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História Aura - Capítulo 22


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Capítulo 22 - 22. Lady Cherry


- Você é louco.

Jinyoung apenas continuou lavando seu cabelo e tentando ficar o mais cheiroso o possível, agir como uma pessoa "moderna" e se misturar com as pessoas dentro da boate; o que era levemente engraçado de se imaginar, porque alguém que se veste como tiozinho não consegue não se destacar.

- Esse não foi um bom começo para a conversa. – Ele pigarreou e abriu parte do box, olhando para Choi que tinha os braços cruzados e uma sobrancelha arqueada.

- Essa conversa inteira não está sendo o suficiente desde o momento que entro nesse quarto e vejo a roupa que você escolheu para ir na boate. – Youngjae dizia incrédulo. – Você vai para uma boate, não para uma missa... Um culto. – O rapaz revirou os olhos. – Já atuou como playboy e ganhou prêmio pela atuação, mas não aprendeu nada?

- Aprendi a intimidar alguém... Vou usar contra Yugyeom.

- Eu devo ligar para a ambulância antes ou depois de você tentar pagar de perigoso? – Youngjae voltou a revirar os olhos. – Daqui a pouco meus olhos não voltam mais para baixo...

Jinyoung desligou o chuveiro e pegou a toalha, secando o corpo e a enrolando em sua cintura. Secou os pés no tapete antiderrapante e seguiu para o quarto de modo despreocupado, dando de ombros e pensando em sua próxima ação. Ter Youngjae contra si em relação àquela ideia era péssimo... Afinal, não gostava que o melhor amigo ficasse de birra.

- Eu sou estiloso...

- Quando não escolhe as próprias roupas. – Choi recolheu as peças em tom bege que Park escolhera e as voltou para a mala, suspirando. – Eu sei que tem roupas melhores aqui em algum lugar... – Ele começou a revirar as roupas e causar uma bagunça que animou Ponyo, carregando meias e cuecas do jovem.

Jinyoung agora era rico e poderia comprar novas meias, por isso não se preocupou em ir atrás da cadela e apenas observou-a destruir o tecido enquanto ouvia Youngjae tagarelar em seus ouvidos de forma excessiva. Tinha noção de que o outro falava por seu bem... Mas era tão difícil assim que Park poderia fazer algo sozinho?

- Eu não vou te impedir de ir, Jinyoung. – A voz de Choi soou grave, como se tentasse transmitir maior seriedade. – Eu vou te ajudar a arrumar uma roupa melhorzinha, é claro... E dar algumas recomendações antes que você vá. Porque o Yugyeom que você vai tentar enfrentar não é o mesmo de seis anos atrás, ele é um ex-traficante...

Jinyoung colocou-se de pé e tirou a toalha, vestindo sua cueca e analisando as peças que o melhor amigo escolhera. Ele poderia ter dito que estava querendo se misturar com os clientes da boate, não com os strippers de lá; entretanto, apenas se calou e avaliou cada detalhe daquele look que o acompanharia na complicada missão.

Minutos antes de Choi o atrapalhar no banho, Jinyoung se questionou sobre o que estava fazendo por Jaebeom. Parecia muito? Ele estava se esforçando demais por alguém que o trata como um nada... Mas... Mas e aquele beijo?

Aquele beijo fora de verdade; fora intenso... Fora algo, não apenas um beijo.

Jinyoung já beijara muitas bocas – cinematograficamente falando – e mesmo assim, nenhum daqueles toques e do calor que precisava interpretar, era como a intensidade dos lábios de Im contra os seus; os corpos se pressionando e se sentindo, como se quisessem se fundir de alguma forma.

Ele sorriu ao lembrar.

- Park Jinyoung, pare de sorrir como um idiota e me ouça de uma vez.

- Preciso te falar algo...

Youngjae parou de olhar os anéis e colares que Park poderia usar e encarou o amigo, a mão direita no quadril e sustentando o peso do corpo sobre a perna esquerda. Ele suspirou e com a canhota arrumou seus próprios cabelos.

- O que há, pequeno? – Utilizou do intimo apelido carinhoso dos dois.

- Depois das fotos, que foram perto da floricultura, tentei falar com Jaebeom. – Explicou, sentando-se na cama e vendo a bagunça, com todos os seus sapatos enfileirados no chão e sendo a única coisa organizada do quarto. Choi conseguia ser bem bagunceiro. – Fui na floricultura e ele agiu bem educado comigo. Ficou o tempo no balcão e disse que se eu precisasse, era só chamar...

- Isso já é um progresso. – O mais velho sentou-se na cama e aninhava o jeans da calça que escolhera, para desfazer as marcas de dobra. – E... Conversaram algo?

- Jae... Foi mágico! – Sentiu-se um adolescente apaixonado, falando sobre ter dançado com o goleiro do time de futebol mais desejado do colégio no baile de primavera. Ou como Lara Jean expressando seus sentimentos em uma das cartas que escrevera. – Eu disse que queria uma Rosa de pedras, que estava muito no alto... E ele foi me ajudar a pegar. – Soltou uma risadinha, fechando os olhos. – Jaebeom colocou o corpo dele contra o meu, a muleta dele caiu... Eu me virei para segurar na cintura dele, caso ele desequilibrasse. Nossos rostos ficaram bem próximos. – Suspirou e novamente abriu os olhos para olhar o amigo. – E... e então nos beijamos.

- VOCÊS O QUÊ?!

- Baixo! Meu Deus, você vai acordar Goeun no quarto ao lado.

- Vocês se beijaram?

- Foi apenas um selinho... Coisa pequena. – Explicou. – Mas acho que ele só fez aquilo para caçoar de mim, depois ele derrubou um vaso na minha cabeça e me sujou de barro. – Bufou e então alcançou a primeira peça que Choi escolhera para ele vestir. – Eu o empurrei no impulso e ele caiu... Mas Jaebeom é operado da coluna. – Encarou o amigo e em seguida seu próprio reflexo. – Estou com medo de ter o machucado.

O silêncio reinou pelos segundos seguintes, com Youngjae escolhendo minuciosamente as palavras para responder ao acontecimento. Jinyoung sentia um raio de felicidade, junto a decepção, ao lembrar da cena. Colocou a regata laranja sutilmente transparente e que marcava bem seus músculos, delimitando os ficam seus mamilos e cada parte daquele seu abdômen que provavelmente fora esculpido por mãos sagradas.

- Você não o machucou. – Choi foi simples. – Mas, bem... Tudo foi muito novo. Pense que para ele o beijo foi um choque, principalmente se Jaebeom te odeia... Ou tenta odiar. – Youngjae fez um biquinho ao avaliar o amigo com a regata e arqueou uma sobrancelha. – Você de regata e cuequinha... Jaebeom gostaria de estar no meu lugar.

- Idiota... – Park riu. – Eu realmente espero não ter o machucado e que o beijo seja o que realmente importou para ele, assim como para mim... Porque eu não estou a fim de desistir dele tão cedo. – Fez uma pausa e se virou para o amigo. – Eu o vi no espelho e o destino diz que devo ser dele para sempre, assim como ele meu... Mas...

- Ele pensa igual.

- Como pode afirmar? – Indagou Jinyoung. – Eu estou parecendo um marca-texto assim... Essa cor é muito chamativa, não posso ir com essa regata.

- Coloca a jaqueta, bobão. – Mandou Choi e se colocou de pé, ajudando o amigo a vestir a peça. Uma jaqueta de couro preta estilo motoqueiro, que encaixou no corpo com perfeição e caiu delicadamente pelos ombros, deixando-os a mostra e uma parte de sua clavícula sexy para fora. – Eu sei porque eu já passei pela situação do espelho, esqueceu? A insegurança, o sentimento de não saber se há reciprocidade.... – O menino continuou enquanto estendia a calça para o amigo. – A dor da incerteza; o medo de não ser feliz com esse alguém e não conseguir ser com mais ninguém.

Jinyoung fez um biquinho e então vestiu a calça apertada que marcava bem sua bunda e as coxas, sem contar o volume entre suas pernas que o fez ficar tímido. Avaliou bem no espelho e passou os dedos pelos detalhes colados da veste. O preto fazia com que as flores roxinhas, amarelas e azul da peça se destacasse como estrelas em uma escura galáxia.

- Você não sabe o dia de amanhã, mas sabe bem do que seu coraçãozinho precisa. – Explicou Choi, abraçando o amigo. – Sabe do amor que sente e como dói o fato de não poder simplesmente o ter e beijá-lo sempre e sempre, repetir o sentimento do beijo de hoje... Ele sente o mesmo, mas talvez esteja tentando reprimir por trás de uma máscara de durão.

- Por que está falando essas coisas?

- Para não te desmotivar. Se você quer, estou aqui para te apoiar; se der certo, sorrio ao seu lado. Se der errado, vou estar ao seu lado para te abraçar e consolar. – Sorriu e afastou do amigo, dando meias finas bege e então um sapato social de couro preto, com leve saltinho.

- Okay... Mas não era isso que você queria me dizer, estou certo?

- Não mesmo, abestalhado. – Jinyoung riu com a afirmação, apenas observando o amigo pegar um anel dentro de uma pequena mala e o fazer entrar no indicador de Park. – Eu quero te avisar que: Tome muito cuidado lá, não ingira bebidas alcoólicas; ainda mais se for de estranhos... – Choi riu quando notou a feição do mais jovem. – Sim, eu estou brincando...

- Acho bom.

- Hm... – Youngjae suspirou e viu a hora no relógio de pulso que usava. – Você tem até quatro horas para estar em casa; hoje é aniversário de transição de Goeun e nos sempre comemoramos com alguma coisinha... Esse ano você vai fazer parte...

- Oh... Eu devo comprar algum presente? Por que não me disse antes...

- Eu sei que você tem coisas maiores para se preocupar no momento, então comprei um Gucci Cluny lace dress e você vai entregar como se tivesse o escolhido a dedo... Ah, diga que comprou por achar que combina com ela. – Disse Choi. – Eu comprei porque ela estava querendo já faz um tempo.

- Oh... certo. – Park riu. – Onde está o vestido?

- Quando chegar ele estará em cima de sua cama... Troque a roupa de cafetão e vá até meu quarto. – Youngjae falava enquanto caminhava. – Eu e Goeun vamos sair daqui a pouco, se quando chegar não estivermos... Ainda estaremos jantando fora; não ouse dormir ou comer sem nós... Vou trazer pizza para maratonarmos alguma série. – Dizia empurrando o amigo para fora do quarto e pegando a agitada Ponyo nos braços. – Sim. E você vai passar no caminho de volta para a pensão e pegar um bolo que deixei escolhido naquela cafeteria da esquina...

- Está bem... – Jinyoung dizia enquanto se sentia empurrado. – Vai com calma. – Riu. – E... Depois eu te dou o dinheiro, realmente quero pagar pelo vestido para ela.

- Vamos... Vamos.

Choi ia apressando, até que estavam fora do quarto e Ponyo contorcia sua cabeça, agitando a meia que tinha na boca e a fazer bater contra o rosto de seu padrinho. Que apenas a aninhava e observava Jinyoung caminhar rumo fora a pensão; seu coração estava acelerado em ansiedade pelo amigo...

Enquanto o de Jinyoung parecia ao ritmo de explodir.

Ele queria ir caminhando até a boate, entretanto, aquela calça apertava em sua virilha e esmagava seus testículos. Park já usara roupas no estilo, porém, não combinava muito consigo e odiava quando tinha que se locomover com essas... Como quando ele atuou como um idol e precisou dançar com calças de couro que o deixara assado por semanas.

- Eu te mato, Youngjae... Tem como ser sexy sem deixar minha barraca armada. – Bufou e negou com a cabeça, apenas continuando sua caminhada em um ritmo mais acelerado. Suas mãos se abriam e fecham em um loop, como se tentassem refrescar e aliviar a sudorese que o menino estava tendo, típica do nervosismo.

Em sua mente ele praticava toda uma cena, apesar de saber que a realidade e sua fantasia eram divergentes... Park não conseguia não visualizar as coisas dando certo no final daquela noite, onde ele sairia de mãos dadas com Jaebeom.

- Acorda! – Ele sussurrou para si mesmo, desejando despertar dos próprios pensamentos ilusórios.

Eu vou esperar ele no camarim... Ah, mas eu vou. Pensou, sorrindo sem perceber Quando ele entrar, eu tranco a porta e voilá... apenas nos dois para um diálogo de homem para homem. E então ele me conta toda a verdade, eu me resolvo com Jaebeom e nós deixamos as diferenças de lado.

- Mas... – Park quebrou sua própria linha de raciocino. – Mas qual a verdade?

Era realmente uma questão.

Qual era o problema que distanciava Im de si? Os irmãos do menino realmente tinham a resposta? Yugyeom poderia o ajudar com aquilo? Valia mesmo a pena correr atrás? O sentimento estava mesmo sendo reciproco? Afinal, era apenas ele quem tentava ir atrás e insistir naquilo...

- Cale a boca, Park Jinyoung. – Disse a si mesmo, piscando algumas vezes quando viu o letreiro da boate e suspirou. – Vai lá, meu garoto... Vai lá. – Auto incentivou-se.

Demorou alguns minutos na fila, até que um funcionário – sem saber da rinha entre seu patrão e o ator – deu preferência a Park por ser famoso... Visto que uma celebridade frequentando o estabelecimento poderia trazer uma nova visão ao lugar; chamaria mais atenção... Mais público.

O lugar era lindo. Jinyoung havia escutado a descrição de Goeun e Youngjae, mas ver pessoalmente era ainda mais encantador e instigante. Seu coração parecia agora estar sendo conduzido pela batida alta da música de fundo do lugar; seus olhos tentavam se acostumar com as luzes que dançavam, elas eram dos mais variados tons e fazia que Park desejasse identificar a todos.

A música agitada abafava murmúrios, gritos e o estalar dos lábios molhados pelo álcool que iniciavam beijos; casais se pegavam ao lado do ator que arqueava uma sobrancelha e ao máximo tentava não se mostrar incomodado... Mãos para todos os lados, costas suadas que esbarravam em si a cada passo que ele tentava dar.

Ele não conseguia ter muita noção da cor real do chão do lugar, já que a luz que se projetava do teto alto e piscavam, indo do azul à rosa, misturando-se e encantando os olhos daquele leigo; que provavelmente nunca fora à um inferninho. Seus olhos se arregalaram para adaptar com o cenário atual e ele andou com os braços colados ao tronco, com medo de trombar com alguém na multidão.

- Minha nossa. – Jinyoung suspirou aliviado quando finalmente chegou ao bar, que agora não estava tão lotado e apenas duas garotas estavam sentadas ali. Elas ingeriam seus drinks nas cores azuis e rosa. Era de fato chamativo e Park pensou que poderia parecer estranho ficar ali e não beber. – Hm... – Ele pensou em como chamar o barman. – Com licença...?

- É comigo? – A garota que agitava uma coqueteleira nas mãos e fazia uma dancinha engraçada. – Oh... O segurança avisou mesmo que tínhamos uma celebridade hoje... – A menina sorriu e pegou um copo médio, o colocando a frente de Park no balcão. – Primeira vez aqui? – Indagou e o ator consentiu. – Esse drink vai por minha conta...

- Ah...

- O gatinho está dirigindo ou pode abusar no álcool hoje? – Ela questionou e com o pegador de metal pegou um gelo seco, que colocou dentro do copo junto a canudinho de papel e em seguida derrubando o liquido que começara vermelho e acabou em um amarelo vibrante. – Aproveite. – Sorriu e pelo crachá Jinyoung leu Miya.

- Obrigado, Miya. – Ele avaliou o copo que liberava uma fumaça interessante. Era bonito e atraente, parecia ser doce e como algo que o menino nunca experimentara. Seus dedos puxaram o copo gélido para mais perto e os lábios apreenderam o canudo, sugando a bebida e sentindo que se tratava de puro álcool.

- Mais forte?

- Não! Está ótimo assim...

Ficou em silêncio enquanto ingeria aos poucos a bebida, o interior de sua boca ardia quando o álcool batia na pele mordida das bochecas. Ele fazia a língua dançar pelo liquido e diluía a saliva no mesmo para não descer tão ardente por sua garganta... Era como chupar um limão.

- Hm... Miya...

- Fala, meu docinho de feijão! – A menina estendeu um copo de boca larga com uísque e pedras de gelo para um jovem, logo se voltando para Jinyoung que ficara encantado com a energia da jovem. – Quer mais um drink? Mas esse você paga...

- Não... É... – Ele gaguejou um pouco. – Yugyeom está?

- O chefe? – Miya riu. – Não... Não.... Queria ver o show de striptease dele, não é? – Ela voltou a rir, mas mudou de expressão e seriamente se escorou no balcão. – O chefe foi com o irmão para o hospital... Só para ver se os ossos ainda estão no lugar...

- Oh...

- Mas volte aqui amanhã, aí você pode o ver. – Ela comentou e Park consentiu, apenas voltando a beber seu drink enquanto notou a música ser cessada e todas as luzes apagadas.

Tudo ficou em silêncio e as pessoas caminharam apressadas para mais perto do palco, fazendo que seus passos fossem o som do momento.

Essa noite, eu existo só pra você

Vou me usar pra te completar...

Ele escutou uma voz diferente ressoar cantando. As caixas de som expulsavam essa voz doce e suave enquanto um holofote se agitava por toda a boate, não demorando a parar no final do palco; onde uma figura que abusava do vermelho cereja em seu traje esperava pela luz que incendiou seu corpo.

Como eu ficaria aí dentro?

Você me faz sentir bem yeah yeah

Eu quero me apaixonar por você...

A música continuava, enquanto o artista dava passos largos pelo palco. Um microfone personalizado com pedrinhas brilhantes e um pingente de cereja que se agitava conforme o caminhar daquela personagem extremamente chamativa, uma Drag queen, com certeza.... Porém, não mais chamativa que a música – pelo menos para Jinyoung.

- Miya...

- Fala, meu cheiroso.

- Quem canta essa música? – Indagou e olhou para a menina, que tinha olhos atentos na apresentação que se iniciava.

- O outro chefe.... Def. – Ela respondeu.

Jinyoung arqueou uma sobrancelha, sem entender ao certo e apenas ingerindo mais de seu álcool. Engolindo-o ao que ouviu a música dizer cantar "Precisamos ir mais fundo... Mais fundo... Mais fundo" e logo se encerrar. Uma nova batida se iniciou e no palco um rap em uma voz rouca e intensa preenchia a acústica.

- Lady cherry! – A voz gritou e, nisso, Jinyoung reconheceu o timbre da pessoa.

Não havia dúvidas de que aquela personagem ilustre era Kunpimook; A drag queen Lady Cherry que pintava de vermelho e atraía olhares era nada mais, nada menos, que o tailandês que sempre gostou de colocar saias e dançar coreografias mais femininas – como diriam as mentes mais fechadas.

- Se não tem o Yugyeom, vai ter que ser você. – Pensou alto, terminando sua bebida e assistindo toda à apresentação.

 


Notas Finais


Bom dia xuxuzinhos como vão?

Eu amo esse capitulo, porque christopher e bambam vão fazer merda, mas isso vai aproximar os dois de algum jeito hihih



https://chat.whatsapp.com/FkQCTIOyeoLJgKvs8T2ZUX acho que não vai rolar o link do grupo do wpp aqui... vou colocar na minha bio


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