História Awakening - Capítulo 37


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Seokjin (Jin), Personagens Originais
Tags Bts, Seokjin
Visualizações 117
Palavras 2.120
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom dia, boa tarde e boa noite.

Hoje é niver da Ali minha dongdong e uma das primeiras leitoras a comentar e fazer amizade com está unnie que vos fala. Então, presentes tem que rolar né ? Ali, feliz niver nenê, love u ♥️♥️♥️♥️

⚠️HÁ CENAS +18 ⚠️

Capítulo 37 - Viagem de casal.


POV JIN

A semana de teste passou, então finalmente pude postar uma foto de Kim, as Armys a amaram, mal falei sobre e ela já recebeu diversos mimos, roupas, coleiras, comidas, a cachorra seria mimada com certeza.

Ela também parecia estar bem acostumada, e depois do incidente com a chuva, parecia mais calma com isso também, teríamos alguns dias de folga, e eu queria realmente viajar com Mari, mas agora tínhamos Kim para se preocupar.

- Levaremos ela, vamos para alguma casa, assim ela terá espaço.

- Não sei, viajar nós dois sem toda atenção e invasão já será difícil, imagina com um cachorro enorme.

- Vamos de carro, temos tempo.

- Tem certeza? – Mari concorda. Então procuramos destinos para nossa viajem.

Achamos uma cabana fofa, perto havia trilhas e locais para visitação, marcamos tudo e combinamos nossos horários, afinal ela tem uma rede de restaurante e tudo tem que ser bem combinado.

De madrugada nos encontramos, alugamos um carro grande, tipo e família, não queríamos viajar com nossos carros, eles já são conhecidos, além disso era bom ter espaço para o cachorro, colocamos as coisas no carro, e vamos para a estrada, é bom ter esse tempo, até mesmo a viagem de carro é algo especial, cantamos, conversamos sobre tudo, o vento bate nos cachos dela enquanto ela fecha os olhos por conta do sol, eu sorrio feito um bobo apaixonado, mesmo depois de tanto tempo, ainda sou um.

Horas na estrada paramos algumas vezes para irmos ao banheiro, comprar algo para comer e deixar que Kim fizesse suas necessidades, agora tão perto do destino, já era possível ver a cerca branca e as flores que adornavam o local. Quando avisto uma pequena senhora acenando meu peito se aperta me lembrando de uma outra senhora que tenho saudades.

Somos muito bem recebidos, ela não conhece muito meu grupo, o que é engraçado, seu marido nos ajuda com as malas, mesmo que eu insista que não é necessário, eles nos mostram o local e é pequeno e aconchegante.

- Fiquem à vontade, qualquer coisa nos procure.

- Obrigada, e obrigada por achar um local para a Kim.

- Imaginem, ela parece um doce.

Deixamos as coisas nos quartos, e soltamos a coleira do urso desesperado, ela corre pela área verde, nos sentamos no cobertor com comida e bebida, olhando o sol e o céu azul, paz, é sempre bom.

- Vamos fazer o que hoje?

- Tem uma trilha aqui perto, que podemos fazer sozinhos, pelo que vi a Kim consegue também.

- Otimo, tem uma cachoeira? – Ela concorda. – Vamos fazer sexo nela?

- Jinnie. Meu Deus, você anda muito pervertido.

- Um homem apaixonado.

POV MARI

Colocamos roupas confortáveis e seguimos o caminho no mapa que baixei, é tão lindo, arvores com copas cheias, e rochas de todas as formas, não sei se é tudo natural ou se ele criaram esse ambiente, mas é tão gostoso respirar aqui, é possível sentir o cheiro de terra molhada, ouvir os pássaros que estão escondidos entre os verdes e galhos, me sinto renovada só de estar ali.

O caminho de pedras escuras começa a ficar mais estreito, as arvores estão mais fechadas também, então sei que estou realmente chegando a clareira onde tem um cachoeira escondida, já é possível ouvir o som da agua, Kim some na nossa frente, espero que não se jogue das pedras, Jin segura a minha mão e caminhamos lado a lado, meus olhos demoram um pouco para se acostumar com a luz do local, parece de filme, grama verde, flores e borboletas, em meio a diversas arvores enormes, um local especial, neste momento todo nosso.

A cadela corre e brinca sem medo, e sei que podemos deixar ela solta sem problemas, arrumamos as coisas no chão, mesmo que o tempo esteja meio frio, estou de biquíni, vejo os olhos dele ficando escuros conforme vou tirando as peças de roupa que tampam meu corpo.

- Você vem?

- Com certeza.

É minha vez de babar, quando ele se livra da camiseta, e deixa seus ombros largos de fora, quase me jogo nele bem ali, mas Jin tinha um desejo, e eu estou muito tentada a realiza-lo. Entramos lentamente na agua, dou gritinhos com o gelo, ele me segura no colo e entra de uma vez debaixo da cachoeira, começo a rir, fico de pé e o abraço, envolvendo meus braços em seu pescoço. A água é forte, mas nada que machuque, na verdade ficar debaixo dela faz massagem em minhas costas, o calor começa a subir quando duas mãos grande alisam minha bunda por cima do tecido, e depois massageiam minha cintura, ele cola meu corpo no dele, enquanto seus dentes puxam e soltam a pele dos meus lábios.

É possível ouvir todos os sons do ambiente, incluindo um cachorro que deve estar correndo atrás de tudo que se mexe, mas ali dentro, perto daquela escuridão que a cachoeira e as pedras causam, eu me sinto tão entregue que não ligo quando seus beijos descem pelo meu pescoço, trato logo de arranhar as costas que tanto gosto, e morder e chupar a pele do peitoral completamente exposto para mim.

Sou empurrada para trás, agora sentindo apenas a agua que ainda está caindo sobre ele, sua mão alisa minha barriga, minha cintura, e logo seus dedos invadem meu biquíni, me mexo neles, devo estar tão molhada quando esse pequeno lago, fecho os olhos e puxo seus fios para que possa beija-lo, encontro sua língua com a minha e é obsceno como ela me excita.

- Não. – Puxo sua mão quando ele tenta soltar o nó do biquíni. Ele ri, chupa a pele do meu pescoço, e eu fico de seios desnudos, não consigo negar nada a ele, ainda mais quando sua boca abocanha um deles, enquanto seus dedos trabalham dentro de mim.

A pedra é meio lisa, então me sinto um peixe se debatendo, tentando rebolar e não gemer desesperada. Me esfrego nele, sinto minha costa sendo arranhada pela pedra, quando sou içada para cima, meus dedos desesperados procuram pelo botão de seus shorts, ouço o clique, seu membro está duro, e latejando, o envolvo com a mão, alisando da base até a glande, onde brinco com meu polegar.

- Mari, que saudades. – Morde meu ombro, começo a estimular seu membro com mais agilidade, seu polegar rodeia e alisa meu clitóris, sinto meu corpo começar a tremer.

Jogo a cabeça para trás não ligando para a ardência do contato dela com as pedras, ele some por alguns segundo, então sinto sua mão afastando meu biquíni, e ele me invade de uma só vez, dessa vez nem mordendo o lábio evitar o grito de prazer.

- Jin, por favor, mais forte. – Ele aperta com força minha cintura, estocando com vontade, a agua escorrendo por nós dois, o sol queimando levemente a sua pele, deixando ela quente. – Meu Deus, ai, continue.

Ele continua estocando e rebolando dentro de mim, tocando no ponto onde ele viu que estou necessitada, sua língua brinca com a minha em mais um beijo, logo sinto seu membro ficando ainda mais inchado, sei que ele vai gozar em breve, então rebolo contra ele, me inclinando para trás desço minha mão e eu mesma me toco, seus olhos ficam negros me encarando.

- Você é tão linda. – Ele me apoia para que eu não escorregue. – Tão gostosa, Jagi.

Sua voz rouca é o ápice para que meu corpo sinta o tremor e o choque, meus dedos trabalhando em ritmo com suas estocadas, então chego no orgasmo, gemendo enquanto gozo. Ele sai de dentro de mim, estimulando seu membro e logo se desfazendo em minha barriga, tão sexy, tão meu, nos beijamos e ele me puxa de volta para a cachoeira, me lavando, meu corpo treme junto ao dele, sentindo os efeitos do amor que acabamos de fazer.

POV JIN

Depois de arrumar o biquíni dela, e meu shorts, nós saímos da água, rindo como dois adolescentes, procuro o ser que deveria estar correndo, a encontro mexendo na mochila, deve estar com fome, já já ela vai destruir tudo ali.

- Será que ela nos viu? – Mari fica vermelha.

- Do jeito que estava animada e agora com fome, deve ter visto nada.

- Que vergonha. – Tampa o rosto, puxo ela e selo nossos lábios, reparo nos cachos molhados que agora ficam mais cumpridos.

- Você fica tão linda assim, corada e nua.

- Meu Deus, se acalme, sim?

Me sento e começo a fazer carinho na pequena monstrinha, abro a mochila e entrego a ela o que ela tanto busca, seus petiscos prediletos de brócolis, culpa da mãe vegetariana.

- Queria morar aqui. – Mari esta deitada e em sua perna está Kim.

- Também queria, ver vocês assim todos os dias.

- Deveríamos morar juntos.

- Já moramos, esqueceu?

- Não, queria que você pudesse voltar sempre para casa. Queria aproveitar todos os dias com você.

- O que foi? – Seus olhos ficam aguados. – Mari.

- Tenho pensado que você vai ficar longe.

- Esquece esse assunto, não precisamos falar dele. – Me deito puxando-a para meu peito.

- Não consigo, lembro dele sempre. Culpa dos seus colegas.

- Me perdoe, sim? Todo o meu tempo livre é seu.

- Não quero monopolizar você, os meninos sentem sua falta também.

- Fico com eles direto.

- Desculpe, só estou sentimental.

- Eu sei que pensar em ficar sem esse deus da beleza e da cozinha deixa qualquer um assim.

- Ah não. – Ela ri e revira os olhos.

- Sei que minha presença divina e espetacular faz falta.

- Chega, já esqueci a ideia, vá com Deus.

- Ah, sua marota, respeite seu, oppa.

- Oppa? – Ela começa a rir.

- Diga, “sentirei saudades do meu oppa”

- Nos seus sonhos.

Começo a fazer cocegas nela, e logo estamos um embolado de pernas e patas, rindo e ouvindo latidos animados, não digo a ela, mas penso sobre isso todo dia também, se ela irá me esperar, se irá aguentar. Quero ignorar esse tipo de pensamento, mas ele vive voltando a todo momento, é triste, mas não consigo evitar.

No segundo dia encontramos um local onde se pode pintar e aprender coisas manuais, indicação da nossa nova amiga e dona da pensão, eu sou um desastre é claro, mas Mari parece se dar muito bem, fico apenas me divertindo com a tinta, tiro fotos para postar no Twitter.

A tarde vamos a um festival, as crianças locais apresentam um mini teatro e eu fico emocionado, depois a danças dos idosos, tudo bem emocionante, ver eles com roupas tradicionais apresentando historias entre músicas, me faz lembrar o motivo de amar minha profissão, minha arte.

Enquanto Mari toma banho fico sentado do lado de fora brincando com Kim, anoto algumas coisas que pensei para uma nova música, tenho estado muito inspirado, logo as envio para Namjoon, não quero acabar ficando envergonhado e desistindo, recebo uma mensagem com ele me elogiando, e que já está pensando sobre a melodia, fico realmente animado para ter essa música.

Depois de banho tomado e de dar o passeio noturno com Kim, eu e Mari vamos para um restaurante, passamos a noite entre soju e risadas, nada poderia ser melhor que isso.

Terceiro e ultimo dia completo aqui, e esse dia nós lotamos de coisas, atividades para todo lado, deixamos para descansar na manhã do dia seguinte, antes da viagem. Jogados na cama, conversando, comendo, me sinto cem por cento renovado, Mari até mesmo pensou em uma nova receita, fico admirando-a enquanto escreve, gosto de ver ela escrevendo em português, almoçamos e arrumamos tudo para partir, não que um de nós realmente queira partir.

- Não quero ir. – Faço bico.

- Não seja maroto, você tem um show amanhã.

- Eu sei, mas queria ir e voltar.

- Também, mas é longe, ficaríamos exaustos, mas voltaremos em breve.

- Ok. Você é muito sensata.

- Um de nós tem que ser.

- Hey! Não me chame de infantil na frente da criança.

- Ela sabe como o appa dela é, não preciso dizer.

Como se estivesse participando da conversa, ela late e apoia a cabeça no encosto do banco, eu e Mari caímos na gargalhada.

- Atacado por minha noiva e filha. Estou mesmo ferrado.

- Mulheres unidas jamais serão vencidas, oppa. – O tom, aquele maldito tom, ela sabe como mexe comigo quando fala isso desse modo.

- Vamos, ou eu vou largar mão de tudo e te levar de volta para o quarto.

- Ah promessas e promessas.

Acelero, ela pisca e segura minha mão, ligamos o som e voltamos para a realidade, que eu não acho ser ruim, não quando estou tão feliz e completo.


Notas Finais


Vocês acreditar que estamos no fim? MDS tô chorando já 😭😭😭


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...