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História Avalon: O Sol e a Lua - Série Sutherland - Capítulo 34


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Notas do Autor


Hey gente! Voltei com mais um capítulo! Espero que gostem, boa leitura!

Capítulo 34 - Capítulo Vinte e Nove


Apesar daquele pequeno furdunço causado na festa, Swend não permitiu que eu ficasse pensando nisso por muito tempo, ele ficou me distraindo com outros assuntos. No final, ele pediu licença para todos e me pegou no colo na frente de todos, dizendo que iria ser apenas eu e ele a partir daquele momento e todos riram, entendendo a piadinha maliciosa de Swend.

 

Ele me carregou no colo até o quarto e me colocou em cima da cama, para ir fechar a porta logo em seguida. Ele se virou para mim e minha boca ficou seca de nervosismo, eu nunca tinha ficado com um homem assim e, apesar de já ter dividido uma cama com Swend, ele nunca me tocou desrespeitosamente ou tentou fazer alguma coisa a mais do que apenas dormir.

 

— Você sabe que não precisamos fazer isso se você não estiver confortável… — Murmurou baixinho, mas eu consegui escutar muito bem.

 

— Eu só… Nunca fiz isso antes… Mas eu quero. — Admiti com o rosto todo avermelhado.

 

Ele soltou um sorriso doce e veio até mim devagar, segurou minhas mãos e me fez ficar de pé, suas mãos subiram até o meu rosto e ele me beijou tranquilamente.

 

— Venha, vamos começar com um banho, assim a gente vai se acostumando… — Sussurrou.

 

Fomos andando até a banheira, que estava com água quente, possivelmente isso foi obra das criadas do loiro que estava na minha frente. Swend começou a tirar as minhas joias e a minha coroa, deixando apenas a minha aliança de ouro, enquanto isso, eu ia tirando as joias dele também. Ele passou as mãos pelo meu corpo suavemente e eu me arrepiei.

 

— Vire-se, por favor… Quero tirar esse vestido… — Sussurrou.

 

Me virei e coloquei o meu cabelo para o lado, para que Swend tivesse mais acesso ao laço do meu vestido, ele o abriu e meu vestido ficou frouxo. Senti a mão quente de Swend entrar em contato com a pele das minhas costas e prendi a respiração, ele me virou de frente para si, pegou as alças do meu vestido e as abaixou, mostrando os meus seios.

 

Ouvi um suspiro vindo de Swend e percebi que ele olhava para o meu busto, meu vestido logo foi ao chão e eu fiquei completamente despida. Toquei o corpo de Swend e comecei a retirar a sua blusa devagar, tentando me acalmar um pouco. O loiro me ajudou a tirar as suas roupas e eu corei quando ele ficou completamente nu, tentei não olhar muito para baixo, para não ficar nervosa e, com a ajuda de Swend, entrei na banheira. A água morna entrou em contato com a minha pele e relaxou um pouco os meus músculos, meu marido entrou na água atrás de mim, encaixando o meu corpo no meio das suas pernas. Ele pegou um pouco de água e molhou os meus ombros, começando a fazer uma massagem neles, me relaxando cada vez mais e eu acabei esquecendo que estávamos nus em uma banheira.

 

Abri os olhos quando senti as mãos de Swend descendo e entrando em contato com os meus seios, olhei para o seu rosto e seus olhos estavam completamente tomados pela luxúria enquanto encaravam o meu corpo. Passei as mãos em seu rosto e ele olhou para mim, puxei sua cabeça na minha direção e o beijei, diferente de todos os outros beijos, Swend tomou minha boca com muito mais vontade e eu soltei um leve suspiro.

 

Como se pudesse ser possível o lugar se tornou mais quente e as mãos do meu marido no meu corpo não ajudavam a esfriar o local. De repente, Swend me pegou no colo e me levou para a cama, me deitando suavemente na mesma e se posicionando em cima de mim.

— Eu não quero machucar você… Vou devagar, tudo bem? — O loiro falou em cima de mim com a sua intimidade encostada na minha e eu apenas consegui acenar com a cabeça afirmativamente.

 

Após o rompimento da minha virgindade, a noite se seguiu comigo e com o meu marido nos amando, suando e curtindo o nosso momento junto. No dia seguinte, fui acordada com beijos pelo meu marido e sorri, estava um pouco dolorida pela noite que se passou e quando eu olhei para fora o sol já estava no topo do céu, mostrando que era tarde. Olhei para Swend, que já estava vestido e possuía uma bandeja com comida em suas mãos, me sentei devagar na cama, sem me importar com a minha nudez e coloquei uma mecha do cabelo atrás da orelha. Meu marido se sentou ao meu lado e nós comemos em um silêncio confortável.

 

Depois disso, fomos andar um pouco pela vila, não conseguíamos tirar as mãos um do outro e éramos apenas sorrisos e brincadeiras. Até que ouvimos tambores e trombetas chamando todos para o centro da vila, onde Hans e Axel estavam. No porto estavam ancorados vários navios e alguns homens armados, me segurei à Swend e este apertou minha mão.

 

— Homens! Chegou o momento! Iremos partir hoje para a guerra! Se despeçam de suas esposas e crianças depois embarquem nos navios! — Hans gritou e todos gritaram junto, depois se espalharam pela vila, indo buscar suas coisas e se despedirem de sua família.

 

Fui até o quarto com Swend e comecei a arrumar as minhas coisas, enquanto Swend arrumava as dele. Tínhamos conversado sobre isso mais cedo, eu iria e meu marido não poderia me impedir, o Grande Mal estava por trás dessa guerra e minha família estava correndo perigo.

 

— Você está pronta?

 

— Estou, vamos, meu bem. — Estendi a mão para o meu marido e saímos do quarto em direção aos navios.

 

Andamos pela praça e fomos para o porto, Hans nos parou no meio do caminho e me encarou com a minha bolsa.

 

— Aonde você pensa que vai?

 

— Ela vai comigo, você convocou essa guerra no meio da minha lua de mel, é direito meu. — Meu marido entrou entre eu e Hans, me defendendo do irmão, que apenas revirou os olhos e bufou, indo para longe. — Vamos, só quero entrar neste navio logo.

 

Praticamente corremos até o Vargulf e fomos até o porão, onde ficavam os dormitórios. Swend pegou duas camas e as juntou num canto, fazendo com que virassem uma cama de casal e eu sorri com a sua atenção. Ficamos arrumando as coisas, enquanto os tripulantes ajustavam as coisas do navio.

 

As trombetas soaram novamente e eu fui para o convés junto com Swend, ele foi para o leme e eu fiquei observando as famílias chorando e se despedindo dos guerreiros. Enquanto isso, dentro de mim, meu coração batia forte com a ansiedade de voltar para a minha terra e a possibilidade de encontrar a minha família.


Deuses… Permitam que isso aconteça… Eu imploro.


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Comentem aí o que acharam! Até a próxima!


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