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História Austrália. - Capítulo 7


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Notas do Autor


Boa leitura, meus amores

Capítulo 7 - Um presente valioso.


__ que dia mais perfeito para observar o céu. Quando faço isso, me sinto tão bem. Sinto que sou uma águia, sobrevoando o céu infinito. Conquistando a minha liberdade.-- disse moinho de vento ao sentir brisa refrescante.


 

__ não estou com o espírito para isso. Ainda estou chateado. E vai ser difícil, que esse sentimento passe logo. Estou ficando farto de ser tratado uma criança.- disse Cat Noir observando uma águia branca sobrevoando o deserto.


 

___ paciência meu amigo. Não precisa ficar chateado com certas coisas. Qualquer um trata qualquer um, do jeito que julga melhor. Sei que em sua aura está pesada. Em conflito.- diz o velho indígena ao pegar um cachimbo da paz.


 

__ aura, O que é isso? - pergunta Cat Noir intrigado com a fala do velho indígena.


 

_ é sinônimo para alma meu amigo. Nós os indígenas, sempre soubemos de coisas místicas. Sobrenatural, a minha tribo muito ligada nesse tipo de coisa. - diz o velho indígena acendendo o cachimbo  com um fósforo.


 

__ para um sábio indígena. O senhor tem acesso à modernidade. - diz Cat Noir que olhou o velho indígena acendendo o seu cachimbo.


 

__ na verdade, quem traz isso. É a minha filha mais nova. Ela adora ir para a cidade. Tem um emprego ajudando uma senhora rica. Por isso eu tenho acesso essas coisas modernas. Tipo essa caixa de fósforo ela me trouxe.- diz o velho indígena apagando o fósforo com um gesto de mão.


 

_ Ah, me recordo que eu tenho a visto, por aí. Quando eu faço compras na cidade. Se lembra do nome da senhora, que a sua filha ajuda? - diz Cat Noir puxando na memória.


 

_ senhora Marie Pritt. A família dela é a segunda mais rica. Depois dos Mackenzie. Eu gosto deles, são uma boa família. Apesar da imensa riqueza. Eles não são tão esnobes quanto os Mackenzie.- respondeu o velho indígena.


 

__ que bom. É que às vezes, fico pensando os motivos, para quê os Mackenzie , tem tanta influência na cidade. Queria muito descobrir.- diz Cat Noir voltando a observar o céu infinito.


 

_ não diria que as que os Mackenzie tem influência. A palavra certa para isso, intimidação. Eles não sabem fazer esse tipo de coisa. É que eles tem amigos. E um deles, e a família Rossi. Ela que comanda tudo.


 

_ Os Mackenzie são apenas enfeites. Por isso, que a maior parte das cidade tem medo deles.- revelou o velho indígena.


 

_ já estava esperando por isso. Também sou perseguido pela filha deles, que nutre um amor doentio por mim. Ela vive me pedindo para trair os meus amigos. Mas não sou assim.- diz Cat Noir observando o céu infinito.



 

_ tem um problema e tanto meu amigo. Mas queria que eu tenho uma solução. Para agradecer pela companhia, vou te dar um presente.- diz o velho indígena .


 

_ Por que você tá me dando um presente?! Nem nos conhecemos direito. Como acha que isso pode ser a solução, para todos os meus problemas? - diz Cat Noir surpreso com o presente inesperado.



 

_ em tradição na minha aldeia, todo o velho chefe indígena, dar um presente a um novo amigo. É bem o seu caso. Sinto que por dentro, é um grande guerreiro. Apesar das diversas provas que tem pelo caminho. Também sei que alguém vai ajudar muito.- diz o velho indígena retirando uma pena de águia preta do bolso, colocando o seu cachimbo entre os dentes.


 

_ Sei que é muito feio recusar um presente. A minha mãe me ensinou isso. Mas mesmo assim, ainda não estou convencido em aceitar o presente. Porque podem achar que me aproveitei de você.- Cat Noir observando o velho indígena pegando algo  na tenda.



 

_ Eles podem achar isso mesmo. Porém, não sou bobo. Quando conheço uma boa pessoa, que nem você. Sei que vai ser uma grande amizade. Também sei quando uma pessoa tóxica chega perto de mim. Não sou tão tolo assim.- Moinho de vento ao mirar tecnicamente o gatuno.



 

_  Uma vez já conheceu o senhor Mackenzie? - Cat Noir observando o velho chefe indígena retirando o seu presente.


 

_ Sim. Uma vez veio com um outro peão dele,Jacques. O peão dele era alto e musculoso. Resumindo , era um monstro sobre as ordens dele. Até o senhor Mackenzie brincou que o peão dele venceria qualquer guerreiro nosso. E o meu filho não gostou muito.- diz o velho chefe indígena dando o presente ao gato.


 

__ como você define aura do senhor marquezi? - pergunta Cat Noir curioso ao receber o presente do chefe indígena.


 

_ Ele é um grande homem. Porém, a sua alma foi corrompida pelo pecado, pelo poder do dinheiro, pela ganância. - respondeu o velho chefe indígena de escrevendo o interior do senhor Mackenzie.



 

_ Imagino que seja assim. O dinheiro muda muito uma boa pessoa. E o que é isso? - Cat Noir ergueu  o presente para ver melhor


 

_ Um amuleto protetor , meu amigo. Espanta energias negativas da sua vida. Dá coragem nas horas mais decisivas. - O velho chefe indígena dando as qualidades do presente.


 

_ Hum, que perspicaz. Também muito interessante. Obrigado por isso. Vou aguardar muito bem. - Cat Noir aguardando o presente em um dos bolsos da sua calça.


 

_ Por nada, meu amigo. Fico feliz que tenha gostado. E agora, vamos… - O velho chefe indígena sorriu com simplicidade ao ver a filha chegando a cavalo.


 

_ Olá ,pai. Trouxe algo para o senhor. - disse a filha a distância, se aproximando do pai á cavalo



 

_ E então, aquela é a sua filha , que trabalha para uma senhora na cidade!? - Cat Noir observando a chegada da filha do senhor chefe indígena.


 

_ Sim, tinha me esquecido de dizer o nome dela. O nome dela é Pena Branca. - O velho chefe indígena acenando alegremente para a sua filha.



 

_ É um nome legal de índia . Bem, ainda não me disse o nome do seu filho mais velho. - diz Cat Noir ao ver a aproximação da filha do chefe .


 

_ Ah, sim. O nome do meu filho é Águia Ranziza. Minha mulher foi quem escolheu. Pelo visto, combinou com ele. - diz Moinho de Vento soltando uma leve risada.


 

(..)


 

Pena Branca chegou na tenda do pai , desmontado do seu cavalo , segurando uma pequena sacola na mão direita, sorrindo ao ver o pai com companhia , colocou a sacola perto da pedra, amarrou o seu cavalo para que ele não fuja , passou a mão na crina do animal , sorrindo com gratidão , depois pegou a sacola dela de volta , começando a caminhar até a tenda do pai.


 

(..)

_ Olá, pai. Como está o senhor ? Ainda vou dar uma bronca no meu irmão por te deixar por muito tempo sozinho. Quando vai caçar alces com os amigos dele . Ah, te conheço de vista. Não é um dos peões, que trabalhava na fazenda Cheng ?! Lamento o que houve com o Cheng , a minha patroa ainda lamenta o falecimento dele . - diz a índia cumprimentando os dois.


 

_ Vou bem, querida. Cat Noir veio me fazer um pouco de companhia. Ele anda um pouco triste com o tratamento dos amigos dele , na fazenda. Por respeito ao meu amigo aqui, não vou contar mais detalhes da vida pessoal dele. O que trouxe para mim ? - diz o velho chefe sorriu para a filha.


 

_ Um pouco de comida . A minha patroa sempre faz para os convidados dela nas festas chiques dela. E como sobrou um pouco , pedi para que ela me deixei trazer para que o senhor prove. Já comi uma vez, até é gostoso. - Pena Branca entregou a sacola para o pai, voltando para falar com o peão.


 

_ Minha patroa também fala sobre você. Ela me disse que é o peão mais forte da fazenda Cheng . É responsável dela, até a chegada do novo proprietário . Não ache que sou muito fofoqueira. É que algumas amigas da minha patroa falam muito . - diz a Pena Branca que mirou fixo para o Cat Noir.


 

_ Bem, aposto que essas senhoras não sabem fazer nada para o tempo delas. E então, como é trabalhar para a sua patroa ? - diz o Cat Noir ajustando o seu chapéu na cabeça .


 

_ É muito boa . Ela gosta muito quando cozinho para ela. Sou um tipo de cozinheira , dama de companhia , ajudo nas compras . - diz Pena Branca se sentando em uma pedra ao lado da tenda do pai .


 

_ É bastante parecido com a madame Iridessa . Ela é a governanta da nossa fazenda . - diz Cat Noir fazendo uma pequena comparação entre os trabalhos de Pena Branca , assistindo ela se sentando no lugar escolhido.


 

_ Ah , sim, É muito parecido . Bem, pai. Há quanto tempo, o meu irmão está caçando ? - diz Pena Branca ao pai dela o observando com atenção.


 

_ Bem, perdi a noção do tempo. Por isso, ele me pediu para que fique aqui , até o retorno dele. Sei que é um trabalho demorado. Hoje em dia , os animais estão mais inteligentes do que a gente. - diz Moinho de Vento começou a colocar a mão dentro da sacola.


 

_ Ah, bem . Mesmo assim, vou ter uma conversinha com o meu irmão. Ele precisa parar em ficar te deixando sozinho. - diz Pena Branca decidida a falar com o irmão sobre a solidão do pai.


 

_ Ah, sei que não vou convencer a mudar de ideia . É determinada com quem quer até o final. Puxou a mim. - diz Moinho de Vento ao rir com orgulho da determinação da filha.


 

_ Bem, preciso voltar para a fazenda. Obrigada por tudo. E não me envolvo com assuntos familiares . Sou muito reversado com este tipo de assunto. - diz Cat Noir ao decidir ir embora da tenda do Moinho de Vento .


 

_ Que isso, meu amigo. É sempre bem- vindo conosco. - diz o Moinho de Vento acenando um ‘ adeus ‘’ ao se despedir do amigo.


 

_ Ah, muito obrigada por fazer companhia ao meu pai. Pode vir aqui , quando quiser. - diz a Pena Branca grata com o cowboy.


 

_ Disponha sempre, meus amigos. Até um dia. - diz Cat Noir devolvendo o aceno do amigo , começando a ir até o seu cavalo que estava do outro lado da tenda do chefe .


 

(..)


 

Após se despedir dos novos amigos , Cat Noir voltou para o seu cavalo , sentindo - se um pouco mudado , por causa da influência do Moinho de Vento .


 

Alguns minutos depois , o fazendeiro montou em seu cavalo , e voltou a cavalgar pelo deserto., voltando para a fazenda.


Notas Finais


me desculpe por algum erro.


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