História Attraction - BTS (PJM JJK) - Capítulo 8


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Categorias Apink, Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtam, Bangtan, Bangtanboys, Bts, Chim Chim, Chin Chin, Dr5ama, Jeon, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jiminie, Jung Hoseok, Jungkook, Kim Namjoon, Kookie, Kookmin, Min Yoongi, Namjoon, Park, Park Jimin, Romance, Seokjin, Taehyung
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Palavras 2.899
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, LGBT, Poesias, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Voltando para casa


Fanfic / Fanfiction Attraction - BTS (PJM JJK) - Capítulo 8 - Voltando para casa

Dia 18 de setembro de 2010, sábado – 8:10 am

Korean Airlines - Voo Tokio/Seul

Era incompreensível poder amar alguém com tamanha intensidade, não dava para pôr em palavras; e essa incapacidade deixava toda a história ainda mais dramática porque sentimentos sem descrição sempre pareciam mais intensos do que os descritos.

Aquilo que não pode ser visto, nem lido, nem tocado, entra na área dos sonhos da nossa mente e vira combustão quando se torna uma "quase" realidade. Acordar pensando que Jeon Jungkook é mais do que um amor de criança, que precisa do "nós" que eles construíam para se sentir feliz é a definição que Jimin sempre buscou de "feliz para sempre".

Se você não limita um sentimento a palavras você o torna infinito, eterno. A limitação gera busca de parâmetros, busca comparações, metas, faz com que o outro sempre esteja procurando um padrão para usar como base. Seja o relacionamento do dorama que mais ama, ou aquelas palavras que o personagem do filme que viu no cinema disse quando descreveu as características que amava em sua querida. Mas ali não.

Jimin não queria se pôr obstáculos, ele não queria fantasiar um pedido de namoro com um tapete de rosas sob a luz do sol do verão coreano. Ele não pensava em como Jungkook ficaria ajoelhado em meio ao pátio do colégio com uma caixinha vermelha de veludo das mãos e um sorriso bobo no rosto. Não imaginava por que isso era limitar o amor que ele sentia, era colocar o peso daquelas ações sobre as costas do ser amado; e ele não queria se enxergar dentro de um amor limitado.

Tudo que ele queria estava dentro de Jungkook, no que ele podia e tinha a lhe oferecer, naquele sentimento que eles estavam compartilhando. Se um dia ele recebesse um "gosto de você" teria o mesmo peso que um "case-se comigo" porque as duas frases eram igualmente relevantes se saídas da boca de quem ele ama.

Talvez pareça bobeira para um garoto tão novo pensar desse jeito, mas Jimin realmente queria saborear cada pedacinho daquela relação seja lá qual rótulo ela tivesse sem perder nada. Sem deixar passar nenhum detalhe e abster-se dos pesos e das expectativas.

Naquela manhã ele voltou para Seul sentindo-se o garoto mais sortudo do mundo; não por ter compartilhado de um prazer novo com Jungkook, ou por fazer o homem que ele ama sentir prazer. Um prazer que apenas ele podia proporcionar naquele momento. Ele estava feliz porque mesmo que por um instante ele falou a verdade. Ele foi sincero e recebeu sinceridade.

Jungkook exalava verdade e pureza e Jimin amava sentir seu peito se aquecer com aquela verdade. Escutar da boca dele um "te quero tanto", "você é tão gostoso" e "eu sou fascinado por você" o fazia sentir correspondido e amado.

Sua boca podia se rasgar a qualquer momento tamanha força de seu sorriso estampado na face. Durante a viagem, seu novo amigo – que estava sentado no banco ao lado de sua irmã – lhe emprestou um dos fones para ouvir música. Hoseok parecia ser um cara muito legal com seus cabelos castanhos escuros levemente enrolados e uma aura positiva o fazia parecer um solzinho.

Ele era gentil e Hyeji logo desfez o bico para soltar risadas largas dos barulhos engraçados que ele fazia. Jimin ria do sorriso bonito de Hoseok, sorria por lembrar de Jungkook e ria por escutar as risadas deliciosas de sua irmãzinha. Aquele era definitivamente, um dia especial.

 

Dia 18 de setembro de 2010, sábado – 11:00 am

Park Music Corporation - sala do presidente

É provável que o significado da palavra respeito não se adequasse bem para uma pessoa como Jungkook, mas ele era respeitoso. Ele sempre foi. Era pesado abrir mão de valores que carregou desde a infância e de sua própria concepção de razão para encarar um sentimento descontrolado. Pior ainda, era perceber que ele não queria aceitar aqueles sentimentos, ele queria mergulhar neles de corpo e permitir que sua alma inunde.

Mas lá estava ele, se contorcendo por precisar trocar duas palavras com seu superior como uma criança apreensiva por ter feito besteira. Aquele muro ainda pairava e ele podia enxergá-lo claramente. A barreira das boas maneiras e do respeito lhe impedindo de ir mais fundo do que desejava, bloqueando seu caminho até Jimin.

— O senhor Park pediu para que entre — anunciou a recepcionista ao desligar o telefone e Jungkook estremeceu.

Os passos que o levaram até aquela sala foram mais lentos do que o normal e pesarosos. Eles carregaram o peso de cada um dos seus pecados, das suas dores e o arrependimento que sentia por estar enganando-o.

— Pode entrar Jungkook, estou livre para te escutar agora, meu jovem.

A voz imponente de Park Dong Yul reverberou pela sala com um eco. O pai de Jimin prendeu os olhos na silhueta de Jungkook com um sorriso singelo no rosto impassível e Jeon se esgueirou hesitante pela brecha da porta até alcançar a cadeira vazia, que ficava de frente para a mesa do presidente.

Ele é o pai do Jimin, ele é o pai do meu menino.

De repente, ficava mais difícil falar com Dong Yul do que antes. Agora ele carregava não apenas o título de seu chefe dono de sua vida inteira, como também, de pai do garoto por quem Jungkook estava completamente de quatro e ainda por cima seu futuro sogro. Tinha como ficar pior? Jungkook nunca foi do tipo que gostava de puxa o saco ou agradar os outros, mas agora ele sentia a necessidade intrínseca de que Dong Yul gostasse dele. Que realmente gostasse de quem ele era, porque talvez se ele o conhecesse melhor, saberia que ele cuidaria bem de Jimin.

Melhor do que cuidava agora, inclusive.

— Diga, Jeon. O que tem para mim? — Pediu, unindo as mãos à frente do corpo e apoiando abaixo do queixo.

Jungkook tomou o assento e suspirou sentindo o corpo todo trêmulo. Dentro do bolso do casaco se encontravam aquelas letras tão importantes. Ele queria que desse certo, queria que sua primeira música fosse um sucesso e  que aquela melodia descrevesse seus mais verdadeiros sentimentos.

Aquela música tinha que dar certo, era a única chance dele ganhar a confiança de Dong Yul para o seu trabalho. Aquelas letras meio borradas de tinta azul sobre as linhas pautadas da folha do caderno do colégio gravavam a esperança de que um dia aquela canção fosse especial não apenas para ele, mas para o dono de sua inspiração.

Puxou o papel do bolso encarando as letras malfeitas em busca de confiança.

— Eu lhe trouxe a minha composição para o álbum — disse, ao abaixar a cabeça respeitosamente e oferecer o papel dobrado para o maior com as duas mãos. — Caso goste, eu gostaria de fazer uma sugestão para a produção dela. É uma música romântica, mas tenho certeza que ficará muito boa.

Dong Yul analisou as palavras que compunham aquela música com atenção, de verso em verso, com uma expressão dura. Ser julgado nunca dá uma sensação boa. O ser humano não foi feito para passar por momentos como esse, pensava Jungkook. Mesmo que com todas as suas forças tentasse permanecer calmo, não adiantava. Seu interior inteiro tremia perante a possibilidade da rejeição. Estar sentado naquele momento de frente para o presidente era ainda pior do que se pendurar em uma corda bamba sobre a fenda de um penhasco.

O suor começou a escorrer por sua nuca, alertando sobre o nível de tensão que pressionava seus ombros. Dong Yul acompanhava a folha de papel com os olhos a medida que ia seguindo acabando a leitura. Seus olhos trabalhavam ágeis sobre a folha calculando cada pequeno trecho. A sensação de que não tinha feito bem o bastante veio avassaladora em Jungkook.

Ele vibrava por inteiro de pavor. O suor começava a escorrer pelas palmas das mãos e suas pernas batiam no chão da sala freneticamente. Podia ter contabilizado melhor as estrofes, verificado a gramática que de vez em quanto lhe traía, pensado em versos mais subjetivos, será que ele tinha sido claro demais em sua canção? Ele encarou o presidente com os olhos arregalados, e se ele percebeu que se tratava de Jimin?

O momento de silêncio correu lancinante até a primeira declaração. Dong Yul apoiou o papel sobre a mesa e meneou a cabeça positivamente em direção a Jungkook. Todo o ar que estava preso em seus pulmões saiu de uma só vez, um peso imenso deixando suas costas.

— Não está ruim, Jeon, eu gostaria de ouvir as partituras. Se estiverem tão boas quanto a letra acredito que já teremos um material sobre o qual trabalhar.

Após aquelas palavras lá estava Jungkook pulando como uma criança com os braços para o alto no meio da sala. Por incrível que pareça, sua atitude infantil pareceu ter tocado o presidente, pois, a medida que Jungkook se tocou do que estava fazendo - e parou com as bochechas vermelhas e o olhar acuado para o chão - Dong Yul gargalhou. Uma risada alta e sincera que o garoto nunca havia escutado. Jeon sentiu a face fervendo de constrangimento, porém, o pequeno sorriso orgulhoso estava presente.

— Trarei até o final da semana, senhor.

A gargalhada rouca e larga de Dong Yul foi cessando, e em meio a um meio riso, o presidente concordou.

— Me avise assim que terminar. Até uma semana está ótimo, não passe disso ou teremos que usar a música pré-determinada pela gravadora.

Jeon estava explodindo por dentro. Ele correu em passos curtos até a mesa do diretor e apertou o pequeno pedaço de papel entre os dedos com o coração latejando dentro do peito, e reverenciou o mais velho formalmente diversas vezes antes de se retirar. Quando saiu da sala em passos apressados seu sorriso ainda parecia poder rasgar-lhe a face.

Ele não imaginou que aquele sentimento, em tão pouco tempo, poderia se transformar em algo tão pleno. Mas pode assim que atravessou a pequena sala da recepção e viu o corpo pequeno de Park Jimin encolhido em um dos sofás. Uma corrente elétrica pareceu tomar o menino quando seu olhar se perdeu dentro do de Jungkook, fazendo-o se por de pé no mesmo instante. Do balcão à frente, a simpática recepcionista se curvou na direção de Jimin e o anunciou que seu pai estava esperando.

Jeon parou estático sentindo seu sorriso ganhar fôlego ao ver o menor. A secretária chamou Jimin umas três vezes, antes de Jungkook se aproximar e tocar seus ombros chamando sua atenção para a fala da mesma.

— Acho que você está liberado, Jimin — disse com um sorriso ladino, provocativo. Jimin pareceu perdido enquanto piscava freneticamente buscando o ar com os lábios vermelhinhos separados, o que derretia Jeon. Jimin era tão doce, tão fofo.

— Hã... Sim!

Hyeji, que até então não havia sido notada, levantou-se em um pulo do sofá ao lado do que Jimin estava e passou correndo entre ambos arrastando o irmão pela mão. A menina era sapeca e comunicativa parecia empolgada com a breve visita, pois passou desferindo um sorriso largo e beijinhos na direção de Jeon quando cruzou com ele. Jimin olhava para trás enquanto era arrastado em direção a sala do pai seguindo Hyeji que matraqueava saltitante sobre uma possível sobremesa que seu irmão faria quando chegassem em casa.

Junkook voltou a sua sala torcendo para que Jimin ainda passasse por lá para vê-lo. Ele tinha uma necessidade intrínseca de estar junto de Jimin e conversar com ele nem que fosse sobre como passou a viagem; e vibrou quando o menino se esgueirou pela porta destrancada com um sorriso tímido. Jeon pegou a caneca quente de café que tomava e colocou sobre a mesa de centro levantando-se do carpete para recebê-lo.

Ainda um pouco tímido, Jimin parou perto da porta e a fechou com cuidado. E então, finalmente, ele pode olhar para aquela expressão carinhosa e receptiva do seu Jeongguk. Foram dias complicados naquela cidade desconhecida, momentos que o fizeram lembrar de como sua vida era incompleta, de como os Park's estavam quebrados. Ele não tinha mais uma família e perceber isso através dos maus-tratos sofridos por sua irmãzinha foi destrutivo.

Tão destrutivo quanto perceber que talvez sua única paixão verdadeira – depois do homem que estava agora sorrindo na sua frente – nunca se torne realidade mesmo ele tendo, de longe, muito mais chances do que vários garotos ao redor da Coreia do Sul.

Park Jimin tinha talento, e ele sabia identificar isso porque além de ser mesmo bom no que fazia tinha os apoios diários de Jungkook e de seus amigos próximos. Ele também não podia se culpar pela falta de conhecimento, ou inclusive, pela falta de uma condição financeira estável para correr atrás de seus objetivos.

Não, nada disso era um problema. Ele poderia fazer uma lista de passos que necessitava seguir até alcançar a realização do seu maior sonho, que com convicção, riscaria 90% desse quadro como concluído. Ainda assim, ele era o mais azarado de todos porque ainda que estivesse tão perto, era impossibilitado de sequer sonhar com aquilo.

Era doloroso estar tão perto do que tanto amava e não poder tê-lo. Amar o canto e a dança e pensar que estava sendo obrigado a traçar um caminho diferente o machucava. Mas, mesmo assim, Jimin ainda sorria. Ele sorria por que ele podia não ter a arte em sua vida. Ele podia viver seus dias sofrendo pela falta que faria seu futuro sem aquele almejado sonho, mas ele não precisaria sofrer por Jungkook. Ele tinha Jungkook, e ao contrário da música, parecia ainda mais insuportável a mera possibilidade de ficar perto de Jeon e não poder tê-lo.

Mas, aquilo nunca aconteceria.

Jungkook era um raio de luz em sua vida, o pedacinho de amor que sobrou em seu mundo destroçado. Um pequeno lago de águas límpidas e doces em meio ao deserto de escuridão que pairava sua família. Aquele lugar era sombrio e você só entenderia se pudesse ver a frieza presente entre as paredes da mansão de 4 andares, cômodos amplos, uma infinidade de dinheiro gasto em atrocidades, 40 empregados, duas crianças e um desconhecido. Jeon chegou com seu carinho, seu amor, sua forma doce de tocá-lo e facilmente ganhou o coração de Jimin embrulhadinho em papel de presente.

— Mochi, fico tão feliz que tenha vindo me ver — exclamou com um sorriso largo que fez surgir ruguinhas ao redor dos olhos. Jimin amava aquelas ruguinhas lindas.

Jungkook era incrivelmente lindo, tudo nele era. Ele abriu os braços para receber seu pequeno e aquela sensação de alívio seguido de desespero tomou o coração de Jimin. Estar com Jungkook era como estar de volta ao único lugar no mundo onde ele sentia e demostrava amor sem parecer errado. Isso pode ser tão confuso para outras pessoas, mas para Jimin era assim.

Outros talvez pensariam que sentir amor por um outro homem fosse errado, que talvez ser gay fosse um pecado, um mal entendido de seus genes defeituosos. Jimin se sentia como um ser defeituoso. Que não tinha utilidade. Mas não, Jeon era a única coisa na vida dele que parecia enlouquecedoramente certa.

Era errado estar em uma casa sem amor, era errado ter sido criado por empregados e antes de atingir a maioridade ser responsável por uma menina de 9 anos. Errado demais ter que carregar nas costas o fardo de ter alguém mandando em sua vida mais do que você mesmo gostaria de mandar. Errado. Era tão errado não dar amor para seu próprio filho e culpá-lo por não ter sido homem o suficiente para manter a esposa feliz.

Tudo isso lhe parecia errado, e pesado, e cruel, mas não Jungkook.

Por isso, quando viu aqueles braços largos e fortes abertos em sua direção Jimin só quis chorar. Chorar até não poder respirar mais, pois ele estava enfim se sentindo amado, cuidado e em casa. Ele correu na direção de Jeon segurando o choro entalado na garganta.

— Kookie — falou manhoso se aquecendo dentro daquele abraço.

— Ei... — Jimin se encolheu ainda mais quando suas lágrimas ameaçaram cair. O maior apertou os dedos em volta da curvilínea, fazendo todos os sentidos de Jimin gritarem quando roçou a ponta do nariz contra o pescoço branquinho e cheiroso dele. — Alguma coisa aconteceu?

Jimin se encolheu ainda mais nos braços de seu hyung com o rosto ardendo. A pele fina da sua bochecha ainda ardia com o peso da mão de seu pai. Estava doendo, doendo muito, e ele se orgulhava de ter conseguido manter uma postura firme até estar naquele cômodo. Dong Yul, sabia que algo estava acontecendo, ele parecia ainda mais nervoso e agressivo do que antes. Ele não se pronunciou na frente da irmã, mas foi só Hyeji ser levada para outro cômodo junto com a secretária que ele começou.

Dong Yul estava furioso. Ele se aproximou rudemente de Jimin e lhe desferiu um tapa forte e impiedoso contra a face. Seu sorriso, antes tão resplandescente foi engolido pelas lágrimas e logo vieram as palavras. Aquelas malditas palavras que tanto o magoavam.

Ele discursava sobre o quanto era irresponsável, imprestável, chamava-o de burro, preguiçoso e insolente. Dong Yul o mandava ser homem de verdade, o chamava de bichinha, enquanto desferia mais tapas no mesmo lugar. Jimin não teve tempo nem ao menos de se recuperar da dor anterior, pois, a mão rígida e pesada de seu pai o socou bem no peito fazendo-o bater com força contra a parede.



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