História Avidez - Interativa. - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Palavras 1.223
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Lemon, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Um capítulo.
Finalmente?
Aleluia?
Sei lá kkkkkkkk
Espero que gostem.

Capítulo 2 - Hallstatt.


Hallstatt

Por volta de 14:40
 


O Sol não estava tão quente naquela tarde. De China à Áustria, o clima se diferencia muito para Anna.
Os cabelos ao vento da jovem balançam conforme a brisa da grande "Ilha-País" lhe bate na face. Trajada com um escuro corpete cujo lembrava o vinho e uma saia de rena preta, Anna não hesitava em deixar as lágrimas escorrerem pelo rosto. Estava de frente para a concretização de um dos seus maiores medos.
Estava de frente para a lápide de teu pai.


Stefã Baptiste Lovelace.

Um pai amoroso.


 

Anastácia mal podia acreditar. Se existisse maior arrependimento para a jovem, com certeza ainda seria o de ter deixado para trás tudo de bom e se mandado em um ato egoísta de fuga. Deixar para trás o homem que lhe criou não podia ser mais insano. Agora nada mais podia fazer. Nada adiantaria.

A moça caiu de joelhos e abriu a boca para gritar, no entanto um baixo grito quase inaudível forçou saída pela garganta de Anna. Caiu de joelhos na areia do cemitério até mesmo antes de Samuel se preparar para agarrá-la.

Quem? Pensava Anna.

Por quê?

– Anna?! - chamou Samuel. - Você está bem?

É claro que Anna não estava bem. Afinal, o teu pai estava morto.

Os olhos se encheram ainda mais de lágrimas. O passado lhe voltava na mente e por vez praguejou ao céu. Por que a odiavam tanto? Desejou ter o pai de volta, mas sabia ela que jamais aconteceria o que pedia com tamanha intensidade.

Perdera duas amigas.

Perdera o pai.

Perdera a vida.

Descobriu desgraças.

Não pode ter o amor.

Está sendo caçada.

Que vida. Com certeza não a que Anna queria.

Samuel tirou sua amada do chão e a abraçou com força. Logo atrás figuras se aproximaram devagar. Anabelle segurava uma pequena pena que logo chamou a atenção de Samuel. A loira prenderam os cabelos em uma bela trança. O corpo, revestido por uma sorrateira camada de jeans numa calça escura e também na jaqueta clara. A loira de belíssima olhos azuis encarou Anastácia tentando ao seu máximo demonstrar seus sentimentos. Parou em frente ao casal, e logo Cry se juntou a eles.

— Anna deve ficar na igreja. - disse Cry. - Anniel está à solta.

— Quem é Anniel? - Anna questionou.

— Ela é um Arcanjo. - respondeu Samuel, para a Surpresa da castanha. - expulsa do céu, assim como Lúcifer. Ela acredita que entregando você para os irmãos dela, ela ganharia perdão e poderá retornar ao Paraíso. Anniel amou Lúcifer, e por ele fazia tudo, inclusive dar a ideia de tentar Eva. Mas o plano não foi bem sucedido.

— O que houve? - Perguntou Anna.

— Surgiu a beleza de Eva. - Foi a vez de Anabelle falar. - Ela “destronou” Lilith, fez o fruto proibido, Lust, se apaixonar por ela, e para o ódio de Anniel, Lúcifer também se apaixonou por Eva. Ela então odeia todas as suas gerações.

— E isso mesmo me inclui. - disse Anna com escárnio.

Anabelle não conseguiu segurar o sorriso.

— Anniel foi sua professora Muriel Estuck. - comentou Cry. - Agora é ela novamente. Os corpos de Ellis Sinful e Samantha Jones foram encontrados e Já enterrados. Ellis, para todos, morreu de um infarto. Mas a jovem ruiva tivemos de organizar tudo para parecer uma tentativa de assalto, ainda bem que acreditaram.

— Quem matou o meu pai? - perguntou Anna interrompendo tudo e todos. - Eu quero saber quem foi.

Sem dúvidas, a pergunta causou certa confusão nos olhares das fiéis. Anabelle olhou de Cry para Anna. Então, após o vento passar pelas quatro pessoas veio a mais temida resposta.

— Foi Anniel. - Disse Cry olhando fundo nos castanhos olhos de Anastácia.

Foi como uma facada. Na verdade quem quer que fosse o assassino seria uma punhalada em Anna.

A castanha fez que ia cair, mas novamente Sam a segurou. Ele sempre a seguraria.

Ficaram ali os quatro. Precisariam de um plano. Anniel deveria ser morta. Sam e Anna deveriam ficar juntos.

Para toda a eternidade.

— Precisamos encontrar Lust. - Disse Samuel. - e todos outros caídos. Já senti mais duas auras desaparecerem.

— Diga os nomes, Samuel. - Anabelle pediu. - Talvez consigo encontrar os outros. Talvez já se visitaram algumas vezes, ou sei lá…

— Por quê me ajudaria? - questionou Anna levantando o rosto devagar.

— Não se precipite Anastácia. - Anabelle fala. - Não estou fazendo isso por você. Estou fazendo por teu pai.

Então o silêncio.

Quem o quebrou foi o demônio.

— Dake e Jud. Eles quem morreram. Conheço outros que não estão longe. - comentou. - Obertraun é o lar de dois colegas. Uma delas, um rosto familiar.

Eis a dúvida nos olhares das garotas.

— Já conheceram alguém chamada Andrea Rosa?

 

 

Obertraun não mudava nada. A mesma cidade vizinha de Hallstatt permanecia movimentada e limpa. Samuel parou sua antiga moto na calçada de uma bela casa. Anna retirou o capacete e ajeitou os longos cabelos.

Sam tocou a campainha duas vezes daquele imenso muro. O portão foi se abrindo devagar e uma moça magra saiu por ela.

Os cabelos estavam menores que antes, no entanto os lábios mais grossos e invejáveis. Andrea Rosa estava vestida de um sensual e excitante vestido curto de estampa florida. Os olhos piscaram quando notou Anna, e o excesso de rímel ameaçou escorrer pela face.

— Meu Sam! - Ela forçou alegria. Anna notou. A vassala de Samantha havia mudado muito. E o pior, mudou para muito, muito melhor. - A que devo a honra?

— Ou desonra? - rebateu Anna sem tirar os olhos da garota.

— Anniel está aqui.

Para surpresa de Samuel, Andrea não parecia surpresa com a novidade.

— Bem que eu senti cheiro de estrume. - zombou analisando suas unhas com esmalte rosa.

— Preciso encontrar Derek, Lust e os outros.

— Sabe onde encontrar Derek, mas se apresse, ou terminará como Jud e Dake. - Disse a caída.

— Precisa nos ajudar. - Samuel pediu. - Juntos matamos a Arcanjo e com seu sangue uniremos eu e Anna eternamente.

Andrea gargalhou. Alto.

Anna até então parecia não estar ali.

— Por quê acha que eu ajudaria ela? - Andrea focou em Anna. - arriscar minha linda vida por uma paixão sua? Não quero acabar como Jud e Dake, ou como Scar.

— Scar me traiu.

— Não interessa. É como sabe que eu não trairia você? Ou Derek trairia? Ou Lust? Somos domônios agora, Samuel!

— Sabe como sei que nem você, nem Lust me trairia? - perguntou. - pois é como você disse. Sou um demônio. Eu também posso jogar sujo.

Então o punho de Samuel a soco na barriga, e o impulso a levou para dentro da casa, quebrando a primeira parede. Anna olhou para os lados e com sucesso não avistou ninguém passando naquele momento.

O casal entrou, e Anna fechou o portão. Samuel alcançou Andrea e a agarrou pelo pescoço. Levou a mão nas suas costas e invadiu seu vestido. Anna se enciumou. Então elas saíram.

As asas de Andrea eram quase rosas na tonalidade de um algodão doce. Então cerca de seis penas foram arrancadas com força, e a mulher grunhiu.

— Você lutará comigo nesta guerra. - afirmou o demônio. - ou morra antes dela se iniciar.

É saíram.

Ao passar pelo portão Anna só tinha uma pergunta a fazer.

— Precisava enfiar a mão no vestido dela?

 

 


Notas Finais


Até o próximo.


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