yul havia mudado tanto e ficava ainda pior quando o assunto pairava sobre 'aquela mulher'. Jimin pegou o shampoo e começou a esfregar os cabelos dela fazendo a espuma escorrer para seu rosto. Ela ria como se não lembrasse de que passou metade da tarde trancada naquele quarto sozinha. Talvez Jimin devesse tentar ser um pouco assim também. Menos rancoroso.

— Oppa, eu estou com fome. Podemos comer algo lá em baixo? Não estou com sono agora. — disse dando pulinhos dentro do box.

— Ei, pode parando você vai se machucar.

— Quero comida, quero comidaaaaaa. Oppa, me leva por favorzinho. Eu juro que não vou fazer teimosia e como quietinha. — Pediu com um biquinho. Jimin segurou seus pulsos ainda resmungando dos pulos e a colocou debaixo d'água tirando todo o sabão.

— Tudo bem, mas vai ser rápido ouviu? — disse, tentando ser sério mas soltando um sorriso de lado quando a pequena soltou um beijinho na mãozinha e soprou na direção dele.

— Você é meu herói, Jiminnie.

Jimin riu.

— Aish, pare com isso.

Hyeji se aproximou do irmão e segurou o rosto dele colocando uma mão de cada lado, colocou seu rosto no dele e tocou a ponta do nariz no dele fazendo um carinho gostoso no local. Jimin a encarou meio assustado, mas retribuiu o 'beijo de esquimó'. A toalha estava sobre a pia, então saiu primeiro e puxou a menina em seguida envolvendo-a com o tecido macio. Hyeji começou a tagarelar sobre qual comida iriam comer. Jimin deu um beijo demorado na testa da menina e a empurrou pelos ombros até a cama.

— Desse jeito, você vai acabar passando mal. Você não pode comer banana com chocolate isso vai te dar dor de barriga.

— Mas é gostoso oppa, por que não posso?

— Já disse — riu, enquanto ligava o secador e passava os dedos entre os fios molinhos e hidratados.

— Como comida gostosa pode fazer mal? Isso é pecado.

Ela não parava de se mexer e Jimin soltou uma gargalhada com o que a menina disse.

— Como assim pecado? — Ele pressionou os dedos ao redor do pescoço da menina e a obrigou a virar para frente — quietinha. O que você sabe sobre pecados?

A menina deu de ombros.

— Ouvi o papai falar que coisas erradas são pecado. Fiquei confusa, mas se comida gostosa dá dor de barriga isso deve ser pecado também não?

Aquilo o fez revirar os olhos.

— Não dê ouvidos as asneiras que o papai fala, Ji-Ah. Nem tudo que é considerado errado é pecado, eu posso te explicar melhor depois. Vou te emprestar um livro bem legal que fala sobre isso.

Ela bateu palmas dando pulinhos. Quando acabou de secar e trocá-la os dois desceram até o restaurante do hotel e pediram alguns sanduíches naturais. Depois de algumas reclamações de Hyeji, Jimin prometeu que cozinharia hambúrguer com batatas quando voltassem de Seul. Ele realmente achava que com aquela energia ela não dormiria tão cedo, mas foi só acabar de comer que ela começou a luta para se manter acordada. Quando Jimin terminou de comer ela já estava apagada sobre a mesa dormindo sobre os bracinhos. Ele a pegou no colo com dificuldade e levou até o quarto. Foi uma luta para conseguir pegar o cartão e passar na trava da porta. Já aberta, bateu a mesma com as nádegas e a colocou na cama.

Depois dessa maratona, tinha até esquecido que pretendia ligar para Jungkook. Ele olhou para o relógio na cabeceira da cama e se xingou mentalmente por já passar das 22 horas. Seu celular ainda estava jogado sobre o criado-mudo do mesmo jeito que quando chegou ao hotel. Um suspiro escapou dos lábios, e aquela típica tristeza o tomou. Por que sua irmãzinha tinha que passar por isso? Ela era tão inocente. Tão doce. Não sabia nada da vida ainda. Por que tinha que ser maltratada pelos próprios pais dessa forma? Jimin se jogou sobre a cama escondendo o rosto com os antebraços. O som do celular vibrando sobre a madeira o fez pegar o aparelho, e mesmo sem olhar no visor, atender a ligação.

Uma voz masculina grave soou.

— Jimin? Er... eu te acordei? — O corpo inteiro de Jimin entrou em estado de alerta, ele só podia estar ficando maluco. Puxou o celular para frente e viu o nome "Mygguk" estampado no visor, era contato de Jungkook.

É mesmo ele.

Automaticamente, se sentou na cama sentindo os dedos tremerem ao redor do aparelho e a voz soar mais falhada que o normal.

— K-kookie?

O sopro do sorriso do mais velho no telefone lhe arrancou arrepios, e de repente, todo o mal estar e a tristeza que sentia se dissiparam. Jimin se recostou na cabeceira da cama e olhou de lado para conferir se sua irmã ainda dormia. E lá estava ela, dormindo como uma pedra. Ele suspirou um pouco mais aliviado. Se pôs de pé para apagar as luzes e trancar a porta, depois correu até a cama e se jogou nela sentindo o nervosismo correr por suas veias.

— Sou eu. — sorriu — desculpa ter te ligado a essa hora. Te acordei? Posso falar contigo depois se você preferir... Eu sei que é um péssimo momento.

— Não, não — negou afobado — eu não estava dormindo ainda. Só estou falando baixinho por que a Ji-ah está na cama ao lado. Ela não costuma acordar nem se um trator destruir a casa, ainda assim, eu prefiro não fazer barulho.

Jungkook parecia um pouco sem jeito com aquela conversa. Ele não fazia a menor ideia do que iria falar, mas estava com o número desde segunda-feira tentando criar coragem para ligar. Essa noite quando deitou na cama não conseguia parar de pensar no garoto. Jungkook estava tão agoniado com aquela sensação que acabou discando o número por impulso, e quando pensou em desligar, Jimin atendeu.

— Eu entendo — um silêncio um pouco constrangedor tomou lugar por uns minutos. Ele suspirou frustrado — espero que você esteja bem. Quer dizer... Eu só... Bem, eu... estava preocupado com você.

Jimin deu um sorrisinho bobo balançando os pés sobre o colchão.

— Às vezes eu acho que você tem um radar que capta sempre que algo ruim acontece comigo.

— Se eu tivesse não ficaria tão agoniado por não ter notícias suas — confessou sem graça — eu quase fiquei louco, não conseguia me concentrar em nada.

O ar parecia querer fugir de seu peito. Jimin apertou o microfone do fone de ouvido contra os lábios, enquanto encarava o escuro do quarto. Jungkook o transmitia um conforto que ele nunca havia compartilhado com ninguém.

— Fui obrigado a vir, essas palestras são um saco. Como pegou o meu número? — perguntou soltando uma risadinha abafada pela mão.

— Com o Yoongi... — disse envergonhado — mas por algum motivo ele parece que não gosta muito de você. Você sabe o motivo?

— Ai, que droga — resmungou. Jimin mordeu o lábio com força sem responder e Jungkook o repreendeu com a voz mais rouca que o normal.

— Me responda Park Jimin.

— Kookie eu juro que não quis ser mau, mas não tive opção. Eu precisei para conseguir o seu telefone.

Jungkook deu uma risada descontraída e meio lenta. Aquela era completamente diferente de todas as outras risadas que Jimin já tinha escutado, era mais rouca e arrastada evidenciando seu cansaço dos últimos dias. Jeon falava com calma respirando profundamente a cada trecho. Jimin se ajeitou na cama concentrando-se naquele som tão gostoso.

— Você está muito ferrado, o Suga não é do tipo que esquece as coisas fácil. Ele vai pegar no seu pé, de agora em diante.

— Acho que eu vou ter que encarar, ou era isso, ou ficava sem falar com você. — Disse baixo, mas sabendo que ele tinha ouvido. Respirou fundo tentando aliviar a tensão e puxou o lençol até cobrir o abdômen.

O som sensual da voz do garoto deixava o corpo de Jimin mais quente e relaxado que o normal. Ele sentia seu coração disparar cada vez que Jungkook dizia seu nome. Parecia um sonho ele ter mesmo ligado por vontade própria. Isso queria dizer que Jeon sentia falta dele?

— Jimin-ssi — disse meio rouco e arrastado fazendo o baixinho fechar os olhos - eu senti mesmo falta do som da sua voz...

Seu coração deu um salto no peito, Jimin estava sem ar. Ele não queria abrir os olhos, e por algum motivo, a voz suave de Jungkook o fazia imaginar que ele também estaria assim. Jimin entreabriu os lábios e sua respiração pesada bateu contra o microfone. Jungkook lembrou-se dele gemendo sob os carinhos de suas mãos e um arrepio forte cruzou sua pele.

— Eu também senti, Kookie — disse baixinho, arrancando um sorriso do mais velho. Jimin apertou os fones no ouvido virando para o lado contrário a cama da irmã. Seu coração batia desesperado no peito e já era impossível conseguir controlar a própria respiração. — Eu tive um dia ruim, ouvir sua voz me acalma.

— Desculpa não estar com você agora, mochi. Acredite, eu queria muito.

Jeon pausou por um momento tentando criar coragem, se não fosse agora não falaria mais. Ele puxou o ar e soltou devagar pela boca.

— Eu não consegui parar de pensar em nós dois. No nosso beijo. Eu... Droga, eu não te perder Jimin. Não sei como agir, até onde posso ir... — Despejou as palavras, livrando-se de todo aquele peso e enfim sentindo a calma assentar em seu peito. Por mais que sentisse que era correspondido ele precisa acabar com aquela dúvida. — Eu só quero que você me diga se eu estiver enganado. Se você não gostar de mim, eu paro.

— Kookie, não é isso - seu coração bateu ainda mais forte. A queimação em sua virilha ficava mais forte à medida que Jungkook parecia mais entregue. Jimin não sabia o que fazer, não conseguia se concentrar.

— Então me diz o que é, bebê.

O som rouco da voz de Jungkook fez o corpo de Jimin se arrepiar novamente. Aquela sensação de que ele estava falando ao pé do seu ouvido, tão sonolento, o estava deixando quente. A sua respiração ficava a cada segundo mais pesada e apesar da vergonha não conseguia evitar. Jimin estava cada vez mais excitado. Ele pode ouvir o sorriso mudo de Kookie através da ligação, e mesmo sem que ele pudesse ver, correspondeu com seu sorriso mais sincero.

— Jimin... se eu te perguntar algo você me responde com sinceridade?

O tom de Jeon pareceu, de repente, provocativo e Jimin não pode conter seu arfar pesado ao respondê-lo:

— S-sim, Kookie - sussurrou em meio a respiração ecoando na chamada.

— Minha voz... — pausou, notando os murmúrios doces de Jimin soarem arrastados — você fica excitado quando a ouve?

Jimin podia sentir a forma misteriosa e sôfrega com a qual Jeon pronunciava aquelas palavras. Era impossível se controlar, seu corpo estava quente, mais quente ainda agora ao ouvi-lo tão provocante. Jungkook era tão sensual. Cada pequeno movimento dele era capaz de deixar Jimin com as pernas moles e ele não tinha vergonha de assumir isso. Ele ficava excitado com cada pedacinho de Jungkook, principalmente a sua voz. Aquela voz. Ele se sentia incapaz de responder qualquer coisa coerente, estava fora de si, e mesmo sem querer um gemido baixo escapou de sua garganta. Suas bochechas queimavam, mas não dava mais para controlar sua imaginação. Ela corria por cada pedaço do corpo de Jeon se movendo enquanto ele dançava, na voz sensual e suave dele, nos arrepios ao sentir os dedos dele apertando sua cintura.

— Oh, Jimin... — Grunhiu o mais velho do outro lado da linha. — Por que fez isso comigo? Por que gemeu para mim desse jeito?

Ele tinha gemido. Ele gemeu com o som de uma simples frase baixo e grave, num som deliciosamente arrastado, e cacete, Jungkook estava pegando fogo. Sentia seu peito subir e descer e o membro já ereto latejava contra o tecido apertado da cueca box. Jimin, por sua vez, jogou a cabeça para trás levando as mãos pequenas a deslizarem pelo seu troco até tocarem de leve o volume sobre a calça de moletom que usava.

— Hyung, e-eu... Eu não sei. — Disse, tentando raciocinar enquanto apalpava o próprio membro sem destreza alguma.

— Por que gemeu com a minha pergunta Jimin? — Insistiu com a voz rouca de excitação e a própria respiração tão pesada quanto a do menino. Isso era tão errado. Porra, tão errado! Ele devia ficar longe, mas por que era tão difícil? Era como se existisse um imã atraindo eles, um para o outro. — Mochi, por favor, me responda.

Jimin mordeu o lábio inferior soltando um suspiro arrastado quando envolveu os dedos sobre o tecido da cueca e apertou a glande inchada de seu membro.

— Porque e-eu fico quente, hyung — sussurrou.

Jungkook arfou quando escutou o gemido manhoso de Jimin soar em seu ouvido como uma melodia e levou a própria mão ao membro duro, que clamava por atenção.

— Hyung... — gemeu baixinho mordendo a boca — Eu quero...

— Sim, mochi? — perguntou, com um gemido rouco ao começar a movimentar os dedos em volta do pênis para cima e para baixo. — Oh... Jimin me diga o que você quer.

— E-eu... Eu estou duro, hyung — disse manhoso — meu pau está muito duro.

— Porra, Jimin — gemeu Jungkook — você é tão gostoso!

O menino gemia cada vez mais prendendo o impulso de se entregar aquela sensação enlouquecedora e mandar tudo para o inferno. A voz intensa de Jungkook misturada aos gemidos fodiam o seu psicológico. Ele não fazia mais ideia do que estava fazendo, ele só queria Jungkook. Queria seus beijos, seus toques, queria que ele o estivesse tocando nesse exato momento e ao ouvir Jeon chamá-lo de 'gostoso' o membro de Jimin latejou esboçando suas veias grossas.

— Hyung, eu me toquei pensando em você ontem à noite. Mas, eu não estava escutando a sua voz como agora.

— Ah, Jimin... — Jeon aumentou os movimentos sentindo o pré-gozo correr pela glande avermelhada e se misturar em seus dedos. Aquela sensação macia. — Sua boca agora, chupando o meu pau seria tão delicioso.

O pequeno gemeu só ouvir a frase. Abaixou o elástico da calça junto a cueca por debaixo do cobertor até a altura das coxas, e então começou a masturbar o próprio membro. Seus dedos curtos não tinham muita destreza, eles não conseguiam envolver seu membro todo mas estava tão sensível que até mesmo aquele toque desajeitado o estava tirando de si.

— Eu quero fazer isso com você, Kookie. Deixa eu me tocar ouvindo você, por favor. Eu nunca... nunca ouvi... — Jeon parou os movimentos para ouvir os gemidos manhosos de Jimin passando o polegar pela abertura sensível da cabeça de seu membro. Seu pau pulsava clamando para gozar só ouvir aquela vozinha fina e melódica.

— Nunca ouviu um homem gemendo por sua causa, mochi? — completou arrastado — Está ouvindo agora. Você é tão gostoso, é tão lindo. Desde as bochechas rosadas até seus olhos castanhos intensos. Eu sou fascinado por você, mochi. Sua pele tão branquinha, as mãos pequenas, o seu sorriso. — Jungkook desceu a mão até a base e começou a movimentá-la lentamente quando ouviu os gemidos de Jimin se intensificarem sob seus elogios. — Seu sorriso me deixa duro na hora Jimin, eu não sei controlar. Ele é possivelmente a coisa mais encantadora que eu já vi em toda a minha vida. Poderia acordar o resto da minha vida apenas para olhar seu rostinho de anjo enquanto dorme.

O som do prazer dos dois ecoavam pela chamada em meio as respirações ofegantes. A voz entrecortada de Jimin estava esconder os gemidos manhosos que tanto deixavam Jungkook louco. O pequeno arfava quanto maior o prazer que sentia. Aquela imagem insana de Jimin deitado na cama com os cabelos negros colados na testa, as bochechas redondinhas rosadas, os olhos fechados de prazer e a boca redonda e bem definida aberta gemendo por ele. Por ele... Porra, Jimin estava gemendo por ele e o que Jungkook mais queria era que estivessem sozinhos para poder ouvir abertamente aqueles sons depravados saindo da boca linda de Park Jimin.

— Ah, Jimin... Eu te quero tanto.

— Hyung, e-eu... Ah... está tão quente... Eu vou... — Gemeu manhoso abafando a própria voz contra o travesseiro.

— Ah, eu quero tanto foder essa sua bunda gostosa, bebê. Goza para mim, Jiminnie. Goza bem gostoso para o seu Kookie.

Jungkook urrou gemendo alto ao sentir seu líquido vir sujando toda sua barriga. Em seguida, ele escutou Jimin vir num gemido longo e abafado. Isso era viciante, Jungkook deveria ficar longe do garoto. Ele só queria ligar para ouvir a voz dele, para perguntar sobre seu dia. Como que eles tinham chegado aquele ponto? Sua cabeça dava voltas enquanto ambos tentavam recuperar o som da própria respiração. Ele queria muito ouvir Jimin gemer para ele daquele jeito de novo. Pessoalmente, sem precisar se conter apenas se entregando a ele sem medo. Jungkook suspirou com um sorrisinho bobo nos lábios.

— Jiminnie, como eu queria te beijar agora.

Jimin sorriu olhando para a cueca suja sobre seu membro. Foi obrigado a puxá-la para gozar dentro do tecido de algodão, e agora, resquícios de seu leite escorriam pelas laterais de suas coxas. Ele estava ofegante e com o coração a mil no peito. Suspirou fechando os olhos por um minuto sentindo as reações imediatas do seu corpo aquela frase. Jungkook disse que queria beijá-lo. Eles tinham se masturbado juntos e assim que gozaram tudo que ele disse era o quanto queria beijá-lo. Jimin estava apaixonado, muito apaixonado e foda-se se era pecado, se era errado ou se seu pai poderia matá-lo se soubesse desse sentimento.

— Eu sinto o mesmo, hyung — disse num suspiro apaixonado — eu também te quero muito.



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