História Aventuras inesquecíveis. - Capítulo 1


Escrita por:

Visualizações 151
Palavras 1.795
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


As Aventuras de Poliana e seus personagens não me pertence, e sim ao SBT, Ah vá não me diga! Mas é só para deixar bem claro mesmo kkk

Capítulo 1 - Lembranças.


Poliana se encontrava pensativa na frente do espelho do seu quarto, na sua cabeça passava várias memórias desde que chegou naquela casa, principalmente do momento que conheceu sua tia.

Flashback on.

Poliana acabara de descer no aeroporto, a garota olhava para os dois lados timidamente estranhando o tanto de pessoas, ela não conhecia ninguém por lá, não conhecia nem mesmo a própria tia, isso só aumentava sua curiosidade.

Seu vestido era xadrez, e no cabelo trazia um laço com formato de flor, Pois foi essas características que foi entregue a sua tia para reconhecê-la.

De longe ela viu uma moça com cabelos curtos, e um sorriso que contagiou a menina, e ao lado dela estava um   senhor.

Poliana? A moça perguntou ao se aproximar da menina.

Sim sou eu mesma, você deve ser a tia Luiza não é? Perguntou a menina animada.

Eu? Ah passou bem longe menina, respondeu a moça rindo.
Sou Nancy, a funcionária da sua tia.
E esse é Antônio o famoso jardineiro da casa.

Sério? Eu fico tão feliz em conhecer vocês, eu estava perdida aqui no meio de tanta gente, falou Poliana sorrindo.

Nancy encarou o senhor ao seu lado, com a sobrancelha arqueada, Seu Rosto transparecia uma expressão de dúvida.

O que houve Nancy? Perguntou Antônio estranhando a expressão da colega.

A dona Luiza tinha me dito que essa menina acabou de perder os pais, no mínimo eu esperava encontrar uma criança triste, sei lá qualquer coisa, mas não esperava encontrar uma menina que transmite tanta alegria, Algo me diz que muita coisa ainda vai mudar naquela casa.

Desculpe interromper vocês, mas eu...

Ah Claro, me dê a sua mala, e pode nos Acompanhar até o carro, falou Antônio interrompendo Poliana.

Enquanto estava indo para o carro, Poliana Ficou surpresa ao avistar João, o menino que ela havia conhecido no Ceará, só estranhou o fato do menino estar ali, já que toda sua família estava no Ceará.

Poliana? Tá tudo bem? Perguntou  Nancy ao ver que a menina havia parado de andar, e observava atentamente algo que nasce não sabia o que era.

Ah, desculpa, é que é tudo tão novo para mim, falou Poliana sem graça.

Você logo se acostuma, 
Falou Nancy  segurando a menina pela mão, e seguindo em direção a Antônio, que já esperava as duas do lado de fora do carro.

Quando Poliana entrou no carro, ficou impressionada do quanto ele era grande, confortável e bonito, sua tia realmente tinha um ótimo gosto.

Enquanto Nancy  i Antônio conversavam coisas banais nos Bancos da frente, Poliana observava atentamente cada detalhe da viagem, todas as ruas que passavam, todas as casas e pessoas que via pela frente, todas as crianças brincando nas ruas, tudo isso era mágico para ela, sempre quis saber como era ter amigos da sua idade, onde morava só comvivia com seus pais, e algumas pessoas que faziam doações caridosos para sua família.

Chegamos! Disse Antônio vendo o sorriso da mais nova se abrir.

Finalmente eu vou conhecer minha tia, como ela é? Do que ela gosta? Ela é casada? Tem filhos? Meus avós vivem com ela? Ela gosta de sorvete? Tem algum animal de estimação? O que ela  faz no tempo livre? Tem mas alguém da família na cidade? Ela tem mais irmãos tirando a minha mãe? Tem mais funcionários na casa?

Calma menina! Disse Nancy  rindo da animação   de Poliana.

Desculpa, é que eu tô muito curiosa para conhecer ela, respondeu Poliana.

Então vamos? Perguntou  Antônio e as duas assentiram.

Antônio realmente estava preocupado como seria quando Poliana conhecesse a tia, temia por não saber direito qual seria a reação de Dona Luiza, ela não estava acostumada com crianças.
Na verdade ultimamente ela não estava acostumada com pessoa alguma, Poliana realmente precisaria muito dele e de  Nancy.

Quando Entraram na casa, Poliana não teve como  olhar cada detalhe com toda atenção, A Garota Estranhou  muito o  tamanho da casa, não era possível que sua tia morasse sozinha num lugar tão grande, ela pelo menos não aguentaria viver num lugar desse sozinha, deve ser muito solitário.

Luiza Desceu as escadas lentamente, com a cara fechada e emburrada, olhou a sobrinha de cima a baixo fazendo uma careta logo depois.

Tia Luiza! Poliana disse sorrindo, e foi logo abraçar a tia, que se afastou bruscamente.

Nancy! Trate de separar trajes melhores para a  Poliana, e leva ela até o  quarto dela, ordenou Luiza.

Sim Dona Luiza, respondeu Nancy com a voz baixa, irritar sua patroa era o que ela menos queria nos Últimos Dias, sabia o  quanto a senhora era rígida e nervosa, e as coisas deveriam permanecer do jeito dela sempre, Ai de quem a Contrariar.

a funcionária levou Poliana até um quartinho que ficava perto do porão, os olhos da mossa encheram  d'água ao ver o quarto que sua patroa havia reservado para sobrinha, era apenas um cômodo largado cheio de tralha, agora estava Limpo por causa da chegada da menina, mas havia tantos quartos naquela casa, definitivamente ela não entendia a Luiza. Mas faria de tudo para que Poliana se sentisse mais à vontade.

Poliana percebeu que a nova amiga estava Incomodada com o quarto, mas não estava entendendo o porquê, ela estava tão feliz por ter um quarto só para ela, com uma cama, um armário para guardar suas coisas, e uma janela com uma bela paisagem, para hela o  quarto era ótimo.

Os dias foram passando e Poliana foi se adaptando cada vez mais na nova casa, sua tia continuava do mesmo jeito, mas a menina estava disposta a conhecê-la melhor, E gostaria muito de ensinar um jogo que havia aprendido com seu pai, mas sua tia nunca deixava que ela falasse sobre ele diante dela.

Dias depois ela ganhou um quarto novo na casa, pois o bolor  dentro do quarto estava insuportável, e vários tipos de insetos começaram a invadir o local, o novo quarto era lindo, e Poliana agradeçeu muito a tia Por isso.

Ela também havia conhecido tio Durval, e suas duas primas Lorena e Raquel, mas percebeu que Durval e Luiza não se davam bem, e o que ela mais queria era que sua família estivesse unida de novo, e dessa vez essa família seria bem maior.

Flashback of.

Poliana sorria ao lembrar a reviravolta que sua vida tinha dado nos últimos dias, por mais que ela ainda não saiba muito de sua tia, uma vez António disse que ela tinha uma paixão na adolescência, e sofreu muito por causa disso. Era muito difícil ver um sorriso de Luiza, mas Poliana queria mudar isso, queria ver a tia  sempreFeliz.

Ela estava acabando de se arrumar para o seu primeiro dia de aula na nova escola, na verdade na sua primeira escola, ficou muito feliz em saber que sua tia tinha deixado ela estudar na Ruth Goulart, a escola que Luiza e Alice haviam estudado.

Poliana! Vem logo tomar o café da manhã que você já está atrasada! Gritou Luiza lá de baixo.

A garota desceu  rápido, não estava afim de ver a tia brava logo pela manhã.

Você vai me levar hoje para escola? Perguntou Poliana esperançosa.

Não tenho tempo para isso, falou Luiza encarando sua xícara de leite.
Você vai com a Nancy e o nosso motorista.

Não podemos ir andando? Assim aproveito para conhecer melhor a cidade, falou a menina animada.

Não Poliana não pode, respondeu Luiza enquanto soltava um suspiro longo.

Vamos menina, não vai  querer se atrasar justo no primeiro dia, falou Nancy.

Claro que não! FAlôu Poliana se levantando rapidamente.

Boa aula pequena, fAlôu Antônio.

Obrigado António, tchau tia, 
Falou Poliana encostada na porta, Luiza encarou a sobrinha, seu sorriso transparecia muita felicidade e doçura, e naquele momento Luíza se sentiu  diferente.

Tchau Poliana, comporte-se. Depois que as duas saíram, Luíza encarou  Antônio que parecia estar muito feliz com algo.

Essa menina é um anjinho mesmo não é? Falou Antônio.

Ela é muito falante isso sim, falou Luiza pegando seu inseparável notebook.

Você sabe que eu te conheço melhor do que ninguém, então não adianta se fazer de durona para mim.
Mas eu também sei o quanto você é orgulhosa, Talvez o nosso anjinho nos ajude com isso não é? O bom velhinho finalizou deixando algumas flores no vaso em cima da mesa, E logo depois voltou para os seus afazeres corriqueiros.

--------

Vamos logo Lorena a gente já está atrasada!!! Gritava Raquel impaciente.

Calma já estou aqui, a escola não vai sair  voando, falou Lorena surgindo das escadas.

Se você não enrolace  tanto para levantar a gente já estaria saindo faz tempo.

Nós vamos para escola agora, Ou você prefere ficar me dando bronca aqui? Respondeu Lorena irônica.

A mais velha apenas revirou os olhos, logo em seguida as duas se despediram do pai e foram para escola.

Quel! Gritou Mirella indo abraçar amiga.

Depois de se cumprimentar as duas começaram a andar juntas até o colégio.

No caminho inteiro Mirela foi falando de Guilherme, o menino por quem as duas eram apaixonadas, as duas já haviam discutido muito sobre o assunto, muitas vezes já chegaram à conclusão que nenhuma das duas deveria ficar com ele pelo bem da Amizade, mas sempre uma delas quebravam o  acordo e tudo começava novamente.

Chegaram na sala de aula, e ouviram o pronunciamento que a diretora fazia todos os anos.

Aah, a dupla inseparável chegou? Falou Brenda, uma garota que amava irritar as duas amigas.

Pois é né, respondeu Raquel, a garota gostaria muito de ter uma boa resposta para Brenda, mas não estava muito afim de ir para diretoria novamente.

-----

Marcelo chegou na escola com os olhos brilhando, agora ele era professor na escola onde havia estudado, aquele lugar trazia tantas recordações boas para ele.

Quem diria nós dois trabalhando juntos, Falou Débora, a mulher além de trabalhar também como professora de dança no colégio, também era noiva de Marcelo.

Os dois vão em direção à sala dos professores, quando alguém esbarra em Marcelo.

Você não olha por onde anda não menina?! Falou Débora exaltada.

Desculpa, respondeu a menina levando as mãos ao rosto de vergonha.

Calma Débora, é só uma criança, Qual é seu nome? Perguntou Marcelo.

Prazer eu sou Poliana Dávila, e o senhor é  professor aqui?

Marcelo paralisou, ele conhecia muito bem Aquele sobrenome.

Quem é sua mãe? Perguntou Marcelo realmente curioso.

O nome dela era Alice Dávila, mas ela morreu alguns meses atrás, agora estou morando com a minha tia Luiza.

Luíza Dávila, sussurrou Marcelo para si mesmo.

Me desculpa mais uma vez, é que eu sou um pouco desastrada e distraída sabe? Disse Poliana sem graça.

Se você não tivesse contado eu nem teria percebido, Falou Débora incomodada, pois a mulher também conhecia a família da menina, e aquela Coincidência não agradou ela em nada.


Notas Finais


Mil perdões por qualquer erro, quero muito saber a opinião de vocês.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...