1. Spirit Fanfics >
  2. Aventuras na Academia Kimetsu >
  3. Novos Conhecidos, Velhos Amigos

História Aventuras na Academia Kimetsu - Capítulo 10


Escrita por: RaphaelJones

Notas do Autor


Achou que não ia ter capítulo novo?! Achou errado!! E tá aqui, protagonizado pelo amado e Zueiro Sabito!

Vai ter novos personagens também e no final tem explicação. Então, boa leitura!

Capítulo 10 - Novos Conhecidos, Velhos Amigos


Após os eventos do corredor e do conselho estudantil, ela teria rumado para casa se não tivesse encontrado o garoto platinado de novo. Lá estava ele, no portão esperando alguém, talvez um parente? Um garoto acabou colidindo com a moça e era ninguém menos que:

— Genya! Cuidado! — Dizia Sanemi indo na direção dos dois.

— Desculpa moça, e também não precisa exagerar esquentadinho.

— Você é péssimo com apelidos maninho.

— Eh, desculpa, mas… Você é irmão do Sanemi? — Perguntou Kanae.

— Não parece não é? Ele é mais esquentado e emotivo que eu, além de adorar seriado antigo. — Respondeu Genya.

— Olha quem fala… E eu não gosto de seriado antigo.

— Legal "Carinha que mora logo ali".

— Ah, deixa de ser idiota. Vamos logo antes que mamãe fique preocupada.

— Então tá. Ah, e desculpa de novo moça… Qual o seu nome mesmo?

— Kanae… Kochou Kanae... — Respondeu com um sorriso adorável.

— Ah, a mais velha das Kochou? Tirou a sorte grande heim maninho?

— Ah, vá ver se eu tô na esquina.

— Já volto então, até mais pombinhos! — Dizia Genya deixando a escola e seu irmão emburrado de vergonha.

— Ah, ele me paga…

— Ah, Sanemi… — Começou de forma polida.

— S-Sim… — Disse um pouco nervoso.

— Eu queria agradecer… Por ter me defendido hoje.

— N-Não foi nada. Além do mais, eu não podia deixar aquele miserável fazer isso com você.

— Mesmo assim eu agradeço.

— B-Bem, eu vou indo então. Até amanhã Kanae. — Dizia enquanto caminhava atrás de seu irmão.

— Até Sanemi.

Ela ficou observando o garoto ir embora e refletindo até que começou seu trajeto de volta pra casa sozinha e em silêncio.


Ao chegar lá, ela não encontrou Shinobu em casa, nem Kanao que tinha ido pra casa de Tanjiro, e como estava sozinha, com uma chuva fina começando a cair, ela decidiu que aquele dia seria encerrado da melhor forma possível: escrevendo fanfic. Ela fechou a porta e colocou a corrente pra evitar a entrada de algum desconhecido; foi para o seu quarto e jogou sua bolsa na cama; se dirigiu para o banho e enquanto esperava a banheira encher, ela refletia sobre os últimos dias, pois tinha acontecido tanta coisa. Mesmo depois de entrar, ela ficou refletindo enquanto se afundava na água quente, ela ainda pensava no seu novo amigo Tokisada, no seu novo conhecido Sanemi, e em como sua vida virou de cabeça para baixo quando conheceu aquele traste. Aquela peste conseguiu criar rachaduras na figura de Kanae de modo que nem ela imaginava que fosse ficar fragilizada com o que ele disse, fazia e até faria. Só de pensar nisso, ela sentia um calafrio na sua coluna que a fez sair do banho mais cedo do que queria.

Após se trocar e colocar uma camisola longa, acompanhada de um Haori com padrão de borboleta que sua vó lhe deu há muito tempo, ela deixou seus cabelos soltos como de costume e foi até a cozinha, voltando para a sala após alguns minutos acompanhada de uma caneca de chocolate quente que deixou em cima da mesa de vidro a frente do sofá, o nootebook estava aberto e em cima do sofá pronto pra ser usado, além do temporal frio e bom para se escrever. Como uma escritora dedicada, ela ligou algum música no seu Spotify, colocou seus fones e começou a escrever. O primeiro capítulo estava pronto, o qual apresentava a protagonista Kanade e todo seu ambiente escolar, todavia decidiu abrir um novo arquivo e redigiu uma nova história.

Motivada pela música que ouvia, a qual era a abertura de seu anime favorito, a canção "Hikaru Nara" ressoava por sua mente enquanto escrevia. A música, em sua tradução literal, dizia muito sobre o que seria o anime e sobre o quanto algumas ações dos personagens troxeram cor ao mundo cinzento do protagonista, especialmente àquela por quem ele se apaixonou.


A nova história de Kanade-hime começava a contar o mundo cinzento de uma jovem que só conseguia ver o preto e o branco das partituras, e o vermelho com tons de castanho de seu violino. Sua vida triste era expressada pelas suas notas e algumas composições menores, marcadas por notas tristes e acordes sem cor ou mesmo vida, simbolizando a sua agonia e a falta de uma mão amiga para ajudá-la a sair do lugar aonde afundava lentamente. Após conhecer a nova classe da escola em que fora matriculada para terminar o Ensino Médio, ela começou a ouvir uma melodia nova, uma melodia mais alegre. Por estarem na primavera e gostar de música clássica, ela logo reconheceu a canção: A Primavera, de Antônio Vivaldi. A única diferença é que não tinha acompanhamento e era apenas o cravo com seu som acústico que lhe trouxe uma fagulha de alegria e ela viu algo novo do lado de fora de sua escola: às pétalas rosadas da Grande Sakura. Era algo novo pra ela e uma lágrima emocionada escorria pela sua bochecha. Os próximos dias de Kanade-hime foram como o trabalho de um pintor, onde a cada momento que ouvia o som do cravo e, agora com a introdução, do piano conhecia novas cores, como o azul do céu, o laranja do crepúsculo, o prata da lua, o escuro azulado da noite, o verde da grama… A alegria que aquele som diário lhe trazia era mágica e lhe fazia ficar emocionada como nunca esteve. Por um momento, sentia que o "Sr. Vivaldi", como chamava o Cravista e Pianista, lhe estendia a mão e sentia também que podia conhecer novos sentimentos já que seu mundo agora estava colorido. Aquela primavera foi, sem dúvida, a melhor de Kanade-hime.


Enquanto Kanae escrevia, ela notou que o seu teclado tinha gotas de lágrimas. A princípio, ela estranhou até perceber que eram suas. Ela se viu no reflexo da televisão desligada a sua frente e depois no seu celular, ela esboçava um sorriso de emoção e as lágrimas que escorriam era de alívio, de alegria e felicidade, carregadas de emoções. Por um momento, sentiu que as lágrimas influenciavam na sua escrita. Ao terminar o capítulo com pelo menos 4 mil palavras, ela o postou nos sites aonde tinha conta, especialmente o "Flame Espirit", e deixou seu computador de lado enquanto caminhava até a varanda com sua caneca de porcelana. O chocolate estava ótimo e na temperatura perfeita, os ventos que empurravam seus cabelos para trás carregados de um frio fimo lhe faziam se afundar em pensamentos.

"Quem diria que o meu anjo da guarda seria minha inspiração para o 'Sr. Vivaldi'…" Pensava Ela. "Ou será que são anjos?"

Se Questionava também se ele estaria pensando nela, mas ele devia ter seus afazeres ou pensando em outra pessoa, como uma possível namorada ou alguém de quem gostasse que não fosse ela. No fundo, tinha esperança de que ele estivesse pensando nela apesar de tudo.

[…]

Enquanto isso ocorria, Sabito ia para a casa de Tanjiro visitá-lo, já que o conhecia há muito tempo. Chegando perto da casa dele, ele avistou do outro lado da rua um dos caras que mais odiava: Kaigaku. Há muito tempo, ele havia estudado com aquele garoto, porém após Kaigaku ter feito uma maldade e uma traição imperdoável, eles desenvolveram uma rivalidade digna de filme. Ele apertou o passo e tentou abaixar um pouco seu guarda-chuva pro lado pra ocultar sua presença, mas os problemas não terminaram quando ele avistou junto do seu rival ninguém menos que Daki. Ela era o símbolo de seu arrependimento, pois jogou sua experiência de Primeiro Beijo fora quando ficou com ela, e ele carregaria essa cicatriz na alma até o resto da vida, o que era terrível. Seguindo em frente, em uma alusão pra deixar o passado pra trás, ele chegou a casa de Tanjiro.

Ao fechar o guarda-chuva depois de chegar na entrada que tinha 4 pilastras sustentando um pequeno teto, ele tocou a campainha e Nezuko prontamente atendeu.

— Sabito-san! — Disse ela abraçando o garoto prontamente. A fofura dela era impagável, mas os abraços de Nezuko não eram de se negar.

— Nezuko! Como vai? — Disse ele retribuindo o abraço.

— Vou bem. E você? Trouxe a Aoi e a Makomo também?

— Infelizmente não, mas eu vim ver seu irmão. Ele está?

— Tá lá em cima, mas acho que não é uma boa hora.

— Por quê? — Perguntou visivelmente confuso.

Ela puxou o garoto pra dentro e, antes que ela o levasse lá pra cima, colocou o guarda-chuva dentro de um objeto cilíndrico vertical enorme com vários outros. Depois de muita insistência por parte da garota, eles chegaram até a porta do quarto de Tanjiro e Nezuko fez sinal para Sabito ouvir por trás da porta. Ele esboçou um sorriso de orgulho, pois ouvia o garoto recitando poesias com auxílio de seu violão e, pela voz feminina do outro lado, era pra alguém especial. Todavia, por algum acaso misterioso do destino, a porta se abriu e os dois caíram lá dentro.

— Porcaria. — Resmungou Sabito.

— Eu achei que tinha fechado a porta direito. — Disse Nezuko passando a mão na própria cabeça.

— Ou as portas estão com trancas ruins, ou foi algum acaso misterioso do destino de novo.

Quando levantaram os olhos, os dois viram os pombinhos corados e surpresos. Kanao estava envergonhada e com uma pequena faixa de vermelhidão cruzando seu rosto enquanto Tanjiro desviou o olhar.

— S-Sabito, o que faz aqui? — Perguntou Tanjiro envergonhado.

— Vim falar com você, mas como estava ocupado, eu iria embora já que a situação aqui tava romântica. Enfim, eu ia te perguntar aonde o Arima mora, eu queria falar com ele. — Dizia enquanto se levantava e ajudava Nezuko.

— Por que não mandou mensagem?

— Porque eu queria te visitar enfim. Sabe onde ele mora?

— 2 quadras daqui, mas acho que ele deve estar a essa hora no Restaurante Viagem ao Tempo.

— O de comida Ocidental? Eu devia saber, enfim, valeu então. Eu iria falar umas outras coisas também, mas não quero interferir na relação do casal. Ah, e Tanjiro, me convida pro casamento. Quero ajudar na decoração também. — Disse com um sorriso malicioso. Tanjiro ficou ainda mais envergonhado, porém Kanao foi mais além e estava quase toda vermelha.

— C-Casamento?! — Murmurava a garota.

— Sabito!

— Tá, tá. Já vou, até mais Kamado. 

— Te vejo depois Nii-san. — Disse Nezuko também saindo do quarto.

Ele fechou a porta e demorou algum tempo para os dois ficarem calmos e voltarem ao que faziam.

[…]

— Don Corleone! — Gritou Sabito ao ver Arima limpando o balcão de mármore. Ele caminhou até lá de braços abertos, esperando uma boa recepção.

— Sasori da Areia Vermelha! Como vai? — Respondeu no mesmo tom de piada. Tokisada ainda se apoiou no balcão e a gravata borboleta somada a roupa branca o fazia parecer um garçom.

— Você sabe que eu não gosto dele.

— E você sabe que eu não sou um Corleone.

— Por isso eu tiro uma com tua cara. Enfim, vim a negócios.

— Só na Academia. — Disse ele passando ainda mais limpador no balcão.

— É algo do seu interesse.

— Só na academia Sabito.

— Então não quer informação sobre o novo aluno.

Tokisada parou e logo voltou-se para Sabito. Ele suspirou e foram até uma das mesas mais afastadas no canto do restaurante. Arima ainda levou dois copos e duas latas de refrigerante, pois uma boa conversa sempre tem que ter algo pra beber.

— Vai custar quanto?

— Digamos que o meu tempo. E eu pago depois. Mas ande, diga.

— Sobre o novo aluno, na verdade é sobre os novos. — Começou ele abrindo a lata e enchendo seu copo. — Eu soube que tem alguns conhecidos seus.

— Como quem?

— Gyokko, Kaigaku, Hantengu… E alguns outros nomes pouco conhecidos como a nova aluna Koyuki.

— Você tinha minha curiosidade, agora tem a minha atenção.

— Você gosta mesmo de filmes antigos heim?

— Django tem algumas frases marcantes. — Disse ele enchendo também o seu copo. — Mas, voltando ao assunto, como o Gyokko voltou?

— Pelo que sei, ele foi readmitido por influência e insistência de um tal Muzan.

— Mas que droga. O Tokito não vai gostar. Mais alguém vai entrar?

— Uma estudante do intercâmbio chamada Nakime, uma artista musical inclusive. Eu já vi ela e, meu amigo... Que moça linda! Pelo que sei, ela é da Coréia do Sul. Outro que vai entrar também vai ser um tal de Rui, e eu não gosto dele.

— Por quê?

— Dizem que ele é o famoso duas caras. Mas enfim. — Ele fez uma pausa enquanto bebia o refrigerante. — Ele vem chegando aí com duas companhias. A primeira é uma tal de Anae, e a outra é Mirai, e pelo que me disseram. — Disse ele tirando seu celular e mostrando as fotos pro Arima. — Elas não são irmãs, mesmo tendo cabelos brancos. Aliás elas são bonitas.

— É, realmente… Mas elas não são lindas como uma certa pessoa.

Sabito guardou seu celular e notou a expressão do rapaz a sua frente.

— Você se apaixonou… E imagino que seja por uma das Kochou.

— Obrigado Sherlock, mas como sabe?

— Tanjiro estava com a mais nova, outro dia vi o Tomioka andando com a do meio, e agora tem a mais velha que dizem estar andando com você. Aliás, ela é 1 ano mais velho que você sabia?

— E? Meu amigo, nos últimos dias, aconteceram coisas que eu não poderia te contar aqui. Enfim, o que mais tem pra mim?

— Ah, é. Eu quero ser do conselho. Estou entrando na academia semana que vem, e queria te ajudar.

— Olha… Eu pensava em chamar o Rengoku, mas como a situação está apertada pra mim, o Kyojorou é professor, eu te aceitarei segunda que vem. E não esqueça do sobretudo e do chapéu ou boina.

— Ok. Ah, e queria te dizer que eu ouvi outro dia algo sobre a esposa do Ubuyashiki ser a nova Professora.

— Não diga…

— Agora eu já disse. Enfim, acho que ela vai tomar responsabilidade de diretora também.

— Interessante… Isso vai ajudar bastante.

— No que se meteu agora?

— Mais confusões com a Daki, e agora temo que o Douma entre no jogo também.

— Douma? Aquele Miserável?

— Conhece ele?

— Na minha antiga escola, ele foi pego fazendo o que não devia com uma das alunas. Era, inclusive, irmã da Anae que eu te falei. O escândalo fez ele ser expulso.

— E qual era o nome dela?

— Se bem lembro, era Mikki.

— E o que ele fazia?

— Vem cá. — Ele Sussurrou nos ouvidos de Tokisada que ficou paralisado.

— Isso… Isso? — Perguntou em choque.

— É pior ao vivo. Quando eu vi… Preferia ter visto o Jason Vorheess sem máscara.

— Céus… Então estamos com um problema.

— Dois se for contar que o Hantengu vai enjoar tua cabeça.

— Taquicaceta. Nos vemos então na segunda que vem. Vamos discutir isso a fundo e… Espera, aquelas não são as duas que você falou?

Sabito virou o rosto e viu as moças andando do outro lado da rua. Uma delas usava presilhas redondas verde-água nas longas mechas de cabelo que desciam a frente de seus ombros, diferente da outra que tinha mechas menores que tocavam os ombros. Ambas usavam casacos brancos com linhas que se cruzavam em certo ponto pra formar um hexágono e que combinavam com seus vestidos também. Elas conversavam alegremente sobre qualquer coisa embaixo de um guarda-chuva também branco com linhas pretas.

— Esse ano promete meu amigo…

— E como Don Corleone…

— Ah, e uma coisa: tu vai assumir quando?

— Quando o assumir que? — Disse voltando os olhares para seu amigo.

— Você mora com a Makomo há algum tempo, ela tem praticamente a mesma idade que você com a diferença de que estudam em anos diferentes, e ainda são muito amigos. Olha Sabito, eu não sou nenhum cupido, mas vocês até combinam.

— Não venha com essa. Depois daquela experiência traumática, eu tô tendo que lavar a minha boca 3 vezes por dia.

— Se você não seguir em frente, vai precisar de cloro então. Eu sei que sua experiência de Primeiro Beijo foi uma lástima, e apesar de não ter dado o meu primeiro, eu compreendo e digo: a Makomo e você seriamum par perfeito. E ainda tem o fato de que você ainda tem a experiência do Primeiro Namoro e o Primeiro Amor pra se viver.

— O primeiro nem sempre funciona.

— A vida é assim. Tem seus altos e baixos, e você já vive com ela, é só oficializar ou evoluir.

— Eu não sei...

— Se pensar no assunto, eu te pago uma garrafa de 3 litros e meio e separo uma mesa pra ti e ela.

— Agora falou a minha língua! Eu vou tentar Tokisada!

— Ótimo! Assim que se fala! E eu desejo toda a felicidade meu amigo! Nos vemos na segunda.

— Até segunda!


Notas Finais


Poisé... O capítulo não foi tão grande ou emocionante, mas os próximos serão. Enfim, agora algumas explicações:

— Anae, Mikki e Mirai são aquelas personagens da Família do Rui no Anime/Mangá original. Como não tinham nome, resolvi adaptar. Só pra ter uma ideia: Anae seria a "Irmã", Mikki seria a outra irmã (que apareceu em flashbacks e tentou escapar), e Mirai seria a "Mãe" (mesmo sendo a mais nova no Anime/mangá".
— Não postei capítulo novo nos últimos dias por falta de criatividade e também porque tô focado na outra história porque ela tá na reta final, mas calma que essa não vai ser abandonada kkkkk Imaginei muita coisa pra ela.
— Hikaru Nara é uma canção Explêndida e linda. Recomendo ouvirem.

Até a próxima.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...