História Aulas Particulares- jikook- pwp - Capítulo 1


Escrita por: e jikook_porn

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Aulas Particulares, Boy×boy, Bts, Gay, Jikook, Jimin, Jimin!seme, Jungkook, Jungkook!uke, Pwp, Sexo
Visualizações 338
Palavras 2.349
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


IAEEE GENTEEEE

jikook_porn/arthur falando aqui rsrs eu acho que eu já postei essa história umas três vezes mas ainda não tínhamos terminado de escrever, eu tenho que parar de ser tão ansioso 😂😂

Ent gente desculpa qualquer erro, se gostar favorita e pf comenta o que vcs acharam

Capítulo 1 - Capítulo único


Eu não tenho culpa se os alunos dessa escola não se interessam se vão ou não ser alguém na vida, muito menos de tirar as maiores notas da escola, eu nem estudo antes das provas!


Essa escola está num nível de ensino bem abaixo da antiga que eu frequentava, talvez por isso eu saiba mais que os outros alunos, mas mesmo assim eu não quero ter que dar aula para um dos delinquentes que estudam aqui, ainda mais esse delinquente.


Sem falar na maldita timidez, qualquer coisinha, e eu já estou corado sem saber pra onde olhar ou onde enfio a cara de tanta vergonha.


Agora estou aqui, tendo que aguentar um dos meus professores me enchendo o saco pra eu dar aulas particulares para um dos meus colegas de classe, que, segundo ele, estava com a pior nota da escola.


-professor, eu não quero dar aulas pra ele, não quero dar aulas a ninguém mas, o Park? Sério que logo o senhor quer que eu dê aulas ao Park?- falo vendo o homem à minha frente se ajoelhar juntando as mãos em frente ao corpo em forma de súplica.


-por favor, você é minha única opção, tem as melhores notas da escola e, quem sabe, consiga colocar juízo naquela cabeça de vento- ele fala agarrando as minhas pernas e eu juro que quase pude ver lágrimas caindo, eu apenas consegui fazer uma careta de desgosto e negar.


-ok, isto não é mais um pedido, eu juro que tentei ser o mais gentil possível, eu implorei pela sua ajuda mais você me deixou sem saída, você vai sim dar aulas extras para o Park,  eu estou mandando, caso contrário, Você irá repetir de ano- escancaro a boca o encarando.


-você não pode fazer isso comigo!- aumento a voz e ele apenas me olha com desdém.


-experimenta não fazer o que eu quero e espere as notas do final do ano- ele fala e logo em seguida sai da sala me deixando sozinho.


Mas que filho da puta.


·°·°·°·°·°·°·°·°


Logo após o sinal tocar, anunciando o fim das aulas, eu espero todos saírem da sala para enfim guardar o material e me levanto, me preparando psicologicamente para a primeira sessão de tortura.


Respiro fundo me dirigindo a biblioteca, será que alguém pode me matar agora? Eu iria agradecer.


Quem tiver ódio de mim, ou até ranço, estou dando a chance de me matar agora em, vamos aproveitar minha boa vontade.


Entro na biblioteca e olho ao redor, estava vazia, ou quase, se não formos contar com o projeto de delinquente que está praticamente deitado em uma das cadeiras do lugar.


Reviro os olhos me aproximando do menor, gente é sério, se quiser me matar, essa é a hora.


-vamos Park, acorda, não quero perder mais tempo que o necessário aqui- falo e ele apenas abre os olhos me olhando de cima a baixo, se eu fiquei desconfortável? Desconfortável é pouco pra como eu estou me sentindo agora.


-isso vai ser interessante- fala agora se sentando corretamente na cadeira, reviro os olhos e coloco os materiais sobre a mesa.


Maldito seja aquele professor idiota!


Me sento ao seu lado, tendo sua atenção inteiramente em mim, isso deveria ser bom não é?


Mas eu estou realmente desconfortável.


-então, em que matéria você tem mais dificuldade?- pergunto, afinal, eu preciso saber por onde começar.


-todas- ele fala como se fosse algo pra se sentir orgulho, deveria era ter vergonha isso sim!


-aaigo, então, vamos começar com matemática, o que mais te dá dor de cabeça em matemática?- pergunto esperançoso, eu realmente quero que aconteça um milagre aqui.


Deus se puder mandar inteligência instantânea, eu realmente vou ser grato para o resto da minha vida!


-bom, tudo desde que o ano começou- ele fala parecendo estar sendo sincero, certo, isso vai ser mais difícil do que eu imaginava, respiro fundo abrindo o caderno e o livro, pego meu lápis e começo a explicar do jeito mais simples que eu conseguia, era como se eu estivesse falando com uma criança, de tanto cuidado que eu estava tomando com as minhas palavras.


°·°·°·°·°·°·°·°·°·°


Tínhamos passado um bom tempo revendo toda a matéria, isso só em matemática e, apesar de ter passado “pouco” tempo com ele, eu percebi que ele não era tão ruim quanto eu imaginava.


Até que dá pra suportar.


-o que você tanto pensa em biscoito?


-aigoo menino eu já falei pra não me chamar assim- falo fazendo bico e ele ri baixo.


-é um apelido ué eu sou seu hyung posso te chamar do jeito que eu quiser delícia- fala e eu reviro os olhos, e apesar desse ato, sei que eu estou mais vermelho que tomate.


-ta mas, agora que a gente terminou, te vejo amanhã- falo e pego minhas coisas às pressas saindo da sala todo desajeitado.


°·°·°·°·°·°·°


Havia se passado um mês desde que eu comecei a dar aulas particulares pra o Jimin, e, cara eu to muito fodido.


Eu nunca pensei que fosse possível se apaixonar em um mês, eu realmente pensei, que o Jimin fosse desses tipos de meninos que são bonitos mas que apesar de tudo é tão sem conteúdo que não dá pra manter uma conversa por muito tempo.


Mas o cara sabe até tocar piano!!


Curte poesia, ama Química apesar de ter dificuldades, ele tem mais facilidade de entender essa matéria do que as outras, e o que me deixa ainda mais animado, é que ele realmente mudou o comportamento dele na escola depois que começamos as aulas.


Não tem matado aula, perturbado durante as mesmas e até anotações sobre as aulas ele faz!!


Eu estou realmente muito surpreso e não é pouco.


Entro na biblioteca animado pra dar mais um dia de aula para o meu “aluno”.


Mas pela primeira vez ele não estava me esperando quando eu cheguei, o que é muito estranho.


Ele deve ter apenas se atrasado, me sento e arrumo os materiais em cima da mesa e encosto na cadeira fechando os olhos.


Se tem uma coisa que eu odeio é esperar.


Fiquei um bom tempo assim, apreciando o silêncio gostoso que a sala vazia me proporcionava, até a porta ser aberta bruscamente e o Jimin entrar ofegante na sala.


Franzo o cenho me ajeitando na cadeira o encarando de olhos cerrados, o olhando de cima à baixo.


-eu não acredito que se atrasou por que estava com alguma piranha por ai- falo um pouco alterado, tentando não deixar claro meu desapontamento ao ver a marca de batom na sua cara.


Mas o desgraçado só começou a rir da minha cara, vê se eu posso com isso gente.


-você está com ciúmes é isso mesmo que eu estou vendo? Ah mas eu queria ter tirado uma foto por que você com esse biquinho é a coisa mais linda que eu poderia ter visto hoje- ele fala e era quase possível se ver o ponto de interrogação cravado na minha cara.


-foi minha mãe que deixou essa marca de beijo no meu rosto, o diretor chamou ela pra falar sobre a minha melhora na escola, e até comentou que você era o motivo, ela me agarrou e deixou essa marca em mim, e eu sai correndo da sala por que ela queria te ver e, não quero que ela te beije, só eu posso fazer isso- ok eu só prestei atenção na última parte e…


Caralho o que eu faço agora?


Eu nunca sei como agir em momentos assim.


-er… desculpe você poderia repetir a última parte? Eu acho que eu não entendi- mentira eu entendi sim mas é bom ouvir ele falar isso.


-eu disse- ele começou a se aproximar me deixando um tanto tenso, e mais ainda quando ele se abaixou na minha frente mantendo o rosto próximo ao meu- só eu posso fazer isso- foi tudo que eu consegui ouvir antes do mais velho juntar nossas bocas num beijo lento, porém, bastante excitante vou confessar.


Eu simplesmente não sei como reagir à isso.


O que eu faço agora minha santa Sehuna?


Sem saber ao certo onde colocá-las, deixo minhas mãos na sua nuca, e de forma automática começo a brincar com o cabelo do mesmo que levou sua mão à minha cintura apertando a mesma com possessividade.


E tudo que eu pude fazer nesse momento foi soltar um arfar e apertar seus cabelos entre meus dedos, e dessa vez foi a vez dele arfar.


E sentir que de certa forma eu também tinha um certo poder sobre ele me deixou ainda mais quente do que a menor já tinha me deixado.


Separamos o beijo por falta de ar e eu ri de leve logo levantando meu olhar para o mais velho que minha nossa senhora.


Essa boca inchada e vermelhinha é uma tentação.


-essa cara de bobo é pra mim?- ele fala com um sorriso divertido nos lábios, o que fez minha bochecha queimar mais ainda.


-eu não estou com cara de bobo- falo virando meu rosto contorcido numa careta emburrada para o outro lado.


Ai o que acontece agora gente, isso mesmo, o ser humano tira uma foto minha.


-ah não acredito que eu tenho uma foto sua fazendo biquinho, vou colocar ela na tela inicial do celular- ele fala enquanto um enorme sorriso cortava seu rosto e espremia seus olhos, que já são pequenos por natureza.


-agora voltando ao que estavamos fazendo- ele me puxa pela cintura, e senta na cadeira que antes eu estava sentado, me deixando em seu colo, com uma perna de cada lado do seu corpo.


Antes que eu pudesse falar algo, ele me puxou com certa necessidade para um beijo, ainda lento, e ainda com a mão na minha cintura ele começou a me insentinsentivar a me mexer em seu colo.


Começei a fazer movimentos tímidos no mesmo, sem romper o ósculo, arranhando sua nuca com as minhas unhas curtas.


Sentir o mais velho crescer entre as minhas nádegas era indescritível, não sei nem como descrever o que eu estou sentindo.


Por que, sexo é bom mas, caralho eu vou fazer amor com o garoto que eu gosto e ainda NA ESCOLA!!


A adrenalina estava correndo meu sangue e o perigo, a possibilidade de sermos pegos, por mais estranho que pareça, estava me deixando ainda mais quente.


Acabo despertando dos meus pensamentos (nem tanto na verdade), quando o menor rompe o beijo descendo para o meu pescoço, se divertindo naquela área tão sensível pra mim.


Deixo alguns gemidos escaparem quando ele começa a deixar chupões um tanto quanto fortes no local.


-shh, não vai querer que acabem com a nossa brincadeirinha não é?- ele sussurra e logo em seguida morde o lóbulo da minha orelha me deixando ainda mais derretido em seus braços.


Começo a desabotoar a blusa do uniforme do menor e fico admirando o seu tronco, enquanto o mesmo sorria de lado me encarando.


-pode tocar se quiser- fala e eu timidamente passo meus dedos por cada gominho existente em sua barriga, a vendo contrair vez ou outra.


Aproximo meus lábios do seu pescoço e deixo leves beijos, o vendo ficar arrepiado com o meu ato, sugo sua pele e me distancio para ver o vermelhidão que se formava na área.


Volto a pôr novamente meus lábios em sua derme fazendo uma pintura de tons em vermelho e roxo por onde passava.


Saiu de seu colo e me abaixo com o rosto rente ao seu membro, olho pra cima, o menor me olhava em expectativa, apenas sorri de lado para o mesmo e abri a calça a puxando pra baixo.


Tirei seu tênis, meia e em seguida a calça, a deixando de lado voltando minha atenção ao que eu estava estava fazendo antes.


Passei minha língua por cima de seu membro marcado na cueca, e ainda por cima do tecido fino, que continha uma enorme mancha de pré-gozo, chupei sua glande.


Subi com leves beijos até seu baixo ventre e cravei meus dentes na barra da sua cueca, puxei a mesma com os dentes até a metade da sua coxa, com a ajuda do menor claro.


Terminei de tirar sua cueca com as mãos mesmo e não demorou para eu voltar a “brincar” com seu membro, fazendo o mais velho na cadeira.

Minutos depois o maior veio com tudo, e eu acabei deixando um pouco do seu líquido escorrer pelo canto da minha boca.


Passo a língua, limpando o que escorria e lambi o membro, tirando qualquer resquício do que teria ficado ali.


O menor coloca seus dedos em minha nuca me puxando com certa brutalidade para seu colo novamente, me roubando um beijo onde era descontado todo desejo que estávamos sentindo no momento.


O beijo estava ótimo, até pararmos por falta de ar.


A maldita falta de ar.


Me levanto e tiro meu tênis, meia, calça, resumindo, a roupa toda e me sento novamente em seu colo, voltando a rebolar, dessa vez com mais afinco, sentindo seu membro roçar diretamente em minha entrada a fazendo piscar em ansiedade.


O menor levou três de seus dedos à minha boca e eu os chupei, sem para de mexer o quadril, soltando alguns ofegos.


Quando viu que os dedos já estavam úmidos o suficiente o mais velho os tirou da minha boca e segurou forte minha cintura, logo em seguida em seguida introduziu dois de seus dedos, sem ao menos esperar eu me acostumar, fez movimentos de tesoura me alargando o máximo que conseguia, em seguida adicionou o terceiro dedo, estocando minha entrada sem dó.


Era dolorido, e ardia, mais quando se misturava com a sensação que se alastrava pelo meu corpo quando ele massageava minha próstata, eu me sentia muito estranho.


Aperto seus ombros, gemendo baixinho em seu ouvido.


Estava realmente bom, gostoso, a sensação de ser preenchido é muito boa.


Mas o maior retirou seus dedos do meu interior, eu já sabia o que iria acontecer.


Levantei um pouco o quadril e o maior encaixou seu membro em minha entrada para em seguida me empurrar pra baixo me fazendo sentar com tudo.


Rebolei devagar em seu membro para em seguida começar a quicar, e quase sempre ele acertava minha próstata, meus lábios estavam um tanto maltratados de tanto eu os morder para segurar os gemidos que insistiam em querer sair.


O cheiro de sexo já infestava o local, e vou confessar que eu não gosto muito desse cheiro não.


Eu já podia sentir aquela corrente elétrica se espalha pelo meu corpo e tinha pequenos espasmos de prazer, logo cheguei ao ápice, contraindo minha entrada e consequentemente, o jimin acabou chegando ao ápice alguns segundos depois.


Até que não foi tão ruim assim dar aulas particulares para ele.


Notas Finais


Tia isa aqui gente kk

Era pra eu tomar vergonha na cara e estar escrevendo friendzone e my alfa, sim era mas eu n tenho vergonha na cara desculpa gente kkk

Aaaa olha esse nenê do arthur gente vai lá seguir ele vai ele é um bb super criativo recomendo o perfil dele.

FAVORITA AI PRA DEIXAR A TIA ISA E O ARTHUR FELIZ VAI!!! Se comentar também n vou reclamar em

Pode comentar e favoritar tbm

Da muito amor pra essa os pf

Kissus da tia isa❤

EU AMO VCS SÓ PRA DEIXAR CLARO


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