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História Autoridade (Imagine Toji e Naoya) - Capítulo 1


Escrita por: MissUndomiel

Notas do Autor


KKKKKKKKKKKK AIAI

Motivo para escrever essa fic: queria uma assim, não achei e quando não acho, faço uma.

Conteúdo sensível, ok? Menores de idade façam um favor para si próprias, não leiam!

Terá apenas mais um capítulo, posto até a próxima madrugada!
Gente, Naoya e Toji. Não preciso nem explicar a cretinice que vai ser, né?

Tw: Degradação, BDSM, Threesome, Violência, Linguajar Ofensivo, Humilhação

Capítulo 1 - Flagrada


Quando minha mãe me falou para aproveitar minha vida intensamente, não acho que ela esteja falando de se meter em enrascadas correndo risco de vida. 

Sempre fui do tipo rebelde sem causa, simplesmente gostava de causar um alvoroço, fazia bem para minha autoestima e compensava a falta de atenção do meu pai após a morte da mamãe, aparentemente os peitos falsos da minha madrasta eram mais interessantes que sua filha problemática.

Minhas notas na escola eram sempre excelentes, bagunceira sim, burra jamais! Porém a falta de supervisão adequada durante minha adolescência fez com que eu acabasse entrando em grupos de índole duvidosa, queria provar o meu valor, mostrar que tinha coragem, sério, era bem engraçada a cara do papai quando ia me buscar na detenção ou precisava pagar por algum patrimônio que vandalizei, bom, suas broncas e sua cara decepcionada eram melhores do que o mesmo fingindo que eu não existia, que era o que rolava a maior parte do tempo, um pouco de dinheiro e problema resolvido!

Esse esquema durou até eu terminar meu ensino médio e completar a maioridade, papai já não tinha mais tanta paciência e foi assim que acabei parando na capital. Tóquio era realmente assustadora para uma garota interiorana, mesmo que essa garota fosse eu. Mas calma, para tudo se dá um jeito, eu tinha muito tempo livre já que papai ainda me bancava, provavelmente por se sentir culpado sabendo que foi um merda negligente, então não tardei em fazer o que sabia fazer de melhor, arranjar problema.

Na primeira balada que visitei já dei de cara com um grupo um tanto quanto ousado, me acolheram rapidamente e meus dias divertidos voltaram, agora sem meu pai para limpar minha barra eu tomava cuidado redobrado, não que eu estivesse fazendo coisas absurdas, não acho que pequenos furtos, pichações e fumar uns becks na surdina sejam um grande perigo para a sociedade, quem liga para aquele belíssimo par de brincos que sumiu da loja? As dondocas dali nem dariam falta! 

Bom, tudo se manteve nessa rotina por um bom tempo, definitivamente os melhores meses da minha vida, a adrenalina de quase ser pega acelerava meu sangue e o alivio divertido após escapar era simplesmente viciante, eu repetia esse processo cada vez mais na companhia de meus amigos.

E como tudo que é bom dura pouco, um plano mais ousado acabou saindo de nosso controle…

— Vai dizer que está com medinho?— Rika me provocou, eu estava hesitante dessa vez, não tinha um bom pressentimento.

— Eu só acho que está tarde e não devíamos perder tempo invadindo esse galpão, sério, a gente já fez o bastante por hoje— Tentei convencer o grupo que ainda assim parecia bem disposto a seguir com o plano.

— O que poderia dar errado? O galpão está vazio há semanas!— Jōgo era o mais animado ali, os outros caras que o acompanhavam gritaram o apoiando.

— Deixaram várias caixas reservadas para a nova coleção daquela loja chique, diferente de você eu não tenho o papai para me comprar roupas legais assim, não atrapalha, vai!— Hanami disse impaciente e fiquei insegura, eu não queria desagradar os únicos amigos que tinha, minha carência era um verdadeiro pé no saco.

Desisti de tentar convencê-los, não queria bancar a covarde e quando quebramos a janela daquele enorme e escuro galpão eu sabia que não tinha mais volta. Todos pulamos para dentro e uma verdadeira algazarra se instaurou. Peças quebradas e roupas jogadas ao chão, os rapazes se encarregaram de pichar cada canto daquele lugar enquanto eu e as garotas nos dedicamos a garimpar coisas interessantes naquela coleção valiosa, meus furtos se resumiam a coisas pequenas e de pouco significado. Aquilo? Uau, era ultrapassar todos os meus limites, duvido muito que papai fosse livrar minha cara dessa vez. 

Tudo parecia seguir bem, até que fortes batidas nas grades ao redor do galpão fez com que todos nós ficássemos paralisados.

"Polícia! Saíam todos pacificamente pela porta OU eu entro e quebro as pernas de todos vocês e garanto que vou gostar bastante de fazer isso"

Uma voz potente gritou do lado de fora acompanhada de outro timbre, uma risada presunçosa e bastante divertida com  situação.

Em uma fração de segundo, todos se atropelaram para sair pela mesma janela que quebramos, no meio da confusão minha perna ficou presa nos vários tecidos espalhados, não conseguiria sair sem alguma ajuda.

— Rika, eu to presa, me ajuda rápido— Falei em um tom baixo e desesperado vendo a mesma se afastar cada vez mais.

— Foi mal, amiga, melhor sacrificar um do que todo o bando! Você sai dessa de boa! — E saiu pela janela me largando ali sozinha.

As lágrimas encheram meus olhos e me segurei para não soluçar, pretendia ficar em silêncio em meios aos tecidos, com sorte não me notariam ali naquela escuridão.

A porta foi aberta e uma pequena equipe de policiais adentrou o local procurando por mim e meus amigos invasores, meu coração se acelerou e tampei minha boca para evitar qualquer ruído, ainda estava chorando pela traição e aquela voz havia me assustado o suficiente, não queria que quebrassem minhas pernas, meu deus.

Eu estava tão encolhida naquele canto e misturada aos tecidos que um dos policiais passou reto ao meu lado.

— Senhores, uma viatura há três quadras daqui acaba de informar sobre um grupo de cerca de 8 pessoas correndo na direção dos túneis— Uma voz feminina em tom respeitoso informou a sabe se lá quem.

— Devem ser os ratos que estavam aqui— Pela voz, supus que fosse aquele quem deu a risada, não me atrevi a me mexer para ver quem era.

— Vão atrás, eu to cansado demais, porra, 3h da manhã e eu preciso investigar um bando de desocupados— Aquela voz ameaçadora bradou impaciente.

Aos poucos pude ouvir o local ficar cada vez mais silencioso, as luzes das lanternas que eu podia ver através do tecido sumiram e fui deixada novamente na escuridão, apenas a iluminação dos postes lá fora deixavam as silhuetas do ambiente visíveis.

Libertei a parte superior do meu corpo suspirando lentamente enquanto analisava ao redor, a barra parecia limpa, fiz uma nota mental: mandar todo mundo para a puta que pariu.

Fiquei de pé focando em minha perna presa, não fazia ideia de como soltaria aquilo, o tecido se embolou de uma forma assustadora e as correntes em minha calça só dificultavam ainda mais, maldita moda alternativa.

Estava pensando em como começar a rasgar aquilo quando uma cena digna dos meus mais profundos pesadelos começou.

— Você estava certo, Naoya, tem um pequeno presente aqui.

— Eu sou ótimo para achar esses ratos, te avisei, bom, pelo menos essa não é de se jogar fora.

Virei minha cabeça em pânico e fiquei ainda mais nervosa ao finalmente ver quem eram os donos das vozes intimidantes.

A aparência deles não era diferente, bonitos da maneira mais intimidante que essa palavra pode significar. 

— Abandonada, ratinha?— O tal Naoya se aproximou e tentei me afastar, logo sendo impedida pelo limite do tecido— Será que está armada, Toji?— Mesmo com a dúvida de que eu poderia oferecer perigo, naquela meia luz eu podia reparar em seu sorriso diabólico.

— E-eu sei dos meus direitos, exijo ser revistada por uma mulher!— Não que eu fosse me importar com ele me revistando, um gostoso é um gostoso independente de qualquer coisa.

Um puxão violento em meus cabelos fez com que minha cabeça se inclinasse para trás e meu corpo se apoiasse totalmente em outro cujo a palavra "forte" seria pouco para descrever.

— Você não exije porra nenhuma, vagabunda. Naoya reviste logo— Sua voz grossa fazia com que eu tremesse a cada palavra, ele era o mais assustador dos dois, porém o outro parecia bem mais ardiloso— Não pense que vamos pegar leve por você ser mulher, cadela, gente como você não merece o mínimo de gentileza.

O outro se aproximou ainda mais, logo à minha frente era possível ver com mais clareza como aquela farda caía bem em seu corpo que se assemelhava ao do cretino atrás de mim. Antes que me tocasse provoquei enraivecida.

— Esperaram todos saírem para virem me confrontar, não passam de uns porcos covardes!

Minha provocação pareceu os divertir, risadas debochadas ecoaram pelo galpão em uníssono, eu estava cada vez mais coagida e o aperto em meus cabelos ainda mais doloroso, se ele usasse a outra mão para apertar nos lugares certos eu poderia até gemer.

— Que língua afiada, ratinha, é sempre falante assim? Eu adoraria calar sua boca de outra forma— Sorriu mordaz levando suas mãos ao meu corpo.

Tocou meus braços lentamente, logo partindo para meu tronco, não dispensou uma demorada checagem em meus seios, tive que fechar os olhos e morder minha língua, ele estava fazendo aquilo mais devagar que o necessário, desceu para meus quadris onde apertou com certa força aproveitando para deslizar seus dedos atrevidos por minha bunda, a calça não permitia que ele separasse minhas nádegas no aperto como desejava mas ele bem que tentou. Depois de revistar minha pernas, não deixando de dedicar certa atenção às minhas coxas, um leve e superficial toque em minha intimidade coberta arrancou de mim um arfar traidor. O policial que entendi se chamar Toji riu levemente em meu ouvido, estava observando atentamente as mãos de seu amigo me examinarem. Do bolso frontal de minha calça ele retirou minha pequena carteira e até achou o celular escondido em meu coturno. 

— Cheque os documentos, Toji, eu a seguro para você— Me pegou pelo pescoço e se apossou dos meus pulsos os segurando atrás de mim em firme e dolorosamente. Seu corpo tocava o meu e seu calor me contagiava, a diferença gritante de nossas alturas só servia para me deixar em uma posição ainda mais submissa.

— Ela tem o sobrenome daquele político. Por que está aprontando, vadia estúpida? O papai diminuiu o valor da mesada? 

Não respondi Toji e Naoya forçou ainda mais seus dedos contra meu pescoço.

— Meu primo não gosta de ser ignorado, ratinha, que tal responder as perguntas para evitar maiores... transtornos?

— Eu não queria estar aqui, foi um desafio idiota dos meus amigos— Solucei no final com a mão pesada de Toji voltando aa castigar meus fios.

— Sabe o que mais me irrita em canalhas ricos como você? Não precisam fazer isso aqui, mas simplesmente fazem. Acham bem divertido andar na margem da lei porque sabem que merda nenhuma vai acontecer, me irritam mais que bandidos comuns, sabe por quê? Porque a vida de merda deles os deu motivo para agirem assim, você não passa de uma vadia ingrata, egoísta e infeliz—Sussurrou raivoso em meu ouvido, em minhas mãos posicionadas atrás de mim pude sentir algo bem contraditório, ele estava excitado, assim como seu primo em minha frente que não tinha pudor nenhum em roçar sua ereção em minha barriga.

— Ah, Toji, que maldade, ela está quase chorando— Naoya debochou vendo meus olhos marejados.

— Se vão me prender andem logo, caralho, não estou afim de ficar aqui sendo assediada— Bom, para ser assédio o ato precisava ser contra a minha vontade e a única coisa contra minha vontade ali eram os líquidos encharcando minha calcinha, por um momento consegui imaginar como sairia dali se os dois fizessem o que eu estava pensando, fodida e despedaçada. 

— Te prender?— Naoya riu— Você não ficaria nem 2h atrás das grades, ratinha, um desperdício de formulários, vamos evitar essa burocracia.

Semicerrei meus olhos confusa.

— Vamos acabar com isso aqui mesmo, nesse galpão imundo como você, vadia— Toji soltou meus cabelos e desferiu um sonoro tapa em minha bunda, mordi meus lábios não o dando o gostinho de me ouvir gemer— Naoya, rasgue essa merda de tecido na perna dela…


"Vamos pendurá-la"



 








Notas Finais


eu cruzo meus braços e deslizo de tobogã direto para o inferno, guardo lugar pra quem quiser.


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