História Azarada - Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 22


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtanboys, Bts, Chimchim, Imagine, Imagine Jeon Jungkook, Imagine Jungkook, Jeongguk, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Kook, Namjoon, Rapmonster, Suga, Tae, Yoongi
Visualizações 997
Palavras 2.327
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 22 - Constrangimento


Fanfic / Fanfiction Azarada - Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 22 - Constrangimento

Despertei às sete da manhã, porém continuei naquela cama enorme do quarto daquele hotel. Fitei Jungkook dormindo no chão, ele parecia estar no sétimo sono. Fitei o teto, suspirei pesado e comecei a refletir.

Como eu me permiti estar nessa situação agora? Eu nem devia ter começado um relacionamento com ele pra começo de conversa. Me levantei, fui em direção a minha mala, peguei uma roupa para que eu passasse o dia nesse hotel. Eu nem sei como passaria os dias nesse hotel com o Jungkook, mas teria que cumprir os dias que ele pagou.

Cheguei ao banheiro, lavei meu rosto, escovei meus dentes e todas aquelas coisas que eu faço todos os dias depois que eu acordo.

[...]

Assim que estava pronta, sai do banheiro e JungKooK continuava dormindo suavemente e tranquilamente, sai do quarto e caminhei até o elevador para tomar meu café da manhã no refeitório do hotel.

Assim que cheguei no refeitório que se encontrava meio vazio naquela manhã, as comidas estavam expostas em um self service, onde eu iria me servir.

Após pegar meu prato, bandeja e escolher minha comida, fui até a mesa que eu escolhi, sentei-me em minha cadeira sozinha e comecei a comer.

De repente, enquanto eu comia, Sr. Park e Jimin sentaram-se em minha frente sorrindo, afim de conversa. Por educação parei de comer para respondê-los.

— Bom dia. — disse Sr. Park.

 Bom dia. — Sorri e fitei Jimin que estava quase morto de sono.

 Bom dia. — disse Jimin.

 Está gostando do hotel? — perguntou Sr. Park e eu suspirei. Por fim, eu Assenti pra ser educada.

 Fico muito feliz! — Sr. Park sorriu mais uma vez.

 Cadê o Jungkook? — perguntou Jimin, ainda com sua cara sonolenta.

 Está dormindo ainda. — respondi.

Nesse momento, apareceram mais um casal de hóspedes entrando no refeitório e chamando a atenção do pai de Jimin. Ele tinha que recebê-los.

 Gente, eu vou lá receber eles. — disse o pai de Jimin. — Fiquem à vontade. — Se levantou e aproximou-se do casal. Jimin escorou os cotovelos sobre a mesa e esfregou suas mãos em seu rosto para espantar o sono.

 Que sono, né? — disse ele, com o rosto tampado.

 Por que não continuou dormindo? — perguntei.

 Porque meu pai é um pé no saco. — respondeu.

 Eu lembro que seu pai estava discutindo com você sobre sua faculdade... O que houve? — Ok, eu estava muito intrometida.

 Tranquei ela. Tive que parar. — Me fitou. — Eu moro sozinho e comecei a ter problemas financeiros, tentei muito evitar ter que vir pedir ajuda aos meus pais, mas não deu... Estou aqui.

 O que eles disseram sobre isso?

 Ah, me deram a maior bronca. — Revirou os olhos.

 Você vai voltar a faculdade?

 Não sei. — disse ele. — Não sei se é exatamente isso que eu quero pra minha vida. Meus pais são um saco. — resmungou.

 Seus pais são maravilhosos, Jimin. — eu disse, convicta. — Você não sabe o que são pais ruins. Tem muitos que abandonam seus filhos, os seus pais pagam a faculdade pra você. Eles são demais. Quem dera que meus pais pagassem uma faculdade pra mim, minha vida seria completamente diferente.

 Seus pais te abandonaram? — perguntou e eu engoli em seco, engolindo o choro.

 Não quero falar sobre isso. — disse, após engolir o choro que chegaria se eu continuasse com esse assunto.

 É um assunto complicado pra você, não é? — perguntou.

 É. — Abaixei a cabeça e comecei a comer.

 Realmente, eu reclamo da vida, mas eu não deveria. — disse ele.

 Oi, gente. — Jungkook sentou-se ao lado de Jimin e eu terminei meu café da manhã.

 Tchau, Jimin. — Me levantei, ignorando-o e Jimin começou a rir da cara de Jungkook.

 Ah, você não pode sair assim. — disse Jungkook.

 Ah, eu posso. — Afirmei. Jimin começou a rir ainda mais de Jungkook.

Peguei meu celular sobre a mesa e fui em direção a saída. Eu consegui disfarçar, mas na hora que Jungkook apareceu eu fiquei tão nervosa que eu sai dalí.

Enquanto eu andava até a saída do refeitório, tropecei e cai na frente dos hóspedes que estavam alí.

Eu cai que nem bosta no chão, pagando o maior mico.

Cara, isso só acontece comigo.

Me levantei, com meu rosto vermelho de vergonha e continuei andando sem olhar pra trás. Sai do refeitório, indo em direção ao elevador e comecei a apertar em qualquer botão nervosamente querendo sair dalí o mais rápido possível.

O elevador parecia não me obedecer, apertava e pressionava meus dedos diversas vezes no botão e nada parecia acontecer, continuava na mesma.

 Vai, elevador! — Fiquei nervosa. — Mas que porcaria que esse elevador não me escuta! — esbravejei, apertando no botão. — Só acontece comigo...

De repente, um dedo indicador apertou no botão acima do botão que eu estava apertando. Fitei a pessoa e era Jungkook que estava exatamente atrás de mim.

— Não precisava. — murmurei e o elevador abriu. — Como? — Franzi o cenho, incrédula e fitei Jungkook.

 Você estava apertando no botão pra descer. — disse ele. — A gente está no térreo. E você fica aí paranóica apertando esse botão pra descer.

 Ué...

 Descer pra onde, querida? Se a gente já está no térreo. Você quer descer pra onde? Pro núcleo da terra? — perguntou, como se fosse algo óbvio. Suspirei enraivecida, eu estava tão nervosa que nem notei que estava apertando no botão errado.

Entrei no elevador e ele entrou logo em seguida. Cruzei os braços e me apoiei naquela parede gélida e prateada daquela cabine de elevador.

 Eu vou embora, não aguento mais. — decidi. — Eu vou pedir um táxi, sei lá...

 Nós estamos em uma área afastada, é uma fazenda! — disse Jungkook e eu suspirei cansada. — Olha, você precisa me ouvir. — Tentou se aproximar e eu me afastei, trocando de posição com ele, tentando me afastar ao máximo.

 Não ouse se aproximar de mim. — pedi e ele apertou em um botão que parava o elevador.

 Por favor, vamos esquecer o que aconteceu naquele dia. Eu não estava bem naquele dia, eu estava com o sangue quente e falei o que não deveria. — disse ele.

 Não perdôo! — Deixei claro. — E saiba que eu me demito, tá?

 Você não pode fazer isso. — Esfregou suas mãos em seu rosto.

— Posso sim! E eu vou! — afirmei.

 Você vai pagar suas contas como? — perguntou. — Não faça isso, ____.

 Seria tudo mais fácil se você fizesse diferente, Jungkook! Seria muito mais fácil se você não tivesse mentido pra mim! Assim eu poderia até pensar na possibilidade de te perdoar. — Senti meus olhos marejarem. — Mesmo depois de voce você ter tocado na minha ferida sem dó e nem piedade, e pior! Você jogou algo na minha cara, algo que eu te contei porque eu confiei em você! E ainda por cima na presença do Jimin.

— Não se preocupe com ele, ele não vai sair por aí contando sua vida para as pessoas não e...

 Não é isso que eu estou dizendo! — o interrompi, aos berros. — Você me humilhou! Se eu te conto algo é pra ficar pra você e só pra você! Não é pra contar ou jogar isso na minha cara em hipótese alguma! Ainda mais algo que me magoa há muito tempo. Se você pretende me humilhar, por que ainda finge que quer estar comigo?

 Eu não estou fingindo! — Gritou. — Eu te amo, é sério! — disse ele, olhando nos meus olhos e me fazendo dar uma risada alta.

 Você é muito cara de pau! — Comecei a rir. — Me ama, mas mente pra mim. Me ama, mas me humilha na frente desse seu amigo, primo ou sei lá. Me ama, mas praticamente esmaga meu pulso como fez ontem. Me ama, mas me machuca. 

— Lógico que não. Foi em um momento que eu estava nervoso, eu jamais machucaria você.

— Que "amor" estranho é esse que você diz sentir por mim?! Que amor é essa que humi-

Suas mão seguraram as laterais de meu rosto e puxou-me para um beijo de surpresa, interrompendo minha fala. 

Minha frase fora interrompida no momento que seus lábios colaram-se aos meus, pegando-me de surpresa, desprevenida. Meus olhos simplesmente arregalaram-se com sua audácia. Suas mãos firmaram-se alí nas laterais do meu rosto e eu nem consegui fechar os olhos.

Correspondi ao beijo, porém ainda estava tão incrédula que não consegui fechar meus olhos. Olhei de canto de olho para os botões do elevador levei minha mão até o botão e apertei no botão que dava o prosseguimento da subida ao andar do nosso quarto.

Enquanto o elevador não subia, usei minha mão para socar seu ombro, para fazê-lo entender que eu queria que parasse, porém ele não parou. Então, usei meus dentes, segurei seu lábio e mordi com força para fazê-lo parar.

 Ai! — Interrompeu bruscamente o beijo, afastando-se de mim com os olhos arregalados. Ao afastar-se, olhou em meus olhos com a mão na boca. — Você ficou maluca?!

 Você não tinha o direito! — gritei e ele me fitou como se eu fosse louca. Ele tirou a mão de frente de sua boca e pude ver que seu lábio inferior tinha um leve corte e sangrava.

 Você me machucou! — Ficou incrédulo quando viu sua mão suja de seu próprio sangue.

 Você é um cretino! — gritei e ele continuou me fitando com os olhos arregalados como se eu fosse louca. — Eu estou com raiva de você, entendeu?!

 Foi só um beijo! — gritou.

 Eu estou com raiva! Então não me beija! — gritei. — Eu não admito que você faça isso sem a minha permissão ou pra calar a minha boca!

 Louca. — Ficou incrédulo. — Você é doida. Qualquer uma iria ceder depois disso. Você é louca!

 Eu não sou qualquer uma! — Deixei claro. O elevador abriu e eu sai apressada de lá.

Andei pelo corredor até meu quarto. Usei o cartão pra abrir a porta e no momento que eu abri, me fitei pelo espelho da suíte. Eu estava vermelha; não era de tristeza, de vergonha, ou de chorar; era de raiva, ódio. Eu estava soltando fogo pelas ventas.

Como ele ousa me desrespeitar dessa forma?

 ____, olha...

 Não fale comigo! — gritei. — Você não tinha o direito de fazer isso! Não quando eu falei que não queria, não quando eu terminei com você. Eu nunca te desrespeitei, Jungkook! Nunca! Então não aceito que você faça isso comigo. — Deixei claro e ele sentou-se na cama, me observando andar de um lado pro outro. Fitei aquele corte em sua boca e... Droga. Quando eu vi, eu já estava preocupada.

Andei até o banheiro, abri minha necessaire e peguei um pequeno algodão, despejei uma pomada analgésica no algodão e voltei ao local onde Jungkook estava.

 Como está isso aí? — Aproximei-me dele que estava sentado na beirada do pé da cama, fiquei de pé entre suas pernas.

Segurei seu rosto com uma mão pelo maxilar, mandíbula e levantei em minha direção, fazendo-o me fitar. Passei lentamente o algodão pelo pequeno corte que ficou em seu lábio inferior.

 Você é mesmo contraditória. — murmurou e eu o ignorei. Levantei meu olhar em direção aos seus olhos e vi que estava fazendo besteira. — Você consegue fazer isso sozinho. — Alcancei sua mão e coloquei o algodão sobre a palma de sua mão. Andei em direção a saída do quarto e sai de lá.

[...]

Todos os hóspedes estavam na área da piscina, sentei em uma das espreguiçadeiras vendo umas crianças nadarem na piscina, alguns jovens também se divertindo alí e na espreguiçadeira ao meu lado, Jimin tentava seduzir uma garota que lhe dava os maiores foras. Eu apenas escutava, sentindo vontade de rir.

Ouvia as músicas que tocavam para os banhistas que curtiam a piscina escutar, enquanto aproveitavam a água ou para aqueles que estavam tomando um sol – o que era o meu caso.

Naquele momento estava tocando a música da Ariana Grande – No tears left to cry.

Nesse momento, a garota ficou irritada, se levantou e saiu da área da piscina por ter sido incomodada por Jimin. Olhei aquela cena e não me contive ao começar a rir.

 Às vezes não dá certo. — Levantou-se e sentou-se na beirada da minha espreguiçadeira pra conversar comigo. Eu iria responder, mas de repente a música parou de súbito e alguém começou a falar no microfone. Olhei em direção ao microfone e meus olhos se arregalaram ao ver JungKooK.

Jimin levou a mão até a boca ao ver Jungkook, ele estava na tentativa de abafar suas risadas.

 Eu quero pedir perdão aqui, publicamente a ______. — disse Jungkook, na frente de praticamente todas as pessoas que estavam hospedas naquele hotel. — Eu errei com você, meu amor, mas o que importa é que eu estou arrependido e estou pedindo perdão publicamente. Eu sou um idiota, mas eu amo você. Eu errei quando eu joguei na sua cara que os seus pais... — Ele ia dizendo e meus olhos se arregalavam mais e mais. — Enfim... Eu não deveria ter feito aquilo. Me perdoa, eu sou um imbecil, mas um imbecil que te ama.

Eu não estava acreditando que ele estava fazendo isso comigo. Não acreditava que ele estava me expondo publicamente dessa maneira. Eu senti algo tão bizarro dentro de mim, que era muito mais intenso do que vergonha. Eu estava muito constrangida.

Me levantei e corri em disparada em direção a saída do local de piscina do hotel. Eu estava morrendo de vergonha e constrangimento. JungKooK vem me decepcionando cada vez mais. 


Notas Finais


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