História Au Pair - The love... of my life. - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Anna, Cora (Mills), Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Tinker Bell, Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Once Upon A Time, Regina Mills, Swan Queen, Swanmills, Swanqueen
Visualizações 330
Palavras 1.734
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não me esqueci daqui, mas acabei focando um pouco mais em "A Moça do Táxi", visto que já está em sua reta final. Assim que ela acabar, prometo que as postagens de Au Pair serão mais frequentes. Espero que estejam gostando...

Bom domingo para vocês, e boa leitura!

Capítulo 15 - "Não sei se estou sendo uma boa mãe..."


 

 

As horas demoravam a passar, e até então, nenhuma outra notícia sobre o estado de minha sobrinha, foi dada. Deitei para dormir e, depois de alguns minutos, ouvi a porta se abrir e um Henry sonolento, coçando os olhos, adentrar.

— Cadê a mamãe? — Perguntou, sentando-se ao meu lado.   

— Está com Anna, no hospital. — Aliso seus cabelos, como um pente. — Mas, está tudo bem, ok? Emma está com elas e daqui a pouquinho estarão aqui... — Ele afirma com a cabeça.

— Eu preciso tomar banho, você pode me ajudar?

— Emma não lhe deu banho?

— Não, eu disse que queria dormir mais um pouco... — Fez sinal com a mão. — Se quiser, tomo amanhã...

— Nem pensar, garotinho. Pode ir se despindo, já chego lá. — Ele se levanta e vai para o banheiro de seu quarto. Respiro fundo, antes de ir até lá. — Não molhe o cabelo, Henry.

— Por que, não?

— Está tarde! — Exclamo, passando o sabonete em suas costas. — E você já vai dormir novamente, não faz bem dormir com ele molhado.

— E se você secar com o secador? Acho muito legal! — Diz, com a cabeça abaixada, para que a água não molhasse seu coro cabeludo. — A Anna está dodói, tia?

— Sim, está com inflamação no ouvido...

— Tadinha da mamãe. — Fala, em um tom sério. — Ela está tão cansada...

— É verdade, querido. — Viro-o para frente, lavando seu rosto. — Mas as mamães servem para isso, mesmo. Elas são tão protetoras que, mesmo cansadas, dão conta de seus filhos.

— A vovó podia vim cuidar da mamãe, né?! — Ele me olha, enquanto saímos do box. Enrolo-o na toalha e vou escolher seu pijama. Ele sobe na cama, enxugando-se. — Porque seria justo... Vovó cuida dela e ela cuida da gente.

— Faz sentido! — Tombo a cabeça, entregando a cueca para que ele vista. — Batman ou Homem Aranha? — Estendo dois pijamas para que ele escolha.

— Tem um do Bob Esponja calça quadrada aí... Ele é divertido.

— Ah, sim... — Olho na gaveta e acho o tal pijama. — Não vai te esquentar tanto, meu amor. Não prefere o outro?

— Não, eu quero esse... Eu cubro bem à noite.

— Aham, sei... Pois, pelo seu bem, eu escolho que vista o pijama mais quentinho, ok?

— Ok... — Fala, entristecido. Ele se veste e logo deita na cama.

— Está com fome? — Pergunto, enquanto pego a roupa que ele vestia para levar para a lavanderia. — Posso fazer um macarrão bem gostoso...

— Acho bacana! — Exclama, descendo da cama e calçando seu chinelo. — Quero ajudar.

— Então, vamos... — Descemos as escadas, com Henry tentando pular em minhas costas para o, famoso, cavalinho. — Preciso ligar para Emma, querido, saber como está sua irmã. Me espera aqui?

— Espero... Posso ir pegando o macarrão... — Meneio a cabeça, confirmando sua fala.

Vou até a sala e disco o número de Emma. Minha namorada atende no primeiro toque.

 

 

— E então? — Questiono.

Está sob controle, Regina... Vamos ser liberadas daqui a um pouquinho...

— Ai, graças a Deus! — Falo, aliviada. — Estou fazendo um macarrão para mim e Henry, acha que devo fazer mais um pouco? Como está Zelena?

Aparentemente, muito cansada. No momento, está cochilando na poltrona ao lado de Nana. — Percebo que ela fala mais baixo que o normal. — Eu estou faminta e, provavelmente, Zel também.

— Tudo bem, então...

Até daqui a pouco.

— Até...

 

 

Henry me ajuda com o macarrão, que rapidamente fica pronto. Fiz um molho branco, simples, e joguei por cima dele. Meu sobrinho pediu para que eu colocasse um pouco de queijo ralado, mas como não sabia se Emma gostava, deixei uma porção individual para que cada um colocasse a gosto.

Em menos de duas horas o barulho da garagem sendo aberta foi ouvido. Fui até a porta e ajudei Zelena a sair com Anna. Era quase meia-noite, quando sentamo-nos à mesa para jantar; Emma, minha irmã e eu, já que Henry não aguentou esperar e subiu para dormir. Anna já estava em seu bercinho, dormindo profundamente. As olheiras nos olhos de Zelena se faziam presente.

— Está tudo bem com ela? — Perguntei à Zel, que só meneou a cabeça. — Fiquei muito preocupada...

— Eu também... Nunca a vi dessa forma.

— A imunidade é criada a partir daí, Zelena... Os bebês começam a adoecer com frenquencia, em certo ponto da vida. — Diz Emma.

— Até que faz sentido... Anna é um bebê forte, sorridente e ativa. Por isso me preocupei tanto... — Falo, intercalando uma garfada e outra.

— Está muito delicioso, Rê.

— Verdade! — Zelena concorda com Emma, que sorri quando a olho. — Tadinho do meu filho, nem tive tempo de vê-lo direito. — Suspira, encostando-se no encosto da cadeira. — Eu estou falhando como mãe?

— Que pergunta é essa? — Questiono.

— Claro que não, Zelena... — Emma completa. — Isso acontece, não será a primeira vez que passará por isso. Só não acho que deva se questionar dessa maneira.

— Emma tem razão. Quando eu era pequena, e você lembra muito bem disso, eu vivia no hospital com dor disso, dor daquilo. E nem por isso mamãe deixava de cuidar de você.

— Ah, mas eu não sei se estou sendo uma boa mãe para Henry. — Seguro a mão de minha irmã.

— Claro que está sendo, Zel. Henry é louco por você, tudo é a mamãe...

— Mas ele sempre ficou muito bem com você e agora com Emma. — Lamenta, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha. — Não sei se faria falta...

— Pelo amor de Deus, Zelena... Vamos mudar de assunto, por favor!

— Se você visse a forma como ele falou de você hoje, mais cedo... Dizendo que você deveria estar cansada e que mamãe deveria vim cuidar de você, assim como você cuida dele e de Anna. — Falo.

— Ele disse isso?

— Sim, enquanto eu dava banho nele. — Explico, voltando a comer. — Ele é apaixonado por você e a tem como exemplo. — Emma sorri para ela, que tem os olhos lacrimejados.

Terminamos de comer e, após muita insistência minha e de Swan, Zelena subiu para tomar um banho e dormir. Nós duas lavamos a louça que havíamos sujado e depois sentamos um pouco na sala, ligando a TV na esperança de vermos algo.

— Está cansada, não é? — Pergunto, e ela balança a cabeça de um lado para o outro, num “mais ou menos”. — Deveria descer, então...

— Não, está tudo bem. — Seguro minha mão esquerda, colocando-a entre as suas. — Eu fiquei muito tensa com essa situação.

— Já passou... Ela está bem, e melhor, está em casa conosco. — Sorrio para ela, recebendo um beijo na testa. — Quer ver um filme, então?

— Pode ser! — Dá de ombros, acomodando-se no sofá, colocando as pernas para cima. Faço o mesmo, porém, jogo a direita por cima das suas. Ela me olha confusa, mas nego com a cabeça.

— Ela já está dormindo, fique tranquila. — Ela semicerra os olhos, voltando a atenção para a TV, enquanto zapeio os canais. Faço um carinho em sua perna, recendo um afago nos cabelos, ao me deitar em seu ombro. — Ahh... Está reprisando Once Upon a Time. Você gosta?

— Nunca ouvi falar... — Rio. — Ah,  pensando bem, já ouvi falar sim... É a série da Rainha Má gostosona?

— Hum... É a série da Rainha Má, sim. — Ela ri da forma como falo. — Dizem que me pareço com ela.

— É tão gostosa quanto... — Sussurra em meu ouvido, dando um beijo em meu lóbulo. — Porém, não chega nem perto de ser má.

— Disso eu sei... — Trocamos um selinho breve. Prestamos um pouco de atenção na série pois, de tão cansadas, acabamos ficando sem sono. — Emma?

— Hum?

— Pensei que estivesse dormindo... Acho melhor irmos. — Falo, desaconchegando de seu colo. — Amanhã tenho aula, você trabalha e, bom, já são quase três da manhã.

— Jura? — Afirmo com a cabeça. — Então, vamos... — Desligo a TV, observando-a a espreguiçar na beira do sofá, bocejando. Ela sorri para mim, levantando-se e me prendendo em um abraço. Acarinho suas costas, no passo em que ela beija meu pescoço, num estalo.

— Obrigada por acompanhar Zelena e dar todo um suporte, tá?!

— Não precisa me agradecer, meu amor... — Seu chamado aquece meu coração. Sorrio, devolvendo os beijos que ela deposita em minha bochecha. Seus beijos saem de meu rosto, até chegarem em minha boca. Trocamos alguns selinhos, antes de engatarmos em um beijo mais profundo. Emma explora minha boca com sua língua, acariciando a parte interna de minha bochecha, fazendo-me arfar contra seus lábios. Sinto-a sorrir, mas logo retorna com seu carinho, que foi finalizado após nos separarmos em busca de ar.

— Tenho a namorada com o melhor beijo... — Digo, beijando seu queixo após uma mordiscada leve. — Boa noite. — Ela sela nossos lábios uma vez mais.

— Boa noite... Até amanhã, minha linda! — Sem resistir, beijo-a novamente. — Assim não vamos dormir... — Brinca, tomando meus lábios novamente. — Você é viciante.

— Digo o mesmo. — Sorrimos uma contra a boca da outra. Minha namorada afasta o rosto do meu e fita meus olhos.  — Se tudo ocorrer bem, queria que fosse comigo a um lugar, no sábado.

— Esse sábado? — Afirmo a cabeça. — Tudo bem, então.

— Fico feliz em saber que você se sente segura de tomar essa iniciativa, Gina...

— De te chamar para sair?

— Uhum... — Ela roça seu nariz no meu e, após isso, ficamos nos olhando por alguns segundos, até decidirmos ir cada uma para seu respectivo quarto.

Subo, passo no quarto de Anna e não a encontro. Entreabro a porta do quarto de Zelena e vejo-as abraçadinhas em uma conchinha confortável para duas... para os três, visto que Henry agarrava sua mãe por trás, mantendo-se bem próximo. Sorrio com a cena, fecho a porta e vou para o meu quarto, onde adormeço pensando na família lindo que tenho.

 

 


Notas Finais


No próximo, o primeiro encontro oficial das meninas.
Fiquem ansiosas!
Beijois :*


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