História Avalanche - Capítulo 34


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Categorias 30 Seconds to Mars, Bring Me The Horizon, Jared Leto
Personagens Jared Leto, Oliver Sykes, Shannon Leto
Visualizações 18
Palavras 1.519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 34 - Thirty Four


Fanfic / Fanfiction Avalanche - Capítulo 34 - Thirty Four

Duas semanas sem ele por perto. Sem saber nada. Ele não me procurou. Eu também não. Soube pela Mia que as coisas não andavam muito bem por la. Jared havia discutido até com seu irmão, e estavam sem se falar também. Ela não quis me dizer porque. Emma me procurou dois dias depois que fui embora, perguntando se poderia deixar meu carro aqui. Ela mesma veio e trouxe minhas coisas que estavam na casa de Jared. Perguntei se foi ele que mandou, e ela muito sem graça respondeu que sim. Aquilo foi mais uma punhalada dele. Fiquei me perguntando quantas punhaladas ia levar para me cansar e deixa-lo ir.

**

Mais 3 semanas depois...

Richard havia me escalado para a gravação de um programa de entrevistas que eu nunca havia feito. Estava com o roteiro na mão, me organizando, e preparando tudo no estúdio para o ensaio de uma banda inglesa que iria se apresentar, e depois ser entrevistada.

Orientei toda a equipe sobre a agenda da tarde. O stage manager da banda tinha chegado há pouco com mais duas pessoas, e estavam testando os instrumentos e o som. Me disseram que a banda estaria chegando em alguns minutos. Acertamos alguns detalhes e meu radio me avisou que os músicos chegaram na portaria do estúdio. Liberei a entrada deles, pedindo que os orientassem como chegar ao estúdio 59, onde estávamos.

Minha assistente foi até a porta do estúdio para recebe-los, e em alguns instantes eles entraram. Todos simpáticos e falantes com exceção de um deles, que era mais quieto. Magro, relativamente alto, e todo tatuado. Todos nos cumprimentaram com apertos de mãos, inclusive o tatuado. Se posicionaram, e então entendi que se tratava do vocalista.

Em instantes começaram a tocar um rock pesado, parando e acertando algumas coisas. Enquanto isso nós da equipe acertávamos a luz e o posicionamento das câmeras.

Pararam com tudo e começaram a contar de um a três e então começaram a tocar uma musica que eu conhecia, mas não tinha ideia que era deles. Um rock pesado, com o vocalista fazendo uma performance bastante entusiástica, com gritos guturais. Eu curtia aquela musica, e me surpreendi em tê-los ali no meu trabalho daquele jeito.

Pela primeira vez estava me sentindo leve! Sorri, feliz. Toda essa confusão com Jared tinha me tirado dias e noites de paz... e agora eu estava ali curtindo não só meu trabalho, mas uma banda muito legal. Eles cortaram a musica, conversaram, e me chamaram. Acertamos algumas coisas que me pediram. O vocalista, muito gentil, pediu que dois refletores que o incomodavam fossem movidos, e depois perguntou quando tudo começaria.

- A previsão é de que vocês retornem em 30 minutos para gravarmos a apresentação, e em seguida a entrevista. Temos um camarim aqui atrás onde vocês podem aguardar. Se precisarem de alguma coisa, podem me falar.

- Muito obrigada, você é muito gentil! A propósito, seu nome é?

Sorri e respondi: - Sofia

Ele esticou a mão sorrindo: - Oliver, prazer.

Achei o muito simpático e tive que prestar muita atenção no que ele dizia, por causa do sotaque britânico forte, que eu não estava acostumada a lidar. Sorri de volta, e então pedi que minha assistente os levasse para o camarim. Oliver foi o ultimo a caminhar atrás dela, e se virou me encarando. Achei aquilo estranho, mas gostei. Estava tão chateada com tudo, que qualquer atenção que eu recebesse ia me deixar alegrinha! Ri de mim mesma, e resolvi relaxar.

Sai do estúdio e fiquei do lado de fora, aproveitando o ar fresco. O dia estava bonito, e apesar do sol, não estava muito quente. Ouvi o rangido da porta e me virei, e me surpreendi ao ver Oliver saindo. Ele fechou a porta e ao se virar deu de cara comigo. Sorrimos cumplices e meio sem graça – não sei porque.

- Oh... você esta aqui! Resolvi sair pra fumar um cigarro... você quer ?

- Não, obrigada! Eu não fumo... vim relaxar um pouco e aproveitar o dia lindo...

Ele olhou pra cima, e balançou a cabeça afirmativamente... pegou o cigarro de dentro do pacotinho que segurava na mão, colocou-o na boca e acendeu com um isqueiro quadrado prateado... deu um trago e soltou a fumaça... me olhou...

- vício...

Sorri sem graça... – é... cada um tem o seu !

- Ah é ? E qual é o seu ?

Ri muito sem graça... eu não tinha um vicio... nem sabia porque tinha dito aquilo!

- Eu...não tenho um... na verdade nem sei porque disse isso! – respondi rindo sem graça...

- Ah... qual é... você deve ter um... não ia falar isso se não tivesse um !

- Não ! Eu não tenho! É sério!

- Não acredito! Ok... podem não ser drogas... mas sorvete... alguém... sexo...

- NÃO!!! – respondi rindo ... ele também ria bastante...

- Não sei porque estamos rindo como dois loucos aqui disso! – e continuamos rindo sem parar...

Oliver se virou pra mim com o cigarro na mão me oferecendo um trago. Fiquei sem ação e acabei pegando da mão dele e dando um trago. Eu fumava há muitos anos atrás, e aquele trago ali com ele naquele momento me relaxou!

- Até que pra quem não fuma, você traga muito bem mocinha!

Ri sem graça.... – ok...ok... você me pegou! Eu fui fumante!

- Ah... está vendo! Eu sabia!! Então você já teve um vicio!

- hum... não... não... eu não era viciada em cigarros... eu fumava muito pouco!

- Damn mulher... será que não vou conseguir descobrir qual é o seu vicio... ou qual foi!

Rimos novamente...

- Então, me diz o que tem de bom pra se fazer aqui nessa cidade, a noite... preciso me ocupar depois dessa gravação! Nosso show será só amanhã...

- Em LA?? Nossa... mais fácil você me dizer o que você quer fazer que eu te digo onde ir!

- Tem razão... bom... que tal um jantar num lugar de qualidade... e depois uma volta por algum lugar interessante... e quem sabe... o que a noite pode me reservar depois?!

Achei a colocação dele com duplo sentido... será que ele estava me convidando pra alguma coisa... ou eu estava viajando....

- Você gosta de comida japonesa ?

- Adoro! Alias, uma ótima ideia! Vamos?

Ok, agora tive certeza de que ele estava me convidando pra sair. E quer saber ? Eu estava achando ótimo!

- Hum... estou bem cansada, mas quer saber, adoraria jantar com você!

- Ótimo! Me da seu telefone, vou te passar meu numero e você me passa seu endereço. Te pego as 21h. Está bom ?

Achei ele bem determinado. E adoro homens determinados. Ainda mais depois do que aconteceu com Jared. Ao lembrar dele me senti mal. Tive vontade de dizer a Oliver que não iria, mas alguma coisa dentro de mim me impediu. Alguma coisa me dizia que eu deveria ir pra me divertir, aproveitar  o que havia de bom pra ser aproveitado, e ali, parecia uma ótima oportunidade de me divertir.

Passei o telefone pra ele, e ele digitou seu numero, o salvando na memoria, me devolvendo em seguida o aparelho.  Mandei uma mensagem pra ele com meu endereço, e ele pegou o aparelho do bolso lendo com atenção.

- Olha, se quiser, podemos nos encontrar no restaurante, não precisa me buscar em casa....

- De jeito nenhum... eu vou te buscar e te levar em casa! Faço questão de ser um cavalheiro a moda antiga. As tatuagens são pra enganar!

Ri dele, e achei fofa aquela colocação. Concordei com a cabeça.

- Bom, vou entrar. Tenho trabalho a fazer.

- Ok... nos vemos daqui a pouco então... – disse, piscando pra mim.

Entrei e fui resolver minhas coisas de trabalho. Pouco tempo depois, a banda estava cantando e fazíamos a gravação deles cantando duas musicas. A performance de Oliver no “valendo” me impressionou bastante. Eles são realmente bons. Depois disso, foram para a entrevista que foi divertida e despachada, com eles fazendo e falando muitas besteiras. Terminamos tudo por volta das 19h. A banda se despediu da equipe do estúdio agradecendo a atenção de todos, e quando Oliver chegou onde eu estava, me puxou para um beijo me dizendo no pé do ouvido, para que ninguém ouvisse – As nove então ?

Eu sorri e acenei com a cabeça.

Depois que eles foram embora, corri com tudo, deixei tudo pronto pro dia seguinte, e fui correndo pro meu carro pra ir pra casa.

Cheguei em casa, corri pro banheiro, tomei um bom banho, lavei os cabelos, e fui pro armário escolher o que vestir. Não fazia ideia do que usar. Mas achei que deveria fazer mais o gênero rockeira, apelando pro preto. Vesti uma calça preta, botas pretas e uma camiseta colorida, de alcinhas de renda, e uma camisa preta por cima, aberta. Abri a janela e percebi que estava frio, então resolvi pegar uma jaqueta de couro preta também. Fiz uma maquiagem bem legal nos olhos, carregando no preto. Passei um batom nude. Me olhei no espelho, e frente ao que eu vinha vendo ultimamente, me senti bem melhor.



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