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História Auroras de Ternura - Nanário - Capítulo 3


Escrita por: e fa_sofrida


Notas do Autor


Chega ao fim os Prólogos, agora iremos ao presente com uma história modificada do casal. Porém,teremos uma pegada parecida do original.
Está sem imagem, porquê o meu perfil está travando (Suspeito que esteja sendo analisado) e não permite que eu edite e adc coisas à mais.
Meninas vou colocar ele também no Wat... por este motivo e outros.

Capítulo 3 - Prólogo 03


Fazia alguns anos que não adentrava nesta biblioteca, exatamente à 1460 dias, havia passado uma longa temporada estudando e viajando pelo mundo à fora.

Suas maiores realizações foi, ir para à escola de Belas Artes e aventura-se por todos os lugares do mundo com seus amigos. Cultivar lembranças com passeios aos museus e pontos turísticos de todo país.

- Sempre à encontrei, aqui.

Cecília encostada no batente dá porta sorrindo, vindo ao meu encontro no santuário de seu marido e filhos.

- Quero falar com à Senhorita - indicando o sofá de canto - Poderíamos?

- Claro - ela senta-se no sofá com um livro nas mãos - Qual seria à bronca ou castigo da vez ?

- Bem - ela ri dá sua ousadia - Carnaval dá Faculdade, arco íris, pular o muro da escola, quebrar o dente - recorda - Ser malcriada.

- Mãe - lhe abraçando, fingindo-se de ofendida por suas palavras - Não me recordo de nada disso.

- E se não se recorda - coloca um de seus cachos na orelha dá filha - Não aconteceu.

- Exatamente - piscadinha marota - Qual seria à pauta do dia? - dando um palpite - Não pai não virá para jantar.

- Mário está separado de Silvana Nolasco - comunica sem cerimônia.

Havia se passado alguns anos, desde à última vez que o vi, eramos amigos inseparáveis, porém, nossos caminhos tinham se perdido.

Mário mudou-se para Nova York, após à morte de seus pais para viver com uma tia distante que veio lhe confortar, levando-o com ela na noite seguinte.

Recordo de nosso último encontro sendo manchado por lágrimas e decepção, nosso laço de amizade está sendo rompido pela distância. Trocando cartas e telefonemas, foram o único consolo que cicatrizavam à tristeza.

Passado alguns anos, ouve à notícia de seu Casamento com Silvana Nolasco, lrompendo à esperança que um dia seu amigo de infância iria voltar ao Brasil.

- Por este motivo, seu pai o convidou para o jantar de Ação de graças - trazendo-me d volta ao presente.

- Mais ele não está morando em Nova York ? - intrigada - Somente se ele esteja à passeio.

- Não - negativamente balança à cabeça - Faz 6 meses que Mário voltou ao Brasil.

- Sério - chocada - Não soube.

- Se a Senhorita prestasse atenção ao que digo, lembraria - irônica - Seus "Hüüm" sempre foi sinal de  desatenção.

Recordando que Cecília tinha comentado algo por alto, enquanto arrumava suas malas para mais uma nova viagem.

- Mário deve estar sofrendo - entriste - Principalmente com uma criança envolvida.

Após seu casamento com à aspirante em Teatro, foi anunciado à chegada da primogênita. Eles havia tido uma pequena garotinha, 6 meses depôs, amava sua filha mais que sua própria vida.

- Luna - sorri terno, ela tem seus olhos brilhantes - Verá como ela é linda, uma princesa  delicada e cheia de vida.

- Luna - sussurra pela primeira vez, seu nome - Como ele está?

- Mário está conformado com o fim do casamento - ela ajusta seu cardigã - Ele nem parece estar se separando.

- Mais ele perderá, Luna.

- Não - desmentindo sua teoria - O processo de divórcio, dá ao Mário Custódia total sobre a filha - relata com certo alívio - Silvana irá abrir mão dá filha, já que irá viajar pelo mundo.

- Luna será criada pelo Mário?.

- Sim - confirma - Ele aceito o acordo, por ter sua filha ao seu lado.

- Mário continuará trabalhando para meu pai? - algo dentro de mim, aperta - Sabe, como antes...

- Sem sombra de dúvida, comhece seu pai - ela dá uma risadinha -  Irá  contra-lo para trabalhar na editora.

- Mais ele já trabalha pra editora, mãe.

- Como tradutor - pontua seu cargo -  Seu pai irá coloca-lo para outro cargo.

- Dará um cargo de chefia? - exclama - Mário dará conta.

- Pelo que entendi, seu pai dará a oportunidade de ser editor.

- Tenho certeza que Mário dará conta do recado - convencida - Ele nunca decepciona o chefe.

- Acredito que sim - sorri docemente - Capaz deste rapaz, ser editor Chefe de nossa Editora Prado Monteiro.

- Não me surpreenderia.

Jogamos conversa fora de tudo que havia perdido neste últimos anos fora. Ao dar à hora, nos arrumamos para o jantar de ação de graças.

AAjustando seu vestido, caminho cabisbaixa pelos corredores indo de encontro à sala principal.

- Minha filha, venha conhecer a filha do Mário - Cecília não de contém de entusiasmo - Uma princesa de vermelho.

- Obrigada pela parte que me toca.

- Você está linda, meu amor.

- Olha um avanço - elas caminham até à Sala - Onde está Mário?

- No escritório com seu pai.

- Hãm - sorriem..

Havia ao lado dá árvore, uma garotinha de vermelho girando em seu próprio eixo, ela estava cantarolando uma canção.

- Luna, meu amor - Cecília dá um beijo e abraço na garotinha.

- Tia Cecília - ela retribui o abraço - Papai me comprou uma coroa.

- Que linda - ela ajoelhase ao seu lado - Quero que conheça minha filha.

Fico hipnotizado pela beleza dá garotinha que está ao lado dá árvore.

- Luna está é Nana, minha filha - apresenta - Nana está é Luna.

Luna tinha os olhos mais azuis que o mar, sua pele branca e cabelos dourados, lhe davam o ar de cinderela.

- Oi - timidamente.

- Oi, meu amor - Nana se ajoelha em sua frente - É um prazer lhe conhecer - ela me dá um sorriso - Posso ganhar um abraço?

Luna olha para Cecília em busca de autorização, Cecília lhe acena confirmando, no mesmo instante, Luna se joga em seus braços.

Seu corpinho me envolve em um abraço quente, ela tinha cheiro de talco de bebê  com cheiro cítrico doce.

- Muito plazer, Tia - ela sorri - Você palece uma plincesa.

- Quem é - toca à ponta do seu nariz - Uma princesa é, à  Senhorita.

- Ela não é linda - Cecília toca seus cachos.

- É sim - toco em seu vestido - Quem lhe deu este vestido tão bonito.

- O papai - toca em seus cabelos - E à coroa também.

- Seu papai tem bom gosto -  elogia.

- Sim - assegura.

- Minha filha, poderia ficar com ela - indica Luna - Gostaria de falar com à Bezinha, sobre nosso jantar.

- Claro - segura nas mãos da pequena - Que tal, irmos desenhar.

- Sim - Luna joga-se em seus braços.

Nana leva Luna ao seu estúdio de artes, tudo encontrava-se como deixou anos atrás.

- Aqui - colocando ela sentada em um poltrona.

- Obligada.

- Você tem um problema com o R - analiso.

- Meu papai também diz isso - ela ri suavemente - Tive que fala Co-ro-a - pausadamente - ceto pla ganha de plesente.

- Seu papai é mau - entrego lápis de colorir - Vamos desenhar o quê?

- Pesonagens - ela coloca à mãozinha no queixo - Meu papai disse que você sabe desenha muito bem.

- Seu pai fala demais - senta-se ao seu lado - Não sou tão boa.

- É sim - ela entrega um lápis - Eu vi seus desenhos.

- Claro - ela olha com expectativa - O que deseja?

- Um abraço e um beijo, seria ótimo - ouço uma voz rouca atrás de sua nuca - Mariana Mole.

- Mário - se vira - Que surpresa.

Ela joga-se em seus braços em um abraço apertado, seu cheiro de alpino com traços de talco infantil, era tão reconfortante que chega à brotar lágrimas em seus olhos.

Tantos anos se passaram, seu amigo tinha ido aventurar-se pelo exterior e levando consigo uma parte de sua alegria. Neste momento, uma parte de sua alma parecia estar completa de felicidade, ele enlaça seus braços em minha cintura ao me erguer em um abraço apertado.

- Isso tudo é saudade - ele dá uma risadinha.

- Nem um pouco - dando-lhe beijos salpicados na bochecha - Eu estava com saudade de Luna.

- Não sei disso não - ela dá uma risadinha - Você tá ablaçando meu papai.

- O bom de ter uma filha - ele comemora - Tenho alguém no meu time.

- Bobo - ele me coloca no chão - Quanto tempo.

- Bastante - ele acaricia meu rosto - Deixou o cabelo crescer.

- Logo logo, passo à tesoura.

- Que pecado - ele ajusta seus óculos - Como foi na Holanda?

- Ótimo - continua abraçados - Como anda à moradia no Rio de Janeiro - dando ênfase as últimas palavras - Não me contou que voltou.

- Ai ai - ele encolhe, desviando dos beliscões rindo - Calma.

- Não superou ainda, Mário Vianna.

- Não sei do que está falando - mentindo - Estou instalado num apartamento próximo ao Centro, Luna tem seu quarto de princesas e eu tenho livros.

- Perfeição?

- Quase - ele coça o pescoço - Sabe à minha desorganização.

- Tia - Luna lhe tira dá bolha - Meu desenho.

- Claro - ela desvencilha.

- O jantar está servido - anuncia Cecília.

- Depôs faremos seu desenho, ok.

- Venha cá - Cecília toma Luna em seus braços - Deixem esses dois, à vovó fez uma deliciosa sobremesa.

- Sua mãe mima demais a Luna - caminhamos lado à lado.

- Sonho dá minha é ter netos - revira os olhos - Ela só falta anunciar aos sete cantos.

- Suspeitei desde o princípio - imitando Chaves.

- À Senhor - olhando nos olhos - Senti falta disso.

- Eu também - ele entrelaça suas mãos na sua - Senti falta dá Mariana Mole.

- Meu poeta - sorrindo.

- Eih - aparece Marcos - Vamos comer.

- Esfomeado - dizem.

O jantar harmônico tinha como celebridade às gracinhas de Luna, à garotinha tinha conquistado todos ao seu redor com carinho.

Nana tinha trazido Luna para o meio dá sala, cumprindo à promessa de desenharem seus personagens favoritos.

Após o badalar dá meia-noite, todos deram os devidos agradecimentos e felicitações por está data tão importante, à troca de presentes foi dedicada à pequena que sorria alegremente.

- Um vestido pra recordar - Cecília dá uma risadinha - O que uma calda não faz.

- Luna do Céu - Mário parece chocado ao rir - Seu vestido.

- Hãm - ela olha para à calda em seu vestido - Tá bonito.

- Meu querido - pergunta Cecília - Trouxe uma troca de roupa?

- Sim - ele confirma - Aprendi  que até ir ao mercado com uma troca.

- Nana - pede Cecília - Poderia dar um banho em Luna.

- Claro - levantasse, ela pega à mocinha em seu colo - Aproveito e tomo um também.

-  Você se importa ? - inseguro, pergunta Mário - Eu posso cuidar...

- Não - dou risada - Mário, você já perdeu.

- Mariana Mole - ele ri - Essa menina é minha.

- Não - confirma rindo - Perdeu, meu amigo.

- Luna - ele pergunta - Você vai ficar com à Tia Nana ?

Luna olha para todos na sala, antes de dar uma risadinha ao esconder seu rosto no pescoço de Nana.

- Não sei - ela abraça Nana, pelo pescoço.

- Poeta - Alberto ri - Luna será minha netinha.

- Não duvido disso - ele trás uma bolsa - Aqui estão às roupas dela.

- Obrigada.

À levo para meu quarto, onde prepara um banho de banheira com camomila para seu banho ser relaxante.

- Tia - sentada no chão, abrindo seu sapato - Eu não consigo solta o vestido.

- Vou lhe ajudar - desligo à água.

Após ver à temperatura dá água, Nan auxilia Luna para retirar seu vestido sujo de chocolate.

Dou-lhe um banho rápido evitando molhar seu cabelo pelo horário tardio, após vesti-la com um vestido de malha fresquinho banho com borda rosadas. Penteando seus cabelos maios, ela os deixa para trás e à leva em seu colo até sua cama.

- Fica aqui - deitando-a em sua cama - Vou tomar um banho rapidinho.

- Tá bom - ela boceja ao coçar os olhos.

Nana vai tomar uma chuvarada rápida, pensando na segurança de Luna que estava deitada em sua cama sem ninguém que pudesse vê-la.

- Nana - ouço à voz de sua mãe - Está tudo bem ?

- Sim - grita dá porta do box - Estou no banho.

- Luna está dormindo - ela vêem sussurrando até o banheiro - Ela é um anjo.

- Sim - desligando o chuveiro - Ela é um doce.

- Uma menina linda - Cecília volta para o quarto - Irei ficar com seu pai e os convidados.

- Tudo bem - ela vêem de pijama - Irei me recolher.

- Tenha uma boa noite, meu amor - beija seu fase - Vou levar Luna para o quarto de hóspedes.

- Não - nega - Deixe ela comigo.

- Tudo bem - ela dá um sorriso terno - Quando Mário for embora, venho buscá-la.

- Ok - olha à menina adormecida - Boa Noite.

Mariana se prepara para dormir, deitando ao seu com cautela para que não acorda-la.

- Boa Noite, Luna - acaricia seu cabelo.

Instintivamente Luna suspira  cansada, enquanto procura por algo à sua volta. Ela vêem de encontro ao meu corpo, ela me abraça ao descansar sua cabeça em seu ombro, relaxando por completo ao me abraçar.

Sinto-me tão cansada que por instinto simplesmente lhe abraço e rendo-me ao cansaço.

Após à meia noite, à casa ainda permanecia animada pelos mais velhos que bebiam no Jardim ao som de Beethoven.

- Obrigada pela noite maravilhosa, Sra. Cecília - beija seus mãos - Mas tenho que ir, Luna ira visitar à mãe mais tarde.

- Silvana está no Brasil?

- Ela terá uma escala - ele explica - Ela vira somente dar um beijo na filha - ele se volta para Alberto - Comandante, obrigada.

- Meu caro amigo - lhe abraça - Saiba que sempre e bem-vindo, principalmente que minha Cecília está apaixonada por Luna.

- Olha só quem fala - dá-lhe um tapinha carinhoso - Você bem que faz suas vontades.

- Não sei - ele ri.

- Bem, vou ir buscar á mocinha - ele segue para casa.

- Mário, querido - Cecília toca braço; caminhando ao seu lado - Luna está dormindo com Nana, ela quis ficar com ela em sua cama.

- Mariana Mole, está rendida por Luna - seu relógio marca 06 dá manhã - Está tão cedo, iremos atrapalhar seu sono.

Caminhando unidos por todo o caminho até o quarto de sua amiga.

- Shiuuu - pede silêncio.

- Que meiguice - ela suspira.

Luna está praticamente deitada em cima de Nana, agarrada em seu abraço protetor.

- Sabe, meu poeta - sussurra - Eu fico imaginando, você e Nana tivessem se dado uma chance...

- Nana é má - ele brinca.

- Essa mocinha, seria minha neta - ela sorri tristemente - Sempre desejei e desejo que Nana se case com você, meu poeta.


Notas Finais


Sinta-se à vontade para deixar nos comentários críticas ou recadinhos lerei todos.
Quem me quiser seguir no Wat... é o perfil de nome "Delongarse", está fic irá ser publicada domingo.


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