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História Azar ou Muita Sorte - Capítulo 24


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, nem demorei muito😆
Sei que ansiedade tá grande rs.

Boa leitura.

(Créditos ao Artista )

Capítulo 24 - Beco Sem Saída


Fanfic / Fanfiction Azar ou Muita Sorte - Capítulo 24 - Beco Sem Saída

Milo chegou em casa e já foi logo pedindo pra Shaina lhe devolver o celular, a chave da  moto e o seu cartão de platinum.

 — Milo não é porque você resolveu tomar um rumo na sua vida que eu vá liberar essas coisas pra você.

 — Eu mereço ter de volta.

 — Ok, mas se vacilar eu tiro na mesma hora.

 — Combinado.

 Shaina destranca abre o cofre e devolve o que ele pediu. Milo sorri satisfeito, o Escorpiano sente falta da presença de Camus, chamou e procurou pelo ruivo, mas não encontrou.

 — Mercedes, cadê o Camus?

 — Ele saiu, depois do senhor.

 — E disse pra onde foi?

 — Não senhor.

Milo liga pra Camus, mas a chamada é encerrada, Camus havia desligado, no mesmo instante Milo sente que tem algo errado.

 — Shaina pergunte se os seguranças sabe pra onde ele foi. Disse Milo.

Shaina ligou para a portaria, falou com um dos seguranças, Milo não sabia o que estava acontecendo, mas sentia que tinha algo errado.

 — Os seguranças disseram que Camus entrou num taxi e não quis se acompanhado. 

Milo e Mercedes se olham.

 — Senhor eu acho que ele foi lá. Disse Mercedes.

 — Mais que merda. Esbraveja Milo.

 — O que está acontecendo. Pergunta Shaina.

 — Camus recebeu um bilhete do Aiolia, dizendo que queria falar com ele. Disse Mercedes.

 — Camus não seria tão burro de ir sozinho. Disse Shaina.

 — Parece que ele é burro sim. Disse Milo, contrariado.

 — E o que vamos fazer. Pergunta Mercedes.

 — Eu vou até lá. Disse Milo.

— Não vai mesmo. Disse Shaina.

Shaina fica na frente de Milo impedindo a passagem dele.

 — Sai da minha frente Shaina.

 — Milo você não pode ir lá, só vai piorar a situação.

 — Eu não posso deixar o Milo nas garras daquele lixo.

 — Eu vou pedir para um dos seguranças ir até lá, pode ser?

 — Não, eu mesmo vou.

 — Mas você não pode... Porque está tão exaltado assim?

 — Camus não vai saber como se defender, e não vou me perdoar se algo acontecer com ele. Disse Milo.

 — E por que se importa tanto, Milo. Pergunta Shaina.

Sem exitar Milo, diz:

 — Porque eu o amo.

— Então vocês estavam juntos esse tempo todo e me fazendo de boba?

 — Claro que não, Camus é descente, se manteve profissional esse tempo todo, mas ele sabe que eu o amo, enfim, depois explico tudo, agora preciso buscá-lo.

Shaina não falou nada, apenas deixou ele ir, ela estava processando tudo.

 — Você sabia disso Mercedes?

 — Sim senhora.

 — Quebrou minha confiança... Está demitida.

Aiolia levou Camus até seu quarto, era um cômodo enorme cheio de espelhos e uma cama bem grande.

 — Seja bem vindo ao meu ninho de amor.

 — Ao seu abatedouro isso sim.

 — Relaxa Camus, vai ser divertido, vai implorar por mais.

 — Eu duvido... Se eu transar com você, vai deixar o Milo em paz non é isso?

 — Na verdade eu vou pensar se deixo ele em paz.

 — Non estou entendendo.

 — Você acha que vou ficar satisfeito com uma transa, vai ter que se submeter a mim até eu achar que você não tem mais valor.

 — Jamé, eu non sou um objeto.

 — Você que sabe Camus, ou faz o que quero ou vai visitar Milo na cadeia.

Camus cerra os punhos, e diz:

 — Eu tenho nojo de você.

 — Deixa de conversa fiada e tira logo essa roupa, me deixe ver como você é.

Com as mãos trêmulas, Camus foi desabotoando a camisa, assim que ele tira, Aiolia vai pra cima, deslizando suas mãos pelo corpo de Camus, este fecha os olhos ainda tentando pensar numa saída, pois tinha gravado a conversa, mas ainda não sabia como sair porque Aiolia tinha trancado a porta, Aiolia enfia as mãos dentro da calça de Camus, o Aquariano o empurra, e diz:

 — Non posso.

 — Como é?

 — Estou muito nervoso, preciso de algo pra relaxar.

 — Isso é papo furado, vem aqui logo... 

 — Non, preciso de algo para me fazer relaxar, ou por acaso quer transar com uma tábua?

Aiolia estava impaciente, mas Camus tinha razão.

 — Então o que você quer, bebida, erva? 

 — Non quero nada disso, um banho gelado vai ajudar.

 — Ok, mas vai logo.

Camus entra no banheiro e tranca a porta, enquanto Aiolia relaxava na cama, Camus ficou pensando no que ia fazer, então reparou na janela do banheiro, que dava pra passar uma pessoa do físico dele, Camus estava descalço e só vestido com a calça, ele pega um roupão que tinha no banheiro veste, liga o chuveiro e com um pouco de dificuldade ele consegue sair da janela, fica pendurado do lado de fora, estava no segundo andar da casa, não tinha jeito ele precisava pular, e então pula e cai no meio dos arbustos, mesmo dolorido ele consegue levantar e sai mancando, quando Aiolia descobriu Camus já tinha pulado o muro da propriedade, consegue arrumar taxi e vai embora, no caminho ele liga para Shaina e pede que encontre ele no escritório do advogado, Shaina não diz nada sobre Milo ter ido atrás dele para não preocupar Camus, só confirma que vai e desliga, logo em seguida ela liga para Milo, mas ele não atende, ela tenta de novo, e nada dele atender, então ela liga para Cassius que foi junto, ele atende, Shaina pede pra ele dar meia volta porque Camus já não estava mais com Aiolia, Cassius respira aliviada, eles estavam quase chegando e ele só previa o pior se Milo e Aiolia se vissem de novo. Cassius explica que Camus estava esperando no escritório do advogado, Milo fica sem entender e pede que Cassius vá pra lá, passa um milhão de coisas na cabeça de Milo, nem uma era boa. 

Shaina foi a primeira a chegar, mas Camus não diz nada por enquanto espera Milo chegar, depois de um tempinho Milo chega preocupado e se apavora quando vê o estado que Camus estava, todo sujo, arranhado e usando um roupão.

 — O que aquele desgraçado fez com você?

 — Calma Milo, eu estou bem. Disse Camus.

 — Não me parece... O que deu na sua cabeça de ir até lá?

 — Milo se acalme, Camus se arriscou por você e graças a ele, você nem vai precisar ceder os direitos autorais pro o Aiolia. Disse Afrodite.

 — Como assim. Pergunta Camus.

 — Aiolia fez uma proposta indecente para o Camus, e isso é assédio, da um processo dos grandes, podemos até arrancar uma boa grana dele.

 — Posso ouvir a gravação. Pergunta Milo.

Afrodite liga o áudio, e Milo escuta tudo do começo ao fim, depois de ouvir, Shaina diz:

  — Pegamos ele Milo, a sorte está do nosso lado.

 — Você nem precisará vender nada, pode pedir a quantia que quiser, faremos um acordo com ele. Disse Afrodite.

Milo olha para Camus com decepção, e diz:

 — Não quero nada daquele verme, e pode dar os direitos da banda pra ele eu tinha dito que não quero mais.

 Milo vai embora do escritório chateado, deixando todos sem entender.

Camus vai atrás.

 — O que deu em você, tem a oportunidade de ficar com o que é seu e agora vai jogar fora.

 — Não to afim de falar Camus, me deixa sozinho.

— Non, eu fiz aquilo por você, non jogue fora.

Milo não consegue controlar e logo explode.

 — Eu não mandei você fazer aquilo, fez porque quis, não devia Camus.

 — Mas você seria preso.

 — Então deixasse eu ser preso, eu prefiro cadeia do que deixar ele fazer algo com você...

Milo entra no carro e vai embora deixando Camus pra trás. Afrodite não sabia o que fazer depois do que Milo disse a ele.

 — Então como vai ser Pergunta Afrodite.

 — Por enquanto nada, preciso da decisão do Milo, ele está irritado, vamos deixar a poeira abaixar, amanhã dou uma resposta.

Quando Shaina saiu do escritório Camus não estava, ela resolve não ir pro ap do Milo, não era o momento, ela entra no carro e vai pra casa dela. Camus chegou no apartamento, e tudo estava um silêncio, Milo não estava em canto nenhum, Camus deduziu que ele estivesse trancado no seu cômodo particular, exausto Camus vai tomar um banho pra relaxar, mas não consegue, a lembrança de Aiolia tocando ele o atormentava, Camus estava com nojo do seu próprio corpo, Camus chorava, nunca tinha passado por aquilo antes, na cabeça de Camus o cheiro do Aiolia estava impregnado nele, paranoico, Camus esfrega todo o corpo tentando tirar o cheiro. 

Milo saiu do cômodo, quando ia entrando em seu quarto, ele escuta um barulhão vindo da cozinha, ele vai até lá, Camus ia fazer um chá para se acalmar e acabou derrubando a chaleira, Milo notou que Camus estava estranho, estava só de roupão e descalço, ele não tinha o costume de andar assim pela casa.

 — Camus, você está bem?

Camus não responde, Milo chega mais perto e vê Camus chorando.

 — O que aconteceu?

Camus tremia.

 — Eu não consigo tirar o cheiro dele, Milo.

 — Cheiro de quem?

 — O cheiro daquele monstro que me tocou.

O coração de Milo aperta.

 — Camus você ficou traumatizado, é compreensível, mas vai ficar tudo bem. 

Milo tenta abraçar Camus, mas o Aquariana recua, estava transtornado.

— Eu só quero que esse cheiro saia, faz ele sair Milo... Eu não quero mais ter medo, não quero pensar no que vai acontecer eu só quero te amar. Disse Camus.

Camus tira o roupão e finalmente se entrega nos braços de Milo, que o recebe com um beijo caloroso, Milo sempre sonhou com esse momento desde que conheceu Camus. 

Milo vai beijando e descendo a boca pelo pescoço de Camus e vai descendo mais até o mamilo, onde ele morde e contorna com a língua, não demora muito para o corpo de Camus reagir, com uma das mãos Milo desliza nas costas de Camus até o bumbum onde ele penetra dois dedos fazendo Camus gemer alto deixando-o mais excitado, estocava fundo os dedos em Camus e beijava todo aquele corpo entregue a ele. Ainda com os dedos dentro de Camus, Milo desce um pouco mais e com a outra mão masturba até o corpo de Camus estremecer, Milo para um minuto fica observando o estado em que Camus estava, o Escorpião fica mais excitado, Camus o deixava louco.

Milo volta a beijar Camus, depois o levanta segura com firmeza as coxas do ruivo e o possui, Camus se agarra nos ombros do amado, cravas suas unhas e dentes nele deixando o Escorpião com mais tesão, Camus ainda estava com o corpo dolorido, mas por conta excitação ele sentia dor. Milo desce Camus, que mal para em pé, ele vira o ruivo de costa o inclinando e penetra novamente, Milo se movia tão rápido, que Camus precisou se segurar na bancada pra conseguir aguentar a adrenalina, Milo puxava os cabelos de Camus e dava palmadas na bunda do ruivo, os gemidos dava pra ouvir por todo apartamento, eles começaram na cozinha e terminaram na sala, com Camus cavalgando em cima do membro rígido e pulsante do amante, quando finalmente chagam ápice, eles descansam seus corpos suados e exausto no sofá, se beijando e trocando caricias.

 — Posso dizer que o dia de hoje está na lista dos melhores dias da minha vida. Disse Milo.

 — E qual é o número um?

 — O dia que te conheci.

 — Tá, fala sério.

 — Mas é sério, você me mudou, o que estou vivendo com você é muito diferente do que já vivi, me sinto outra pessoa.

 — Estou tão feliz que você esteja melhorando, eu não sei como vai ser daqui pra frente, mas quero que saiba que estarei do seu lado pra tudo.

 — Promete. Pergunta Milo.

 — Sim meu amor. 

Milo abre um sorrisão depois enche Camus de beijos.




Notas Finais


Pronto meus amores, finalmente aconteceu.


Beijos😘


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