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História Autumn Leaves - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Leaves


— Como foi, amor? — Cris perguntou enquanto Jimin dirigia de volta para casa.

Park ainda se sentia muito nervoso com tudo aquilo, mas a primeira sessão não fora um monstro, como vinha pensando nos últimos cinco dias. Ele conseguiria fazer isso.

— Foi legal— disse, olhos fitando a rua com atenção — Eu gostei do doutor, ele parece ser gentil.

— Que bom, amor — ela acariciou a coxa dele.

De primeira, foi um gesto carinhoso, sem segundas intenções, mas dois minutos depois aquele contato se tornou perigoso, enquanto a mão dela subia e acariciava com um pouco mais de força.

— A-amor — Jimin suspirou — Eu tô dirigindo.

Cris apenas estalou a língua, Jimin não viu, mas ela abriu um sorriso sacana, subindo mais a mão pela área da virilha alheia, os dedos chegando próximo do ponto em que Park arfaria a qualquer segundo.

E ele arfou.

Cris apertou-lhe por sobre a calça, embora com suavidade. Jimin por sua vez apertou as mãos no volante, fazendo um milhão de pedidos em pensamentos para conseguir chegar em casa com segurança.

Mas não durou muito tempo, Cris retirou a mão, Jimin soltou algum som que misturava alívio e desapontamento, ela gargalhou alto, sua risada preenchendo o carro e deixando o coração dele quentinho, mesmo que estivesse quente nas partes baixas também.

Ele riu com ela, mas não tiveram assunto pelo resto do caminho, aproveitando do silêncio confortável. Quando chegaram, e Cris, que estava com a chave do apartamento, abriu a porta, Jimin passou por ela apressado, logo fechando-a assim que a namorada também entrou, e ainda mais rápido, prensou-a contra a porta, sorrindo maldoso.

— Por que fez aquilo no carro? — indagou baixinho, o sorriso de lado nunca deixando seu rosto.

Ela sorriu de volta.

— Não gostou?

Park não respondeu, ele a beijou. Segurou-a pela cintura, pressionando o próprio corpo contra o dela, o ósculo tornando-se intenso e desejoso, como há dias queriam. Aos mãos de Jimin apertaram com vontade por cima do jeans escuro que Cris vestia, ela gemeu contra sua boca, e o som o atiçou.

Desceu o casaco que ela vestia com pressa, subindo os toques para agarrar o cabelo longo e solto, os afastando para um lado enquanto atacava o outro com beijos, os lábios carnudos selando a pele morena do pescoço, chupando com força alguns locais. Os gemidos que Cris soltava o deixava louco, as mãos dela na sua nuca, descendo pelos ombros, fazendo o mesmo que ele e jogando seu casaco fora.

Ambos sem a peça, se aprofundaram ainda mais no contato, colando os corpos como se fossem imãs, beijando-se como se fosse o último beijo, Jimin a ergueu no colo, Cris enlaçou sua cintura com as pernas, e ele a prensou de novo na porta, estocando por cima das roupas, seu membro já desperto tocando na intimidade quente dela, os dois gemeram em sincronia.

— Q-quarto — ela murmurou, os olhos bonitos fechando-se com a pressão gostosa entre as pernas.

— Uhum — Jimin murmurou de volta, os lábios mal conseguiam ficar longe um do outro.

Enquanto ele caminhava com ela no colo, para o quarto, Cris tomava posse de seu pescoço e nuca, chupando e arranhando onde podia, ela adorava apreciar as marcas que ficavam depois, era excitante e queria marcar Jimin como seu para sempre.

Quando Park conseguiu abrir a porta do quarto, foi rápido em se aproximar da cama e depositar a namorada com carinho, a deixando sentada e logo depois iniciando um novo beijo enquanto seu corpo se inclinava por sobre o dela, ambos por fim deitando-se, e Jimin não perdeu tempo em se por entre as coxas grossas, retornando a pressionar com estocadas, agarrando a cintura alheia com possessão, as línguas se entrelaçavam, numa dança só deles, esquecendo de todo o resto.

As mãos que estavam na cintura subiram por dentro da blusa, tocando a pele diretamente e causando arrepios que fizeram Cris soltar um som angustiado, cheio de ansiedade pelo que viria, erguendo os braços quando o namorado fez menção de tirar-lhe a peça, logo vendo o sorriso bonito que o mesmo abriu assim que viu o belo sutiã preto e rendado, os seios medianos e a pele bronzeada deixavam Jimin com vontade de se perder ali e nunca mais sair.

Se curvou para beijar por sobre as partes que a renda não cobria, subiu com os lábios pelo centro e desviou chegando à clavícula, se deliciando com a pele macia e os gemidos satisfeitos que ouvia, o membro já completamente duro dentro das calças, aliviando a tensão naquele ponto continuando as estocadas leves entre as pernas de Cris.

Beijou-lhe novamente o pescoço, subiu para a orelha e mordeu o lóbulo, rindo baixinho quando Cris puxou seu cabelo com força.

Desceu as mãos pelas costas, alheias, a erguendo um ppuco e desfivelando o sutiã, o retirando bem devagar, sorrindo ainda mais quando notava o quão agoniada e desesperada Cris estava por seus toques.

— Perfeita — murmurou jogando a peça íntima em qualquer lugar do quarto.

Parou de admirar com os olhos e voltou a apreciar com os lábios, Jimin sinceramente desejava beijar o todo o corpo de Cris, sentia que tudo de si queria tudo dela, e naquele instante ele tomou mais uma das várias notas que tomava todos os dias.

A amava, amava cada parte dela, não apenas o exterior que admirava agora, a boca correndo pelos seios, chupando um mamilo com toda a dedicação que sabia que ela gostava, ouvindo os gemidos que latejavam seu pau; amava o mal humor matutino, as broncas, o sorriso que não conseguia definir se era o de uma menininha feliz ou de uma mulher empoderada, talvez fosse as duas coisas, qualquer que fosse, ele amava. O empenho para ajudar quem guardava no coração, os olhos que brilhavam falando sobre o afilhado, o talento para pequenas coisas que Jimin não fazia ideia de que era possível existir, a voz bonita quando cantava sobre o Deus que ele já podia dizer que estava aprendendo a querer cantar para esse deus também.

Eram diversos motivos, diversas razões e em todas elas, até nas que não soavam tão atraentes assim, Park Jimin amava. Amava todos os detalhes.

Amava Cris.

E amou seu corpo, com afinco, como se fosse uma música dedilhada ao piano, beijou-lhe a boca tantas vezes, sorrindo mais quando os lábios alheios se tornaram inchados e avermelhados.

Arfou quando ela o empurrou, trocando as posições, sentando sobre sim e rebolando devagar sobre o volume em suas calças, Jimin grunhiu, as mãos indo em direção a bunda alheia e apertando em "vingança".

— Você parece meio entorpecido, amor — ela disse, a voz tinha se tornado levemente rouca.

— Por sua causa — respondeu — Eu te amo.

Cris gargalhou alto, começando a tirar a camisa de Jimin, os dedos percorrendo livremente a derme quente dele, como gostava.

— Eu também te amo, mas… — se inclinou para sussurrar no ouvido dele, se aproveitando para marcar o pescoço mais uma vez, rindo baixinho — Fode a sua vadia, Park Jimin.

Ela viu quando o olhar de Jimin se alterou, o brilho de luxúria tomou conta, ele se sentou com ela ainda no colo, apertou-lhe a bunda com tanta vontade que soube que as marcas ficariam, mesmo por sobre o jeans, iniciou um beijo lascivo, fazendo-a subir e descer sobre seu pau, os dois gemendo, as roupas atrapalhando, os seios de Cris roçando contra seu tronco nu.

Enquanto a beijava, começou a desabotoar a calça dela, logo descendo o jeans até o meio das coxas, levando os dedos para a região entre as pernas e sentindo o quão molhada a calcinha já estava, brincando com o clitóris por cima do tecido.

Cris soltou gemidos abafados contra sua boca, murmurando seu nome.

Park então a derrubou na cama novamente, voltando a estar por cima, puxando a calça com mais habilidade, e tirando a calcinha também, o indicador e o polegar da mão direita logo estavam na intimidade quente da namorada, e sua boca voltou ao pescoço e clavícula alheia, também passeando pelos seios e sugando um dos mamilos, o rodeando com a língua, provocando Cris em pontos diferentes.

— Jimin… — grunhiu baixinho, os olhos fechados, mas ele sabia que estavam nublados de prazer, e se sentia bem por ser o causador.

Retirou os dedos e ouviu um resmungar, mas foi fazendo um caminho de beijos desde os seios, até o umbigo, deixando alguns chupões. Desviou para uma das coxas, a selando na parte interna, mordendo devagar e depois sugando a carne com vontade, deliciando-se. Quando a língua quente finalmente chegou no lugar onde queria, ouviu o gemido mais alto até então.

Sorriu sacana, o músculo tocando o clitóris suavemente, numa linha tênue entre dar prazer e não machucar. Selou a intimidade, descendo um pouquinho mais até encontrar a entrada que parecia pulsar em ansiedade e Jimin a penetrou com a língua. Sentiu os cabelos sendo puxados por Cris, descontando o prazer daquela forma. Subiu para o clitóris e voltou a lamber e chupar toda a vulva, onde podia, redescobrindo pontos quando escutava seu nome sair mais insano e necessitado.

Cris abriu os olhos e Jimin a encarou sem deixar sua língua parar de trabalhar, ele sabia que ela gostava de tê-lo assim, e não se surpreendeu quando os cabelos foram puxados com mais força, o trazendo para cima, beijando a bpca de Jimin com o gosto de sua própria lubrificação.

— Deixa eu te chupar também — pediu por entre o ósculo bagunçado, mas não aguardou resposta.

Jimin foi empurrado contra a cama, não conseguindo pensar direito ao sentir Cris puxando sua calça fora, junto da cueca box. Gemeu pelo alívio, seu membro completamente duro latejou, o pré-gozo escorrendo livremente. Os olhos se encontraram de novo e ele soube que estava à mercê dela.

O sorriso malicioso da namorada o fez gemer sem precisar de toque, mas logo a mão dela o pegou. Iniciou uma masturbação lenta, torturante, porque ela sabia que o tinha e Jimin sinceramente não se importava em ser dela. Assistiu, extasiado, a namorada descer com a boca, o tomando aos poucos, sem pressa, sugando a glande com maldade, devagar, a língua percorrendo sua extensão sem pudor algum.

Ela o domava com aquilo, mas Park não pode deixar de se inclinar um pouco e recolher os fios de cabelos escuros que caíam como cascata, fazendo um rabo de cavalo improvisado e o segurando, repuxando com força, gemendo mais alto porque Cris o engulia tão bem.

— Puta merda — a ergueu de volta, poderia gozar a qualquer segundo com aquilo e ainda não queria — Vou foder essa sua bocetinha gostosa, amor — disse, os lábios se colando um ao outro.

Cris rebolava em seu colo, agora não havia roupa nenhuma impedindo, as dermes quentes se encostavam, queimava como o inferno, o suor cobrindo já cada centímetro de pele, a sensação gostosa das intimidades se tocando, Jimin se sentia a ponto de ebulição.

— Jimin-ah — Cris parecia implorar, Jimin engoliu a seco.

Era tão difícil a ver agir daquela forma, mas não negaria que gostava quando ela implorava por si, pelo seu pau.

Achou o bolo de preservativos na gaveta da cômoda ao lado da cama, sem nem olhar, já que os lábios se encostavam aos ombros da namorada. A deitou no colchão, os lençóis todos bagunçados, mas era como o ninho de amor deles dois, era aconchegante.

Park rasgou o pacotinho e se pôs a cobrir o membro, mordendo o lábio inferior quando Cris abriu as pernas como se o convidasse, ele viu todas as marcas que deixou naquele corpo cor de bronze.

— O que você quer, amor? — indagou para provoca-la, embora ele mesmo já estivesse agoniado — Hm? — tomou lugar entre as pernas bonitas, a glande coberta tocou a entrada molhada, pulsando para ser preenchida.

— Jiminie… — o encarou com falsa inocência — Me fode?

— Filha da puta — Park grunhiu, se inclinando duma vez, mas entrando com cuidado, até que sua pélvis entrasse em contato com a dela.

E gemeram juntos mais uma vez, ansiosos. Jimin começou a se movimentar num ritmo lento, porém fundo, beijava onde alcançava, a boca, o pescoço, a clavícula já marcada, o lóbulo da orelha. Cris suspirava, o fazendo vir com mais força, as estocadas cadenciavam, dançavam, ela rebolava em resposta, tornando o ato ainda mais lascivo.

— Ana… — rosnou o primeiro nome dela, louco, insano.

Cris o abraçou com as pernas, as mãos nas costas e nuca, voltando a segurar e arranhar, perdendo e recuperando o ar, a respiração rasa, rápida, os movimentos intensos, a sensação de estar alcançando algo, o prazer que percorria todo o corpo, irradiando do ponto em que Jimin e ela encaixavam-se fodidamente bem.

Ela não precisou pedir, puxou-lhe os fios da nuca, Jimin acelerou as estocadas, os olhos de Cris se reviraram, ele próprio já se sentia na beira do abismo, pronto para cair. Levou uma das mãos ao quadril alheio, apossando-se dele, os dedos se marcando na pele, movimentando-se ainda mais rápido, a inquietação queimando dentro de si, abafando os gemidos nos seios da namorada, ouvindo os grunhidos altos dela.

Cris veio primeiro, o grito engasgando contra a boca dele, que bebeu do prazer dela, sendo apertado, e continuando com as estocadas até que finalmente caiu na imensidão escura, o ápice chegando de forma tão intensa, que quase não conseguiu se segurar para não descer com todo o peso do corpo e machucar a namorada.

Ambos respiravam pesadamente, Jimin demorou um pouco para conseguir sair de dentro dela e cair ao lado, tirando a camisinha, amarrando rapidamente e jogando em qualquer lugar, então puxando Cris para si, compartilhando do beijo mais gostoso até então.

Lento, cansado, tomando o resto das forças.

— Eu te amo, te amo muito — ele soltou por entre os vários selares que trocavam — Amo você demais.

Cris sorriu um pouco, retribuindo todos os beijos.

— Eu também te amo, Minie. Amo muito.

— Mesmo?

— Sim, muitão — riu baixinho, contra o peito dele.

Jimin acariciou os cabelos macios dela, olhando para o teto, recordando então do pesadelo que tivera há alguns dias, como acordou chorando, e olhou para aquele mesmo lugar, só que agora era um sentimento diferente.

Totalmente diferente.

— Então casa comigo — pediu.


Notas Finais


🐥💜💍

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