História Aurora - Capítulo 14


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Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Alice Cullen, Bella Swan, Billy Black, Carlisle Cullen, Charlie Swan, Edward Cullen, Embry Call, Emmett Cullen, Esme Cullen, Jacob Black, Jasper Hale, Leah Clearwater, Nahuel, Paul Lahote, Personagens Originais, Quil Ateara, Rachel Black, Renesmee Cullen, Rosalie Hale, Sam Uley, Seth Clearwater
Tags Jacob, Mestiços, Nessie, Romance, Saga Crepúsculo
Visualizações 39
Palavras 2.752
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá...

Aqui estou eu com mais um capítulo...
Espero que gostem e desculpem os erros.

Boa leitura!

Capítulo 14 - Carregando ressentimentos


Fanfic / Fanfiction Aurora - Capítulo 14 - Carregando ressentimentos

       

POV Renesmee

    Olhei para frente por muito tempo, quando olhei na direção em que ele estava vi que ele já não estava ali. Fiquei ali fora olhando para o nada por muito tempo. Meus olhos não me obedeceram a várias lagrimas escaparam. Quando realmente olhei em volta já era noite. O céu estava muito fechado o que denunciava uma nevasca por ali. Por mais que o chão já tivesse coberto por centímetros de neve, a neve não parava de cair.

            Resolvi entrar. No momento em que olhei para dentro vi Jake sentado na cama me olhando.

- Desde quando está aí? – eu quis saber.

- Desde que seu pai saiu.

- Nossa! Por que ficou aí?

- Por que eu sabia que queria ficar sozinha, mas eu não queria ficar longe.

            Eu sorri e fui até ele. Me sentei ao lado dele e deitei minha cabeça no ombro dele.

- Todos ouviram, não é? O que meu pai disse.

- A maioria sim. Mas não se preocupe, ninguém vai se meter. Bem... Bella não ficou nada feliz com o que ele fez.

- Minha mãe não tem culpa de nada.

- Eu sei. Você está com fome? Não come a algum tempo. Quer caçar?

- Ah! Não. Não quero sair daqui.

- Posso te trazer comida. E você toma um banho – ele propôs.

- Pode ser. Obrigada.

            Eu dei-lhe um beijo na bochecha e me levantei para pegar minhas roupas para meu banho.

 

POV Jacob

 

            Assim que Nessie saiu para banho eu desci para pegar uma comida para ela.

            Do alto da escada já se tinha uma visão assustadora e olha que nem metade dos vampiros que estavam na casa estavam ali na sala e nem metade dos que viriam estava ali. Não posso dizer que passar ali era fácil porque nem se eu me encostasse na parede deixaria de dar as costas para algum vampiro.

            Fui direto a cozinha. Esme, a tal Tia, Bella e Tânia estavam ali.

- Como ela está? – Bella quis saber assim que entrei.

- Aparentemente bem, mas sei que não é como parece. Ela não esperava.

- Nem eu. Não acredito que Edward teve coragem de dizer aquilo a ela.

            Bella parecia desiludida.

- Quer comer? – Esme perguntou.

- Não, agora não. Quero algo para levar para Ness. Ela não quer descer.

            Bella suspirou quando eu falei.

- Vou preparar algo para ela.

            Eu me sentei a mesa onde Bella estava e esperei.

            Levei a mão a de Bella. Ela me olhou e sorriu.

- Ela vai ficar bem, Bella. Já passou por coisas muito piores.

- Eu sei, Jake. Mas... É o pai dela. Edward só conseguiu se afastar ainda mais dela. Eu não sei o que deu nele.

            Bella apertou minha mão.

- Não se preocupe. Você conhece a filha que tem.

- Sim, eu conheço. E ela vai sair muito bem dessa.

- É assim que se fala.

            Bella sorriu.

- Aqui. A comida está pronta – Esme falou.

            Eu soltei a mão de Bella. Peguei a bandeja e voltei ao quarto.

            Quando voltei ao quarto ela já estava lá. Sentada na cama olhando para o nada. Sorriu para mim quando me viu, eu a retribuí. Levei a comida até ela.

- Vou tomar um banho.

- Ok.

            Ela me parecia bem mal. E queria ficar sozinha. Eu desci e fui tomar um banho. Assim que saí vesti uma calça e joguei a camiseta sobre os ombros. Voltei ao quarto.

            Nessie estava deitada embaixo das cobertas. Eu me sentei ao lado dela e me abaixei beijando a testa dela. Ele me segurou pela nunca e me beijou, mas foi um beijou bem rápido.

- Já vai dormir? – eu quis saber.

- Não sei. Mas não vou sair daqui.

- Está certo. Eu vou lá em baixa comer alguma coisa.

- Vai lá.

            Me levantei, peguei a bandeja e segui para cozinha. Eu descia as escadas.

- Uma pena que cheire tão mal, por que é bonito demais – ouvi uma das vampiras comentar.

            Eu automaticamente olhei em direção ao comentário. Duas belas vampiras me encaravam mais ao fundo da sala.

- Ele te ouviu, Lika.

- Eu percebi, Nina.

            Eu continuei meu caminho e as ignorei.

            Quando cheguei a cozinha encontrei Seth sentando a mesa comendo. Coloquei a bandeja sobre a mesa. Esme servia para Seth uma grande omelete e em seguida pegou a bandeja. Bella continuava sentada a mesa pensativa. Carlisle e Tia conversavam. Então Emmet entrou pela porta dos fundos.

- Fazendo sucesso, hein, lobão?

            Eu o olhei com o cenho franzindo.

- Como? – Bella quis saber.

- Na sala quando ele desceu. Lika e Nina ficaram de olho, com direito a comentário indiscreto.

            Eu só balancei a cabeça. Seth me olhava e eu me aproveitei.

- Onde estão seus irmãos? – questionei.

- Nossos irmãos. Estão no quarto, não se sentem à vontade aqui.

- Imaginei que não se sentiriam.

- Quer comer, Jacob? – Esme me perguntou.

- Na verdade vim aqui para isso.

- Só um instante – Esme pediu.

            Eu me sentei ao lado de Bella de frente para Seth.

- Jake, como ela está?

- Para ser sincero, nunca a vi tão desanimada.

- Droga! Espero que ela acorde melhor.

- Eu também – concordei.

            Bella não disse mais nada. Não demorou muito e Esme me serviu uma omelete igual ao de Seth.

- Obrigado – agradeci.

- As ordens.

            Eu comecei a comer. Não demorou muito e Edward entrou na cozinha.

- Ela está bem? – ele quis saber.

- Não muito.

- Não acredito que disse aquilo.

- Bom, mas agora já disse. Deixe ela quieta por um tempo. Pode ser que ela releve com o tempo, mas não posso garantir nada.

            Edward suspirou magoado e seguiu em direção a sala.

            Eu continuei com minha comida. Não demorei a terminar, comi mais alguns pães e um copo de suco então subi.

            Achei Nessie já dormindo. Estava linda com os cabelos emoldurando o rosto angelical. Me deitei ao lado dela e fiquei ali fitando o teto até que acabei por dormir também.

 

POV Renesmee

 

            Quando acordei Jake estava dormindo ainda. O sol começava a nascer, mas o movimento lá em baixo era perceptível, a quantidade de vampiros tinha aumentando. Fiquei ali fitando o teto. Percebi que não queria ficar ali. Ia chamar Jake para irmos a cidade mais próxima, que era Fairbanks, o parque Denali era grande, mas acho que não levaríamos nem duas horas para chegar lá e poderíamos passar o dia.

- Bom dia! – Jake me desejou.

- Bom dia.

            Sorri para ele.

- Está a muito tempo acordada?

- Não, eu acho que não.

- Vamos a mais um dia monótono – ele falou.

- Bom, quanto a isso. Estou querendo dar uma saída. Ir passar o dia em Fairbanks. Estou precisando me distrair.

- Claro. Posso ver se os garotos querem ir.

- Ótimo faça isso. Vou já trocar de roupa.

            Jake se levantou e saiu do quarto. Eu fui escolhei uma boa roupa nas sacolas que Alice tinha comprado. Peguei uma calça jeans, uma bota preta sem salto, uma blusa de manga vermelha e um casaco bege, um cachecol fino e preto só para completar. Num instante eu estava vestida.

            Jake logo voltou dizendo que todos queriam ir com exceção de John que queria dormir. Então nos juntamos no corredor e seguimos lá para baixo. Eu pediria dois carros ao meu avô.

            Nós descemos, vi vários vampiros nos olharem, meio assustados ou intrigados.

            Ainda vi Edward ali em meio as pessoas, mas não dei confiança a ele. Fui direto a cozinha onde encontrei meu avô.

- Bom dia – desejei a todos.

- Bom dia.

- Vô, eu quero dois carros. Vou a Fairbanks, passar o dia.

- Claro, peguem a Mercedes e o jipe. Ele me deu as chaves.

            Nisso todos os quileutes que iam já estava ali na cozinha. Me despedi das pessoas ali e saí pela porta da cozinha mesmo. Dei as chaves na mão de Jake.

- Você que sabe quem dirige o que.

            Ele jogou uma chave para Seth.

- Você fica com a Mercedes e leva mais três. Eu vou com o jipe e levo o resto.

- Ok.

            Fomos até os carros e logo estávamos na estrada. Tínhamos que encontrar a rodovia e depois seguir para esquerda... Era sem erro. Jake e eu estávamos na frente de jipe com Matt e Bob. Seth, Leah, Andrew e Dean estavam na Mercedes. Colocamos música para tocar e fomos cantando por quase todo percurso. Parecíamos doidos.

            Demoramos menos do que imaginei para chagarmos a cidade. Paramos os carros em um lugar e resolvemos andar por ali a pé. Logo achamos uma lanchonete e fomos tomar nosso café da manhã. A comida era boa e os garotos comeram até não aguentar mais, todo lucro do dia tinha entrado só com nosso café da manhã. Os donos do lugar pareciam satisfeitos.

            Depois disso fomos andar pelo lugar. Vimos uma rua onde só havia lojas e ficamos por ali.

            Resolvi entrar em uma loja de roupas e os garotos não vieram comigo, Leah eu nem sabia onde estava. Fiquei de encontrar Jake na praça que havia no fim da rua.

            Tinha umas blusas de frio ali que gostei e ia dar uma olhada. Entrei na loja. Logo vi que só havia uma cliente e uma vendedora na loja.

            A vendedora era uma garota ruiva de olhar antipático e a cliente, pelo contrário, parecia muito simpática. Tinha cabelos loiros, um sorriso bonito com covinhas, o corpo era bonito, mas as roupas não eram boas. Ela usava uma calça de moletom, um moletom largo e velho, e um tênis. Carregava nos braços alguns livros e pastas.

            Vi que a vendedora olhava a moça quase com nojo. A garota olhava as roupas com um sorriso no rosto.

            Quando a vendedora me viu arregalou os olhos, parecia se perguntar de onde eu tinha surgido. Eu a ignorei e fui até a garota que olhava as roupas. Quando cheguei ao lado dela, ela me olhou e abriu a boca assustada.

- Oi – eu a cumprimentei.

- O-oi.

            Ela pereceu ter medo de mim.

- Não sou daqui. Poderia me ajudar com a comprar de umas roupas.

- Eu... Eh... Claro.

            Eu sorri.

- Obrigada. Pode me mostrar algumas blusas que goste?

            Ela começou a me mostrar as blusas. Percebi que eram blusas que ela desejava ter, mas não podia. Eu não percebi ao olha-la e deduzir que não tinha dinheiro, mas por que ela as olhava como se as quisesse muito.

            Experimentei as roupas que gostei e separei para levar. Fazer compras era algo tão comum, que me senti estranha fazendo isso. Ainda mais que puxei bastante conversa com a garota, que se chamava Joan Smith, e ela me contou sua estória de vida. Foi meio sem querer, mas quando percebeu ela já tinha me contado sua vida. E eu passei a gostar ainda mais dela depois disso.

            Joan morava com a mãe e o padrasto. Esse último, um bêbado que batia na mãe dela e ameaçava Joan de todas as maneiras possíveis. Ela trabalhava em uma biblioteca local, onde ela fazia conservação e restauração de velhos livros. Vivia nas festas do lugar, pois preferia estar na rua que em casa. Tinha sido traída pelo namorado há pouco tempo. Ela se sentia mal, achava que não tinha mais motivo para viver.

            E descobri mais sobre ela, mas dessa vez trapaceando. Mas eu não resisti. Vi na mente dela que ver roupas bonitas a fazia sonhar com uma vida melhor.

            Juntei umas cinco peças para levar.

- Bom, Joan, como você ajudou, vou te dar uma roupa.

            Os olhos dela brilharam.

- Não precisa.

- Eu não estou perguntando, estou afirmando.

            Ela sorriu. Eu a fiz vestir milhares de roupas E trapaceie e vi as peças que ela mais gostou, peguei essas e deixei de um lado. Depois ela escolheu uma. Mas nisso eu já tinha separado umas para dar para ela sem que ela reclamasse. Ela queria, mas não ia dar o braço a torcer. Enquanto ela ia pegar os livros que tinha deixado no vestiário eu fui até a vendedora e coloquei todas peças sobre a mesa.

- Vai levar qual? – ela me perguntou.

- Todas.

            Ela me olhou como se dissesse que eu nunca teria dinheiro para tal.

- Ok. Forma de pagamento?

- Cartão.

            Ela foi somando o preço.

- Aqui está ela me mostrou o valor.

            Eu só tirei o cartão do bolso e coloquei sobre o balcão.

- Crédito, por favor.

            Ela pegou o cartão e passou, logo depois eu digitei a senha. Quando o valor foi aceito ela arregalou os olhos.

- Aqui – ela falou meio boba.

            Eu peguei o cartão e sorri falsamente para ela.

- Por nada – eu disse e me virei.

            Joan estava ali e nos saímos juntas. Assim que chegamos a rua eu me virei para ela e lhe ofereci uma das sacolas. Ela a pegou toda feliz.

- Obrigada – ela agradeceu.

- Por nada.

            Então por curiosidade ela abriu a sacola. Ela arregalou os olhos.

- Acho que me deu a sacola errada.

- Não, tenho certeza que não – afirmei.

- Mas isso aqui é muito dinheiro.

- Eu sei. Mas não paga o sorriso que coloquei no seu rosto.

            Ela sorriu lindamente.

- Você não existe.

            Eu ri.

- Pode ser.

            Ela balançou a cabeça para mim.

- Nem sei com agradecer.

- Bom, está ocupada hoje?

- Na verdade não. Tirei o dia de folga.

- Ok. Eu e alguns amigos viemos visitar a cidade. Você seria uma ótima guia, e companhia.

- Acho que depois disso não posso me negar.

- Ótimo.

            Eu segui em direção a praça com Joan ao meu lado. Ela aprecia tão feliz que isso me deixou feliz. Fazia tempo que eu não sentia essa sensação de fazer bem aos outros. Ao chegar a praça identifiquei Jake com Matt e Dean. Ele estava de costas para mim.

- Ei! Jake?

            Ele se virou para mim e sorriu seu sorriso radiante.

- Oi, Nessie.

- Nossa! Eu estou com você há um bom tempo e não perguntei seu nome – Joan exclamou.

            Eu ri dela. Ela tinha falado tanto dela que se esqueceu de perguntar sobre mim.

- Renesmee. Mas pode me chamar de Nessie.

- Certo.

            Ela olhou para Jake e abriu a boca, mas não disse nada.

- Esse é o Jacob, meu...

- Rolo? – ela perguntou.

            Jake e eu rimos.

- Acho que pode chamar assim – Jake afirmou.

- E esse são Matt e Dean.

- Oi – Joan falou sorridente.

            Eles responderam também com um sorriso

- E essa é Joan. Eu a conheci na loja de roupa. E a chamei para passar o dia com a gente.

- Ok. Mas temos de esperar Seth, Leah, Andrew e Bob – Jacob afirmou.

- Claro. Vamos nos sentar.

            Nós sentamos por ali. Todos ficaram quietos.

- Então... De onde vocês são? – Joan quis saber.

- Forks, Washington – Jake respondeu.

- Legal. Lá deve ser mais quente.

- Não muito, mas sim – afirmei.

- Eu nasci e cresci aqui, nunca vi nada fora daqui. Mas deixa isso pra lá. O que vocês fazem em Forks?

- Eu sou chefe da minha tribo.

- Uau! E você ganha bem?

            Jacob riu.

- Nem um centavo.

- Vocês vivem do que?

- Turismo e uma pequena ajuda de custo do governo. Mas isso não é muito lucrativo, mas estamos planejando umas melhorias – Jacob contou.

- Estão? – perguntei.

- Sim, não tive tempo de te contar, mas Leah que é a responsável. Então não sei bem como andam as coisas – ele contou.

- Entendo. Depois vou ver com ela se precisa de ajuda.

- E você, Nessie? O que faz?

- Nada. Acabei de voltar da Suíça, estava estudando lá.

- Sério?

            Joan arregalou os olhos. Eu sorri.

- Sim.

- No que se formou?

- Administração, com ênfase em relações exterior.

- Nossa! Mas quantos anos você tem?

- Tenho vinte e um, mas antes que se assuste eu entrei na universidade com dezesseis.

- Ah! Entendi. Então você é muito inteligente.

- Inteligência não é tudo.

            Ela sorriu para mim.

            Então eu vi Leah e os outros se aproximarem. Eu estava pronta para ir até a Leah assim que ela estivesse aqui, mas o que eu reparei foi que Seth parou a uns três metros de nós olhando em frente com olhos arregalados e boca aberta, parecia um idiota.


Notas Finais


Espero que estejam gostando! Não é das coisas mais criativas, é só fruto da minha frustração com o final da saga, que achei meio brusco... Mas pode ajudá-los a se distrair um pouco. Obrigada por lerem!

Até mais!


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