História Aucune Loi, Aucun Miraculous - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Personagens Originais
Tags 1871, Miraculous, Sem Lei, Universo Alternativo
Visualizações 23
Palavras 1.891
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá fãs de Miraculous e mesmo quem não seja e só esteja lendo essa fanfic por curiosidade, bem, essa ideia me deu enquanto estava fazendo um trabalho de história e quero saber se vai continuar, se for bem aceita, irei continuar a história por mais alguns capítulos, se for para continuar não será grande, mas se não for, ficarão só com esse capítulo como One Shot, dependerá de vocês escrevam nos comentários, após a leitura, o seguinte:

#Plus
Que significa mais capítulos
#Un
Que significa só tendo esse capítulo na fanfic.

Agora é com vocês, vejo vocês nos comentários.

Capítulo 1 - Les Rois de Paris


Paris… uma cidade bonita, não, é muito mais… Paris é o símbolo da beleza e da diversão, o seu estilo de vida, roupas, escultura e arte é um dos maiores de toda a Europa! Porém, toda a beleza tem sua feiura por baixo… ninguém que não tenha sentido o gosto dessa feiura de Paris ao menos sabe como caminhar pela cidade… mas acho que mais ninguém sabe como se caminha por Paris após a guerra ter começado… guerra contra quem? Uma multidão? Um país? Um continente? Não… uma Guerra de Gangues na cidade… duas gangues, dominadas pelos piores reis do crime da cidade, se não do mundo…

O rei que controla o tráfico de droga, da venda de escravos, de recursos importantes para a sobrevivência dos cidadãos de Paris… CatNoir… e 2º rei… ou devo dizer… rainha? Que controla as prostitutas, alguns dos homens mais sujos da cidade, o tráfico de órgãos e a própria rede de pedofilia da cidade… LadyBug…

CatNoir é um cavalheiro, um homem de classe e que não suja as próprias mãos…

Já LadyBug é uma dama, uma mulher de requinte e que adora espremer os órgãos que vende….

Dos dois, muitos dizem que CatNoir é pior porque ele não tem piedade, ou pena de ninguém, já LadyBug consegue sentir alguma pena de suas vitimas, ou materiais de venda…

Mas não importa quem é melhor, ou pior… o que interessa é que os dois são, praticamente, invencíveis por causa de seus artefactos místicos chamados Miraculous… não acreditam em nada do que falei agora…? Bem… então… deixem-me contar como é a vida de cada um desses miseráveis rei e rainha do crime…

As senhoras primeiro… LadyBug… o seu nome verdadeiro? Ninguém sabe… ela, como dito, é uma mulher de requinte e que nunca perde uma oportunidade para mostrar sua superioridade… agora mesmo, ela está em seu escritório, junto de sua secretária, Volpina… seu nome verdadeiro também é desconhecido, mas isso não importa quando ela está fatiando os cobardes e traidores da gangue… a nossa bela joaninha estava revendo uns contratos do ultimo mês e dos pedidos por novas crianças em orfanatos para não falirem, ou simplesmente para saciar seu apetite por uma carne juvenil…

Mas os pensamentos da mesma são interrompidos pela porta do escritório ser aberta brutamente e uma mulher, de roupas rasgadas, que já não tinha muita, entrou no seu escritório com lágrimas no rosto e vários machucados no corpo…

-Senhorita LadyBug, tem de me ajudar!!! –Gritou a mulher que era loira e de olhos azuis, com um porte físico bem pobre no que consistia em bunda e peito, sendo ambos pequenos e quase inexistente, a única coisa que se salvava era as coxas e as curvas do corpo…

-O que posso fazer por você Chloé? –Perguntou a mulher de vestido exagerado e vermelho com um sorriso amigável, enquanto a outra, a loira, se encostava na mesa, fazendo alguns papéis da “joaninha” caírem no chão… -Cuidado que você fez meus papéis caírem…

-Que se dane os papéis!!! A senhora tem de fazer algo sobre o meu cliente!!! –Gritou a loira, em revolta, no mesmo momento, Volpina já libertara seu chicote para dar alguns açoites na loira, mas LadyBug fez um sinal para ela se conter…

-Então… o que esse homem lhe fez…? –Perguntou LadyBug, com uma naturalidade enorme e com os olhos tendo um brilho morto…

-Ele me violou!!! –Gritou mais uma vez, mas agora, realmente, surpreendendo LadyBug…

-Chloé, querida, você é uma prostituta, uma mulher sem moral própria que vende seu corpo para se sentir apreciada… ele não a violou, ele fez aquilo que pagou para fazer… -Explicou a morena, com um sorriso nos lábios…

-Eu sei! EU SEI! Mas isso é completamente diferente!!! Ele era um enviado do CatNoir!!! –Ao ouvir esse nome, LadyBug arregalou os olhos… -Ele se disfarçou de cliente e me obrigou a revelar coisas sobre a gangue e disse que se não o fizesse ele iria me estuprar e foi o que aconteceu!!! –Gritava desesperada e com a voz a falhar por causa dos soluços…

-Minha querida, você não deve chorar… -Falou a joaninha, retirando um pano de seu vestido e se levantando, enquanto limpava as lágrimas da loira… -Você fez a escolha certa a não lhe contar nada… por causa disso, eu posso pensar em, talvez, ajudá-la naquela questão da sua mãe…

-M-m-minha mãe? Como a senhora… -A loira foi interrompida por um riso irónico…

-Minha querida… eu sei de tudo o que se passa nessa cidade… ela é como a palma da minha mão… -Explicou LadyBug, acabando de limpar as lágrimas da loira e lhe dando o lenço para espirrar…

-A-agh… claro… então… a senhora pode pagar os medicamentos para ela…? –Perguntou a mulher, esperançosa como se aquilo tivesse sido uma luz ao fundo do túnel, LadyBug colocou sua mão no ombro da mesma e disse…

-Claro… eu prometo que farei de tudo ao meu alcance para ver sua mãe andando pelas ruas iluminadas de Paris novamente… -Falou a joaninha, se virando e abrindo uma gaveta, procurando alguma coisa…

-Oh! Obrigada senhorita LadyBug!!! A senhorita é a melh-

BANG!!!!!

O som estridente, o cheiro a pólvora e a dor rodeavam a loira… ela agora sentia um fluído líquido saindo de seu abdómen e, enquanto caía, olhava para LadyBug… para aquele olhar frio e sem escrúpulos que, com as mãos, segurava um revólver de alto calibre… logo as lágrimas vieram até à loira e elas caíam enquanto a mesma sentia o chão duro sobre suas costas, fazendo sentir a bala ir e vir uma vez em seu fígado…

-Aggghhh!!! Cough! Cough! S-s-s-s—…

-Shhhhhh… calma querida… não se esforce… vai ser pior… -Aconselhou a joaninha, rindo sadicamente enquanto encostava o cano do revolver até sua boca…

-P-p-p-por… q—uê…? –Perguntou a loira em meio gaguejadas com sangue e dor envolvidos…

-Fácil querida… você me traiu… o homem que fez seu corpo de boneca plástica de brinquedinho era um dos MEUS homens e ele é um teste que todas as minhas meninas passam para orgulhar sua mãe, quem não passa, acaba levando um tau-tau… ou devo dizer… um ti-tiro… -Explicou de forma infantil enquanto que, com um novo lenço, ela limpava o cano da arma que possuía algum sangue e os seus lábios por ter encostado o mesmo a eles…

-V-v-v—ocê… m-m-me… p-p-p-rome-e-e-teu… -Se esforçava como tudo para falar a loira, mas era inevitável, a vida estava abandonando seu corpo…

-Eu prometi que sua mãe iria ficar melhor… não que você não iria pagar por uma traição tão cobarde assim… -Disse num tom irónico e indo até a loira e apontando o revolver para a sua cabeça… as lágrimas caíam como chuva e Ladybug só falou algo antes de terminar com o sofrimento da loira… -Adeus… Chloé…

BANG!!!!!

Após o disparo, uma grande possa de sangue foi-se formando pelo chão do escritório… Volpina voltara ao escritório, já que tinha saído sorrateiramente e trouxera dois homens bem fortes, os dois pegaram o corpo morto da loira, ensanguentado, no chão e perguntaram.

-O que faremos com ela senhorita…?

-Hmmm… deixem-me pensar… bem… eu não conheço ninguém que quisesse uma boneca humana desse tipo… deem ela para os cães comerem e o que sobrar vocês queimem… -Disse, curta e direta, os homens acenaram e levaram o corpo morto pelas escadas… -Agora… Volpina, você pode me ajudar aqui numa questão de memória…?

-Claro my lady, o que foi…? –Perguntou a mulher vestida à rigor com um vestido laranja com detalhes brancos e pretos com uma máscara de lobo…

-Quando foi a última vez que eu rasguei a sua roupa e a fiz gritar meu nome…? –Perguntou a joaninha num tom sedutor enquanto a “mulher raposa” retirara sua máscara e mostrara seus lindos olhos cor de mel…

-Bem… acho que foi semana passada… -Dissera, se aproximando da sua chefe e colocando as pontas dos dedos sobre o peito da mesma…

-Vamos mudar o “semana passada” para “hoje”… ok? Na verdade, eu não quero saber sua opinião, isso é uma ordem… -Falou Ladybug, desferindo um selinho na sua raposa…

-Oh, my lady, mesmo que fosse um pedido, ou uma ordem, eu só teria uma resposta para si… um grande sim… -Respondeu, pegando a amada pela cintura e a beijando ferozmente, de tal forma que a mesma foi mandada contra a mesa e quase caindo em cima da mesma…

Agora o rei do crime… CatNoir … o seu nome verdadeiro? Ninguém sabe… ele, como dito, é um cavalheiro, um homem de classe e que não suja as próprias mãos e que prefere que sejam os outros a fazer o trabalho sujo… como agora… um homem… simples e de classe média, estava amarrado a um poste, ficando a pairar no ar de cabeça baixa, já que estava drogado… seu nome? Gabriel Agreste… um dono de uma das boates mais visitadas de Paris, a Bonne Vie… o homem loiro finalmente abrira os olhos e se horrorizara do local onde estava, tinha pedaços de metal bem abaixo de si com alguns pedaços de carvão enquanto tinha um homem de roupas negras elegantes, orelhas de gato negro e olhos verdes que brilhavam em todo o véu da escuridão… Gabriel sabia o nome desse homem… CatNoir…

-Olá Gabriel Agreste… -Cumprimentou o gato da má sorte…

-C-C-CatNoir!!! O que está fazendo aqui?! Eu disse que iria te pagar amanhã o que te devo!!!! –Gritou o homem, desesperado por uma brecha da situação que se encontrava…

-Eu sei… mas amanhã é amanhã e hoje é hoje… então… falemos de hoje… -Falava tranquilamente o rei do crime, enquanto se encostava a uma das casas que havia por ali… -O que tem feito meu caro Gabriel? Tem se divertido na sua boate com as suas prostitutas? Tem vendido bastante da minha droga? Ou tem espancado a sua mulher até que ela deseje não ter nascido…?

-O quê?! Porque você tá falando sobre minha mulher?! O que isso te interessa?! –Perguntou Gabriel, muito nervoso e suando frio a essa altura do campeonato…

-Não interessa o CatNoir… mas interessa-me a mim… Adrien Agreste… -Falou, revelando sua face verdadeira para o outro loiro, que era seu pai biológico…

-A-A-Adrien…?! Mas… você… o CatNoir… como?! –Perguntou o velho loiro, sem saber o que dizer, ou perguntar…

-Minha origem não te interessa nada Gabriel… você devia se interessar em o que vou fazer com você por ter machucado a minha mãe… -Explicou CatNoir, se aproximando de Gabriel…

-U-u-uou! Adrien! Calma! Olha… o pai esteve bêbado hoje e não sabia o que estava a fazer, por favor, não faça isso!!! –Implorava, sentindo as lágrimas vindo enquanto via seu filho invocar uma espécie de chama negra nas mãos…

-Hoje? Deve estar falando de ouro Gabriel Agreste… porque aquele que conheço tortura a mulher já faz a porra de 5 anos!!! –Gritou, lançando a chama negra contra a fogueira por baixo de Gabriel e começando a queimá-lo vivo…

-NÃO!!! ADRIEN!!! NÃO FAÇAS ISSO POR FAVOR!!! ADRIEN!!! ADRIEN!!! –Gritava por socorro do filho que desaparecia na escuridão…

Esses são LadyBug e CatNoir… ninguém pode contra eles… ninguém os pode contrariar… Paris… está perdida… pelo menos isso é o que a maioria pensa, mas eu não acredito nisso… eu sei que Paris pode se reerguer e eu vou fazer de tudo por isso… eu sou Damian Papillon… eu sou… o Hawk Moth


Notas Finais


Bem, é agora.
#Plus
Para mais capítulos ou... #Un
Para só ficarmos com esse, claro que sei que quase ninguém vai ver essa fanfic, mas mesmo assim, se gostarem, pelo menos ficarei feliz em ter entretido vocês.


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